Formação Prática de “Tag-Rugby

No passado dia 18 de junho realizou-se no pavilhão Gimnodesportivo da Escola Sede uma formação prática da modalidade Tag-Rugby.

Contou com a presença do diretor técnico da zona centro, da Federação Portuguesa de Râguebi, o professor Carlos Polonio, e teve o apoio na dinamização dos professores  David Facucho, Gorete Melo e Cláudia Olhicas. A formação visou promover, na escola, uma vertente do râguebi que apresenta menos contacto físico, e  por isso, se torna mais adaptada ao contexto escolar. Foi realizada com os alunos das turmas que finalizaram as atividades letivas e com as que tinham inscritas no seu horário, nesse dia, a disciplina de Educação Física. A formação foi também alargada aos alunos do 4º ano do primeiro ciclo, tendo a mesma sido realizada nas instalações da Escola Básica do 1º Ciclo de Mação. 
Cumpriu-se o plano de contingência da escola, pelo que todas as turmas passaram pela experiência separadamente. No total foram 200 os alunos que tiveram a oportunidade de experimentar uma modalidade diferente do habitual.

Foi um dia de muita prática desportiva com uma modalidade que cativou bastante os nossos alunos. 

Palavra final de agradecimento à Federação Portuguesa de Râguebi por todo o material gentilmente oferecido à nossa escola para futura implementação curricular.


Professor David Facucho Caldeira

Celebração do Dia Internacional da Dança

Caminhada ao Cabeça da Cruz – no dia Europeu do Melanoma

No passado mês, no dia 11 de maio de 2021, entre as 13h30m e as 15h10m, a turma do 8ºB, no âmbito da disciplina de Educação Física, em articulação com o Projeto de Educação para a Saúde, realizou uma caminhada, de quase 10 km, ao Cabeço da Cruz, Mação.

Antes de dar início à caminhada, a professora Cláudia Olhicas, reforçou a importância deste tipo de atividade como fator importante para a saúde, identificando os seus benefícios e alertou os alunos para a importância do uso do protetor solar, como medida preventiva dos riscos e malefícios decorrentes da exposição solar (neste dia assinalou-se o dia Europeu do Melanoma, o cancro mais agressivo de pele existente).

Quando chegámos ao Cabeço da Cruz,  registámos vários momentos, fotograficamente, para nunca nos esquecermos daquele dia tão divertido e degustámos um pequeno lanche. 

Foi uma aula diferente, em tempos de pandemia, mas tentando sempre cumprir as medidas de segurança (distanciamento social, utilização de máscara e desinfeção das mãos), pois acima de tudo queremos que a nossa vida volte o mais rápido possível à normalidade e que a pandemia termine com a maior brevidade possível!

Inês Martins Delgado, 8ºB

Criatividade

O Amor Proibido

Há muitos anos, numa terra encantada, viviam duas famílias que guardavam um grande ódio, uma pela outra. Eram elas a família Bastos, uma família rica e muito poderosa que investia na compra e venda de gado e a família Brito, que era igualmente poderosa e que investia no mesmo negócio. Em 1998, organizou-se a décima-segunda feira de gado, e nessa feira havia um leilão onde as duas famílias tinham por hábito participar anualmente. Nesta altura, ainda se davam bem, e iam todos juntos.

O patriota da família era o senhor Artur Bastos, era casado com a dona Júlia e tinham um filho: o Alexandre. Já na família Brito, a matriarca era a dona Cidália, que era casada com o senhor Horácio e também tinham uma filha: a Michelle. Nessa feira de 1998, o gado do senhor Artur tinha sido “drogado” e não estava em condições de ser vendido e o da dona Cidália estava perfeito e ficou em primeiro lugar. O Artur, cego de raiva, decidiu que a Cidália tinha sido a culpada, apesar de não ter tido culpa alguma. E com esta guerra, o amor de Alexandre e Michelle ficará condenado.

Mal se aborreceram, a família Brito emigrou para França onde a Michelle conheceu um rapaz chamado Jacques. O Alexandre e a sua família permaneceram em Portugal, e foi então que conheceu melhor uma rapariga chamada Dalva por quem se apaixonou e com quem teve um filho chamado Patrick. Passados 10 anos, os Brito decidiram voltar à sua terra e voltar a participar na feira.

Chegado o dia da feira, as duas famílias decidiram ir à feira e inevitavelmente a Michelle e o Alexandre encontraram-se, trocaram uns sorrisos e a chama daquele amor que nunca tinha morrido, voltou a acender-se e desde esse dia começaram a encontrar-se às escondidas.

Quando ambas as famílias descobriram o que se andava a passar, de tudo fizeram para que eles se separassem, mas o amor deles foi mais forte e nem com todas as armadilhas que lhes preparam eles se separaram.

Para que pudessem ficar juntos, o Alexandre e a Michelle juntaram-se para arranjarem provas de que não tinha sido a Cidália que há dez anos teria envenenado o gado, e tanto que lutaram e procuraram que conseguiram provas de que não só não tinha sido a Cidália que tinha envenenado o gado, mas sim o Jacques e a Dalva que afinal eram uns velhos amigos da Michelle e do Alexandre e que eram completa e loucamente apaixonados por eles e como sabiam que, se as famílias se indispusessem, o amor deles ficaria condenado, agiram. Assim que o Artur descobriu a verdade, expulsou a Dalva de casa e obrigou-a a dar a guarda do pequeno Patrick à Michelle e ao Alexandre e fez as pazes com a Cidália. E assim o amor venceu.

Maria Carolina Saraiva Matos, 8ºB

Página de um diário

Ortiga, 25 de março de 2021

Boa noite, diário,

Hoje foi o dia do meu aniversário, um dia muito especial comemorado ao lado da minha família, que são os mais especiais para mim. Comemoramos todos na casa da minha avó com uma carnezinha grelhada que é do melhor que há.

Infelizmente, não pude ter a presença dos meus amigos, pois a Covid não o permite, o que é triste. Recebi muitos presentes especiais, mesmo dos meus amigos à distância, mas nada se compara ao carinho que recebi da minha família e ao que os meus familiares fizeram por mim.

Espero que guardes isto, diário, para no futuro eu relembrar.

Simão Maia, 8ºB

Página de um diário

Mação,24 de março 2012

Querido Diário!

Tudo começou na quinta-feira depois do almoço. Estava sentada a ler um livro debaixo de uma árvore. Eu sabia que não estava só, pois vi uma sombra a mexer-se. Quando eu olhei, vi que era uma menina que estava a chorar. Perguntei o que se tinha passado. Ouvi atentamente a conversa. Disse-me que um rapaz a tinha agredido. Não conseguia parar de tremer e o seu coração batia mais a cada minuto que passava. Depois fiquei ali uns minutos a consolá-la. Também recomendei que fosse fazer queixa do rapaz ao senhor Diretor, para que não voltasse a acontecer. Minutos depois o sr. Diretor chamou a atenção ao rapaz e disse-lhe que nunca mais o queria ver a maltratar as pessoas.

Até amanhã diário.

Leonor Pimenta, 8ºB

Dia Mundial da Língua Portuguesa

Está patente no átrio da Biblioteca Escolar da escola sede do Agrupamento uma exposição de trabalhos alusivos ao Dia Mundial da Língua Portuguesa.

O dia 5 de Maio comemora a nossa língua portuguesa e foi assinalado em 44 países, com mais de 150 atividades, em formato misto, presencial e virtual, devido à pandemia de Covid-19.

Proclamado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), este é, contudo, o segundo ano em que se celebra o Dia Mundial da Língua Portuguesa.

O agrupamento de Português, com a colaboração da Biblioteca Escolar, pretendeu assinalar este dia com uma pequena exposição de trabalhos que abrangessem vários ciclos do nosso ensino e as várias escolas do Agrupamento de Escolas. Pretendeu-se a realização de trabalhos com estrofes alusivas à nossa língua e que, pela sua cor e elementos, recordassem igualmente a primavera e a vida a ela associada com cores alegres e variadas.

Obrigada pelo contributo de todos!

O agrupamento de Português.

Página de um Diário

16 de março de 2021

Querido diário,

a noite passada mal consegui dormir, porque estava tão alegre e ansiosa para te contar a aventura de ontem.

    Como sabes, ao final da tarde gosto de fazer caminhadas pelo campo. Estamos em março, os dias estão maiores e mais soalheiros. Ontem, a minha avó acompanhou-me. Ao fim de dois ou três quilómetros, ouvimos gatinhos a miar. Não resistimos até encontrá-los. Ficámos espantadas e tristes, porque os dois gatinhos eram bastante pequeninos e estavam abandonados. Ainda procurámos a mãe, mas sem sucesso. Convenci a minha avó a trazer os gatinhos para casa com duas condições: ser eu a cuidar deles e dar um deles quando fosse maior.

    Mal chegámos a casa, preparei uma cesta para dormirem, duas tacinhas com ração que eu parti em pedaços mais pequenos. Inicialmente, eles estavam assustados, mas depois de muitas carícias, acalmaram, comeram e adormeceram. Durante o tempo que estiveram a dormir, escolhi os seus nomes, ele chama-se Tobias e ela Pipoca.

    Hoje, assim que acordei, fui cuidar deles. São tão fofinhos! Será difícil daqui a pouco tempo ter de os separar e escolher alguém para ficar com um deles.

    Querido diário, peço-te que pares o tempo e me ajudes a encontrar a pessoa certa.

Miriam Vitória Tomé Martins, 8°B