O Natal está a chegar

No jardim de infância de Mação respira-se Natal.

Ultimam-se os preparativos para a festa das famílias. As crianças elaboram,  com prazer, os presentes que irão partilhar com os seus familiares.

Atividades realizadas na turma JMac4.

Professora Olga Pereira

Opinião: O futuro dos Livros

                Hoje em dia são poucos os jovens que preferem ler um livro em vez de estarem agarrados aos ecrãs. São poucos os jovens que têm prazer em ler um livro. Tal como alguns adultos que preferem gastar o seu tempo livre a ver televisão ou estar no telemóvel em vez de ler um livro.

                Na minha opinião, considero que num futuro longínquo vão deixar de existir livros em papel. Inclusive hoje em dia já temos outras opções, como livros digitais nos nossos telemóveis, tablets e computadores.

                Hoje em dia, são poucas as pessoas que leem um livro por prazer, apenas por obrigação o fazem. No meu caso, eu adoro ler, sempre que vou a algum lado levo um livro atrás, muita gente acha estranho, mas, quando tenho tempo livre leio, o que é raro numa pessoa da minha idade.

                Concluindo, penso que no futuro haverá livros, mas serão escassos, ou pouco vistos. Em vez dos livros em papel teremos livros digitais.  

Margarida Moleiro, 10ºB

Opinião: Os livros como os conhecemos vão acabar?

 A sobrevivência do livro em papel é um tema recorrente na sociedade atual. É frequente ouvirmos dizer que os livros cairão em desuso como consequência do papel cada vez mais importante que a tecnologia tem nas nossas vidas.

  Eu acredito que os livros são objetos intemporais e creio que estes tal como os conhecemos continuarão a existir, nunca desaparecerão. É sabido que os humanos têm o hábito de se apegar bastante aos objetos que usam mais e o livro não é exceção, até porque os livros foram cruciais como principal forma de comunicação humana e divulgação de ideias, este hábito da utilização dos livros dificilmente cairá em desuso até porque estes são cada vez mais um objeto da moda, já que o gosto pelo antigo é como uma moda eterna e a tendência é de que os livros passarão gradualmente a ser um objeto antigo. Dou como exemplo os relógios, que já sofreram uma revolução tecnológica enorme e que hoje em dia podem ter tantas funcionalidades que a maioria de nós nem imagina, ainda assim é muito mais comum vermos pessoas a usar relógios de ponteiros.

  Concluindo, penso que sim, que os livros sobreviverão, apesar da provável diminuição da sua utilização. Ainda assim, espero e prevejo que este instrumento que já nos proporcionou tanta sabedoria o continuará a fazer durante muito mais tempo.

Martim Marques, 10ºB

Opinião: O Livro Vai Desaparecer?

Book. By Manoela FoladorIn Profissional de Conteúdo.

                                                               Uma nova era

Nos dias de hoje é cada vez mais frequente vermos um crescimento e desenvolvimento da era tecnológica em vários setores e um deles é o setor literário que, segundo dizem, põe em causa a era do livro.

No meu ponto de vista, a era digital ou tecnológica tem de facto potencial para ser a nova era, mas acredito que a requisição, a compra e sobretudo a leitura de livros não chegarão ao fim, mas que serão utilizadas por uma menor quantidade de pessoas. Isto deve-se ao facto de que a utilização de livros ajuda imenso a sanidade mental e também porque as pessoas com menos possibilidades de ter esses utensílios recorrem aos livros.

Para concluir, a utilidade, a necessidade e sobretudo a importância dos livros na nossa vida nunca devem ser postas em causa, pois neles está toda uma vida.

                                                                                                                                                    Cláudio Matias, 10ºB

Dia Europeu das Línguas

Desde 2001 que o Ano Europeu das Línguas se comemora no dia 26 de setembro.

Trata-se de uma iniciativa conjunta do Conselho da Europa.

No nosso Agrupamento, este ano, celebrou-se no dia 27 de setembro e pautou-se, sobretudo, por atividades envolvendo a elaboração de nuvens de palavras em que os alunos selecionaram as suas palavras preferidas nas várias línguas.

Uma data a recordar!

Formação Prática de “Tag-Rugby

No passado dia 18 de junho realizou-se no pavilhão Gimnodesportivo da Escola Sede uma formação prática da modalidade Tag-Rugby.

Contou com a presença do diretor técnico da zona centro, da Federação Portuguesa de Râguebi, o professor Carlos Polonio, e teve o apoio na dinamização dos professores  David Facucho, Gorete Melo e Cláudia Olhicas. A formação visou promover, na escola, uma vertente do râguebi que apresenta menos contacto físico, e  por isso, se torna mais adaptada ao contexto escolar. Foi realizada com os alunos das turmas que finalizaram as atividades letivas e com as que tinham inscritas no seu horário, nesse dia, a disciplina de Educação Física. A formação foi também alargada aos alunos do 4º ano do primeiro ciclo, tendo a mesma sido realizada nas instalações da Escola Básica do 1º Ciclo de Mação. 
Cumpriu-se o plano de contingência da escola, pelo que todas as turmas passaram pela experiência separadamente. No total foram 200 os alunos que tiveram a oportunidade de experimentar uma modalidade diferente do habitual.

Foi um dia de muita prática desportiva com uma modalidade que cativou bastante os nossos alunos. 

Palavra final de agradecimento à Federação Portuguesa de Râguebi por todo o material gentilmente oferecido à nossa escola para futura implementação curricular.


Professor David Facucho Caldeira

Celebração do Dia Internacional da Dança

Caminhada ao Cabeça da Cruz – no dia Europeu do Melanoma

No passado mês, no dia 11 de maio de 2021, entre as 13h30m e as 15h10m, a turma do 8ºB, no âmbito da disciplina de Educação Física, em articulação com o Projeto de Educação para a Saúde, realizou uma caminhada, de quase 10 km, ao Cabeço da Cruz, Mação.

Antes de dar início à caminhada, a professora Cláudia Olhicas, reforçou a importância deste tipo de atividade como fator importante para a saúde, identificando os seus benefícios e alertou os alunos para a importância do uso do protetor solar, como medida preventiva dos riscos e malefícios decorrentes da exposição solar (neste dia assinalou-se o dia Europeu do Melanoma, o cancro mais agressivo de pele existente).

Quando chegámos ao Cabeço da Cruz,  registámos vários momentos, fotograficamente, para nunca nos esquecermos daquele dia tão divertido e degustámos um pequeno lanche. 

Foi uma aula diferente, em tempos de pandemia, mas tentando sempre cumprir as medidas de segurança (distanciamento social, utilização de máscara e desinfeção das mãos), pois acima de tudo queremos que a nossa vida volte o mais rápido possível à normalidade e que a pandemia termine com a maior brevidade possível!

Inês Martins Delgado, 8ºB

Criatividade

O Amor Proibido

Há muitos anos, numa terra encantada, viviam duas famílias que guardavam um grande ódio, uma pela outra. Eram elas a família Bastos, uma família rica e muito poderosa que investia na compra e venda de gado e a família Brito, que era igualmente poderosa e que investia no mesmo negócio. Em 1998, organizou-se a décima-segunda feira de gado, e nessa feira havia um leilão onde as duas famílias tinham por hábito participar anualmente. Nesta altura, ainda se davam bem, e iam todos juntos.

O patriota da família era o senhor Artur Bastos, era casado com a dona Júlia e tinham um filho: o Alexandre. Já na família Brito, a matriarca era a dona Cidália, que era casada com o senhor Horácio e também tinham uma filha: a Michelle. Nessa feira de 1998, o gado do senhor Artur tinha sido “drogado” e não estava em condições de ser vendido e o da dona Cidália estava perfeito e ficou em primeiro lugar. O Artur, cego de raiva, decidiu que a Cidália tinha sido a culpada, apesar de não ter tido culpa alguma. E com esta guerra, o amor de Alexandre e Michelle ficará condenado.

Mal se aborreceram, a família Brito emigrou para França onde a Michelle conheceu um rapaz chamado Jacques. O Alexandre e a sua família permaneceram em Portugal, e foi então que conheceu melhor uma rapariga chamada Dalva por quem se apaixonou e com quem teve um filho chamado Patrick. Passados 10 anos, os Brito decidiram voltar à sua terra e voltar a participar na feira.

Chegado o dia da feira, as duas famílias decidiram ir à feira e inevitavelmente a Michelle e o Alexandre encontraram-se, trocaram uns sorrisos e a chama daquele amor que nunca tinha morrido, voltou a acender-se e desde esse dia começaram a encontrar-se às escondidas.

Quando ambas as famílias descobriram o que se andava a passar, de tudo fizeram para que eles se separassem, mas o amor deles foi mais forte e nem com todas as armadilhas que lhes preparam eles se separaram.

Para que pudessem ficar juntos, o Alexandre e a Michelle juntaram-se para arranjarem provas de que não tinha sido a Cidália que há dez anos teria envenenado o gado, e tanto que lutaram e procuraram que conseguiram provas de que não só não tinha sido a Cidália que tinha envenenado o gado, mas sim o Jacques e a Dalva que afinal eram uns velhos amigos da Michelle e do Alexandre e que eram completa e loucamente apaixonados por eles e como sabiam que, se as famílias se indispusessem, o amor deles ficaria condenado, agiram. Assim que o Artur descobriu a verdade, expulsou a Dalva de casa e obrigou-a a dar a guarda do pequeno Patrick à Michelle e ao Alexandre e fez as pazes com a Cidália. E assim o amor venceu.

Maria Carolina Saraiva Matos, 8ºB