Notícias da L.E.C.A.

 

A História de Felisberto Tim-tim

          Era uma vez um menino chamado Felisberto Tim-tim.           Felisberto Tim-tim desejava ser um dos cavaleiros da Rainha, mas esse desejo acabou por não se realizar. Felisberto Tim-tim foi para casa muito triste a pensar em convidar os seus amigos para se animar, mas todos disseram que não podiam ir, naquela tarde. Ao lado da casa do Felisberto Tim-tim, havia um café, onde estavam sempre senhores a jogar às cartas muito animados.

Quando estavam a acabar as férias, encontrou um colégio muito bom, onde ele se conseguiu inscrever.

Naquela altura, eu também entrei naquele colégio e acabei por conhecer o Felisberto Tim-tim. Quando o vi fiquei impressionada por ele ser tão radical e tão severo.

Dirigi-me a ele e perguntei:

-Está tudo bem contigo?

-Mais ou menos! – respondeu Felisberto Tim-tim.

-E já agora como te chamas?- perguntou Felisberto Tim-tim.

-Eu chamo-me Josefina – respondi-lhe.

Passado algum tempo, numa visita ao Museu da Vida, acompanhados pelo Diretor do Colégio e pela nossa professora de História, eu e o Felisberto acabamos por fazer um disparate. E o Diretor muito aborrecido disse:

-Meninos! Quando voltarmos ao colégio estão de castigo.

Quando chegámos ao colégio, o Diretor nem teve tempo de falar connosco, porque nós fomos logo embora.

De seguida, Felisberto Tim-tim chegou a casa muito cansado, mas recebeu uma carta da Rainha a dizer:

-“Felisberto Tim-tim, se quiseres tentar ser um dos meus cavaleiros, convoco-te para estares em frente ao castelo pelas 15H:45M”.

Felisberto Tim-tim, muito feliz, não conseguia dormir naquela noite.

No dia seguinte, Felisberto Tim-tim foi à prova dos cavaleiros e eu acompanhei-o. Passadas muitas lutas na arena, só sobrou ele e um dos cavaleiros mais fortes existentes na terra. Mas felizmente para ele, e infelizmente para mim, ele ganhou e tornou-se um cavaleiro da Rainha. Nesse momento comecei a chorar, porque nunca mais o ia ver no colégio.

Enviei-lhe uma carta de agradecimento pelas brincadeiras e barafundas que fizemos juntos. A partir daí nunca mais o voltei a ver.

 

António Mendes e Miguel Leitão, 7ºB

Texto de Opinião

 

Um passo para a felicidade

 

Atualmente, são poucas as pessoas que buscam a felicidade com um simples gesto ou palavra.

A felicidade está centrada em todos nós, pois para atingirmos a felicidade é necessário praticar o bem, ajudar os outros, sobretudo estarmos bem connosco próprios e sentirmo-nos felizes.

Era uma vez, um homem que vivia numa aldeia perto de Braga, um morador que, todas as manhãs, acordava cedo para comprar pão fresco para as suas filhas poderem comer. A aldeia onde ele habitava era muito poluída, pois, na altura das tempestades estas destruíam e faziam estragos em muitas habitações que eram habitáveis. Além disso, o que mais prejudicava a aldeia era o rio Tejo, pois muitos dos poluentes ou lixos chegavam à aldeia e poluíam todo o ambiente. As pessoas, incomodadas, queixavam-se, mas ninguém dava importância, pois achavam que não era muito importante e que seria uma coisa passageira, mas na realidade não o era. Um homem chamado João apercebeu-se que algo estava errado na sua aldeia, sem ruídos, barulhos, conversas ofegantes, e então começou a desconfiar, até que um dos moradores da aldeia perguntou ao senhor João:

-Senhor João, o que está aqui a fazer, volte para casa, só irá sair de casa quando este problema da aldeia ficar resolvido. – disse um morador.

O senhor João voltou para casa e pensou numa maneira de resolver este assunto, até que lhe surgiu uma ideia, criar uma organização de combate à poluição. Todos os moradores aceitaram e todos os dias limpavam as ruas até que este plano chegasse a todo o país, e chegou mesmo. No outro dia, milhares de jornalistas rodeavam a aldeia e perguntavam quem era o organizador de todo este plano. O senhor João referiu que era ele e falou para todos queixando-se de tudo. Teve coragem e, como um verdadeiro habitante daquela aldeia, pediu ajuda neste combate e, depois daquele dia, muita ajuda veio para aquela aldeia combater a poluição e toda a população contente se ajoelhava perante o homem agradecendo por tudo. E passado aquele dia, este homem ficou conhecido como o herói da aldeia.

 

 

Mariana Mousaco, 10º A, LH

 

VIII CONCURSO DE POSTAIS DE NATAL – OS VENCEDORES…

Em dezembro de 2019, o Agrupamento de Francês realizou a oitava edição do Concurso de Postais de Natal, para os alunos do 3ºCiclo, sendo de realçar o envolvimento entusiástico dos alunos nesta atividade. Os postais elaborados, primaram, na sua maioria, pela beleza, diversidade de matérias e criatividade, tendo ficado expostos no átrio do Bloco B, junto à secretaria, até ao dia 14 de janeiro. Nessa data, um júri constituído pelas docentes de Francês (Clara Neves e Ana Gameiro) e pela docente de Educação Visual (Camila Fernandes) procedeu à seleção dos vencedores do primeiro, segundo e terceiro prémios, por ano de escolaridade. Eis os resultados:

5ème Année (7º ano)

1er Prix – Mina Duque (7ºA)

2ème Prix – Denisa Mendes (7ºB)

3ème Prix – Mª Carolina Matos (7ºB)

7º ano

4ème Année (8º ano)

1er Prix – Rita Marques  (8ºB)

2ème Prix – André Martins (8ºB)

3ème Prix – Gustavo Santos (8ºB)

8º ano

3ème Année (9º ano)

1er Prix – Salvador Tavares  (9ºA)

2ème Prix – Lígia Mendonça (9ºA)

3ème Prix – Liliana Costa  (9ºA)

9º ano

As docentes responsáveis congratulam-se pelo sucesso desta atividade e felicitam todos os alunos que nela participaram, pela sua dedicação, criatividade e entusiasmo!

BONNE ANNÉE 2020 À TOUS!

A professora Clara Neves

SORTEIO DO CABAZ DE NATAL – AGRUPAMENTO DE FRANCÊS

 

No dia 17 de dezembro, foi feito o tão desejado sorteio do Cabaz de Natal organizado pelas docentes e alunos de Francês que, no próximo dia 1 de abril de 2020, embarcarão numa viagem rumo a França, para visitar a esplêndida cidade de Paris – “La Ville Lumière”.

A feliz contemplada com o magnífico Cabaz de Natal, recheado de vários e deliciosos produtos, recolhidos pelos alunos, foi a D. Cristina Maria Marques Dias.

O prémio foi-lhe entregue no mesmo dia, pelas docentes Clara Neves e Ana Gameiro.

A verba recolhida através desta atividade contribuirá para diminuir os custos da viagem a realizar.

Obrigada a todos os que, de alguma forma, deram o seu contributo e à senhora D. Cristina Dias os nossos parabéns!

Professora Clara Neves

La fête de l’Epiphanie et la Galette des Rois

Aimes-tu la galette des Rois ? Sais-tu pourquoi elle se consomme début janvier, quelques jours après Noël ? Connais-tu l’histoire de la galette ?

Vite, joue avec nous pour devenir un(e) expert(e) sur cette jolie tradition.

La fête de l’Epiphanie

L’Epiphanie se fête chaque année le 6 janvier. Elle fête la présentation de Jésus aux trois Rois Mages, Melchior, Gaspard et Balthazar venus de l’Orient.

Melchior, le plus âgé, offrit l’or, le bien le plus précieux ; Gaspard, le plus jeune, offrit l’encens et Balthazar, barbu, sans être âgé, la myrrhe.

Le 6 janvier n’étant pas toujours un dimanche, il est traditionnel de fêter l’Epiphanie le deuxième dimanche après Noël, jour où l’on peut se réunir en famille.

La tradition de la galette des Rois

Ce ne sont pas les rois mages qui sont à l’origine de la galette. Si l’Epiphanie est une fête religieuse, l’origine de la galette est païenne.

Elle était consommée à l’occasion de fêtes romaines qui célébraient le retour du soleil après les longues journées d’hiver. Ces fêtes païennes appelées les «Saturnales » duraient plusieurs jours.

La galette, qui comportait une fève, permettait de «sacrer» le roi des Saturnales. Au fil du temps, la tradition de la galette a évolué.

Tradition typiquement française, la galette des Rois est consommée le 6 janvier, le jour de l’Epiphanie ou le 2ème dimanche qui suit Noël.

Deux spécialités pâtissières, selon la région, représentent la galette des Rois :

– dans le Nord de la France, c’est un gâteau rond à base de pâte feuilletée, souvent fourré de frangipane ;

– dans le sud de la France, c’est une brioche en forme de couronne, avec des fruits confits.

La fève, élément indispensable glissée dans la galette, permet de désigner le roi ou la reine du jour. Et sais-tu comment s’appelle un collectionneur de fèves? Non?! C’est un fabophile!

Alors, n’hésite pas à en faire collection car la créativité est au rendez-vous!

La recette de la Galette a évolué

La galette n’a pas toujours été garnie de la délicieuse frangipane, dont le nom serait du à un italien dénommé «Frangipani». Ce n’est qu’à partir du 16 ème que cette crème fût connue en France.

La frangipane se caractérise par la présence d’amandes dans la crème. Mais il est possible de garnir la galette avec une compote de pommes, une crème pâtissière au chocolat ou à la vanille ou de la savourer nature : la créativité est reine….

Enfin, amuse-toi à perpétuer la tradition qui veut que le plus jeune enfant de la famille aille sous la table pour désigner la part de chacun.

Professeur Ana Gameiro

A saga dos verbos com segredos escondidos!

Diz-se “Intervim” ou “intervi”?

Intervim, intervieste, interveio, interviemos, interviestes, intervieram e intervindo são formas do verbo intervir.

Este verbo, como podes observar, é constituído por dois elementos; um deles é precisamente o verbo vir. Ora, acredito que saibas conjugar o verbo vir (vim, vieste, veio, viemos, viestes, vieram, etc.).

 

Pois é, não tem nada que enganar. O verbo intervir conjuga-se como o verbo vir, tal como outros compostos e derivados desse verbo (advir, convir, desavir, desconvir, entrevir, etc.), pois manda a regra gramatical que os verbos compostos e derivados sigam o paradigma de conjugação do seu verbo de base.

Mas por que motivo acontecem estes erros com o verbo intervir? Pensa bem! Acontecem talvez porque nos esquecemos de que o verbo que estamos a conjugar é o verbo vir e não o verbo ver (vi, viste, viu, etc.), não é?

Depois de leres esta notícia, decerto nunca mais te vais esquecer de como deves conjugar o verbo intervir!

Assim, para bem falares e bem escreveres não percas o próximo artigo deste Sem Pontapés na Gramática.

Até à próxima e… cuidado com a língua!

Prof.ª Ana Gameiro

Adeus, férias natalícias!

Mais umas férias chegaram ao fim. Podiam ter continuado? Para muitos alunos da turma a resposta é afirmativa, mas também há alguns que estão contentes por estar de volta às aulas.

Passou-se o Natal e o ano de 2019 chegou ao fim… E quanto a presentes?! Será que todos ficaram satisfeitos com as prendas que receberam? A maioria dos alunos acha que, apesar da azáfama, o Pai Natal foi bastante generoso, pois, como sabem, teve a ajuda preciosa das suas renas especiais, as únicas que conseguem voar para que ele possa entregar os presentes no dia certo e sem atrasos a todas as crianças do mundo. Mas… as coitadas das renas, com tanta correria e tanto trabalho, para além de cansadas, apanharam uma valente constipação, pois o tempo esteve bastante desagradável. Até houve uma tempestade!

Devido às baixas temperaturas que se fizeram sentir, o pobre Rodolfo, a única rena de nariz vermelho e luminoso, que guia o trenó através do nevoeiro, ficou com o nariz, imaginem, arroxeado! Coitado do Rodolfo! A rena Corredora, por sua vez, espirrava tanto que assustava as companheiras e a Empinadora, essa, tossia a toda a hora! A Raposa, o Cupido, o Trovão e o Cometa ficaram com o nariz entupido e os olhos lacrimejantes! Quanto ao Relâmpago e à Dançarina, mal conseguiam voar devido às dores musculares! Pobres renas!

Após terminarem esta sua tarefa, a distribuição de presentes, o Pai Natal e as suas nove renas voltaram para a Lapónia. No entanto, por cá, o frio continua e não faz intenções de se ir embora tão depressa! Logo, agasalhem-se, porque as gripes e constipações andam por aí à espreita! Talvez por isso, grande parte de nós gostasse de continuar ao quentinho da lareira a aquecer os pés e a ler um bom livro. Sim, porque a leitura de um bom livro é muito importante: aumenta a cultura e a criatividade. Ah, e é tão bom voar nas asas da imaginação, não acham?!

Bom, voltemos ao principal assunto deste texto: o regresso à escola. A verdade é que o tempo de descanso acabou e a labuta do dia a dia regressou! Voltaram as aulas, os trabalhos escolares, as avaliações, o estudo diário e… o acordar de manhãzinha ao som do despertador! Mas voltaram também os colegas, as conversas agradáveis, os risos, as brincadeiras, os jogos, enfim, tantas outras coisas boas! Mais uma vez, estamos prontos para aprender, viver, crescer saudavelmente e esperar que o Pai Natal regresse, mas, desta vez, sem as renas adoentadas!

Para já, esperamos que o Novo Ano nos traga saúde, amor, carinho, amizade, sucesso e felicidade.

Com esperança no coração, desejamos a todos um Feliz 2020!

Os alunos do 6.ºA

(Prof.ª Ana Gameiro)

Comemoração do Dia Europeu da Arte Rupestre

Crianças pintaram como antigamente

No dia 9 de outubro de 2019, o Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado no Vale do Tejo comemorou o Dia da Arte Rupestre na Escola Básica de Mação. Uma aula diferente, especial e na rua.
Foi distribuída a todos uma pulseira alusiva ao dia e após uma breve explicação de como os nossos antepassados deixavam as suas marcas, todos os alunos construíram painéis e um mural. Colocavam uma das mãos e através da técnica de sopro, com uma tinta feita à base de argila e com um pigmento, soprava-se a tinta à volta da mão.
Todos deixaram a sua marca. Foi um dia muito divertido.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Turma Mac 6

Professor José Manuel Sequeira

Receitas do 12º C

 

INGREDIENTES

 

150 g de  Chocolate NESTLÉ CLASSIC® ao Leite
meia xícara (chá) de manteiga
3 ovos
2 gemas
meia xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de farinha de trigo peneirada
8 bolas de Sorvete de Creme NESTLÉ® 2 L

MODO DE PREPARAÇÃO

1-Num recipiente refratário, derreta em banho-maria o Chocolate NESTLÉ CLASSIC e a manteiga.
2-Noutro recipiente, bata os ovos, as gemas e o açúcar até formar uma massa cremosa.
3-Adicione a mistura de Chocolate derretido e mexa bem.
4-Acrescente a farinha de trigo aos poucos e mexa delicadamente, até incorporar tudo.
5-Unte com manteiga e polvilhe com farinha de trigo 8 forminhas pequenas (10 cm de diâmetro) e distribua a massa entre elas.
6-Leve ao forno médio-alto (200°C), pré-aquecido, por cerca de 10 minutos. Desenforme ainda quente sobre pratinhos individuais e sirva a seguir, acompanhado de uma bola de Sorvete de Creme Gourmet.

DICAS:
– O forno deve estar bem quente no momento em que for colocar os bolinhos, para que fiquem cremosos por dentro e firmes por fora.
– Ao tirá-los do forno, o centro ainda deverá estar mole.

INGRÉDIENTS

150 g de lait au chocolat NESTLÉ CLASSIC®
une demi-tasse de beurre
3 œufs
2 gemmes
une demi-tasse de thé
1 tasse de farine tamisée
8 boules de crème glacée NESTLÉ® Cream 2 L

PREPARATION

1-Dans un récipient réfractaire, faire fondre le chocolat et le beurre NESTLÉ CLASSIC au bain-marie.
2-Dans un autre récipient, battre les œufs, les jaunes et le sucre jusqu’à la consistance crémeuse.
3- Ajouter le mélange de chocolat fondu et bien mélanger.
4-Ajouter la farine lentement et remuer doucement jusqu’à incorporation.
5-Mettre avec du beurre et saupoudrer de farine 8 petites casseroles (10 cm de diamètre) et répartir la pâte entre elles.
6- Cuire le four préchauffé à température moyenne-élevée (200 ° C) pendant environ 10 minutes. Démouler encore chaud dans des assiettes individuelles et servir ensuite, accompagné d’une boule de crème glacée Gourmet Cream.

CONSEILS:

– Le four doit être très chaud au moment où vous mettez les biscuits pour qu’ils soient crémeux à l’intérieur et fermes à l’extérieur. –
Lorsque vous les retirez du four, le centre doit toujours être mou.

Bebiana Farias e Fátima Bento, 12ºC

Notícias da L.E.C.A.

 

Uma noite de Halloween

 

Era uma noite de Halloween, eu e a minha família e o treinador Sacarovski, juntámo-nos à volta de uma fogueira a contar histórias de terror.

Começou a minha mãe a contar a sua história, depois o meu pai, o meu irmão, a avó Gertrudes, eu, e finalmente, chegou a vez do treinador Sacarovski.

-Foi há um ano atrás, num dia normal de Halloween, eu e um colega fomos jogar Fortnite, e, de repente, algo de estranho aconteceu. Quando nos apercebemos, estávamos dentro do monitor, na Ilha do Fortnite.

Era tudo muito estranho, havia morcegos, árvores mortas e cadáveres espalhados por todo o lado.

Do nada encontrámos uma carta enorme que dizia:

Bem vindos à Ilha do Fortnite. Para poderem sair, têm que salvar a cadela Tily, que está no centro do mapa, numa torre muito alta cercada de zombies. Para lá chegarem, terão de passar por três etapas: a primeira é subir uma montanha armadilhada de bombas; a segunda é atravessar um rio de lava cheio de crocodilos e a terceira é conseguir derrotar os zombies para poderem subir à torre.

Começámos então o percurso. A primeira etapa não foi fácil, pois havia bombas por todo o lado. A segunda foi ainda mais difícil, os crocodilos tinham um ar mesmo esfomeado. Na terceira tivemos sorte, pois encontrámos armas e munições num baú do tesouro mesmo antes de lá chegarmos. Até que, do nada, o meu colega foi atingido e então tive de o deixar cá em baixo enquanto subia à torre para socorrer a cadela. Depois daquelas etapas, subir à torre e trazer a cadela foi super fácil. Quando cheguei cá a baixo, o meu colega tinha preparado uma espécie de poção que nos teletransportou até ao final do jogo onde havia mais uma carta que dizia:

Caros jogadores conseguiram passar todas as fases e conseguiram salvar a cadela Tily, logo poderão voltar às vossas casas, mas para a próxima não sairão deste jogo vivos. Hahahahah!

-Voltámos então a casa sãos e salvos e nunca mais voltámos a jogar aquele jogo.

E acabou assim mais uma noite de Halloween passada a contar histórias de terror.

 

Jéssica Moucho e Tatiana Cavaco, 7ºA