Formação Prática de “Tag-Rugby

No passado dia 18 de junho realizou-se no pavilhão Gimnodesportivo da Escola Sede uma formação prática da modalidade Tag-Rugby.

Contou com a presença do diretor técnico da zona centro, da Federação Portuguesa de Râguebi, o professor Carlos Polonio, e teve o apoio na dinamização dos professores  David Facucho, Gorete Melo e Cláudia Olhicas. A formação visou promover, na escola, uma vertente do râguebi que apresenta menos contacto físico, e  por isso, se torna mais adaptada ao contexto escolar. Foi realizada com os alunos das turmas que finalizaram as atividades letivas e com as que tinham inscritas no seu horário, nesse dia, a disciplina de Educação Física. A formação foi também alargada aos alunos do 4º ano do primeiro ciclo, tendo a mesma sido realizada nas instalações da Escola Básica do 1º Ciclo de Mação. 
Cumpriu-se o plano de contingência da escola, pelo que todas as turmas passaram pela experiência separadamente. No total foram 200 os alunos que tiveram a oportunidade de experimentar uma modalidade diferente do habitual.

Foi um dia de muita prática desportiva com uma modalidade que cativou bastante os nossos alunos. 

Palavra final de agradecimento à Federação Portuguesa de Râguebi por todo o material gentilmente oferecido à nossa escola para futura implementação curricular.


Professor David Facucho Caldeira

Criatividade

O Amor Proibido

Há muitos anos, numa terra encantada, viviam duas famílias que guardavam um grande ódio, uma pela outra. Eram elas a família Bastos, uma família rica e muito poderosa que investia na compra e venda de gado e a família Brito, que era igualmente poderosa e que investia no mesmo negócio. Em 1998, organizou-se a décima-segunda feira de gado, e nessa feira havia um leilão onde as duas famílias tinham por hábito participar anualmente. Nesta altura, ainda se davam bem, e iam todos juntos.

O patriota da família era o senhor Artur Bastos, era casado com a dona Júlia e tinham um filho: o Alexandre. Já na família Brito, a matriarca era a dona Cidália, que era casada com o senhor Horácio e também tinham uma filha: a Michelle. Nessa feira de 1998, o gado do senhor Artur tinha sido “drogado” e não estava em condições de ser vendido e o da dona Cidália estava perfeito e ficou em primeiro lugar. O Artur, cego de raiva, decidiu que a Cidália tinha sido a culpada, apesar de não ter tido culpa alguma. E com esta guerra, o amor de Alexandre e Michelle ficará condenado.

Mal se aborreceram, a família Brito emigrou para França onde a Michelle conheceu um rapaz chamado Jacques. O Alexandre e a sua família permaneceram em Portugal, e foi então que conheceu melhor uma rapariga chamada Dalva por quem se apaixonou e com quem teve um filho chamado Patrick. Passados 10 anos, os Brito decidiram voltar à sua terra e voltar a participar na feira.

Chegado o dia da feira, as duas famílias decidiram ir à feira e inevitavelmente a Michelle e o Alexandre encontraram-se, trocaram uns sorrisos e a chama daquele amor que nunca tinha morrido, voltou a acender-se e desde esse dia começaram a encontrar-se às escondidas.

Quando ambas as famílias descobriram o que se andava a passar, de tudo fizeram para que eles se separassem, mas o amor deles foi mais forte e nem com todas as armadilhas que lhes preparam eles se separaram.

Para que pudessem ficar juntos, o Alexandre e a Michelle juntaram-se para arranjarem provas de que não tinha sido a Cidália que há dez anos teria envenenado o gado, e tanto que lutaram e procuraram que conseguiram provas de que não só não tinha sido a Cidália que tinha envenenado o gado, mas sim o Jacques e a Dalva que afinal eram uns velhos amigos da Michelle e do Alexandre e que eram completa e loucamente apaixonados por eles e como sabiam que, se as famílias se indispusessem, o amor deles ficaria condenado, agiram. Assim que o Artur descobriu a verdade, expulsou a Dalva de casa e obrigou-a a dar a guarda do pequeno Patrick à Michelle e ao Alexandre e fez as pazes com a Cidália. E assim o amor venceu.

Maria Carolina Saraiva Matos, 8ºB

Página de um diário

Mação,24 de março 2012

Querido Diário!

Tudo começou na quinta-feira depois do almoço. Estava sentada a ler um livro debaixo de uma árvore. Eu sabia que não estava só, pois vi uma sombra a mexer-se. Quando eu olhei, vi que era uma menina que estava a chorar. Perguntei o que se tinha passado. Ouvi atentamente a conversa. Disse-me que um rapaz a tinha agredido. Não conseguia parar de tremer e o seu coração batia mais a cada minuto que passava. Depois fiquei ali uns minutos a consolá-la. Também recomendei que fosse fazer queixa do rapaz ao senhor Diretor, para que não voltasse a acontecer. Minutos depois o sr. Diretor chamou a atenção ao rapaz e disse-lhe que nunca mais o queria ver a maltratar as pessoas.

Até amanhã diário.

Leonor Pimenta, 8ºB

Dia Mundial da Língua Portuguesa

Está patente no átrio da Biblioteca Escolar da escola sede do Agrupamento uma exposição de trabalhos alusivos ao Dia Mundial da Língua Portuguesa.

O dia 5 de Maio comemora a nossa língua portuguesa e foi assinalado em 44 países, com mais de 150 atividades, em formato misto, presencial e virtual, devido à pandemia de Covid-19.

Proclamado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), este é, contudo, o segundo ano em que se celebra o Dia Mundial da Língua Portuguesa.

O agrupamento de Português, com a colaboração da Biblioteca Escolar, pretendeu assinalar este dia com uma pequena exposição de trabalhos que abrangessem vários ciclos do nosso ensino e as várias escolas do Agrupamento de Escolas. Pretendeu-se a realização de trabalhos com estrofes alusivas à nossa língua e que, pela sua cor e elementos, recordassem igualmente a primavera e a vida a ela associada com cores alegres e variadas.

Obrigada pelo contributo de todos!

O agrupamento de Português.

Página de um Diário

16 de março de 2021

Querido diário,

a noite passada mal consegui dormir, porque estava tão alegre e ansiosa para te contar a aventura de ontem.

    Como sabes, ao final da tarde gosto de fazer caminhadas pelo campo. Estamos em março, os dias estão maiores e mais soalheiros. Ontem, a minha avó acompanhou-me. Ao fim de dois ou três quilómetros, ouvimos gatinhos a miar. Não resistimos até encontrá-los. Ficámos espantadas e tristes, porque os dois gatinhos eram bastante pequeninos e estavam abandonados. Ainda procurámos a mãe, mas sem sucesso. Convenci a minha avó a trazer os gatinhos para casa com duas condições: ser eu a cuidar deles e dar um deles quando fosse maior.

    Mal chegámos a casa, preparei uma cesta para dormirem, duas tacinhas com ração que eu parti em pedaços mais pequenos. Inicialmente, eles estavam assustados, mas depois de muitas carícias, acalmaram, comeram e adormeceram. Durante o tempo que estiveram a dormir, escolhi os seus nomes, ele chama-se Tobias e ela Pipoca.

    Hoje, assim que acordei, fui cuidar deles. São tão fofinhos! Será difícil daqui a pouco tempo ter de os separar e escolher alguém para ficar com um deles.

    Querido diário, peço-te que pares o tempo e me ajudes a encontrar a pessoa certa.

Miriam Vitória Tomé Martins, 8°B

Concurso Nacional de Leitura

14º Concurso Nacional de Leitura
Ano letivo 2020 /2021
FASE NACIONAL 


                                                                                         


Parabéns aos alunos do Agrupamento de Escolas de Escolas Verde Horizonte apurados para Fase Nacional do 14º Concurso Nacional de Leitura.
Dos oito finalistas da Fase Intermunicipal, quatro finalistas são do agrupamento. 

 1º Ciclo: Francisco Brito;
 2º Ciclo: Ana Rita Claro, 6º B;
Secundário: Margarida Lopes Saramago, 10ºA e Saúl Filipe Jesus Santos, 11º ALH.  

Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância – abril

O LAÇO AZUL

Em 1989, uma mulher norte americana de seu nome Bonnie Finney, amarrou uma fita azul na antena do seu carro, em homenagem ao seu neto, vítima mortal de maus-tratos pela sua mãe e namorado. Com esse gesto ela quis transmitir à comunidade o trágico acontecimento. O impacto daquela iniciativa foi de tal modo grandioso que esta campanha, que começou como uma homenagem desta avó ao neto, se expandiu e, atualmente, muitos países usam as fitas azuis, durante o mês de abril, em memória daqueles que morreram ou são vítimas de abuso infantil e também como forma de apoiar as famílias e fortalecer as comunidades, nos esforços necessários para prevenir o abuso infantil e a negligência.

E porquê azul? Bonnie Finney não queria esquecer os corpos cheios de nódoas. O azul, que simboliza a cor das lesões, servir-lhe-ia por isso como uma imagem constante na sua luta na proteção das crianças contra os maus-tratos.

Em Portugal, a campanha, simbolizada pelo Laço Azul, é amplamente divulgada por todo o território, durante o mês de abril, quer pela Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, quer pelas CPCJ, que realizam numerosas ações de prevenção contra os maus-tratos.

“Serei o que me deres…que seja amor”

Desafio: Cartas de Náufragos

Harmony in Blue and Silver – James Abbott

 

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

 

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

Professora: Anabela Ferreira

 

Ilha Misteriosa, 19 de maio de 1998

Olá, querida amiga!

Venho com esta carta, contar-te o horrível acontecimento que tanto queres saber.

Eu lembro-me como se tivesse sido ontem, mas não, foi já há dois anos, em 1996. Estava eu com o Pirata Negro em busca do tesouro mais brilhante da Ilha Misteriosa, o tesouro estava dentro de um baú de madeira, tinha uma fechadura de bronze e vários desenhos na tampa, quando o encontrámos, estava debaixo de um coqueiro, estava coberto de areia e folhas caídas sobre a sua tampa.

Quando vi aquele brilhante tesouro, corri na sua direção para o tentar abrir, mas não consegui. Então pensei em levá-lo para casa, lá tinha tudo o que é preciso para abrir qualquer coisa. Para o levar para o navio, pedi ajuda ao Pirata Negro, pois o baú era mesmo muito pesado.

Quando estávamos de regresso a casa já com o baú, no navio, começou a chover intensamente, o que deu origem a uma horrível tempestade, mas até aqui nada tinha acontecido. Até que fomos em direção a uma enorme rocha e o navio naufragou, eu fiquei sozinha naquele mar imenso, e não consegui encontrar o pirata, nem o tesouro, nem sei se o pirata sobreviveu. Mas com sorte consegui voltar a casa, porém até agora ainda não me esqueci desta enorme tragédia.

Beijinhos e um grande abraço.

A tua amiga.

Soraia Serrano, 7ºB

 

Desafio: Cartas de Náufragos

 

dias de Tempestade, Montague Dawson

 

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

 

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

Professora: Anabela Ferreira

 

 

Angola, 12 de julho de 1515

Amiga,

escrevo-te esta carta, pois vivi uma grande aventura.

Como sabes, faço parte de uma tripulação, andamos a viajar pelo mundo à procura de tesouros.

Estávamos a sair da India, com tesouros, principalmente especiarias, quando aconteceu. Encontrámos uma ilha. Parecia uma ilha desabitada.

Esta ilha era de facto desabitada, pois estava amaldiçoada. Só nos apercebemos disso quando estávamos a sair já com um grande tesouro, tínhamos levado ouro, prata, café, especiarias…

Quando quisemos sair da ilha, não conseguimos, pois estava fechada por um feitiço transparente.

Procurámos por toda a ilha pistas para sair dali. Mas a única coisa que havia era um enorme tesouro e alguma vegetação.

Então coloquei-me a pensar e cheguei à conclusão que devia ser um esconderijo, onde piratas escondiam os seus tesouros.

Tentei passar sem nenhum tesouro e consegui. Tinha descoberto o mistério. A única coisa que podíamos levar era umas pedras lindas, mas sem valor, e uns fios.

Já quase todos tínhamos passado, expeto o capitão, era muito ganancioso.

E, por isso, colocou ouro dentro de cocos. Conseguiu passar, mas depois apareceu um monstro, que nos atacou. Conseguimos fugir dele, mas todo o nosso tesouro desapareceu com o monstro. A única coisa que tinha ficado era os nossos colares, que eu tinha feito com as pedras e os fios.

Já em Angola, continuámos a nossa aventura, mas agora percebemos que os tesouros não eram o ouro, mas sim o que fazemos.

Até breve, uma amiga.

 

Inês Martins Delgado, 7ºB

7º ano em ação

Este ano letivo, foram concretizados vários DAC nas duas turmas do 7º ano.

Quanto ao tema “As Origens do Universo e a Poesia” (que englobou as disciplinas de Português, EMR, Ciências Naturais e Físico-Química) a abordagem deste DAC teria continuidade com a realização de uma visita de estudo a Constância no final do segundo período (dez de março) no âmbito das disciplinas de Físico-Química, Português e Ciências Naturais. Contudo, ocorreu a anulação da mesma, por motivo das medidas de prevenção face à Covid-19, devido à pandemia. As atividades de Português – declamação de poemas de Camões no anfiteatro do jardim de Constância, visita ao horto de Camões e lanche partilhado – foram substituídas por declamação numa aula ao ar livre no pátio da escola e lanche partilhado ainda antes de as atividades letivas presenciais terem sido suspensas.

Este DAC foi alargado e relacionado com o tema “Sistema Solar” que incluiu a criação de textos sobre os diferentes planetas para colocação numa página WEB (disciplinas de Físico-Química, Português, Inglês (7ºB), Matemática e TIC), as suas representações gráficas (disciplina de Educação Visual), criação de QR Codes para exposição nos corredores das salas de aula.  Foram elaborados em Físico-Química e revistos em Português todos os textos acerca dos planetas para a exposição. A Físico-Química desenvolveram-se as atividades do sistema solar. Foram elaboradas as maquetas em Educação Visual. Realizou-se a publicação em página WEB na disciplina de TIC. A disciplina de Matemática cooperou com a disciplina de Físico-Química na realização da atividade sobre o sistema solar, tendo efetuado o cálculo das distâncias planetárias à escala do corredor do bloco B, mas a suspensão das aulas suspendeu também esta atividade. Foi criada uma página WEB e anulada uma exposição no terceiro período, devido ao evoluir da situação, por forma a dar conhecimento deste trabalho à comunidade escolar, com as maquetas elaboradas pelos alunos acompanhadas com os QR Codes.

Os trabalhos estão no site (envolvência da disciplina de TIC) e os QRC gerados sendo presentemente divulgados para os alunos e demais comunidade acederem neste jornal.

 

QR Code 7ºA

 

QR Code 7ºB