Texto de opinião sobre as diferenças étnicas, religiosas, políticas e sociais

Martin Luther King, um conhecido ativista norte-americano, disse num dos discursos que deu: “Tenho um sonho que os meus quatro pequenos filhos viverão, num dia, numa nação, onde não serão julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu caráter.”

         Primeiramente, eu concordo com a opinião de Martin Luther King. Eu também quero que os meus futuros filhos cresçam num mundo onde não se é discriminado nem pelo seu tom de pele, nem pelas suas escolhas políticas e religiosas e nem pela sua condição social. Nós somos todos iguais e, para além disso, o que importa verdadeiramente é o carácter das pessoas.

         Por outro lado, devido a certos comportamentos de pessoas negras, a raça “branca” tende a rotular todos os “negros” como criminosos ou ladrões. Isso é errado, não é por um negro ou cigano ter uma ação incorreta que todos os ciganos ou negros têm essas atitudes.

         Digo o mesmo em relação a pessoas de diferentes religiões, não é por uma pessoa judia fazer algo incorreto que todos os judeus são agressivos. Isso depende do carácter das pessoas e não das suas escolhas de vida.

         Concluindo, penso que não devemos rotular as pessoas pelas suas escolhas ou características, devemos, sim, criticar construtivamente pelas atitudes. Termino dizendo que este tema ainda é muito discutido nos tempos de hoje.

 Inês Jesus Ferreira,  9ºA

Exposição de St. Patrick’s Day

No dia 17 de Março ocorreu, no Agrupamento de Escolas Verde Horizonte (E.B. 1 de Mação, E.B. 1 de Cardigos e E.B. 2,3/ Secundária de Mação), a celebração do dia de St. Patrick, com uma exposição e um concurso de trevos.

Nas aulas de inglês dos vários anos foi feito um trabalho prévio, com estudo do vocabulário, apresentação da história e cultura da Irlanda. Foi também pedido aos alunos que fossem criativos e fizessem trevos para expor e participar num concurso. No final, os professores e alunos decoraram os espaços com elementos associados a este dia.

Esta celebração aconteceu porque é importante aprender a língua e cultura de outros países. Além disso, ao fazer-se uma exposição, podemos mostrar os nossos trabalhos e convidar os colegas a escolher o que mais gostam. Contudo, nem sempre é possível levar todos os colegas a votar, pelo que alguns trevos a concurso foram selecionados pelas professoras de Inglês.

A atividade teve muita aceitação por parte dos alunos e os trabalhos expostos estavam cheios de originalidade. Foi visível a dedicação de todos. O dia foi diferente e tornou-se muito especial.

Salvador Garcia Carias, 4ºAno, MAC 5

Fotos da autoria do Agrupamento de Inglês

Atividades Rítmicas Expressivas

Mação a brilhar!

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No passado dia 29 de março de 2022, foi realizado na nossa escola o Encontro de Atividades Rítmicas Expressivas do Desporto Escolar.

Este Encontro contou com a participação de 6 grupos de dança, cerca de 90 atletas e 10 juízes árbitros, que mais uma vez mostraram a beleza e magnitude desta modalidade.

Cada grupo equipa realizou a apresentação de 2 coreografias, com diferentes temas e indumentária demonstrando o trabalho realizado ao longo do ano letivo.

A nossa escola obteve o magnífico primeiro lugar, quer no nível Elementar, quer no nível Avançado da modalidade.

Todos os atletas e juízes do grupo equipa estão de parabéns, pelo empenho, dedicação e magnífico trabalho realizado nesta modalidade que é tão querida nesta Escola.

A professora responsável pelo grupo equipa

Eva Patrício

Concurso Nacional de Leitura 


Resultado da prova escrita – Concurso Nacional de Leitura – Fase intermunicipal dia 5 de Abril de 2022


Parabéns a todos os participantes que abraçaram este concurso.
 
Estão todos de parabéns. Foram todos excecionais . Peço-vos que continuem e que não desistam do vosso gosto pela leitura.
 
 
Como sabem estamos numa fase mais seletiva do concurso, nem todos podem passar à fase seguinte. Mas, desde já reconhecemos o vosso valor e a vossa participação que tanto  nos enriqueceu.
 
Relativamente à prova realizada ontem, dos 12 ficaram 4 apurados para a prova oral, que se realizou dia 7 de abril, às 14h00, no Auditório do Centro Cultural, de Vila Nova da Barquinha.
 
E os apurados foram:

Laura Barbeiro – 1º ciclo
Raquel santos – 1º Ciclo
Catarina Silva – 2º Ciclo
Saúl Santos – Secúndário
 
 
Mais uma vez parabéns a TODOS!

Abraços virtuais, muita saúde, boas leituras e cuida de Ti e dos Teus.
 
Com os melhores cumprimentos,
 
 
 
 
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Rosário Wahnon
Biblioteca Municipal de Mação
Município de Mação

A reflexão existencial em Caeiro e em Reis

Uma das principais características da poesia de cada um dos heterónimos pessoanos é a reflexão existencial.

   Dois dos principais heterónimos pessoanos, Alberto Caeiro e Ricardo Reis, têm uma visão, acerca do tema da reflexão existencial, diferente um do outro. Alberto Caeiro, o poeta da natureza, acredita que vive num espaço bucólico, ou seja, num espaço onde as coisas acontecem de forma natural e fluída, algo que este demonstra no seu poema “O Guardador de rebanhos”, por exemplo. No entanto, Ricardo Reis, o poeta clássico, demonstra uma visão da reflexão existencial diferente, este acredita no destino, ou seja, não importa o que façamos porque as coisas, ou seja,  tudo está destinado a acontecer, e não há nada que se possa fazer para mudar isso. Um dos seus poemas que exemplifica de maneira clara esta sua visão é o poema “Vem sentar-te comigo, Lídia”, neste poema o “eu” lírico utiliza muitas vezes a palavra “rio” como metáfora da vida, isto é, independentemente do que aconteça, o rio vai continuar sempre a passar, a correr, e o seu destino vai ser o mar, ou seja, a vida é uma passagem e o nosso destino, inevitavelmente, é a morte e não há nada que se possa fazer para mudar esse fim.

   Concluindo, a visão destes dois heterónimos pessoanos acerca da reflexão existencial distingue-se, pois segundo Caeiro tudo acontece de forma natural e fluída, já segundo Reis tudo o que acontece já está destinado a acontecer e ninguém, nem nada, pode mudar isso.

Ana Filipa Serras Alexandre, 12ºA-L.H

O Natal está a chegar

No jardim de infância de Mação respira-se Natal.

Ultimam-se os preparativos para a festa das famílias. As crianças elaboram,  com prazer, os presentes que irão partilhar com os seus familiares.

Atividades realizadas na turma JMac4.

Professora Olga Pereira

Opinião: O futuro dos Livros

                Hoje em dia são poucos os jovens que preferem ler um livro em vez de estarem agarrados aos ecrãs. São poucos os jovens que têm prazer em ler um livro. Tal como alguns adultos que preferem gastar o seu tempo livre a ver televisão ou estar no telemóvel em vez de ler um livro.

                Na minha opinião, considero que num futuro longínquo vão deixar de existir livros em papel. Inclusive hoje em dia já temos outras opções, como livros digitais nos nossos telemóveis, tablets e computadores.

                Hoje em dia, são poucas as pessoas que leem um livro por prazer, apenas por obrigação o fazem. No meu caso, eu adoro ler, sempre que vou a algum lado levo um livro atrás, muita gente acha estranho, mas, quando tenho tempo livre leio, o que é raro numa pessoa da minha idade.

                Concluindo, penso que no futuro haverá livros, mas serão escassos, ou pouco vistos. Em vez dos livros em papel teremos livros digitais.  

Margarida Moleiro, 10ºB

Opinião: Os livros como os conhecemos vão acabar?

 A sobrevivência do livro em papel é um tema recorrente na sociedade atual. É frequente ouvirmos dizer que os livros cairão em desuso como consequência do papel cada vez mais importante que a tecnologia tem nas nossas vidas.

  Eu acredito que os livros são objetos intemporais e creio que estes tal como os conhecemos continuarão a existir, nunca desaparecerão. É sabido que os humanos têm o hábito de se apegar bastante aos objetos que usam mais e o livro não é exceção, até porque os livros foram cruciais como principal forma de comunicação humana e divulgação de ideias, este hábito da utilização dos livros dificilmente cairá em desuso até porque estes são cada vez mais um objeto da moda, já que o gosto pelo antigo é como uma moda eterna e a tendência é de que os livros passarão gradualmente a ser um objeto antigo. Dou como exemplo os relógios, que já sofreram uma revolução tecnológica enorme e que hoje em dia podem ter tantas funcionalidades que a maioria de nós nem imagina, ainda assim é muito mais comum vermos pessoas a usar relógios de ponteiros.

  Concluindo, penso que sim, que os livros sobreviverão, apesar da provável diminuição da sua utilização. Ainda assim, espero e prevejo que este instrumento que já nos proporcionou tanta sabedoria o continuará a fazer durante muito mais tempo.

Martim Marques, 10ºB

Formação Prática de “Tag-Rugby

No passado dia 18 de junho realizou-se no pavilhão Gimnodesportivo da Escola Sede uma formação prática da modalidade Tag-Rugby.

Contou com a presença do diretor técnico da zona centro, da Federação Portuguesa de Râguebi, o professor Carlos Polonio, e teve o apoio na dinamização dos professores  David Facucho, Gorete Melo e Cláudia Olhicas. A formação visou promover, na escola, uma vertente do râguebi que apresenta menos contacto físico, e  por isso, se torna mais adaptada ao contexto escolar. Foi realizada com os alunos das turmas que finalizaram as atividades letivas e com as que tinham inscritas no seu horário, nesse dia, a disciplina de Educação Física. A formação foi também alargada aos alunos do 4º ano do primeiro ciclo, tendo a mesma sido realizada nas instalações da Escola Básica do 1º Ciclo de Mação. 
Cumpriu-se o plano de contingência da escola, pelo que todas as turmas passaram pela experiência separadamente. No total foram 200 os alunos que tiveram a oportunidade de experimentar uma modalidade diferente do habitual.

Foi um dia de muita prática desportiva com uma modalidade que cativou bastante os nossos alunos. 

Palavra final de agradecimento à Federação Portuguesa de Râguebi por todo o material gentilmente oferecido à nossa escola para futura implementação curricular.


Professor David Facucho Caldeira

Criatividade

O Amor Proibido

Há muitos anos, numa terra encantada, viviam duas famílias que guardavam um grande ódio, uma pela outra. Eram elas a família Bastos, uma família rica e muito poderosa que investia na compra e venda de gado e a família Brito, que era igualmente poderosa e que investia no mesmo negócio. Em 1998, organizou-se a décima-segunda feira de gado, e nessa feira havia um leilão onde as duas famílias tinham por hábito participar anualmente. Nesta altura, ainda se davam bem, e iam todos juntos.

O patriota da família era o senhor Artur Bastos, era casado com a dona Júlia e tinham um filho: o Alexandre. Já na família Brito, a matriarca era a dona Cidália, que era casada com o senhor Horácio e também tinham uma filha: a Michelle. Nessa feira de 1998, o gado do senhor Artur tinha sido “drogado” e não estava em condições de ser vendido e o da dona Cidália estava perfeito e ficou em primeiro lugar. O Artur, cego de raiva, decidiu que a Cidália tinha sido a culpada, apesar de não ter tido culpa alguma. E com esta guerra, o amor de Alexandre e Michelle ficará condenado.

Mal se aborreceram, a família Brito emigrou para França onde a Michelle conheceu um rapaz chamado Jacques. O Alexandre e a sua família permaneceram em Portugal, e foi então que conheceu melhor uma rapariga chamada Dalva por quem se apaixonou e com quem teve um filho chamado Patrick. Passados 10 anos, os Brito decidiram voltar à sua terra e voltar a participar na feira.

Chegado o dia da feira, as duas famílias decidiram ir à feira e inevitavelmente a Michelle e o Alexandre encontraram-se, trocaram uns sorrisos e a chama daquele amor que nunca tinha morrido, voltou a acender-se e desde esse dia começaram a encontrar-se às escondidas.

Quando ambas as famílias descobriram o que se andava a passar, de tudo fizeram para que eles se separassem, mas o amor deles foi mais forte e nem com todas as armadilhas que lhes preparam eles se separaram.

Para que pudessem ficar juntos, o Alexandre e a Michelle juntaram-se para arranjarem provas de que não tinha sido a Cidália que há dez anos teria envenenado o gado, e tanto que lutaram e procuraram que conseguiram provas de que não só não tinha sido a Cidália que tinha envenenado o gado, mas sim o Jacques e a Dalva que afinal eram uns velhos amigos da Michelle e do Alexandre e que eram completa e loucamente apaixonados por eles e como sabiam que, se as famílias se indispusessem, o amor deles ficaria condenado, agiram. Assim que o Artur descobriu a verdade, expulsou a Dalva de casa e obrigou-a a dar a guarda do pequeno Patrick à Michelle e ao Alexandre e fez as pazes com a Cidália. E assim o amor venceu.

Maria Carolina Saraiva Matos, 8ºB