SESSÃO DE ESCLARECIMENTO SOBRE ÉTICA DESPORTIVA: FATORES SOCIAIS, ECONÓMICOS E POLÍTICOS

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No passado dia 31 de janeiro de 2017 realizou-se no auditório, da escola sede, uma sessão de esclarecimento sobre ÉTICA DESPORTIVA.

A convite do Agrupamento de Educação Física, tivemos connosco, na dinamização da sessão, o treinador José Branco, do Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ) no âmbito do Plano Nacional de Ética Desportiva, que informou, esclareceu e aconselhou alunos e professores sobre os valores e princípios a considerar no contexto das atividades desportivas amadoras e federadas, quer pelos praticantes/atletas, pais, trinadores, clubes/instituições (onde nos inserimos como escola).

A sessão foi dirigida aos alunos dos cursos profissionais, 11.º B, 11.º C, 12.º B e aos alunos do 8.º B e dividida em duas partes, uma de exposição de conceitos e de exemplos práticos vividos pelo treinador no que diz respeito aos valores sociais, políticos e económicos e outra onde os alunos puderam intervir questionando o orador sobre questões de ética no desporto, entre outras.

O Agrupamento de Educação Física agradece a disponibilidade do treinador José Branco e o apoio dos professores José Gonçalves, Camila Fernandes e Graça Dias pelo contributo prestado à realização da sessão.

E porque se falou de valores e ética, já no final da sessão, o treinador não deixou de elogiar o exemplar saber estar dos nossos alunos que se portaram com respeito e no sentido da melhoria dos seus conhecimento.

A Professora Cláudia Olhicas de Jesus

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NOITE DE NATAL INESQUECÍVEL, Junto dos Sem-abrigo de Lisboa

 

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Clicar na foto para ver a reportagem fotográfica completa.

Foi na noite de 25 para 26 de dezembro de 2016, que nós, alunos do 12.º A – 2016/2017, rumámos até Lisboa, acompanhados de alguns professores do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte de Mação, nomeadamente, das professoras Cláudia Olhicas, Margarida Castanho e Alexandra Ribeiro, do nosso Diretor de Agrupamento, José António Almeida e do filho do Diretor, João Almeida, no âmbito do projeto “Ao Encontro de Mudanças e Desafios, e de Crescimento Pessoal”. Neste novo desafio acompanhámos a Comunidade Vida e Paz em três voltas com as equipas de rua e entregámos aos muitos Sem-abrigo, que fomos encontrando, alimentos e agasalhos. Como grupo, achámos que esta missão teve um retorno muito positivo. Entendemos que todos crescemos um bocadinho enquanto alunos e seres humanos. Uma experiência que contribuiu, um pouco, para ajudar quem vive sem teto, mas que acabou por nos ajudar mais a nós alunos, pois no fim da noite apesar de cansados e com frio todos nós regressámos a casa, já de madrugada, com o coração cheio de alegria e paz. Naquela noite fomos realmente felizes! Como nota final não podemos deixar de agradecer àquela que foi a mentora de tudo isto, a nossa Diretora de Turma, Cláudia Olhicas, já que foi ela que nos incentivou e que nos tem feito ser um “exército de corações maiores”! Um grande e sentido obrigado professora! Ao Sr. Carlos Maia que fez a ligação à comunidade Vida e Paz e ao nosso Diretor, José António Almeida, aqui expressamos também os nossos agradecimentos por nos permitirem participar de uma experiência inesquecível!

 

Pela Turma do 12º A,

Rodrigo Leitão e João Delgado

DESPORTO ESCOLAR, MEGAS FASE DE ESCOLA 2016-2017

Realizou-se no dia 11 de janeiro de 2017 mais um apuramento do MegaSprinter, fase de Escola (Inter-Turmas), no Recinto Desportivo da Escola Básica dos 2ºe 3º Ciclos com Ensino Secundário de Mação, que contou com a participação de 58 alunos nas diferentes provas da atividade: MegaSrinter, MegaSalto e MegaKm. Os alunos apurados nos diferentes escalões, Infantil A, Infantil B, Iniciado e Juvenil irão representar o Agrupamento Verde Horizonte na Fase Regional, a decorrer em Abrantes, no dia 7 de março de 2017. O Agrupamento de Educação Física agradece aos alunos do curso profissional de Saúde e Cozinha, Edgar Pereira, Rita Tavares, Vanessa Ribeiro, e Rui Marques, alunos da turma C do 11.º Ano, pelo apoio à dimamização da atividade e felicita todos os participantes pela entrega e pelos resultados alcançados e em especial congratula os alunos do escalão Júnior, nomeadamente os alunos Diogo Borracha da turma A do 12.º Ano e o aluno Nuno Leitão, da turma C do 11.º Ano, pois as provas para este escalão terminaram na Fase Inter-Turmas.

No documento seguinte são apresentados os resultados da competição e evidenciados os alunos que, na fase seguinte, Regionais do megaSprinter, irão representar o Agrupamento de Escolas Verde Horizonte.

km

salto

sprinter

Obrigada a todos!
A Professora Cláudia Olhicas de Jesus

Feirinha de outono

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No dia 16 de novembro realizamos uma feira mostra de outono no Jardim de Infância e EB1 de Cardigos.

Decoramos a sala com objetos históricos, alguns utilizados pelos nossos avós. Aproveitamos também para fazer uma mostra da gastronomia e doçaria local (bolos tradicionais, mel, tartes, compotas e geleias de frutos de outono…), e de alguns produtos agrícolas (couves, alfaces, abóboras, espinafres, azeite, pão…).

Ao longo do dia vieram muitas pessoas para ver a nossa exposição e reviver momentos do seu passado através da visualização dos objetos expostos que mostravam um pouco da cultura da comunidade local.

Foi um dia inesquecível porque a brincar aprendemos um pouco da história e cultura dos nossas antepassados. Também vimos e interagimos com adultos que já não víamos há muito tempo e também com os nossos familiares.

Alunos do JI e EB de Cardigos

Encontro de Abertura de Atividades Rítmicas Expressivas – Desporto Escolar

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Com o início de um novo ano letivo, recomeça também o trabalho das equipas do Desporto Escolar.

No passado dia 23 de novembro de 2016, realizou-se na nossa escola o Encontro de Abertura de Atividades Rítmicas Expressivas, com as equipas das escolas da ADE1, inseridas na Coordenação Local da Lezíria e Médio Tejo – Mação, Alcanena, Alcanede e Caxarias – num total de 7 grupos equipa.

Este encontro contou com a apresentação dos esquemas elaborados ao longo deste período demonstrando bastante criatividade e empenho nesta modalidade. Houve ainda a oportunidade dos atletas participarem numa grande aula de Zumba e JustDance.

Neste encontro participaram cerca de 140 atletas, existindo um grande espírito de cooperação e fair-play entre todos os grupos.

Parabéns a todos os participantes.

Professora Eva Patrício

Dia Internacional da Filosofia

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Celebrou-se, no dia 17 de novembro, o Dia Internacional da Filosofia no AEVH.

Esta data foi comemorada com algumas atividades, das quais destacamos uma exposição subordinada ao tema: Mulheres Protagonistas da História – exemplos do papel positivo e de alto relevo histórico desempenhado pelas mulheres ao longo dos tempos.

Foi também projetado o filme “O Apedrejamento de Soraya M”, seguido de debate sobre o problema da violação dos Direitos Humanos, em particular dos direitos das mulheres em algumas partes do mundo e, quiçá, entre nós.

Professor Sebastião Pimenta

feiradolivro

É já a partir de dia 15 de novembro que se irão iniciar as nossas feiras do livro. Uma na biblioteca da escola sede e a outra na biblioteca escolar da Escola do 1º ciclo do Ensino Básico.

É necessário, cada vez mais, promover o interesse, o contacto, o manuseamento com os livros apoiando o gosto, o estímulo, o incentivo pela leitura, como forma de prazer e de complemento de aprendizagens, criando espaço de partilha com todos e servindo de ponto de encontro para todos.

Esta atividade, como todas as outras, teve o apoio do senhor Diretor do Agrupamento e da sua direção.

A equipa da biblioteca escolar,

António Bento

Projeto Eco-escolas

cartaz2016-2017

A sobrevivência da espécie humana no planeta Terra está ameaçada pelas ações desenvolvidas pelo Homem.

É urgente a aplicação de medidas de preservação e conservação do ambiente.

Melhorar as condições ambientais é uma responsabilidade de todos nós, por isso, orgulhamo-nos de mais um ano pertencermos ao Projeto Eco-Escolas. Para dar continuidade ao projeto precisamos da colaboração de todos os elementos da comunidade.

Assim, se gostas de desafios, tens ideias giras e gostas de te divertir e de conviver, participa nas atividades do projeto Eco-Escola.

Colabora connosco!!! Ajuda-nos a melhorar as condições do Ambiente e, ao mesmo tempo, torna a nossa escola um espaço “fixe”!!!

Contamos contigo!

Prof.as Ilda Dias e M. Manuela Alves

Dois breves apontamentos sobre a educação nacional

O senhor Diretor do nosso Agrupamento fez-nos chegar dois breves artigos sobre um estudo da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), que fez a análise do sucesso educativo nacional dos nossos jovens.

Fonte público

Educação

Taxa de “percursos de sucesso” entre alunos com mães sem habilitações é de apenas 8%

Por Natália Faria

Análise ao 2.º ciclo confirma relação entre nível socioeconómico e resultados. Dinamismo dos professores também conta

O ponto de partida era perceber até que ponto as desigualdades socioeconómicas das famílias se reproduzem no desempenho escolar dos filhos. E os resultados de uma nova análise confirmam aquilo que já vinha sendo apontado em estudos anteriores: em Portugal há uma relação “muito forte” entre o desempenho escolar dos alunos e o meio socioeconómico dos agregados familiares, segundo a Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), do Ministério da Educação.

Entre os alunos cujas mães têm licenciatura ou bacharelato, a percentagem de “percursos de sucesso” no 2.º ciclo do ensino básico é de 80%. Já entre os alunos cujas mães têm habilitação escolar mais baixa, equivalente ao 4.º ano, a percentagem baixa para os 26%, revela o estudo Desigualdades Socioeconómicas e Resultados Escolares – 2.º ciclo do ensino público geral. As discrepâncias são ainda mais evidentes quando se compara o percurso dos alunos cujas mães não possuem qualquer habilitação com o percurso daqueles cujas mães têm mestrado ou doutoramento: a diferença vai dos 8% aos 83%.

Por definição, um aluno com “percurso de sucesso” no 2.º ciclo (5.º e 6.º anos de escolaridade) é um aluno que obteve positiva nas duas provas finais do 6.º ano de 2014/15 (Português e Matemática), após um percurso sem retenções no 5.º ano.

Este documento vem dar seguimento a uma análise semelhante, de Fevereiro, mas que incidia sobre o 3.º ciclo. Neste nível escolar, as disparidades no desempenho escolar das crianças eram mais agudas. A taxa de “percursos de sucesso” entre os alunos com mães detentoras de uma licenciatura ou bacharelato era de 71%, contra 19% no caso de alunos cujas mães tinham apenas o 4.º ano.

Apesar destas conclusões, a DGEEC sustenta que o “nível socioeconómico não equivale a destino”, ou seja, “não determina de forma inapelável o desempenho”. E aponta como argumento o facto de as crianças de algumas regiões com indicadores socioeconómicos desfavoráveis, como Braga ou Viseu, terem, apesar disso, indicadores de desempenho “francamente superiores” à média nacional. Importa, diz, investigar “localmente e de forma aprofundada” que outros factores entram em jogo. “O dinamismo da escola e dos seus professores” poderá “compensar e até superar os efeitos do nível socioeconómico” das famílias.

Fonte jn

Só 27% dos alunos mais pobres têm boas notas

 Apenas 27% dos 20.299 alunos do 2.º Ciclo que recebem o maior apoio da Ação Social Escolar (ASE) têm sucesso escolar.

Os dados estão num estudo da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), publicado esta quarta-feira, que sublinha que os jovens de famílias de baixos rendimentos apresentam taxas de sucesso mais baixas.

Não é novo, mas justifica a ambição do secretário de Estado da Educação, João Costa, ter “a obsessão de fazer com que a pobreza deixe de ser um preditor de sucesso”, conforme disse ao JN, em setembro.

Segundo o relatório, são apenas 5.452 os discentes do 2.º Ciclo com escalão A da ASE (o maior nível de apoio) que conseguem ter bons resultados. Pelo meio ficam os 6.972 dos 16.157 jovens do mesmo Ciclo com escalão B, ou seja, 43%; e, no extremo oposto, os alunos que não precisam de apoio, com resultados bem mais favoráveis: 28.175 de um total de 45.005 tem boas notas, isto é, 63%.

Numa nota enviada às redações, o Ministério da Educação (ME) sublinha que os resultados obrigam a centrar a ação “no nivelamento de oportunidades entre crianças oriundas de diversos meios socioeconómicos”.

Mães determinam sucesso

Uma outra conclusão do documento mostra também que a percentagem de sucesso dos alunos cujas progenitoras têm uma licenciatura ou um bacharelato é de 80%, valor que desce até aos 26% quando as mães não têm mais do que o 4.º ano.

O ME entende, porém, que estes dados “não equivalem a destino”, pois há outros fatores determinantes, como “o papel da escola e a colaboração e responsabilidade da comunidade, a nível local e regional”.

“Observe-se mesmo como os alunos de Braga cujas mães têm habilitação equivalente ao 6.º ano têm desempenhos escolares melhores do que os alunos de Setúbal cujas mães têm habilitação equivalente ao 12.º ano”, exemplifica o estudo.