Projeto – Unir os Pontos – Connecting the Dots – 2019/2020 – DAC – Inglês e Biologia

O projeto que uniu os alunos dos cursos de Ciências e Tecnologias e de Línguas e Humanidades da turma A, do 11º ano numa logística e simbiose perfeitas! Uma sequência lógica de intervenção de cada um dos quatro grupos de alunos da turma A, do 11º ano que fez a conexão dos pontos, cada um com uma missão.

Na primeira missão, os investigadores/historiadores fizeram a pesquisa das quatro pandemias escolhidas e negociadas pelos líderes dos grupos – The Black Death, The Yellow Fever, The Spanish Flu, e, por fim, The Covid 19; na missão seguinte, foi a vez dos geógrafos traçarem em mapas a distribuição dos vírus, em termos de países de origem e populações infetadas; seguidamente, os biólogos indicaram os nomes científicos dos vírus, sintomatologias, meios de contágio, e formas de tratamento, e por último, os matemáticos fizeram o tratamento estatístico dos dados em termos de mortes, número de infetados, número de recuperados e impactos da vacinação, quando existente. Uma forma de simular comunidade científica a funcionar em torno de um problema comum e global. Um desafio muito motivador!

O projeto teve início no terceiro período do ano letivo 2019/2020 e envolveu 12 alunos do 11º ano ano regular e as professoras Sílvia Ramadas e Helena Antunes das disciplinas de Inglês e de Biologia e pretende ter continuidade neste ano letivo de 2020/2021 e assim ir unindo os pontos sequencialmente dos anos letivos, das aprendizagens, das nossa VIDAS!

The Triumph of Death by Bruegel, Prado Museum

Through this work, we the historians, aim to make other pandemics known like the one we’re living with now, The Covid-19, that emerged in Wuhan, Hubei in China. Another pandemic that we will address is The Black Plague, which was the most devastating pandemic in the history of mankind, which most resembled the end of the world in the first decade of the 14th century, it appeared in Central Asia. The third pandemic that we are going to study is The Spanish Flu, which, although it is called the Spanish flu, did not actually appear in Spain, and the most accepted theory is that it appeared in a military training camp in the United States.

Last but not least, we will study The Yellow Flu, caused by the yellow fever virus, transmitted by a specific mosquito, which appeared in Philadelphia in 1918.

With this work we intend not only to disclose the pandemics that we will talk about, but also to present the new American dream which is finding a cure for this great pandemic (coronavirus) that has been affecting everyone around us.

We intend to make a difference and sensitize our listeners as Steve Jobs in all his speeches does, show everyone that this is serious and that if we all protect ourselves (using a mask, washing our hands, keeping a safe distance from each other) in the end we will be alright.

Connecting the Dots is a project which emerged under module 3 – The World of Work of the English subject, based on the main concepts addressed in Steve Jobs’ speech with the same name.

It is by looking back that we can understand the present and look into the future. Thus, given the current pandemic situation that the modern world has been witnessing in recent months caused by the COVID19 virus, we were offered the challenge of studying and presenting the statistical results of 4 pandemics that have ravaged the planet throughout history. We have a mission, as researchers and mathematicians, we work as a team at a CO-LAB, collaborative work lab where ideas arise, our ideas to better understand and help us understand what’s happening and its impact on various sectors of society.

In times of pandemic crisis we feel FEAR! Fear of imminent contamination, but we also put our HOPE into a humble that is currently being discovered buy a vaccine or group immunity.

We would like to make here a bridge with the movie The Island that we saw in English classes and that brings us to these two concepts – FEAR and HOPE and to make parallel with the current situation.

Never had the world passed through such a situation!

Carrega nos links que se seguem para veres os resultados finais deste projeto

Textos da Professora Sílvia Ramadas e dos alunos de Inglês do 11º A

What is your hometown famous for?

Esta proposta do Tomás fecha a atividade What is your hometown famous for?

Na atividade foi sugerido aos alunos que pensassem naquilo que a sua terra tem para oferecer e que apenas aí se pode encontrar!

Assim, pretende-se que os alunos conheçam melhor os produtos da sua região e que os valorizem enquanto filhos da terra e do local onde vivem! Estes produtos podem ser património cultural, artístico, gastronómico, histórico ou outro. Também aqui se procurou cruzar conhecimentos e estimular a aprendizagem pela descoberta… E ir ao encontro das linhas orientadoras do Plano de Ensino @ Distância do Agrupamento que apontam para a dinamização de tarefas lúdico-pedagógicas. Esta atividade articula-se com o projeto “Quem sou” promovido pelo Agrupamento com o objetivo de levar os alunos a conhecer o seu território, o que vivem, o que têm, O QUE SÃO!

My hometown, Carvoeiro is famous for its River Beach.

Tomás Martins, 7º B

What is your hometown famous for?

Esta atividade proposta aos alunos da turma B, do 7º ano pela docente da disciplina de Inglês, no âmbito da Unit 5 – My city, tem como objetivo promover o que existe de melhor na nossa terra!

Deste modo, foi sugerido aos alunos que pensassem naquilo que a sua terra tem para oferecer e que apenas aí se pode encontrar!

Assim, pretende-se que os alunos conheçam melhor os produtos da sua região e que os valorizem enquanto filhos da terra e do local onde vivem! Estes produtos podem ser património cultural, artístico, gastronómico, histórico ou outro. Também aqui se procurou cruzar conhecimentos e estimular a aprendizagem pela descoberta… E ir ao encontro das linhas orientadoras do Plano de Ensino @ Distância do Agrupamento que apontam para a dinamização de tarefas lúdico-pedagógicas. Esta atividade articula-se com o projeto “Quem sou” promovido pelo Agrupamento com o objetivo de levar os alunos a conhecer o seu território, o que vivem, o que têm, O QUE SÃO!

My hometown, Santarém is famous for its Seminar Church.

Denisa Mendes, 7º B

Exposição – “A T-shirt for a smile”, 10º E

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Está patente uma exposição temporária no corredor principal do bloco B, da escola sede do agrupamento, intitulada “A T-shirt for a smile”.

A atividade e iniciativa surgiu no âmbito do voluntariado e consistiu na pintura de T-shirts com um slogan em Inglês, em contexto de sala de aula, pelas alunas do Curso Vocacional de Estética e Cosmetologia, 10º E.

As T-shirts foram doadas pelas alunas e vão reverter a favor de crianças carenciadas do continente africano.

A exposição decorrerá até dia 5 de maio… Não deixes de a visitar!

Texto:

 Professora Sílvia Ramadas, Agrupamento de Inglês, Departamento de Línguas

Fotos:

Professor João Pinheiro

My International Pen Friends

Foi criado o grupo My International Pen Friends no Facebook para a interação entre todos os participantes na atividade My International Pen Friends.

Se estás a participar nesta atividade junta-te ao grupo para trocarmos informações entre todos e para esclarecermos quaisquer dúvidas que tenhas.

Escreve, lê, sonha, partilha e diverte-te com os nossos International Pen Friends!

Professor João Pinheiro

My International Pen Friends

Foto de thediaryofasquaretoothedgirl.blogspot.com
Foto de thediaryofasquaretoothedgirl.blogspot.com

O fim deste primeiro período e o início das férias de Natal ficou marcado por um momento especial para os 86 participantes na atividade My International Pen Friends: a tão aguardada chegada das listagens dos seus correspondentes! A alegria só não foi total porque as listas de correspondentes dos alunos da professora Sílvia Ramadas só chegaram à escola no primeiro dia de férias e, por isso, não puderam ser entregues aos alunos. Porém, assim que as aulas forem retomadas, em janeiro, a professora Sílvia Ramadas terá o prazer de lhes fazer chegar os nomes dos seus colegas que, ao redor do mundo, aguardam as suas cartas.

A atividade está a envolver alunos de países tão distantes como a Austrália, o Canadá, os Estados Unidos da América, a República da China, Suíça, Áustria (de onde um aluno do 12.º ano já recebeu uma carta, mais especificamente da região de Tirol), França, Alemanha, Itália, Espanha, Argentina, etc…

Cada aluno poderá corresponder-se com um total de 14 colegas de vários países, o que será bastante enriquecedor para todos os participantes.

A sua participação é gerida, ao longo de um ano, pela organização International Pen Friends, entidade responsável pelo cruzamento dos dados, atribuição de correspondentes aos participantes e fiscalização e, depois disso, os alunos são completamente livres de continuarem a corresponder-se com os seus amigos se assim o desejarem.

Incentivamos, neste momento, os alunos que já têm as listagens de pen friends consigo a  aproveitarem estes dias de férias para elaborarem as cartas, seguindo as instruções contidas neste documento para a sua correta escrita.

Partilhamos convosco este este artigo no jornal The Guardian, que destaca a importância da escrita como veículo de transmissão da nossa própria personalidade. Tomamos mesmo a liberdade de citar esta parte: “Writing has always been seen as expressing our personality. In his books the historian Philippe Artières explained how doctors and detectives, in the late 19th and early 20th century, found signs of deviance among lunatics and delinquents, simply by examining the way they formed their letters. “With handwriting we come closer to the intimacy of the author,” Jouvent explains. “That’s why we are more powerfully moved by the manuscript of a poem by Verlaine than by the same work simply printed in a book. Each person’s hand is different: the gesture is charged with emotion, lending it a special charm.”

Desejamos que estas férias estejam, para todos, carregadas de momentos de alegria e que a participação nesta atividade vos traga muitas cartas cheias de palavras bonitas e de emoções novas.

Divirtam-se!

Texto: professor João Pinheiro