Os Açores estão localizados no chamado Ponto Triplo, uma vez que se situam no limite de três placas tectónicas, que são a placa americana, a euro-asiática e a placa africana.
Os vestígios de vulcanismo encontram-se, no arquipélago, um pouco por todo o lado. Todas elas possuem aspetos paisagísticos que refletem o tipo de actividade vulcânica ocorrida no passado.
O Arquipélago dos Açores apresenta uma sismicidade importante no contexto nacional, associada quer à tectónica activa dos Açores, alguns aspetos ainda hoje podem ser observados, embora os agentes erosivos já tenham atuado alterando a paisagem das ilhas. As manifestações de vulcanismo atenuado, que não têm a espetacularidade das atividades vulcânicas eruptivas, mas causa também menos prejuízos económicos às populações, podem trazer benefícios para as populações locais.
A atividade sísmica de natureza tectónica, isto é, a associada às principais falhas ativas existentes na Região dos Açores, manifesta-se usualmente sob a forma de um elevado número de microssismos registados anualmente na rede sísmica do arquipélago, ocasionalmente sob a forma de enxames sísmicos. Periodicamente, contudo, as ilhas dos Açores são sacudidas por sismos moderados a fortes, mais energéticos, os quais afectam uma ou mais ilhas do arquipélago e causam destruições e impactes económicos significativos. Após 1947, as principais crises sísmicas que afetaram os Açores traduzem-se pelos “picos” de sismicidade.
Trabalho elaborado por:
Alexandre Miguel, Nº1, 10ºA
Jorge Miguel, Nº14, 10ºA
Orientação pedagógica e científica:
professora Helena Antunes

