O livro que eu escrevi by Rufus Malim- Impressions

Slide usado na apresentação do livro The Hopeful Journey

Uma inspiração! Um privilégio!

Rufus Malim, Instituto Politécnico de Tomar, Instituto Terra e Memória (Mação), doutorando em Estudos da História da Arqueologia e da Antropologia, é autor do livro The Hopeful Journey e a convite da nossa Diretora de Turma, a Professora Sílvia Ramadas, veio ao nosso Agrupamento para falar deste livro de que tanto se orgulha.

A ideia subjacente ao convite é fazer desta partilha de ideias e de estratégias inspiradoras, um exemplo para nós, alunos do 10º ano, da turma A. No nosso Agrupamento temos um projeto de leitura, 10 minutos de leitura, que tem como objetivo fazer com que todos os alunos aperfeiçoem as suas competências no que à leitura diz respeito. Assim, o Rufus foi, para muitos de nós, inspirador! Mostrou-nos com arrebatador entusiasmo como se pode começar o processo da escrita, os elementos inspiradores, as influências, enfim, enunciou muitas das coisas que nos podem inspirar! A música, os filmes, os jogos, a arte, as lendas, o folclore e a nossa imaginação, às vezes até os nossos sonhos são fontes de inspiração! Quem sabe um dia destes, escrevamos um livro! … Quem sabe um dia destes, apresentemos o livro que andamos a ler no projeto 10 minutos de leitura!

Tudo isto apresentado em Inglês, pois o nosso estimado Rufus is very British, indeed!

Para nós, foi tudo aquilo que passamos a descrever…

Daniel Cardoso Gaspar

I found the presentation very interesting and complete. I’ve always been very fond of fantasy books and series, like the Game of Thrones, Harry Potter and the Lord of the Rings. So this presentation really stimulated my taste for this kind of books, and I even started reading the Game of Thrones books again.

Francisco Teixeira Pereira

Rufus’s presentation was pretty captivating, especially because he talked about things that I like, for example the Lord of The Rings, Lovecraft, Bioshock and many other things, the book looked pretty interesting and I’m thinking about buying it!

Guilherme Manuel Durão Matos

Rufus’s presentation was very complete and generated a lot of enthusiasm. There is only one problem, he spoke a little too fast but it was very understandable, his story and how he thought it.

Gustavo Alexandre de Jesus Santos

I found Rufus’ s presentation amazing, very well structured, dynamic and the excellent technological support, but the book didn’t catch my attention because I prefer other literary styles.

Luís Alexandre Dias Delgado

After listening to Rufus’ s presentation, I was so curious about the book he wrote, that I gave free reign to my imagination and I decided to write an adventure book with real fairies and elves. In other words, I’m going to write a folklore book.

Ricardo Antunes Veríssimo

Rufus’s performance was very pleasant, dynamic and somehow funny. He’s a man with a distinctly British style.

Miguel Cardoso Gaspar

Rufus’s presentation was quite good, because it even made me want to write a book of my own. The Power Point was very well built, but he was too nervous. The book he wrote seemed quite interesting, because it reminded me of the Lord of the Rings, which are films that fascinate me.

Tomás de Oliveira Leitão

I really enjoyed the presentation, it was very well prepared, but he was very nervous which made the presentation a bit worse.

Mafalda Fernandes da Costa Heitor Parente

I truly loved Rufus’s presentation. I think it was funny, creative and informative.

Mariana Filipa Martins Branco

I really enjoyed the presentation of Rufus’s book and the advice he gave us. I think it will help me in the future. At the end of the presentation, I felt like reading the book even though its genre isn’t my favourite.

Rafael Filipe Silva Loureiro

Rufus’s presentation was very interactive and funny, the Power Point was very good and I loved his accent, the book fascinated me a lot and I wish there was a Portuguese version.

Mafalda Sofia Alexandre Lercas

I liked Rufus’s presentation about the book.

Rita Valente Marques

I liked the presentation because we could see an example of someone who is good at writing books.

Amadeu Dias António

Rufus’s presentation is well organized, divided into different themes, such as games, music, artwork, etc. His presentation shows that there are many different themes to choose from when writing a book, some of them being writing a book about a film, trying to describe a piece of art by writing a book about it, writing about traditions and many others.

Alunos da turma 10ºA

A Treasure Chest of Letters

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Terminou, no passado dia 14, a atividade “A Treasure Chest of Letters”, dos International Pen Friends, que consistia na escrita e envio de uma carta para a Autrália, em Inglês, por todos aqueles que desejassem participar na iniciativa.
Esta atividade foi lançada por aquela organização com o objetivo de, simbolicamente, comemorar os 50 anos de existência dos International Pen Friends; 50 anos a aproximar povos e a derrubar fronteiras, a criar amizades através da escrita de cartas.
As cartas, depois de cuidadosamente abertas para a sua apreciação e participação num concurso, serão fechadas e guardadas num baú durante os próximos 50 anos! Nessa altura, esse baú será aberto e as cartas poderão, finalmente, cumprir o seu propósito: comunicar com alguém num futuro ainda distante!
Quem as irá ler? Onde serão encontradas? Seremos contactados de volta? Não sabemos… Vamos ficar à espera! Daqui por 50 anos veremos!
Os alunos das turmas do 8ºA, 9ºA, 9ºB, 10ºA, 10ºC, 11ºA, 11B e do 12ºA mostraram elevado interesse e dinamismo ao participar na atividade com a elaboração de 80 cartas inéditas e criativas para esta original cápsula do tempo.
Mais  ou menos extensas, mais simples ou mais elaboradas, mais ou menos coloridas, com fotografias ou desenhos, as cartas demonstram a capacidade dos nossos alunos partilharem as suas preocupações com o mundo atual e a possibilidade de especularem sobre um futuro que desconhecem.
Resta-nos aguardar, porque o futuro será, um dia, presente!
Professores Sílvia Ramadas e João Pinheiro

My International Pen Friends

Foto de thediaryofasquaretoothedgirl.blogspot.com
Foto de thediaryofasquaretoothedgirl.blogspot.com

O fim deste primeiro período e o início das férias de Natal ficou marcado por um momento especial para os 86 participantes na atividade My International Pen Friends: a tão aguardada chegada das listagens dos seus correspondentes! A alegria só não foi total porque as listas de correspondentes dos alunos da professora Sílvia Ramadas só chegaram à escola no primeiro dia de férias e, por isso, não puderam ser entregues aos alunos. Porém, assim que as aulas forem retomadas, em janeiro, a professora Sílvia Ramadas terá o prazer de lhes fazer chegar os nomes dos seus colegas que, ao redor do mundo, aguardam as suas cartas.

A atividade está a envolver alunos de países tão distantes como a Austrália, o Canadá, os Estados Unidos da América, a República da China, Suíça, Áustria (de onde um aluno do 12.º ano já recebeu uma carta, mais especificamente da região de Tirol), França, Alemanha, Itália, Espanha, Argentina, etc…

Cada aluno poderá corresponder-se com um total de 14 colegas de vários países, o que será bastante enriquecedor para todos os participantes.

A sua participação é gerida, ao longo de um ano, pela organização International Pen Friends, entidade responsável pelo cruzamento dos dados, atribuição de correspondentes aos participantes e fiscalização e, depois disso, os alunos são completamente livres de continuarem a corresponder-se com os seus amigos se assim o desejarem.

Incentivamos, neste momento, os alunos que já têm as listagens de pen friends consigo a  aproveitarem estes dias de férias para elaborarem as cartas, seguindo as instruções contidas neste documento para a sua correta escrita.

Partilhamos convosco este este artigo no jornal The Guardian, que destaca a importância da escrita como veículo de transmissão da nossa própria personalidade. Tomamos mesmo a liberdade de citar esta parte: “Writing has always been seen as expressing our personality. In his books the historian Philippe Artières explained how doctors and detectives, in the late 19th and early 20th century, found signs of deviance among lunatics and delinquents, simply by examining the way they formed their letters. “With handwriting we come closer to the intimacy of the author,” Jouvent explains. “That’s why we are more powerfully moved by the manuscript of a poem by Verlaine than by the same work simply printed in a book. Each person’s hand is different: the gesture is charged with emotion, lending it a special charm.”

Desejamos que estas férias estejam, para todos, carregadas de momentos de alegria e que a participação nesta atividade vos traga muitas cartas cheias de palavras bonitas e de emoções novas.

Divirtam-se!

Texto: professor João Pinheiro

Caligrafia ou A Arte de Bem Escrever

A palavra “caligrafia” tem a sua origem no “grego κάλλος kalli “beleza” + γραφή graphẽ “escrita”” e “é muitas vezes chamada de a “arte da escrita bela” ou “a arte de dar forma aos sinais de uma maneira expressiva, harmoniosa e habilidosa””. Esta é a forma como a Wikipedia define este termo que, nos nossos dias, tem cada vez menos adeptos.

Hoje, com os computadores e com os nossos telemóveis em continua ligação com o mundo através da Internet, cheios de aplicações que nos ajudam a contactar os nossos amigos e familiares, independentemente do lugar do mundo em que se possam encontrar, estamos muito rapidamente, demasiado rapidamente, a perder séculos de cultura, de arte que se concretizava na escrita manual de cartas ou de outros documentos.

Não é que tudo seja negativo, longe disso. Mas a rapidez e o efémero nem sempre são os aspetos mais agradáveis dos relacionamentos que os seres humanos estabelecem entre si.

Há elementos que por mais que os computadores evoluam nunca conseguirão transmitir. Há emoções que não passam através das teclas dos nossos PCs ou smartphones, por mais bonito que seja o tipo de letra escolhido. E eu não conseguirei fazer passar esse tipo de subtileza por aqui também.

Verdade seja dita, os nossos alunos têm cada vez mais dificuldades em escrever. E fazê-lo de forma esteticamente agradável, quando andamos todos a correr com falta de tempo, ainda mais difícil se torna.

No entanto, ao contrário do que se pode pensar, esta arte não está morta. Basta procurar na Internet e encontramos inúmeros sites dedicados a esta arte. Por mais irónico que vos pareça, o meio que parece ser o maior facilitador do desaparecimento da arte de bem escrever é, ao mesmo tempo, aquele que melhor a divulga, colocando ao alcance de todos nós materiais e conhecimentos que nos podem levar a querer desenvolver essa capacidade.

Vejamos um bom exemplo:

Texto: professor João Pinheiro