Feira do Livro na tua Biblioteca

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É já a partir do dia 16 de novembro que se inicia a nossa  Feira do Livro.

Este ano, como não podia deixar de ser, com as últimas novidades de José Rodrigo dos Santos, Filipe Santos Costa, Isabel Allende, Mia Couto, José Luís Peixoto, David Lagercrantz, Helena Sacadura Cabral, Sofia Pinto Coelho, Maria Helena,   Paula Hawkins, Terry Hayes, Pedro Chagas Freitas, Nuno Markl, Isabel Ricardo, Nuno Valente Milu Loureiro entre muitos outros.

A realização desta feira só é possível com o apoio do Diretor e da sua direção.

Apareçam.

A equipa da Biblioteca Escolar,

professor António Bento

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Classificação do peddy–paper da Biblioteca Escolar

Na semana 26 de outubro, a Biblioteca Escolar dinamizou um peddy-paper destinado a todos os alunos, com intuito de desenvolver neles capacidades de pesquisa e de rentabilização dos recursos existentes. De seguida apresenta-se a classificação dos quatro primeiros classificados de um total de 78 participantes. A todos o nosso muito obrigado.

Tatiana Aparício, turma A-LH do 11º ano
Margarida Monteiro, turma A do 6º ano
Bruno Maia, turma B do 5ºano
Guilherme Veríssimo, turma A do 8ºano

 

A equipa da Biblioteca Escolar,

professor António Bento

Filosofia para Crianças: “Regras … O que são? ”

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(Clica aqui para veres as restantes fotos.)

Dizer “não” a uma criança é uma atitude, dentro do processo educativo, necessária e saudável. A criança precisa de compreender que existem regras, que tudo tem um momento certo e que há horas para brincar, para dormir, estudar etc. Quando a criança tem liberdade total, terá dificuldade em apreender e aceitar regras e limites, pelo que mais tarde dificilmente ascenderá ao sentido pleno da responsabilidade.A falta de firmeza dos pais leva a criança a impor a sua vontade, sem pensar nas implicações dos seus actos e decisões. É ela que determina o que vai comer, o que vai vestir, que programa assistir na TV, etc. Habituados a impor a sua vontade, a criança não aceita ser contrariada.

Dizer “não” a uma criança, no momento certo, não é prejudicial. Muito pelo contrário. Esta pequena palavra é necessária, uma vez que a criança está ainda a construir a sua concepção do mundo. E o mundo, a vida nem sempre é como nós queremos. Écomo é, cabendo a nós saber geri-la. A criança precisa de conhecer os limites, saber distinguir aquilo que pode ou não ser feito, para conseguir viver em sociedade.

Será que estamos a saber fazê-lo enquanto pais e educadores? Ora vejamos:
Mais um dia em que se fez brotar a filosofia destes pequenos pensadores, hoje pensou-se sobre as regras: o que são? E porquê? Qual a sua razão de ser? Ao que me responderam que são coisas que temos de fazer, mas também coisas que tu não podes fazer, como por exemplo dizer a verdade ou entrar num quarto que não é o teu, sem pedir permissão.

As regras estão por todo o lado, na escola, nos sinais, nos jogos, corridas, em casa…Mas será que temos de cumprir as regras?

– “Sim. É importante cumprir as regras para sermos amigos.” P.

– “Para fazermos as pessoas contentes.” V.

– “Se não cumprirmos é uma grande confusão e fazemos os outros tristes.” R.

– “Podemos ser castigados.” M.

– “Há regras mais importantes que outras.” G.

No entanto considerou-se que é mau não cumprir as regras, não somente devido à presença inabalável do outro, mas pela segurança de si próprio. Devemos cumprir as regras para se estar em segurança, isso é da nossa responsabilidade. Mas viver contente ou em grande confusão contribuindo para a tristeza dos outros, também depende de nós.

Assim vimos que ao contrário do que muitos pais pensam, a criança desde cedo é capaz de entender um “não”, isto é, de entender que há limites ao seu desejo de liberdade. E este não gera traumas desde que lhes seja dada uma razão e coerência para a sua interiorização.

Foi o que procurámos fazer em conjunto: procurar as razões do agir e a importância de sua coerência.

Importa agora solidificar estas ideias para que estes pequenos pensadores possam mudar o amanhã e demarcar-se pela diferença numa sociedade em mudança, onde as regras e os valores mais parecem coisas de um passado bem distante.

Até à próxima,

Para conversas de ‘gente grande’.

 

Prof. Renata Sequeira

Visita à Clínica Médica Manuel Saldanha e ao Centro de Saúde de Mação

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No dia 10 de abril os alunos do Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde visitaram a Clínica Médica Manuel Saldanha e o Centro de Saúde de Mação. Na visita os alunos puderam contactar com alguns instrumentos e materiais médicos. Puderam, ainda, ver várias técnicas de esterilização e praticar o embalamento de material para esterilização.

12º C (Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde)

Filosofia para Crianças: “Quando eu nasci…”

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(Clica aqui para veres as restantes fotos.)

Porque hoje foi dia de mais uma sessão em comunidade filosófica, pensou-se a questão do nascimento. Não a explicação do nascimento às criancinhas como o leitor deve estar neste momento a pensar, mas o nascimento no seu sentido filosófico, veremos até onde ele nos leva.

Na barriga da mãe era tudo muito escuro, uma escuridão imensa e quando eu nasci era tudo novo, tudo por estrear, e assim começou o despoletar do nosso diálogo filosófico com a leitura deste conto de Isabel Minhós Martins, conforme o título indica.

– “ Quando não nascemos não vimos nada”. V.

– “ Na barriga não há nada.” P.

– “Antes de nascer nem sabíamos o que era bolo de chocolate!” B.

– “E também não sabíamos nada do planeta e do país.” M.

– “ Será que quando nascemos ficamos a saber tudo?” M.

– “Não, não sabemos, porque os adultos não sabem tudo. Há uns que não sabem fazer o jantar.” R.

– “Quando nascemos conhecemos pessoas, animais, o sol, as nuvens … o mundo.” G.

– “E isso é importante porque ficamos a saber as coisas.” G.C.

Resta agora saber como? Como se dá o conhecimento? Quando nascemos, somos lançados a um mundo que se dá a conhecer e desvendamos paulatinamente uma rede de significações.

Mas afinal o que é conhecer? E o que é necessário para haver conhecimento? E que tipo de conhecimento? Estas questões ficam para a próxima sessão.

E assim se fez em comunidade filosófica um percurso da maravilhosa descoberta do bolo de chocolate à consciência social sobre o que se passa no país.

Até à próxima, com doces pensamentos e sempre a aprender com a simplicidade e o que tem de genuíno a visão destes pequenos grandes pensadores.

Porque as coisas simples são assim …

Prof. Renata Sequeira

Em Abril, ideias mil: “O lado profundo de um douradinho”

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(Clica na foto para veres a reportagem completa.)

Regressados das férias da Páscoa e com as ideias a fervilhar, hoje o tema da conversa filosófica partiu de um douradinho, um peixe de plástico, uma maçã e um boião de fruta. Sim, porque nem tudo o que parece é, e se há coisas difíceis de desvendar é a verdade.

– “Parece peixe, mas não é.” P.S.

– “Não é maçã por fora, mas é por dentro.” G.M.

– “Há coisas que são e outras não.” M.

– “Lá dentro do douradinho é peixe.” B.

– “Tem forma de peixe mas não é peixe.” V.

– “Porquê?” R. S.

– “Porque não é verdadeiro.” L.

– “E como sabemos a verdade de uma coisa?” R. S.

– “Isso é um mistério”. P

E assim caminhámos do douradinho para a realidade profunda, a que não muda consoante os olhares e as circunstâncias. A que se dá a conhecer na gestualidade do ser e que é percetível ao olhar destas crianças da forma mais autêntica.

Eu, deixei-me tocar pela genuinidade da vivência destas crianças e mais uma vez saí surpreendida e orgulhosa pela sua capacidade de dialogar filosoficamente. O meu espanto tem sido infindável. E quanto ao mistério da Verdade, este apesar de complexo não mete medo a esta comunidade, prontos para questionar, pensar em conjunto, voltaremos a grandes descobertas: Saberemos, realmente, o que uma coisa ou pessoa é? Como posso saber verdadeiramente?

Até à próxima, e em que muito temos a aprender com estes pequenos grandes pensadores.

Prof. Renata Sequeira

Escola Aberta 2014-2015

SONY DSCClica na foto para veres toda a reportagem fotográfica.

Como já é habitual, os três últimos dias do segundo período de aulas do nosso agrupamento foram marcados pela realização da Escola Aberta, cujo programa havia sido divulgado nestas páginas.

Ao longo destes dias toda a comunidade escolar esteve envolvida na realização das várias atividades que permitiram a todos os que nos visitaram ver o que os nossos alunos aprendem e criam.

Foi também uma muito gratificante oportunidade para todos aprendermos com a partilha de saberes entre todos os elementos da nossa comunidade escolar e com todos aqueles que tiveram a gentileza de se deslocar a Mação e de connosco colaborar para o sucesso da atividade.

Com o mesmo espírito de partilha, deixamos convosco as fotos da atividade para mais facilmente perpetuarem a memória destes agradáveis dias de múltiplas e diferentes aprendizagens.

Texto: professor João Pinheiro

Fotos: professores Alexandra Gonçalves,

João Pinheiro

e

José Gonçalves

Exposição de Livros

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Está patente na Biblioteca Escolar, uma exposição de livros de vários(as) escritores(as), que foram adquiridos recentemente, com o apoio do senhor Diretor do Agrupamento e da sua direção.

A equipa da biblioteca escolar,

António Bento