Graciosa

Este slideshow necessita de JavaScript.

Graciosa é uma ilha que pertence ao arquipélago dos Açores, situada no grupo central. Tem uma área total de 62km2 e atinge, no máximo, cerca de 402m de altitude, sendo, por isso, a ilha menos montanhosa do arquipélago.

Acerca do vulcanismo, Graciosa tem uma caldeira que apenas atinge os 302m de altura. Há cerca de 12 mil anos, este antigo vulcão sofreu erupções do tipo efusivo, formando depois a caldeira por colapso, chamada “Caldeira da Graciosa”. No seu interior existe uma gruta vulcânica, formada por extintos rios de lava fluida solidificada, denominada por “Furna de Enxofre”, tratando-se de um respiradouro vulcânico por onde saem gases, tendo no fundo um lago de água fria. No solo da gruta existem várias lamas quentes e emanações de gases (SO2 e CO2).

Relativamente à sismologia da Graciosa, podemos identificar os grandes sismos de 1717, 1730, 1817, 1837 e 1980. São de salientar os sismos de 1837, que ocorreram entre 12 de janeiro com grande intensidade na Vila da Praia, em que todas as casas sofreram danos. A igreja da Luz ficou quase toda por Terra. Mas o mais perigoso dos sismos ocorreu 1980, abrangendo também as ilhas da Terceira e São Jorge. Por volta das 16h e 42min, do dia 1 de janeiro de 1980, ocorreu um sismo de magnitude 7.2 na escala de Richter, a uma profundidade de 10-15km, com o epicentro localizado no mar. Provocou destruição generalizada nos edifícios da Luz. Referente a danos humanos, na ilha Graciosa não houve nem feridos nem mortos ao contrário do que ocorreu nas outras ilhas. No total, ficaram danificadas mais de 15 500 casas, causando cerca de 15 000 desalojados. Supõe-se, devido á idade radiométrica das rochas, que a ilha Graciosa tenha cerca de 0,62 milhões de anos.

Baseado em http://pt.wikipedia.org/wiki/Graciosa

Marta Pedro e Soraia Jesus – 10ºA

Orientação científica e pedagógica: professora Helena Antunes

Anúncios

Ilha do Corvo

Este slideshow necessita de JavaScript.

A ilha do Corvo, com uma área de 17 km quadrados, cerca de 6 km de comprimento por 4km de largura, é a ilha mais pequena e também a que se situa mais a norte do arquipélago dos Açores. Formada por um só vulcão do tipo central, que esteve ativo pela última vez há cerca de dois milhões de anos.

O Monte Gordo, que é o vulcão que forma a ilha, tem uma cratera de abatimento. Nela podem-se observar várias lagoas e pequenas “ilhotas”. O ponto mais elevado da ilha é o Morro dos Homens, com 718 metros de altitude.
Todo o litoral é alto e íngreme, formando o cone central do vulcão tendo a exceção da parte Sul da ilha na qual se localiza a Vila do Corvo, a única povoação da ilha.
A ilha localiza-se sob a placa tectónica norte americana a ocidente do rifte da Crista Média Atlântica, sendo a atividade sísmica pouco regular em comparação com as restantes ilhas. A sua atividade tectónica é controlada por falhas orientadas aproximadamente norte-sul, paralelas à Crista Médio Atlântica e por falhas transformantes com direção este-oeste, que segmentam o vale do rifte. Unido à erosão marinha, a ilha enfrenta erosão provocada pelos ventos.
A extremidade noroeste da ilha constitui a Ponta Torrais, saliente e notável, em costado aguçado e com cimeiras pontiagudas, tendo na sua face norte um pequeno ilhéu cónico. Na costa norte e noroeste existe outro pequeno ilhéu, o Ilhéu do Torrão, e alguns recifes imersos arriscados para viagens náuticas.

Pesquisa de informações:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Corvo_(A%C3%A7ores)

Trabalho elaborado por:

António Louro 10ºA Nº3

Cláudia Gaspar 10ºA Nº7

Orientação pedagógica: professora Helena Antunes

Ilha de São Miguel

A ilha de São Miguel ocupa uma superfície de 747 divididos por seis concelhos, sendo por isso a maior ilha do Arquipélago dos Açores. Possui uma população de cerca de 137 699 habitantes e localiza-se no Oceano Atlântico, sendo atravessada pelo rifte da Terceira, o que faz com que esta ilha tenha uma intensa atividade vulcânica e sísmica.

A ilha que hoje observamos iniciou a sua formação há 4,010,000 anos pela parte Leste e “completou” a sua formação há cerca de 500,000 anos através de erupções vulcânicas, razão pela qual ainda continua em evolução.

Umas das mais notáveis provas da natureza vulcânica da ilha de São Miguel são as suas três famosas lagoas: Lagoa das Sete Cidades, Furnas e Lagoa do Fogo, todas elas formadas em crateras de vulcões adormecidos. Outra prova é que a maior parte dos solos Açorianos, incluindo os da ilha de São Miguel, são andossolos (um dos trinta grupos básicos de solo, geralmente originário de materiais vulcânicos recentes, em especial de cinzas vulcânicas, de pedra-pomes e, em menor proporção, de escórias basálticas).

Ao longo dos tempos a ilha foi sendo afetada por vários fenómenos vulcânicos, como aconteceu em 1652 aquando da erupção do Pico do Fogo, e em 1630 aquando da erupção das Furnas. Ambas as erupções foram acompanhadas, tanto antes como depois, por abalos sísmicos de magnitude e intensidade consideráveis. Esta situação também se repetiu noutras ocasiões, sendo que a magnitude e intensidade dos sismos dependeu da intensidade das erupções vulcânicas relacionadas.

Outros abalos sísmicos também ocorreram isolados, como aconteceu em Outubro de 1656, em que o sismo foi tão forte que abalou as casas a ponto de os seus moradores as abandonarem.

Assim sendo, a ilha de São Miguel é uma ilha muito interessante quer do ponto de vista sísmico, quer do ponto de vista vulcânico, e deste modo possui um solo fértil que confere à ilha uma produtividade agrícola formidável e no qual abundam diversas variedades de plantas que fazem com que São Miguel possua uma beleza natural única.

Fontes:

Autores:

Ana Martins, Nº2, 10ºA

Johann Amaro, Nº13, 10ºA

Orientação pedagógica e científica:

professora Helena Antunes

Sismos nos Açores

Os Açores estão localizados no chamado Ponto Triplo, uma vez que se situam no limite de três placas tectónicas, que são a placa americana, a euro-asiática e a placa africana.

Os vestígios de  vulcanismo   encontram-se, no arquipélago, um pouco por todo o lado. Todas elas possuem aspetos paisagísticos que refletem o tipo de actividade vulcânica ocorrida no passado.

O Arquipélago dos Açores apresenta uma sismicidade importante no contexto nacional, associada quer à tectónica activa dos Açores, alguns aspetos ainda hoje podem ser observados, embora os agentes erosivos já tenham atuado alterando a paisagem das ilhas. As manifestações de vulcanismo atenuado, que não têm a espetacularidade das atividades vulcânicas eruptivas, mas causa também menos prejuízos económicos às populações, podem trazer benefícios para as populações locais.

A atividade sísmica de natureza tectónica, isto é, a associada às principais falhas ativas existentes na Região dos Açores, manifesta-se usualmente sob a forma de um elevado número de microssismos registados anualmente na rede sísmica do arquipélago, ocasionalmente sob a forma de enxames sísmicos. Periodicamente, contudo, as ilhas dos Açores são sacudidas por sismos moderados a fortes, mais energéticos, os quais afectam uma ou mais ilhas do arquipélago e causam destruições e impactes económicos significativos. Após 1947, as principais crises sísmicas que afetaram os Açores traduzem-se pelos “picos” de sismicidade.

Fonte

Trabalho elaborado por:

Alexandre Miguel, Nº1, 10ºA

Jorge Miguel, Nº14, 10ºA

Orientação pedagógica e científica:

professora Helena Antunes

VULCÕES E SISMOS NOS AÇORES

Os vulcões e os sismos sempre causaram temor, respeito e curiosidade nos seres humanos. À semelhança de outros fenómenos que não conseguimos explicar, estas duas manifestações naturais estiveram na base de muitas lendas e mitos criados pelos povos da Terra, ao longo dos tempos. No último século, graças ao desenvolvimento tecnológico e ao empenho de muitos cientistas, conseguiu-se compreender porque ocorrem erupções vulcânicas e sismos, onde e como ocorrem.

Habituados a ver na televisão documentários sobre estas manifestações em países longínquos, muitas vezes nem nos apercebemos do enorme património natural do nosso país. O arquipélago dos Açores constitui um local único para o estudo do vulcanismo e atividade sísmica.

Incluído no programa de Biologia e Geologia de 10º ano os alunos do 10ºA realizaram uma pequena pesquisa sobre a geotectónica, vulcanologia e sismologia do arquipélago açoriano. Ao longo de algumas semanas poderão consultar neste espaço os textos por eles elaborados.

A professora: Helena Aparício Antunes

Sismos nos Açores

Os Açores estão localizados no chamado Ponto Triplo, uma vez que se situam no limite de três placas tectónicas, que são a placa americana, a euro-asiática e a placa africana.

Os vestígios de  vulcanismo   encontram-se, no arquipélago, um pouco por todo o lado. Todas elas possuem aspetos paisagísticos que refletem o tipo de actividade vulcânica ocorrida no passado.

O Arquipélago dos Açores apresenta uma sismicidade importante no contexto nacional, associada quer à tectónica activa dos Açores, alguns aspetos ainda hoje podem ser observados, embora os agentes erosivos já tenham atuado alterando a paisagem das ilhas. As manifestações de vulcanismo atenuado, que não têm a espetacularidade das atividades vulcânicas eruptivas, mas causa também menos prejuízos económicos às populações, podem trazer benefícios para as populações locais.

A atividade sísmica de natureza tectónica, isto é, a associada às principais falhas ativas existentes na Região dos Açores, manifesta-se usualmente sob a forma de um elevado número de microssismos registados anualmente na rede sísmica do arquipélago, ocasionalmente sob a forma de enxames sísmicos. Periodicamente, contudo, as ilhas dos Açores são sacudidas por sismos moderados a fortes, mais energéticos, os quais afectam uma ou mais ilhas do arquipélago e causam destruições e impactes económicos significativos. Após 1947, as principais crises sísmicas que afetaram os Açores traduzem-se pelos “picos” de sismicidade.

http://www.meteopt.com/forum/sismologia-vulcanismo/sismologia-vulcanismo-nos-acores-2286.html

Alexandre Miguel Nº1 10ºA

Jorge Miguel Nº14 10ºA