Encontro de Abertura de Atividades Rítmicas Expressivas – Desporto Escolar

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Com o início de um novo ano letivo, recomeça também o trabalho das equipas do Desporto Escolar.

No passado dia 23 de novembro de 2016, realizou-se na nossa escola o Encontro de Abertura de Atividades Rítmicas Expressivas, com as equipas das escolas da ADE1, inseridas na Coordenação Local da Lezíria e Médio Tejo – Mação, Alcanena, Alcanede e Caxarias – num total de 7 grupos equipa.

Este encontro contou com a apresentação dos esquemas elaborados ao longo deste período demonstrando bastante criatividade e empenho nesta modalidade. Houve ainda a oportunidade dos atletas participarem numa grande aula de Zumba e JustDance.

Neste encontro participaram cerca de 140 atletas, existindo um grande espírito de cooperação e fair-play entre todos os grupos.

Parabéns a todos os participantes.

Professora Eva Patrício

Dia Internacional da Filosofia

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Celebrou-se, no dia 17 de novembro, o Dia Internacional da Filosofia no AEVH.

Esta data foi comemorada com algumas atividades, das quais destacamos uma exposição subordinada ao tema: Mulheres Protagonistas da História – exemplos do papel positivo e de alto relevo histórico desempenhado pelas mulheres ao longo dos tempos.

Foi também projetado o filme “O Apedrejamento de Soraya M”, seguido de debate sobre o problema da violação dos Direitos Humanos, em particular dos direitos das mulheres em algumas partes do mundo e, quiçá, entre nós.

Professor Sebastião Pimenta

Peddy-paper da Biblioteca Escolar

Na semana 24 de outubro 28, a Biblioteca Escolar dinamizou um peddy-paper com o objetivo, dar a conhecer o que há neste espaço, aprender regras para o frequentar, estimular o espírito de equipa e de cooperação entre participantes.De seguida apresenta-se a classificação dos quatro primeiros classificados de um total de 72 participantes. A todos o nosso muito obrigado.

Classificação do peddy – paper

Margarida Saramago, turma B do 6º ano

Maria Jana, turma B do 6º ano

Tiago Costa, turma C do 7ºano

Diogo Oliveira, turma B do 5ºano

A equipa da Biblioteca Escolar

António Bento

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É já a partir de dia 15 de novembro que se irão iniciar as nossas feiras do livro. Uma na biblioteca da escola sede e a outra na biblioteca escolar da Escola do 1º ciclo do Ensino Básico.

É necessário, cada vez mais, promover o interesse, o contacto, o manuseamento com os livros apoiando o gosto, o estímulo, o incentivo pela leitura, como forma de prazer e de complemento de aprendizagens, criando espaço de partilha com todos e servindo de ponto de encontro para todos.

Esta atividade, como todas as outras, teve o apoio do senhor Diretor do Agrupamento e da sua direção.

A equipa da biblioteca escolar,

António Bento

Dois breves apontamentos sobre a educação nacional

O senhor Diretor do nosso Agrupamento fez-nos chegar dois breves artigos sobre um estudo da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), que fez a análise do sucesso educativo nacional dos nossos jovens.

Fonte público

Educação

Taxa de “percursos de sucesso” entre alunos com mães sem habilitações é de apenas 8%

Por Natália Faria

Análise ao 2.º ciclo confirma relação entre nível socioeconómico e resultados. Dinamismo dos professores também conta

O ponto de partida era perceber até que ponto as desigualdades socioeconómicas das famílias se reproduzem no desempenho escolar dos filhos. E os resultados de uma nova análise confirmam aquilo que já vinha sendo apontado em estudos anteriores: em Portugal há uma relação “muito forte” entre o desempenho escolar dos alunos e o meio socioeconómico dos agregados familiares, segundo a Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), do Ministério da Educação.

Entre os alunos cujas mães têm licenciatura ou bacharelato, a percentagem de “percursos de sucesso” no 2.º ciclo do ensino básico é de 80%. Já entre os alunos cujas mães têm habilitação escolar mais baixa, equivalente ao 4.º ano, a percentagem baixa para os 26%, revela o estudo Desigualdades Socioeconómicas e Resultados Escolares – 2.º ciclo do ensino público geral. As discrepâncias são ainda mais evidentes quando se compara o percurso dos alunos cujas mães não possuem qualquer habilitação com o percurso daqueles cujas mães têm mestrado ou doutoramento: a diferença vai dos 8% aos 83%.

Por definição, um aluno com “percurso de sucesso” no 2.º ciclo (5.º e 6.º anos de escolaridade) é um aluno que obteve positiva nas duas provas finais do 6.º ano de 2014/15 (Português e Matemática), após um percurso sem retenções no 5.º ano.

Este documento vem dar seguimento a uma análise semelhante, de Fevereiro, mas que incidia sobre o 3.º ciclo. Neste nível escolar, as disparidades no desempenho escolar das crianças eram mais agudas. A taxa de “percursos de sucesso” entre os alunos com mães detentoras de uma licenciatura ou bacharelato era de 71%, contra 19% no caso de alunos cujas mães tinham apenas o 4.º ano.

Apesar destas conclusões, a DGEEC sustenta que o “nível socioeconómico não equivale a destino”, ou seja, “não determina de forma inapelável o desempenho”. E aponta como argumento o facto de as crianças de algumas regiões com indicadores socioeconómicos desfavoráveis, como Braga ou Viseu, terem, apesar disso, indicadores de desempenho “francamente superiores” à média nacional. Importa, diz, investigar “localmente e de forma aprofundada” que outros factores entram em jogo. “O dinamismo da escola e dos seus professores” poderá “compensar e até superar os efeitos do nível socioeconómico” das famílias.

Fonte jn

Só 27% dos alunos mais pobres têm boas notas

 Apenas 27% dos 20.299 alunos do 2.º Ciclo que recebem o maior apoio da Ação Social Escolar (ASE) têm sucesso escolar.

Os dados estão num estudo da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), publicado esta quarta-feira, que sublinha que os jovens de famílias de baixos rendimentos apresentam taxas de sucesso mais baixas.

Não é novo, mas justifica a ambição do secretário de Estado da Educação, João Costa, ter “a obsessão de fazer com que a pobreza deixe de ser um preditor de sucesso”, conforme disse ao JN, em setembro.

Segundo o relatório, são apenas 5.452 os discentes do 2.º Ciclo com escalão A da ASE (o maior nível de apoio) que conseguem ter bons resultados. Pelo meio ficam os 6.972 dos 16.157 jovens do mesmo Ciclo com escalão B, ou seja, 43%; e, no extremo oposto, os alunos que não precisam de apoio, com resultados bem mais favoráveis: 28.175 de um total de 45.005 tem boas notas, isto é, 63%.

Numa nota enviada às redações, o Ministério da Educação (ME) sublinha que os resultados obrigam a centrar a ação “no nivelamento de oportunidades entre crianças oriundas de diversos meios socioeconómicos”.

Mães determinam sucesso

Uma outra conclusão do documento mostra também que a percentagem de sucesso dos alunos cujas progenitoras têm uma licenciatura ou um bacharelato é de 80%, valor que desce até aos 26% quando as mães não têm mais do que o 4.º ano.

O ME entende, porém, que estes dados “não equivalem a destino”, pois há outros fatores determinantes, como “o papel da escola e a colaboração e responsabilidade da comunidade, a nível local e regional”.

“Observe-se mesmo como os alunos de Braga cujas mães têm habilitação equivalente ao 6.º ano têm desempenhos escolares melhores do que os alunos de Setúbal cujas mães têm habilitação equivalente ao 12.º ano”, exemplifica o estudo.

 

Ano letivo 2016-2017

E cá estamos nós outra vez, para mais um ano letivo…

As férias já ficaram para trás, tal como a descontração imposta pelo calor estival e pelos dias que pareciam não ter fim… Agora é tempo de fazer novas amizades, de rever as antigas e de novas aprendizagens e experiências.

A todos vós, a nossa equipa de colaboradores, que vos leva as notícias mais fresquinhas do nosso Agrupamento, quer desejar um ótimo ano letivo.

Estudem e divirtam-se aprendendo e brincando!

ATIVIDADE DESPORTIVA INTEGRADA NO PEDDY PAPER, REALIZADO DIA 3 DE JUNHO DE 2016

 

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Para mais tarde recordar aqui fica o registo fotográfico da atividade desportiva dinamizada no âmbito do Peddy Paper, no dia 3 de junho 2016.

Durante a atividade cada equipa participou em quatro provas desportivas, distintas entre elas nas tarefas a realizar. Foram atividades desportivas cuja exigência envolveu todas as capacidades físicas dos participantes. A eficiência e a eficácia das provas foi medida pela realização correta dos exercícios solicitados e pelo tempo gasto na realização das 4 provas. Na ajuda à dinamização da atividade estiveram os alunos da turma A do 10º Ano que, com entusiasmo, rigor, competência e dedicação tornaram possível e facilitaram a concretização da mesma. Um obrigada a todos, pela brilhante entrega!

 

A professora: Cláudia Olhicas de Jesus

APRENDER A SER…. MAIS SOLIDÁRIO, MAIS AUTÓNOMO, MAIS…

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No dia da criança, 1 de junho de 2016, os alunos do 11º A foram novamente “Ao Encontro de Mudanças e Desafios”, desta vez na Unidade Hospitalar de Tomar.

À chegada ao Hospital esperava-nos a Jornalista Elsa Ribeiro Gonçalves, do médiotejo.net, com quem conversámos sobre o nosso projeto. Já no átrio de entrada do Hospital uma grande equipa de profissionais da saúde esperava por nós e aqui fomos surpreendidos com a oferta de uma t-shirt a cada aluno, de apoio à Seleção Portuguesa de Futebol.

Os alunos Daniela Martins, David Matos, João Delgado, Rafaela Rei, Sara Oliveira, Tatiana Aparício, Amélia Silva, Ana Carolina Marques, Gonçalo Martins, Inês Pereirinha, João Pires, João Ferreira, Leonor Bento, Miguel Esteves, Mónica Marques, Rodrigo Leitão, Rúben Matos, Pedro Estrela, Rui Costa e Rodrigo Brísida, movidos pela vontade de ajudar quem mais precisa, e como sempre orientados nas suas tarefas e objetivos, foram ao longo dos vários serviços por onde passaram – Psiquiatria, Urologia, Cirurgia, Consulta de Psicologia e de Pediatria – contagiando alegremente Doentes, Familiares e Profissionais de Saúde. Foi inequivocamente, à semelhança dos registos anteriores, mais um degrau subido!

Também deste encontro de confraternização com Doentes e profissionais de saúde ficarão as lembranças…. Da Senhora Dona Leonor, Doente que se encantou com o Palhaço David e que com ele dançou… e que disse, quase em lágrimas “eu sempre gostei de dançar e já não o faço há muito tempo e hoje vocês vieram alegrar-me e dançar comigo”; de uma Senhora que abraçou, em bastante comoção, a Amélia e que disse “só de a ouvir cantar fiquei toda arrepiada” e a gratidão dos olhares, sobretudo dos Doentes de Psiquiatria, marcantes, significativos e inesquecíveis… entre outras lembranças…

Foram apenas quatro horas de convívio pleno com Doentes, mas muito bem passadas. No final de cada atuação musical e de mudança de enfermaria, o aluno Pedro Estrela foi oferecendo marcadores de livros, com textos adaptados e alusivos aos direitos das crianças. No final da atividade, a aluna Constança Matos, do Ensino Especial, que nos acompanhou neste terceiro momento, entregou à Senhora Enfermeira Teresa Madaleno, que tão bem nos orientou no período que por ali estivemos, um painel também ele alusivo aos direitos das crianças.

Esta atividade foi, humildosamente, desenvolvida em colaboração com a Operação Nariz Vermelho.

Como balanço dos três momentos, na Unidade Hospitalar de Abrantes, em oito de fevereiro de dois mil e dezasseis; na unidade Hospitalar de Torres Novas, em vinte e quatro de março de dois mil e dezasseis e esta última, alegra-me expressar e valorizar, como Diretora de Turma, a grande vontade e a entrega dos alunos do 11º A, a causas como esta.

Os sorrisos dos doentes falaram mais alto e as aprendizagens concretizadas, entre turbilhões de emoções, com certeza contribuíram ou contribuirão para os ajudar a APRENDER A SER…. MAIS SOLIDÁRIOS, MAIS AUTÓNOMOS, MAIS…

Mais uma vez agradeço às Grandes Equipas de Trabalho que encontrámos nas três unidades; à Dra. Anabela Vaz por toda a dedicação… esteve sempre connosco, mesmo quando impossibilitada de estar presente; à Dra. Margarida Marques pelo tão orientado acompanhamento, sobretudo no terceiro momento; ao Dr. Carlos Andrade Costa, Diretor do CHMT, pela rapidez com que aceitou este nosso desafio; ao Dr. José António Almeida, Diretor do Agrupamento de Escolas de Mação, sempre connosco e disponível; ao Dr. Vasco Estrela, presidente da Câmara Municipal de Mação, por nos ter garantido o transporte; ao Diogo Marques, do 12º A, que nos cedeu a coluna de som para as apresentações de acrobática e malabarismo; aos alunos do Ensino Especial, Joana Estrela; João Durão; Célia Raimundo; Jorge Raimundo; Constança Matos e Francisco Canhoto pelas lembranças que elaboraram para o terceiro momento e às Docentes, Margarida Castanho e Ana Neves que maravilhosamente os acompanharam na elaboração dessas brilhantes lembranças; e aos meus queridos alunos do 11º A porque me têm ensinado a SER, cada dia melhor, e a estar mais próximo do outro!

Obrigada a Todos! Todos somos capazes… e juntos melhoramos o mundo!

 

A Professora: Cláudia Olhicas de Jesus