Uma exposição do outro mundo…

O mês de outubro aproxima-se do seu final com dias mais curtos, cinzentos e chuvosos! E é nesta estação outonal de folhas amareladas e escarlates que cobrem as ruas e rodopiam ao sabor do vento que três diferentes festividades marcam a sua presença nos dias 31 de outubro, 1 e 2 de novembro!

O que têm em comum.?... O Além …. O mistério…. O sobrenatural… O esotérico!

O que as difere? As respetivas tradições e país(es) de origem!

Falamos do Halloween, de La Toussaint / Dia de Todos os Santos e do Día de los Muertos!

Assustador? Divertido? Fantástico? Emocionante? Terás de experimentar!

Visita a exposição que os professores e alunos de inglês, francês e espanhol prepararam sobre estas efemérides!

Vai ser uma experiência do OUTRO MUNDO !

Selo Europeu para as Línguas

A Agência Nacional Erasmus+ Educação e Formação distingue, anualmente, os projetos que se destacam no ensino das línguas estrangeiras, atribuindo-lhes o Selo Europeu.

Assim, no passado dia quatro de outubro, teve lugar online, o evento Celebrar a Excelência: Selo Europeu para as Línguas e Prémios EITA. Este evento contou com a participação da Professora Doutora Sandie Mourão, da UNL, e da Dra Sónia Ferreirinha, Diretora da APPIForma, que apresentaram o Projeto ICEPELL, um dos projetos selecionados no ano de 2022.

Este projeto contou com a participação de alunos do 4º ano, da Turma MAC 6, que trabalharam o picturebook Same, same but different, de autoria de Jenny Sue Kostecki-Shaw. Aos alunos envolvidos e aos docentes que colaboraram, deixo aqui um especial agradecimento.

Para eventuais interessados, este e os restantes trabalhos desenvolvidos no âmbito deste projeto- disponíveis online e apresentado na ICEPELL Hybrid Conference – pode ser consultado neste link: https://icepell.eu/index.php/icekits/

Profª Mónica Santos

     A pirata

 

Era de noite, estava tudo calmo, o mar estava em maré baixa, a brisa quente de início acariciava levemente a folhagem das árvores. Todos dormiam, o que ajudava à fuga de Clair. Finalmente iria ser livre, poderia sair da Irlanda e seria pirata, o seu sonho de infância. 

     Claire era uma jovem mulher, de cabelo cor de fogo e olhos verdes selvagens, com sardas de chita espalhadas pela cara. Era inteligente, segura em si, decidida, mas também teimosa. Ansiava fugir de casa, porque o seu pai era comandante de um navio e ela  queria ter o mesmo futuro que ele, mas foi travada pela família.  Contudo, por ser teimosa, juntou-se a uns amigos que também se queriam aventurar pelo mar.  Eram 13 ao todo, e todos rapazes.

     Clair era a mais experiente em navegação, pois viajava frequentemente com a família, logo seria a capitã do navio.. Encontraram-se no cais , conforme a hora marcada, às 23 horas em ponto. Tinham todos uma pequena mochila só com o necessário: um pouco de comida, para dois dias, no máximo, e umas quantas roupas. A primeira coisa que fizeram foi combinar qual seria o cargo de cada um e que barco iriam tomar, ou melhor dizendo,  roubar. Muitos queriam um barco que tinha atracado há pouco tempo, o Eleonora, mas Clair achava melhor o Devil, um barco que ela tão bem conhecia. Acabaram por escolher o Devil. Quanto ao rumo, metade queria ir para a zona portuguesa, já que os barcos portugueses vinham cheios de ouro e especiarias  enquanto que a outra metade só queria explorar. Até Clair estava indecisa, por isso pediu ajuda a Kayan, o seu melhor amigo e o seu braço direito. E, bem, decidiram então navegar até aos mares nórdicos. Até lá,  iriam treinar para serem os melhores piratas.

     Diogo tinha ouvido falar de uma tripulação pirata que tinha atracado perto do palácio. Então decidiu ir ver com seus próprios olhos, pois nunca tinha visto um pirata, mas o que o surpreendeu foi ver uma mulher… a mulher mais bonita que tinha visto na vida. Tentou falar com ela, mas foi impedido pela tripulação. Assim,  decidiu pedir para se juntar ao grupo, só para falar com ela falar. Passou-se uma semana e passou a ser  aceite por todos. Um  dia quando chegou ao barco, para com eles conviver, encontrou os guardas reais a levarem toda a tripulação. Tentou impedi-los, mas  eles disseram que tinham ordens para os prender.

     Diogo ia vê-los todos os dias, o que deixava Vitória ainda mais irritada. Apesar de tudo,  conseguiu provar que eles eram inocentes e fez com que eles fossem libertados.

     A rainha Elizabeth quis, então,  conhecer Clair, a mulher que tinha ficado com o coração do seu filho. Quando esta lhe foi apresentada. Elizabeth não acreditou que ela fosse uma pirata, pois uma mulher bela, inteligente e de personalidade forte não poderia ser pirata, não na sua opinião. A rainha já estava a ficar velha e precisava de netos e, pouco a pouco, foi aceitando Clair como sua futura nora.  Foi então que o inesperado aconteceu e a pobre rainha morreu às mãos de Vitória que, cheia de inveja, colocou veneno no seu chá. Quando o crime foi descoberto,  Diogo expulsou Vitória do Castelo e do Reino. 

    

 A primeira semana no mar é sempre a mais difícil, mas eles passaram por tudo juntos, como uma tripulação pirata. Ao longo da sua viagem rumo aos mares nórdicos, viveram imensos contratempos,, desde enormes tempestades, até dias de sol tão intenso que dava para assar canas à sombra. Porém,  eles não desesperaram, mantiveram-se unidos e com a mesma alegria com que começaram a sua aventura.

     Passaram-se 5 anos, Clair tinha então 17 anos, sempre fora a mais nova, enquanto que Kayan, o seu melhor amigo, era o mais velho, tendo agora 20 anos. Os restantes tinham entre 18 e 19 anos.

     Certo dia, decidiram  ir à corte inglesa para tentarem roubar a comida da rainha. Má sorte tiveram eles, a corte passava por momentos difíceis, o príncipe não queria casar com a princesa que tinha sido escolhida para ele, a Vitória.  A rainha aumentou o número de guardas reais, pois o príncipe estava sempre a fugir para se aventurar por aí, normalmente ia para perto do mar.

     Vitória tinha o cabelo preto curto, olhos cor de noite, era magra como um cão. Só lhe interessava ser rainha, ela só procurava a riqueza da corte.

     Clair acabou por ser presa juntamente com a sua tripulação. Tudo porque Vitória tinha mandado uma empregada seguir Diogo, o príncipe.

     Passaram-se meses em que o Diogo tudo fez para conquistar Clair e lá conseguiu o que queria. Clair iria tornar-se rainha e a sua tripulação seria protegida pela corte real britânica.

     O casamento foi, bem, único! Clair vestida de pirata, tinha muita luminosidade, a tripulação estava lá toda e Kayan foi o seu padrinho. Clair foi uma rainha inovadora, criou sindicatos para a proteção dos navegantes e bolsas de ajuda para todo o povo, desde os camponeses até aos cozinheiros do palácio e navegantes. Foi algo que o povo inglês guardou  nos seus corações para sempre.

Catarina Camarinhas, 8ºA

Details

O Benfica é o melhor!

Benfica é o nome do meu gato. O meu gato é verde e tem a garra de um leão.

Ele tem duas champions. Gosta de comer lagartos com batatas fritas.

A sua bebida preferida é cerveja. O seu animal de estimação é um dragão chamado “Hulk”. O seu desporto favorito é caçar águias. A sua cama é em tons de verde e branco. O Benfica gosta de usar casaquinhos da Nike. O Benfica tem uma namorada chamada VAR.

Juntos gostam de viajar pelo mundo. Estão a pensar casar!…

7º B – LECA

(Texto coletivo)

“Os Caminhos são para ir…” – Projeto de Cidadania e Desenvolvimento – 11ºA

Os Caminhos que trilhamos…

Os nossos Caminhos são muito mais do que apenas caminhos.

São aprendizagens que se alcançam e concretizam. Experiências que se vivem. Crescimento e conhecimento que queremos adquirir.

Acompanha-nos nesta caminhada. Faz o caminho connosco… E aprende também!

Dia da Lógica 2022, Parque Arqueo Social Andakatu, Mação

Cidadania e Desenvolvimento – Turma 11ºA

“Os Caminhos são para ir…” – Projeto de Cidadania e Desenvolvimento – 11ºA

A turma continua a desenvolver o projeto da Cidadania e Desenvolvimento em articulação direta com o projeto do Parque Arqueo Social “Andakatu”. O projeto contemplou no ano letivo 2021/22, deslocações mensais em que a equipa do Museu de Arte Rupestre de Mação veio à escola ou a escola foi ao Museu.

Pretendeu-se que os alunos saíssem para fora dos muros da escola e que desenvolvessem atividades no parque, no museu ou no ITM em estreita articulação com as disciplinas do currículo (Curso de Ciências e Tecnologias) ou ainda que pudessem, em contexto escolar receber os colaboradores do Museu de Mação.

Quanto às atividades já desenvolvidas, os alunos tiveram a primeira abordagem ao projeto no dia 13 de dezembro: no espaço do ITM, fazendo um curto workshop sobre Geologia, dinamizado pela Prof. Dra. Sara Garcês e participaram numa conversa o Prof. Dr. Hugo Gomes sobre a importância e o impacto da Geologia nas nossas vidas no século XXI.

Depois fizeram voluntariado ao serem colaboradores construtores da cabana do neolítico (transportando molhos de centeio e aprendendo a fazer cordas com ráfia no espaço do Arqueo Parque Social) para a cobertura da cabana. Os alunos tiveram ainda a oportunidade de assistir a uma pequena explicação sobre a importância da arqueologia e do estudo das ossadas dos humanos deste período da pré-história. Os alunos estiveram acompanhados pelas professoras de FQ, Biologia e Geologia, Matemática e pela DT, Coordenadora do projeto.

No dia 13 de janeiro assinalaram o “Dia da Lógica” na segunda deslocação ao Arqueo Parque Social, onde tiveram o privilégio de participar na atividade “Conversas sobre o que é a lógica”, com o Prof. Doutor Luíz Oosterbeek, o Dr. José António Almeida, Diretor do AEVH, Mação, o Dr. Vasco Estrela, Presidente da Câmara Municipal de Mação em articulação com as disciplinas de Filosofia e Português e na presença das docentes destas disciplinas e da DT.

A terceira deslocação, aconteceu no dia 21 de fevereiro e envolveu as disciplinas de FQ (reações químicas) e Biologia e Geologia (fermentação), pois os alunos fizeram e viram fazer a moagem do cereal e a cozedura do pão de há 7 mil anos atrás. Também viram fazer queijo com coalho de cardo. Depois, piquenicaram no parque – pão e queijo que levaram de casa, antes do regresso à escola.

No dia 7 de abril, assistiram às “Conferências Internacionais” em língua Inglesa, no Auditório Elvino Pereira, “Arts and Sociocultural Transformation, participando no workshop Bifrost Case Studies in Short Film 2 Arts Activism, Storying Change apresentado pelo Dr. Steven Hartman. Os alunos tiveram a oportunidade de partilhar as suas histórias sobre os problemas que afetam o nosso planeta a nível do clima numa plataforma global que pretende chamar a atenção e educar nas escolas a partir dos currículos disciplinares.

Numa ótica de articulação de saberes, no dia 30 de maio, os alunos participaram numa visita de estudo a três laboratórios do departamento de Geociências, no Pólo II, da Universidade de Coimbra. Através da explicação dos colaboradores e da Prof. Doutora Maria Helena Henriques, os alunos ficaram a perceber melhor a função da Geologia e das Geociências,  na evolução e na interpretação da vida da Terra e as possibilidades de sua aplicabilidade na vida humana.

No âmbito da disciplina de Ed. Física praticaram atividades desportivas que estimularam a velocidade, a força e a agilidade, fazendo caminhada, etc, e, por fim, em junho dinamizaram a atividade “Visita Guiada”, simulando dois grupos de turistas de nacionaidade espanhola e inglesa e respetivos guias turísticos, numa exploração do Parque Arqueo Social “Andakatu”. Assim, concluiu-se o passado ano letivo, com a participação das disciplinas de Espanhol e de Inglês. A Coordenadora do projeto, a DT Sílvia Ramadas participou em algumas reuniões informais com as colaboradoras dos Museu, Dras. Anabela Borralheiro e Sandra Alexandre, no AEVH e no Museu no sentido de orientar os trabalhos.

Este ano o projeto continua…

Assim, no passado dia 2 de dezembro, a turma deslocou-se ao Parque Arqueo Social Andakatu para mais uma ação de voluntariado… As imagens falam por si.

Cidadania e Desenvolvimento – Turma 11ºA

II Semana UBUNTU no AEVH/IPAV

  • Um programa de educação não-formal marcado por uma dimensão experiencial e relacional

A Escola Básica 2,3 com Ensino Secundário de Mação realizou a segunda Semana Ubuntu Escolas, entre os dias 21 e 25 de novembro, com um grupo de 35 alunos do 10º ao 12º ano no Centro de Formação de Mação, sob orientação do IPAV (Instituto Padre António Vieira). Esta semana contou com o apoio precioso das psicólogas Sílvia Matela e Patrícia Filipe, e das professoras Sílvia Ramadas, Ana Gameiro, Eva Patrício e Maria João Almeida.

Durante cinco dias muito emotivos e intensos, os alunos desenvolveram valores e competências pessoais, sociais e cívicas através de diversas atividades (como jogos, escrita, desenho e visionamento de filmes, entre outros) que se focaram nos cinco pilares do método Ubuntu: Autoconhecimento, Autoconfiança, Resiliência, Empatia e Sentido de serviço.

Ubuntu, é um programa de capacitação destinado a crianças e jovens, desenvolvido a partir do modelo de liderança servidora, inspirado em figuras como Nelson Mandela, Martin Luther King, Malala, Gandhi, Madre Teresa de Calcutá e Desmond Tutu, entre outras figuras defensoras dos direitos humanos. Ubuntu é uma filosofia de origem africana que tem como lema “Eu Sou porque tu És”.

Deste modo, esta formação promoveu a educação para a cidadania, empatia, diálogo, promoção da paz e justiça social, o fortalecimento da cultura democrática, a participação cívica de estudantes de contextos vulneráveis e a liderança servidora. Desenvolveu ao mesmo tempo competências de resolução de conflitos e de construção de pontes, contribuindo assim para a transformação dos alunos em agentes de mudança ao serviço da comunidade, ajudando a construir um mundo mais justo e solidário.

Terminada esta formação, os alunos e os professores envolvidos definem esta semana como transformadora, já que a filosofia Ubuntu promove a mudança positiva dos alunos e do mundo.

Margarida Saramago, 12ºA

Witches’ Pets na Escola sede do AEVH

Fotos da Professora Sílvia Ramadas

Entre os dias 27 de outubro e 03 de novembro esteve patente no nosso Agrupamento de Escolas Verde Horizonte, uma exposição de Witches’ pets que nos deu muito gosto a pensar, desenhar, construir e criar!

Um desafio das nossas professoras de inglês que procuram motivar-nos todos os dias, valorizando as nossas habilidades criativas e evidenciando a importância das tradições dos países anglo-saxónicos e da sua identidade cultural. Foi bom poder criar e imaginar animais de estimação que nos levaram para as mais diversas dimensões da nossa imaginação.

Agradecemos também aos nossos pais, encarregados de educação e professores que nos ajudaram a ser mais imaginativos e felizes.

Alunos de Inglês do 5º, 6º e 7º anos da escola sede

It’s Halloween!

Os alunos da E.B.1 de Cardigos, tal como os colegas do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte, celebraram o Halloween na aula de Inglês.

Algumas aulas antes do dia 31 de outubro, a professora Mónica pediu para os alunos fazerem os animais de estimação da bruxa. Para que os animais ficassem mais engraçados, a professora pediu para misturarmos dois ou mais animais e nós divertimo-nos muito a criá-los.

Já no dia 28 de outubro, durante a aula, todos nós ajudámos a professora a preparar a exposição. Uns desenharam e recortaram letras, outros ajudaram a decorar os placares e a abóbora e, todos juntos, colocámos os nossos animais na exposição.

No final, chamámos os colegas do primeiro e segundos anos para verem a exposição e, em conjunto, comemos doces.

Jéssica Silva, com a colaboração dos colegas de 3º e 4º anos

O Agrupamento de inglês agradece a todos os alunos que participaram nas exposições alusivas ao Halloween, cujos trabalhos se destacaram pela imaginação e qualidade. Agradece ainda aos E.E. e, no caso do 1º CEB, aos professores titulares de turma, sem a colaboração dos quais, tudo seria mais difícil de concretizar.

Fotos da Professora Mónica Santos

Uma história de Halloween na E.B.1 de Mação – Witches’ Pets!

Era uma vez uma aula de Inglês!

Alunos endiabrados, mas muito empenhados

Quiseram festejar o Halloween e assim o fizeram.

Levaram trabalho de casa

E, depressa, acabaram a tarefa.

Já de volta à escola, o animal vinha na sacola.

Pais e mães ajudaram e os professores guardaram

Até chegar o dia em que o trabalho

A luz do dia veria…

“É agora! É agora!”, gritavam, cá fora.

E o dia da exposição chegou e a confusão reinou.

Todos queriam mostrar onde o seu animal iriam colocar.

No final, tudo se arranjou e a preparação da exposição terminou.

“Venham, venham já e vejam que bonito isto está!”

Não houve travessura, mas a nossa professora não se esqueceu da doçura.

O Agrupamento de inglês agradece a todos os alunos que participaram nas exposições alusivas ao Halloween, cujos trabalhos se destacaram pela imaginação e qualidade. Agradece ainda aos E.E. e, no caso do 1º CEB, aos professores titulares de turma, sem a colaboração dos quais, tudo seria mais difícil de concretizar.

Agrupamento de Inglês

Fotos da Professora Mónica Santos