Exposição “A viagem …”

O tema do ano 2021 dos Clubes Europeus é “Pacto Ecológico Europeu – O Transporte Ferroviário promove a mobilidade sustentável” e os membros do Clube Europeu AEVH decidiram realizar diversas atividades com o objetivo de valorizar o património ferroviário nacional, com vista a que os alunos conheçam e compreendam o funcionamento das principais linhas de circulação ferroviária em Portugal; alertar para a necessidade de adotar comportamentos amigos do Ambiente e contribuir para a sustentabilidade do planeta.

Com vista a conhecer e a compreender o funcionamento das principais linhas de circulação ferroviária em Portugal o Clube Europeu mobilizou os seus membros da turma B, do sexto ano, na disciplina de História e Geografia de Portugal, no âmbito do tema “Portugal na segunda metade do século XIX – modernização dos transportes” para a pesquisa de informação sobre a origem da máquina a vapor, os seus inventores, a sua aplicação nos meios de transporte e as várias profissões ligadas ao transporte ferroviário.

Os alunos selecionaram informação sobre personalidades relevantes para a implementação da rede ferroviária, bem como a evolução do transporte ferroviário desde o século XIX até à atualidade.

Após o trabalho de pesquisa e seleção de informação, foram redigidos textos sobre os inventores James Watt, Thomas Newcomen e Robert Stephenson, bem como as profissões diretamente ligadas ao transporte ferroviário, mas sempre na primeira pessoa. “Eu sou… construtor de linhas férreas, maquinista, guarda-freio, fogueiro, bagageiro, revisor e guarda de passagem de nível. 

Os alunos também pesquisaram dados biográficos sobre os monarcas D. Pedro V e D. Luís, bem como do ministro Fontes Pereira de Melo que foi o grande impulsionador da construção de estradas, pontes, viadutos e de uma rede de caminhos-de-ferro, tornando o comboio o meio de transporte mais importante da época.

Foram ainda redigidos textos descritivos das estações de caminho-de-ferro emblemáticas do período em estudo, tais como Santa Apolónia e Central do Rossio, bem como dos equipamentos existentes nessas estações como o relógio e o sino.

Imaginem só que até um mapa e um bilhete de comboio também falaram, mas sempre na primeira pessoa!

Na exposição estiveram patentes os trabalhos sobre o Sud-Express, o Alfa Pendular, o Train à Grande Vitesse (TGV), o Maglev e o comboio Bala, tendo a viagem efetuada sido bastante longa.

Um dos alunos trouxe a farda usada pelo seu avô, que trabalhou na Estação de Alvega-Ortiga,  que esteve sempre vigilante para não haver descarrilamentos!

Foi uma longa viagem, mas todos chegaram ao seu destino…mais enriquecidos!

Texto e fotografias de Lígia Silva

Dia Mundial da Língua Portuguesa

Está patente no átrio da Biblioteca Escolar da escola sede do Agrupamento uma exposição de trabalhos alusivos ao Dia Mundial da Língua Portuguesa.

O dia 5 de Maio comemora a nossa língua portuguesa e foi assinalado em 44 países, com mais de 150 atividades, em formato misto, presencial e virtual, devido à pandemia de Covid-19.

Proclamado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), este é, contudo, o segundo ano em que se celebra o Dia Mundial da Língua Portuguesa.

O agrupamento de Português, com a colaboração da Biblioteca Escolar, pretendeu assinalar este dia com uma pequena exposição de trabalhos que abrangessem vários ciclos do nosso ensino e as várias escolas do Agrupamento de Escolas. Pretendeu-se a realização de trabalhos com estrofes alusivas à nossa língua e que, pela sua cor e elementos, recordassem igualmente a primavera e a vida a ela associada com cores alegres e variadas.

Obrigada pelo contributo de todos!

O agrupamento de Português.

Animais troca-tintas III

O pequeno piolho Molho,

De tão cansado que estava,

Sentou-se no lindo folho,

Da rodada e comprida saia

Da sua querida tia amada!

O espinhoso porco-espinho,

Que diz que não é tolinho,

Tem um primo que é de Espinho

E que vive dentro de um moinho!

O alaranjado peixe Desleixe

Bronzeia-se sossegadamente

Na branca e tranquila praia

Lá para as bandas de Odeceixe!

O papa-formigas Ligas…

Oh! Não me digas…!

O que ele mais gosta de fazer

É, claro, de todos os dias comer

Um delicioso prato de migas!

A pachorrenta panda Armanda,

Que mora com a prima Branda,

Diz que lá em sua casa

A sua rica prima é que manda!

O alegre pato Amato

Que é tão desastrado,

Ontem, distraído,

Acabou por partir um prato!

O bebé quati Zizi,

Ao amanhecer,

Chama sempre pela titi,

Para ir fazer chicihi!

Aquela cuidadosa anã

Tem uma alimentação saudável!

Come todos os dias pela manhã,

Uma suculenta e deliciosa maçã!

O pequeno rato Tato,

Voa alegre dentro do sapato!

O rugoso sapo Farrapo,

Limpa-se sempre ao guardanapo!

A pequena tartaruga Tuga

Todos os dias madruga!

Primeiro, nada na piscina

E depois faz corrida e ginástica!

Oh! Ela é mesmo, mesmo fantástica!

O padeiro tubarão Pimpão

Está, satisfeito, a cozer o macio pão!

O unicórnio Campónio

Diz que é feliz no matrimónio!

Já o unicórnio Nónio

Diz que tem um grande património!

A simpática vaca Urraca

Come a relva de garfo e faca!

A riscada zebra Floriana

Descasca alegre uma banana!

Estes animais engraçados

São mesmo uns troca-tintas!

Todos são muito mimados,

Quer sejam lisos, às bolas,

Às riscas ou às pintas!

Poema coletivo, 5.ºA

Animais troca-tintas II

O enorme elefante Kant

Gritou com o Senhor Infante!

O esquilo Tico Tranquilo,

Viaja animado pelo rio Nilo.

A pequena formiga Barriga

Telefona alegre à sua amiga.

A ágil foca Pipoca,

Tranquila a sua flauta toca.

A linda gata Renata

É bonita mas é chata!

O matreiro gato Sensato,

Esconde-se no meio do mato!

O seu amigo gato Sapato,

Entusiasmado vai comprar um cato!

A escritora galinha Pimpinha,

Escreve uma carta à sobrinha!

A comprida girafa Mafra

Enfiou o pescoço dentro da garrafa!

O sorridente golfinho Minho,

Do seu grupo é o chefinho!

O golfinho Bem-Comportadinho

Recebe prendas do padrinho!

Sabem que o hamster Albino

Tirou o curso de gangster?!

E que o hipopótamo Julito

Assaltou o desgraçado do periquito?!

A traquina iguana Fabiana,

Puxa com força o cabelo à mana!

O impala e o seu amigo coala,

Sossegados veem televisão na sala!

O pequeno jaguar Baltasar

Está em palco a atuar!

O jacaré e o seu colega chimpanzé

Ui! Cheiram tanto a chulé!

O pequeno leão Grandalhão,

Ai! É mesmo muito brincalhão!

Já o seu irmão Damião,

Que é um conhecido campeão,

Ontem ganhou com destreza

Um enorme medalhão!

O verde lagarto Mandrião

Ressona bem alto no sótão!

Já o seu primo lagarto Marto,

Sempre armado em artista,

Pinta o seu retrato no quarto!

O zarolho mocho Álvaro Coxo,

Pintou com batom o bico de roxo!

O zangado morcego Zito Azedo

Ralha com o inocente borrego!

Ai, ai! Sabem que o noitibó Zezé Totó,

Só pensa em fazer oó?!

E sabem que o narval Asdrúbal

Anda a estudar na Escola Naval?!

Hoje, pela manhã, o ornitorrinco Pinko,

Encontrou sozinho na praia

Um pequeno mas valioso brinco!

Na aula, o gago papagaio Gaio,

De tão nervoso que é,

Teve, pobrezito, um achaque!

A professora mandou-o ao quadro e…

Oh Deus! Deu-lhe um forte badagaio!

Poema coletivo, 5.ºA

Animais troca-tintas I

A notável águia Fábia

Tem a mania que é sábia!

E a sua amiga abelha,

Conhecida por “Groselha”,

Anda sempre com a telha!

A ilustre baleia Doroteia,

Pondo os óculos no nariz,

Lê toda entusiasmada

O livrinho da sereia!

A sua irmã do meio,

Chamada Mara Beatriz,

Tenta com todas as forças

Convencer a baleia Eleia

De que embora se ache feia

Ela é mesmo muito bonita!

A simpática barata Batata

Exibe a nova alpercata,

E o guloso caranguejo Magueijo

Come vorazmente um grande queijo!

A tímida cegonha Fronha

Não fala porque tem vergonha,

Mas o extrovertido crocodilo Cirilo,

Que fala pelos cotovelos,

Faz sempre conversa fiada

Com o pai, o primo e o grilo!

O solene camelo Modelo

Foi aos correios comprar um selo,

Enquanto o cão Comilão

Comia, deliciado, o macarrão!

O pequeno coelho Vermelho

Aleijou-se no joelho

E a grande coelha Azelha

Fez um piercing numa orelha!

Pobrezinha! Ainda ontem foi picada

Por uma irritante abelha:

A abelha Desastrada!

A agitada chinchila Mila

Come uma doce cenoura

Vai abanar o capacete

No festival de Paredes de Coura!

Quando jogou futebol,

A doninha, coitadinha,

Ficou com um enorme galo,

Pois teve o azar de levar

Com a pesada bola na pinha!

Oh, pobre desgraçada!

Tenho tanta pena dela…

É tão azarada, a pobrezinha!

O coral Asdrúbal

Tem toda a moral,

Julga-se um Fernando Pessoa,

Que criativo, este poeta animal!

O dromedário Hilário,

Que é um pobre solitário,

Com os restantes animais arranja

Sempre grandes confusões!

Ontem teve acesas zangas

Com o seu vizinho elefante,

Disse-lhe que ele se julgava elegante,

Mas que no fundo não passava

De um gigante ignorante!

Poema coletivo, 5.ºA

Página de um Diário

16 de março de 2021

Querido diário,

a noite passada mal consegui dormir, porque estava tão alegre e ansiosa para te contar a aventura de ontem.

    Como sabes, ao final da tarde gosto de fazer caminhadas pelo campo. Estamos em março, os dias estão maiores e mais soalheiros. Ontem, a minha avó acompanhou-me. Ao fim de dois ou três quilómetros, ouvimos gatinhos a miar. Não resistimos até encontrá-los. Ficámos espantadas e tristes, porque os dois gatinhos eram bastante pequeninos e estavam abandonados. Ainda procurámos a mãe, mas sem sucesso. Convenci a minha avó a trazer os gatinhos para casa com duas condições: ser eu a cuidar deles e dar um deles quando fosse maior.

    Mal chegámos a casa, preparei uma cesta para dormirem, duas tacinhas com ração que eu parti em pedaços mais pequenos. Inicialmente, eles estavam assustados, mas depois de muitas carícias, acalmaram, comeram e adormeceram. Durante o tempo que estiveram a dormir, escolhi os seus nomes, ele chama-se Tobias e ela Pipoca.

    Hoje, assim que acordei, fui cuidar deles. São tão fofinhos! Será difícil daqui a pouco tempo ter de os separar e escolher alguém para ficar com um deles.

    Querido diário, peço-te que pares o tempo e me ajudes a encontrar a pessoa certa.

Miriam Vitória Tomé Martins, 8°B

Concurso Nacional de Leitura

14º Concurso Nacional de Leitura
Ano letivo 2020 /2021
FASE NACIONAL 


                                                                                         


Parabéns aos alunos do Agrupamento de Escolas de Escolas Verde Horizonte apurados para Fase Nacional do 14º Concurso Nacional de Leitura.
Dos oito finalistas da Fase Intermunicipal, quatro finalistas são do agrupamento. 

 1º Ciclo: Francisco Brito;
 2º Ciclo: Ana Rita Claro, 6º B;
Secundário: Margarida Lopes Saramago, 10ºA e Saúl Filipe Jesus Santos, 11º ALH.  

Laço Azul

Serei o que me deres… que seja amor

No dia 20 de abril dois elementos da CPCJ – Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Mação estiveram na nossa sala para falar sobre a história do Laço Azul.

Em 1989, na Virgínia, E.U.A., Bonnie W.Finney, amarrou uma fita azul à antena do seu carro para fazer com que as pessoas se questionassem sobre o seu significado.

A história que Bonnie Finney contou aos elementos da comunidade que se revelaram “curiosos” foi trágica e relatava os maus tratos à sua neta, os quais já tinham morto o seu neto de forma brutal. E porquê azul? Porque apesar do azul ser uma cor bonita, Bonnie Finney não queria esquecer os corpos batidos e cheios de nódoas negras dos seus dois netos. O azul servir-lhe-ia como um lembrete constante para a sua luta na proteção das crianças contra os maus tratos.

Depois falamos um pouco sobre os Direitos da Criança e pediram-nos para preenchermos um questionário sobre a família e a escola.

Beatriz Santos N.º5 do 6.ºB

No dia 20 de março dois elementos da CPCJ vieram à minha sala para falar sobre os maus tratos infantis e contaram a história do Laço Azul. Também falaram sobre a violência doméstica e o bullying. Falaram ainda sobre a necessidade de todos termos direito à Felicidade e ao Amor.

No final respondemos a um questionário sobre a nossa vida e aspetos da casa onde vivemos entre outras coisas.

Nesse dia aprendi uma frase que recordarei para sempre “Serei o que me deres… que seja amor.”

Francisca Barreira N.º8   do 6.ºB

                                                         Crianças

As crianças têm direito a viver
A explorar o Mundo e a aprender!
Mês de abril veio ensinar
Que devemos amar!

Laço azul vem ajudar 
Das crianças cuidar.
As crianças têm deveres e direitos
Mas sem haver desrespeitos! 

Beatriz Barreta N.º3  e Rita Carreira N.º 18  do 6.ºB
Laço azul!

Dois laços azuis
Pelo ar a voar
Entraram na sala
E vieram-nos ensinar!

Os nossos direitos
Eles vieram relembrar!
Para que ninguém
Os possa contrariar!

À Liberdade temos direito 
E por ela vamos lutar!
Não deixar que nos a tirem
Nós não vamos vacilar!

Jovens somos
E pequenos também.
Isso não quer dizer
Que não somos ninguém!

Ana Rita Claro N.º 1 e  Izilda Maseko  N.º 9 do  6.ºB

Being 16

Os alunos da turma A, do 10º ano juntaram-se em E@D para fazer este mapa mental sobre o que significa ter 16 anos e ser adolescente!Um exemplo de que é possível e desafiante trabalhar em grupo de forma colaborativa… Aprendendo sempre +!

A turma 10º A

Being 16

Letra Imposta – F – Escrita Criativa

E porque a criatividade também se exercita, divulgamos alguns trabalhos realizados pelos alunos do 7.ºA, no âmbito da disciplina de LECA.

Falar
Falar é fácil,
mas fazer é difícil.
O Frederico fez uma asneira
e falar não a vai solucionar.
A professora fala e fala
e fica sem fôlego.
O que fará Frederico
para o certo fazer?
Enquanto falas são faladas,
faça o que fizer Frederico,
não fará isso se desfazer.
Pois Frederico esfaqueou a Fernanda Furão,
mas falta referir a outra face da moeda;
pois Fernanda terá furado Frederico com um facão.
Falar, falar para enfim livre acabar por ficar.

João Vítor Freitas

O chefe da Fábrica Fantástica falou com o Fábio Flor sobre o falcão fantasiado de feiticeiro que fazia facas de fibra. O Fábio ficou furioso e chamou a foca Florinda Freitas para ela parar o Falcão. O Falcão ficou ofendido e foi-se embora. Em fevereiro, a fábrica foi à falência e o Fábio, o chefe e a Florinda faltaram à festa de fundação da farmácia do falcão.

Sofia Cabrita

Fora de casa a fada ficou feliz a afiar a faca ao pé de uma foca. Ficou triste depois de o fósforo se afogar. Fora de casa furou uma afia com uma faca meio furada e foi até à fonte buscar um faqueiro mais forte para afiar a faca.
Para a família, a felicidade era facultativa e formidável, de forma a fluir a fronteira da filosofia filosofal. Na praia fluvial, as focas eram muito felizes e flexíveis, pois no futuro queriam cantar fado numa festa de frango, onde tocavam flauta, viam filmes e rezavam o feitiço à frente da fogueira.

Gonçalo Mota

Fui fazer uma visita ao meu amigo Fernando. Ele e sua filha Fátima estavam a fazer farófias. Visitámos a sua fazenda. Que grande pomar de figueiras com figos de todas as qualidades! Fomos ver também os faisões, os frangos, as fracas e os filhotes das suas ovelhas. Fantástico!!!

Cláudio Parente

A foca Francisca ficou feliz com o filho, que não faltou à escola. Ela foi à feira comprar figos, framboesas e feijões. Quando era pequena, a mãe fez um grande e feio disparate: não foi à escola. Feito isto, ela tinha medo que o filho fizesse o mesmo, porque ela foi à feira e o filho ficou sozinho em casa. O filho estava com uma figurinha de santo que a fez ficar intrigada. Até parecia que merecia uma “fita de bom feitio”. 😂

Matilde Gueifão

Na fábrica de Fátima havia homens com fatos a fazer farrapos e a falar francês com dois fala baratos a falar ali ao lado. Na fábrica ao lado faziam-se farófias e o Francisco Fagundes fugia a correr para a aula de francês, na qual ia fazer uma apresentação francófona sobre a fábrica de farófias.

Rodrigo Clarinha

O Francisco falhou o figo e ficou fatigado. Foi à farmácia comprar fibras para ter mais força. Ficou a tentar durante fins de semana e todos foram um fracasso. Ficou furioso e foi para a sua fazenda alimentar a foca Francisca. Depois falou com o filho, que era famoso, e foram tentar acertar os dois. Ficaram fins de semana a tentar até que se aperceberam que eram uns falhados, porque ficavam fatigados depois de comer os figos. Que furiosos que eles estavam! Mas… a fúria não faz bem à saúde!

Francisco Vicente

O feiticeiro transformou uma faca de cozinha numa foca. Um dia fartou-se da foca, pelo que ia voltar a fazer o feitiço para a mandar embora da cidade. Mas não conseguiu. Assim, o feiticeiro chamou um seu familiar que vivia em Faro. Então, com uma faísca, ele conseguiu fazer o feitiço certo e mandar a foca de volta à sua origem. Fácil!

Tomás Brízida

A foca falhou a faca dos faqueiros, mas a foca não sabia que a queriam esfaquear. Quando descobriu, a foca focou o olhar e ficou furiosa com os faqueiros. De seguida, fez-se muito tarde e a foca fugiu de onde estava presa. Mas ela ficou com medo de falhar na fuga da jaula. Para fugir e sobreviver, a foca teve de ficar na casa do Filipe e do Fernando.

Daniel Cardoso

Ontem vi uma foca no oceano. Estava rodeada de baleias fantasiadas de foca. As baleias fantasiadas de foca eram muito gordas e diferentes. Então não liguei e fui-me embora.
No dia seguinte, a foca, que não era uma baleia, estava fantasiada de sereia, tipo uma foca-sereia. Achei estranho e fui ter com a foca-sereia. Fartámo-nos de conversar. Agora somos amigas e fartamo-nos de fofocar.

Adriana Nunes

O fornecedor forneceu o material para uma loja de focas. As focas saltavam na frente e os fornecedores estavam sempre focados nas focas.

Duarte Carias

O Fernando Fernandes fazia muitas figuras ao pé da sua família. Isso fazia-o muito feliz e forte. Ele tinha fé em Deus e ele fazia fatos com focas. Ele era fabuloso e fã de Friends, do Freddie Mercury, das Fifth Harmony e do filme Frozen. Aos fins de semanas jogava Fortnite com o Filipe.

Clara Loureiro

Uma folha flutuava até que caiu e fez uma ferida. Depois foi ao médico. O médico fez-lhe uma pergunta: “Já flutuaste quantas vezes? Acho que quem fez isso foram as fezes. Vamos ter que te furar as asas.” Fora do médico, ela ficou bem.

Duarte Nicolau

Fiquei fechado fora de casa e fiquei furioso porque fui levar o lixo e fiquei sem chave. No outro dia, fui para França e fiquei feliz. Um fantasma veio atrás de mim, mas eu fugi. Fui fazer exercício físico, mas fiquei fatigado e fui descansar.

Afonso Dias

Uma fada que vivia numa cozinha pegou em farinha, ovos e fermento e começou a fazer um bolo de fruta com recehio de framboesas. Ela fez esse bolo para a pequena fada, pois ela adorava framboesas. Ela disse à mãe dela, que era a fada Fátima, que também queria um sumo de framboesas frescas, bem fresquinho!

Marioara Bolocan

Uma fantasia foi feita por feiticeiros fanáticos por filosofia. Era tudo fantástico e fofo no reino de Ferquaack. Um dia, elfos aparafusados foram ao reino e lançaram um feitiço. A única forma de libertar o feitiço fora fazer uma fera de fogo furtiva para os elfos. Então assim fizeram. Felizes, foram entregar a fera. Mas um bando de falcões furiosos, fascinados por foguetes, que faziam animais tipo a fera, os Ferquaackers, decidiram atacar os falcões e recuperar a fera. Conseguiram facilmente desfazer o feitiço. Como estiveram horas a falar “filosofês”, ficaram fortemente fatigados e esfomeados. Com facilidade decidiram fazer farófias. Fartaram-se de comer!

João Oliveira

Hoje fui à farmácia comprar folhas de fibra com funis desenhados com uma esferográfica enferrujada. O Fábio ficou fascinado com a folha de fibra com funis que comprei. De seguida, o Fábio mostrou-me um quadro com um flamengo a falar com um francês, que estava fatigado e ferido na fossa nasal. Felizmente, a ferida era fácil de curar!

Rafael Pereira

Fui à feira comprar facas para partir o frango. Depois fiz um bolo de farinha de fubá e um rapaz franzino foi comer o bolo na floresta. O rapaz esfaqueou o rato que lhe tirou uma fina fatia de bolo de farinha de fubá da mão. O rapaz ficou muito triste! Foi um desgosto para o rapaz que pretendia fazer pequenos filmes sobre receitas fáceis de belos bolos de farinha de fubá.

Beatriz Bento

No dia 16 de fevereiro de 2021 foi feriado em Portugal e a Fernanda telefonou à sua colega Filipa para irem à casa assombrada. Quando estavam a chegar à casa assombrada, a Filipa ficou assustada com o barulho que veio da floresta escura. Metia medo a qualquer um! A Fernanda abriu a porta e entraram. Quando entraram, surgiu uma flauta que começou a falar com a Filipa e a Fernanda. A Filipa deu um salto e saiu a correr e a gritar. A Fernanda ficou a falar com a flauta, pois achou-a interessante. Só que ela não sabia que a flauta lhe ia fazer mal.
A Filipa estranhou ela não ter vindo ter com ela e foi à cidade buscar ajuda. Quando chegou ao castelo onde vivia o feiticeiro, ela pediu-lhe ajuda. Quando chegaram à casa assombrada, viram a Fernanda presa a uma cadeira e a Filipa foi desamarrá-la e fugiram as duas. O feiticeiro destruiu a flauta com fogo. Que fantástico fenómeno!

Cláudia Pereira

Tenho de dizer que falei por telefone com uma professora que falava fluentemente francês. Faltavam-me framboesas para fazer sobremesas fáceis e algumas finas fatias de fiambre para fazer uma francesinha. Mas falhei ao ir comprar as frutas. Era para comprar fruta fresca, porque era verão e queria fazer refrescos fresquíssimos. Meti a fruta no frigorífico e facilmente ficou fria. Fartei-me de fazer fantásticos batidos fresquinhos.
Como estava um dia fabuloso, fui para a festa de aniversário da Filó e da Fátima. O meu fato era feito de um fino tecido. Na hora de cortar a minha fatia de bolo, deixei cair a faca! Falei francês na festa com um amigo filandês. Que fixe!

Ana Margarida Martins

Furtei o Feijão ao Fábio Felipe, o Ferreiro, e fartei-me de comer feijoada. Comprei uma faca para fazer de foice e cortar folhas. Com as folhas eu faria uma forca para enforcar Fábio Felipe, o Ferreiro, por ter me furtado flores. Mas pensei em fazer flores fatiadas por facões deitadas nos feijões e favas e comer com farofa.
O Fábio Felipe foi fisgar um peixe; um peixe frio com fio e um fuzil. Ferveu o peixe frio e fritou-o, ficando este firme, e logo o comeu. Não foi fácil ficar ao frio a pescar o peixe com fio e fuzil. Ele disse que ia falar com a Fátima Ferreira, que ficaria sem fritar frango por uns dias. Com toda essa folia, ficou fatigado. Foi para casa farto e a feder, dizendo que foi furtado.

Beatriz Teixeira

A farmacêutica Fabiana foi feliz para a farmácia, pois tinha falado com a filha Francisca que estava na fábrica que fabricava remédios e comprimidos feitos à base de fibras e cujo formato era redondo. A farmacêutica falava e escrevia com facilidade. Fazia poemas fenomenais com frases fantásticas, felizes e fabulosas. Quando a filha foi para casa, fez um bolo fabuloso com muita farinha e fermento. Ficou fantástico! Ela cozinha com facilidade, mas a cozinha fica sempre numa franca confusão. Até dá vontade de fugir!

Thamara Nogueira

Professora Ana Sofia Pereira