De-stress – Creative writing – 10ºA

Na disciplina de Inglês está a desenvolver-se a atividade “De-stress!”, no âmbito do Plano da Turma. Pretende-se que os alunos elaborem textos de escrita criativa com o objetivo de desestressar e aprender a gerir emoções em contextos de maior pressão.

Message in a bottle

15th June 2020


I don’t know where I am! I just know that I am on a tropical island near Brazil, I am Paul and I think that I am 16 years old, I am Portuguese and I enjoyed playing with my friends, but I don’t know where they are now.
I was in Brazil on vacation with my family and they had the idea to travel on a cruise along the Brazillian coast. I just remember that the cruise hit a rock, but I don’t know why.
Last two weeks I’ve been alone! I don’t know where everybody is! Are they dead? That’s my greatest fear. I’ll pray to God a lot, so I can see them all again, I miss them a lot.
Lately, I’ve been a little weak and sad, because what I’ve been eating to be alive is bananas and mangoes. That’s what I’ve found on the last days.
I have nothing to do, so I will just pray and wait until someone sees this or the worst, die. Goodbye…

Bruno Serras, 10º A

De-stress – Creative writing – 10ºA

Na disciplina de Inglês está a desenvolver-se a atividade “De-stress!”, no âmbito do Plano da Turma. Pretende-se que os alunos elaborem textos de escrita criativa com o objetivo de desestressar e aprender a gerir emoções em contextos de maior pressão.

O primeiro texto elaborado individualmente foi “Message in a bottle”.

Message in a bottle
SOS! I need help, please read this message until the end!
My name is Margarida Saramago, I’m 15 years old and I’m Portuguese. I have been stuck on a remote island for three days. And here’s how it happened:
My family decided to travel to another country during summer vacation.
We left Portugal on a ship destined to Brazil. In the middle of the trip the ship started to sink, we were told that we had to get on the lifeboats to survive. Hours later the navy came to rescue everyone, we started to get on their ships, I was the last on the lifeboat when suddenly I fell into the ocean. Next thing I know, I’m alone on an island.
So, I’m writing this message, if someone is reading this please warn the authorities. I don’t know where I am, just that I’m probably near Cabo Verde (The navy that rescued us was from there).
I’m surviving by eating small fish, wild plants, fruits and berries. I sleep on a mattress of leaves and I take showers on a small waterfall.
Instead of spending my time on my phone or computer, like I did at home, I dive on the beach and explore the island, I discover new plants and animals every day. The island is actually very beautiful and the temperature is very hot. But I must be careful with the wild animals and the poisonous plants. I miss my family and friends everyday… I’m afraid of what might happen. I feel hopeless.

Margarida Saramago, 10ºA

Poemas com números III

Um menino comprou

Dois gelados e

Três maçãs para seus

Quatro amigos.

Cinco cachorros roubam

Seis gelados,

Sete peras caem em

Oito caminhões e em

Nove minutos chegam

Dez ladrões

                                       Beatriz Teixeira, nº 5 – 7º A

1 cão tinha

2 coleiras

3 dentes

4 patas

5 manchas brancas.

                                                Afonso Dias, nº 2 – 7º A

1 gato a miar

2 cães a ladrar

3 carros a buzinar

4 pessoas a reclamar

5 vizinhos a falar.

                                                     Cláudia Pereira, nº 8 – 7º A

Uma rapariga brincava

Dois cães ladravam

Três homens diziam:

Para de ladrar e

Quatro rapazes ricos

Cinco pássaros cantavam.

                                                              Marioara Bolocan, nº 18 – 7º A

1 história inesquecível

2 palavras mal contadas

3 situações embaraçosas

4 palavras inesperadas

5 segredos escondidos.

                               Thamara Nogueira, nº 23 – 7º A

Poesias com números II

Um condutor a conduzir

E duas pessoas sentadas a rir

Três carrinhas a voar

Com quatro crianças a brincar

Cinco cães a passear

E seis adultos a telefonar

Com sete carros a buzinar

E oito pessoas a reclamar

Nove cartas a voar

E dez pessoas a olhar.

         Adriana Antunes, nº 1 – 7º A

O menino a brincar,

O 1 lhe vai apanhar.

E o 2 a olhar para os bois.

Era uma vez os 3 porquinhos

que me fizeram uns brinquedinhos.

Olha aí o 4, ele está pintando um quadro.

Com 5 anos estava a brincar e o meu irmão estava a lavar.

No 6º ano estava distraído

e no 7º estava contraído.

O 8 está a uivar e o meu primo estava a cantar.

O 9 a olhar para os carneiros

e o 10 a olhar para os pedreiros.

Daniel Cardoso, nº 10 – 7º A

1 cão corria

2 gatos saltavam

3 pássaros cantavam

4 macacos trepavam

5 pessoas filmavam.

Duarte Carias, nº 11 – 7º A

1 amigo e

2 amigas,

3 sandes para comer

4 tapetes para estender

5 bolachas para comer

6 amigos vão aparecer.

7 amigos finalizaram

8 histórias de encantar.

Francisco Vicente, nº 13 – 7º A

Enquanto o João jogava realizou

Um jogador eliminado

E dois a soro usando apenas

Três cliques no lado direito e

Quatro cliques no lado esquerdo do rato.

Depois foi ver e tinha

Cinco trabalhos de casa e

Seis dias para os fazer. Quando foi jantar, comeu

Sete colheres de sopa para aquecer e

Oito bocados de tomate para acompanhar,

Nove folhas de alface para terminar e

Dez colheres de gelado para esfriar.

Gonçalo Mota, nº 14 – 7º A

O que há na minha quinta?

1 cão

2 gatos doentes

Com 3 patas

4 vacas com olhos

6 cabras

7 ovelhas cada uma com

8 borreguinhos e mais

9 galinhas

Com 10 pintainhos.

               Matilde Gueifão, nº 19 – 7º A

1 ladrão roubou

2 latas de feijão.

3 pessoas para fazer,

4 para comer

5 couves para comer.

6 pessoas a trabalhar e

7 vão ralhar.

     Rodrigo Clarinha, nº 21 – 7º A

Poemas com números…

1 menino foi passear. Encontrou

2 idosos a conversar e os

3 começaram a comer

4 pães cada um e apareceram

5 crianças com

6 cães com

7 anos.

8 pessoas deram-lhes comida.

                                             Cláudio Parente, nº 9 – 7ºA

Um padeiro estava a trabalhar

quando dois clientes entraram a resmungar.

Disseram que foram a três padarias

E nenhuma os conseguia agradar.

Pediram quatro pães de milho

E cinco pastéis de bacalhau. Depois foram os pães provar.

Seis minutos depois, voltaram a entrar,

Deram-lhe sete razões para as receitas mudar.

O padeiro foi buscar os aventais

e deu-lhes oito razões para começarem a trabalhar.

                                                               Sofia Cabrita, nº 22 – 7º A

Veja aquela casa como é linda!
Que número é aquele?
É o 1.
E o outro?
É o 2.
2 + 1 é igual a 3?
Sim.
E o que vem antes do 1?
O 0.
O que é 0?
É a negação de um número.
E o que vem depois do 3?
O 4.
Nossa, como é lindo!
Sim, mas então veja o 5!
Como é esguio!
E o 6 bem-conceituado.
E depois vem o 7?
Sim, o esbelto 7.
E depois?
É o 8! Uma bolinha em cima da outra e temos um belo número.
Depois é o 9.
Exatamente, e por fim…
É o 10.
Sim, brincar com os números é demais!!!   

Mariana Vieira, nº 17 – 7º A  

Concurso de Estrofes BE/CRE

Com a nossa Biblioteca Escolar,

Nos estudos podemos brilhar!

Com tantos recursos à mão de semear,

É tão rica como o sistema solar!

O equipamento teremos de levar,

Para Educação Física praticar.

Em Visual, técnicas vamos aplicar…

Com lápis e borracha todos vamos desenhar.

Agora História vamos estudar,

Sabendo que nela estamos a participar.

Uma paisagem vamos fotografar,

Para na aula de Geografia a irmos apresentar.

Somos como uma estrela a brilhar,

E Ciências gostamos de estudar.

O Francês vamos melhorar,

E até de avião vamos viajar!

Com as palavras gostamos de brincar,

E o livro de Português nisso vai-nos ajudar!

Já em TIC estamos sempre a digitar,

Para que em novos mundos possamos navegar.

O sétimo A veio para reinar,

E com a Matemática vai brincar.

One, two, three, em Inglês a contar,

Four, five, six, vamos terminar.

Trabalho conjunto realizado pela turma A do 7º ano

Campeonato SuperTmatik de História de Portugal

No dia 18 de dezembro foram entregues os prémios aos três primeiros classificados do Campeonato SuperTmatik de História de Portugal referente ao ano letivo 2019/2020.

A final online não se realizou em abril como vem sendo hábito por causa da pandemia, mas apenas no mês de novembro do corrente ano letivo.

A cerimónia teve a presença dos três professores dinamizadores António Bento, Augusta Estrela e Lígia Silva, para além do Diretor do Agrupamento.

Após onze anos a implementar esta atividade conseguimos que doze dos quinze alunos participantes no SuperTmatik ocupassem o Top 10.

Ao longo das últimas semanas do corrente ano letivo também foram entregues os certificados de participação aos restantes alunos.

Agradeço a todos os intervenientes nesta atividade que visa fomentar o interesse pela aprendizagem; contribuir para a aquisição, consolidação e ampliação de competências e conhecimentos; reforçar a componente lúdica no processo de ensino-aprendizagem; promover o convívio entre alunos, professores e restante comunidade escolar.

Texto e fotografias de Lígia Silva

10 de dezembro – Dia Internacional dos Direitos Humanos

O Clube Europeu comemorou o 72.º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos no dia 10 de dezembro. Contudo para que essa comemoração tivesse lugar foram implementadas diversas atividades envolvendo professores e alunos.

Solicitou-se a todos os professores da escola sede, no total de sessenta e dois, que desenhassem uma das mãos em cartolinas coloridas onde foi registada uma palavra- chave que resumisse cada um dos trinta artigos incluídos na Declaração Universal dos Direitos Humanos

As mãos dos Direitos Humanos foram colocadas numa árvore e foi pedido que cada docente a retirasse e lesse o QR Code constante no verso.

As palavras-chave alusivas a cada um dos trinta artigos foram transformadas em QR Code por alunos do 8.ºB. 

Posteriormente foram enviados, via email, a todos os professores do Agrupamento (oitenta e quatro docentes) dois links de vídeos para recordar os seus 30 artigos, https://youtu.be/-KwVkLn7e08, bem como a sua origem  https://youtu.be/SJy1M4iYiMo  para que todos recordassem quão importante é preciso não esquecer os Direitos Humanos e a nossa função como educadores numa sociedade cada vez mais individualista e egoísta. 

Foi encaminhado um email às  Diretoras de Turma do Ensino Secundário (oito turmas) com a proposta de visionamento do vídeo/canção “A música que todos deveriam saber a letra” https://youtu.be/ikqY9H7QNmM da responsabilidade do Conselho Nacional do Ministério Público e a realização de um Debate sobre a importância de relembrar os Direitos Humanos e a nossa atitude face aos mesmos.

A ementa do dia dez de dezembro também foi adaptada para que fossem incluídos alguns dos Direitos Humanos na descrição da sopa, prato principal e sobremesa.

Os alunos de várias turmas também participaram na comemoração deste dia tão importante desenhando uma das mãos, escrevendo uma palavra-chave e ilustrando-a.

As palavras-chave foram escritas em Português por duas turmas (6.ºA/B), em Francês (7.ºA), em Espanhol (7.ºB) e em Inglês (8.ºB) num total de cento e dez alunos.

Mãos dos Direitos Humanos

Numa aula de Cidadania e Desenvolvimento falámos sobre os Direitos Humanos.

A professora Lígia Silva mostrou-nos um vídeo que apresentava os 30 direitos fundamentais que deveriam regular todas as relações humanas.

Há várias abordagens à Declaração Universal dos Direitos Humanos que focam mais uns ou outros desses direitos. A que aqui analisámos surpreendeu-me pela positiva, pois não imaginava que tínhamos direito a tanta coisa!

Todos os Direitos devem ser protegidos, especialmente aqueles que mais falta nos fazem no dia a dia, como o direito a uma casa, uma nacionalidade, uma família, o direito à segurança própria, e muitos outros.

A seguir ao visionamento deste vídeo foi realizada uma atividade que consistiu em desenhar a nossa mão, escrever no seu interior o direito atribuído a cada um e, em seguida, fazer ilustrações alusivas a esse direito.

A mim calhou-me o direito à Liberdade: desenhei uma pessoa com algemas partidas, como quem acaba de sair da prisão em liberdade; desenhei também uma pomba e alguns cravos vermelhos.

Depois de pintado e recortado, só faltava guardar aquela mão dentro do coração, porque é nele que se armazenam as recordações bonitas.

Ana Claro  N.°1 do 6.°B 

Após a visualização do vídeo sobre os 30 artigos da Declaração dos Direitos Humanos, realizámos um trabalho.

O trabalho consistia no desenho do contorno da nossa mão, onde colocámos o nosso nome e o nome de um dos Direitos Humanos.

Todos nós efetuámos um desenho, relacionado com o respetivo Direito Humano, dentro dos contornos do desenho da própria mão.

A mim coube-me o direito à Igualdade. O desenho que eu fiz foi o Planeta Terra, com pessoas de diferentes nacionalidades e género.

O Direito Humano da Igualdade indica que todas as pessoas têm os mesmos direitos e deveres, independentemente do género, raça ou nacionalidade.

Beatriz Barreta  N.º3 do 6.ºB

                    

Estudante OK

Numa aula de Organização Geral e Método foi lido o texto intitulado “Estudante OK” na turma do 6.º A.

Aqui fica um poema escrito pela aluna Iara Dias alusivo ao tema.

É aquele que gosta de conhecer

Aquele que se esforça a valer

Não importa onde estiver

Há sempre lugar para aprender!

Esforça-se para boas notas tirar

Está sempre a estudar

De ano vai passar

Para os seus sonhos poder alcançar !