Texto de opinião

Texto de Opinião

     O filme que escolhi é “Harry Potter e o Calice de Fogo” cujos intervenientes são: Harry, Hermione, Ron, alguns professores de Hogwards e o Lord Voldemort.

O filme é original, tem uns bons gráficos e ideias originais, não tenho nada negativo a apontar. Trata-se de um filme de qualidade.

Eu classifico-o com 9 pontos numa escala de 1 a 10. Recomendo.

 

Duarte Barreta, 8ºA

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Texto de opinião

Flash Vidas

 

São poucos os programas que conseguem colar o espetador à televisão logo no primeiro programa, é o caso do programa “Flash Vidas” apresentado por Lara Afonso o qual relata a vida de todas as celebridades.

Na minha opinião, o aspeto positivo é conhecer a infância de qualquer celebridade que por vezes chega a emocionar qualquer pessoa.

Os aspetos negativos são sem dúvida os escândalos chocantes expostos para todo o público visualizar.

Para concluir, resta-me dizer que se trata de um programa que aborda exclusivamente celebridades e as histórias fascinantes que cativam qualquer telespetador.

 

Mariana Mousaco, 8ºB

Apreciação crítica

A ordem do poço do inferno

 

 

No livro A ordem do poço do inferno, livro de Nuno Matos Valente, livro do plano nacional da leitura cujas ilustrações são de Joana Raimundo, as personagens são:Leo, Xana, Ulisses e João que vão viver uma aventura e ao mesmo tempo acontecimentos estranhos para os quais não há explicação.

Esse livro dá-nos uma informação da História de Portugal, também relata as pessoas que o ajudaram a fazer e também nos dá uma informação sobre uma realidade que é  o geocaching.

Essa obra, que é a primeira dessa coleção, começa logo com um início um pouco diferente porque se é o primeiro livro dessa coleção tem de relatar onde e quando se conheceram as personagens porque é que se juntaram, entre outros aspetos.

Assim, no restante, o livro é igualmente muito interessante e, se lerem, espero  que gostem.

 

Mateus Vicente, 8ºB

Clube do Leitor – Novo horário

 

 

A importância do conhecimento histórico

A importância do conhecimento histórico

         Num determinado povo ou região é muito importante o conhecimento da sua história para a preservação dos valores culturais e éticos desse povo em específico.

A história serve para relembrar algo que aconteceu anteriormente, seja há muito ou pouco tempo. Por isso é que se diz qua “a história é testemunha do passado…”. Esta é algo que vai ficar para sempre, vai passar de geração em geração, acrescentando-se novos acontecimentos à medida que o tempo passa. A história é algo que deve ser preservado e devidamente aprofundado, com o objetivo de preservar os valores culturais e éticos de um povo.

Um povo, como por exemplo, os Índios têm uma religião específica, têm uma determinada cultura e costumes. O que os faz, atualmente, ter esses valores culturais e éticos é a história, ou seja, o passado, pois foi este que os fez ser como são hoje em dia, dando, assim seguimento às gerações anteriores.

Em suma, deve existir uma grande importância do conhecimento histórico, de modo a preservar os valores culturais e ético de um povo.

 

 

Daniel Patrício, 11ºA

 

A História: memórias e antepassados

 

A História: memórias e antepassados

A história do mundo, do planeta, da vida terrestre, da vida humana teve um início, bem lá no fundo dos nossos antepassados. E é graças a essa história e ao facto de se perpetuar no tempo e na memória humana que sabemos o que aconteceu nos tempos antigos, sabemos quais os factos e vivências que nos antecederam e que nos trouxeram até aqui, ao presente.

É-nos verdadeiramente importante e pertinente possuir os conhecimentos históricos, principalmente aqueles que remetem para a nossa cultura e para o nosso povo. É com este conhecimento que podemos continuar com as “nossas” tradições, com os “nossos” hábitos e com os “nossos” próprios valores: tudo aquilo que na Antiguidade se foi criando, evoluindo, até chegar a nós. E somos nós, orgulhosamente, que temos de dar continuidade a tudo isto para que não fique perdido no tempo.

Suponhamos que os nossos familiares não nos tinham ensinado nada sobre valores culturais e éticos, e que não havia livro nem texto que restasse para contar a história dos povos, quais iriam ser as nossas inclinações culturais e éticas? Pois, provavelmente não sabemos responder, até porque, muito provavelmente, sem a preservação dos valores que nos constituem enquanto povo, hoje não seriamos nós mesmos, não seríamos uma só nação, unida pela língua materna e pelos costumes.

Para concluir, podemos afirmar que a história é o que nos enuncia o passado e nos ensina a ser quem somos! A história são memórias e antepassados…

 

 

Clara Minhoto, 11ºA

Há Debate na escola!

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Fotos de Margarida Cardoso
No dia 03 de abril, do corrente ano letivo, assistimos ao primeiro debate seguindo o modelo parlamentar britânico, organizado e dinamizado pelo Clube de Debate do agrupamento.
A atividade foi um sucesso!
Os alunos Clara Minhoto, da turma 10º A, do curso de CT, Marta Mousaco, Henrique Silva, Gonçalo Sereno, Khel Huot e Igor Valente, da turma 10ºB, dos cursos de CT e SE e Daniela Martins, João Delgado, Amélia Silva, Leonor Bento, Ana Carolina Marques, Mónica Marques, e Inês Pereirinha da turma 12ºA, dos cursos de CT e LH apresentaram fortes argumentos ao debater as moções “A Fome será erradicada dos países pobres num futuro próximo” e “Fame is not an easy thing to deal with”
Esta atividade destinou-se a alunos do ensino secundário e contou com a presença das docentes Alexandra Ribeiro e Lucília Nogueira que integraram o júri e a Dra. Rosa Walpole, membro da ESU, organização não governamental sem fins lucrativos com décadas de história e que foi buscar inspiração nas mais antigas sociedades de debate britânicas.

O Clube de Debate teve o apoio da SDAL, Sociedade de Debates Académicos de Lisboa e da ESU, na figura da Dra. Rosa Walpole que confessou o seu entusiasmo pela excelência, desenvolvimento de ideias e da articulação do conhecimento dos nossos alunos.

Texto de Sílvia Ramadas

Coordenadora do Clube de Debate