Texto de opinião

 

A sociedade do “eu”

A sociedade atual tem vindo a ser cada vez mais fustigada com atitudes que revelam que o ser humano está cada vez mais egoísta.
O poder e a riqueza influenciam o comportamento e a atitude de muitas pessoas. O “eu” está cada vez mais presente em detrimento do “nós”. E, infelizmente este pensamento egoísta tem vindo a aumentar especialmente nas pessoas que possuem mais poder, basta ligar a televisão ou outro meio que transmita informação para perceber que a corrupção é uma palavra com que a sociedade tem que lidar atualmente.
Parece que o ser humano tem no seu ADN a informação que quanto mais tem, mais quer e este pensamento que tem, cada vez mais, cava um fosso entre os ricos e os pobres e se não se fizer nada em relação a isso esse fosso pode nunca ser fechado.
Felizmente, para a sociedade, atitudes altruísta ainda existem (ações de solidariedade, voluntariado, etc.) porém estas atitudes por vezes são manchadas por quem se aproveita delas para retirar algum benefício para si, como é o caso de algumas fundações que se aproveitam da solidariedade de uns e da necessidade dos outros para tirarem benefícios para seu próprio proveito.
Em suma, toda a sociedade devia repensar as suas atitudes e pensar mais no “nós” do que no “eu”, pois só assim poderá existir um mundo com mais igualdade.

Sara Bento, 10ºA

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Opinião

 

 

Bahia tem 954 mil crianças e jovens em situação de pobreza …

 

Igualdade de oportunidades

                No tempo em que vivemos, no séc. XXI, já com a tecnologia e a ciência avançada, revolta-me como ainda é possível haver gente que não vai à escola, mulheres que não podem ter a mesma liberdade que os homens e que pessoas passem fome e que não tenham as mesmas oportunidades que as outras pessoas.

Há pessoas que têm orgulho em dizer que são ricas, que fazem isto e aquilo, e que têm tudo. Mas, se têm tudo, porque não podem, por exemplo, enviar ou dar alimentos ou dinheiro para aqueles que mais precisam? Quando dão, dão indignadas, porque depois não podem ir passear ao estrangeiro ou porque não podem ir comer a um restaurante cinco estrelas.

É interessante como há uma elevada desigualdade de raça, por exemplo. Não podem ter a oportunidade de nem sequer beber um copo de água transparente. Devia-se ajudar também os outros a ter oportunidades como muita gente tem. Os Africanos, por exemplo, não são mais “burros” ou mais inteligentes que os Chineses ou os Portugueses. A educação e os valores são algo que deve ser transmitido para toda a gente. Se as pessoas não disseram, por exemplo, “bom dia” ou “boa tarde” quase ninguém se fala. Há muita gente que não tem muitas oportunidades, mas que com a sua vontade própria tenta chegar longe!

Com o rumo que hoje em dia o mundo leva, vemos que há muita gente que tem tudo, mas não tem nada e aqueles que deviam de ter não têm, mas têm o mais importante.

 

Daniel Maia, 10A

Opinião

Art Ideias Ideais
artesanatosideiasideais.blogspot.com

 

Mudar de destino

Ninguém escolhe onde nasce, mas cada pessoa pode escolher o seu destino: resignar-se ao primeiro obstáculo que pode ser o nascer num meio desfavorecido e não fazer nada para mudar e continuar à deriva a ver a vida passar ou pode aceitar o seu primeiro obstáculo, levantar a cabeça e trabalhar para ter uma condição melhor.

Mas será que todos têm as mesmas oportunidades de construir uma vida melhor?

Uma condição social favorável dá mais meios para ter melhores oportunidades como, por exemplo, na educação, porém esta condição favorável não traz talento, pois este não é algo que se compre, é algo que se tem desde sempre e que se vai trabalhando ao longo da vida.

Atualmente, no meio do desporto e das artes são muitos aqueles que nasceram e cresceram em meios sociais desfavoráveis, mas com talento, trabalho e com humildade tiveram a tal oportunidade para contrariar o seu destino traçado logo ao nascer.

Não é sempre um mar de rosas e por vezes aquela tal oportunidade não aparece e podemos seguir por maus caminhos.

Em suma, a vida mostra que a oportunidade aparece com maior ou menor frequência, cabe a cada um agarrá-la com todas as suas forças e cabe-nos a nós lutar para que no fundo todos tenham o mesmo número de oportunidades.

 

 

Sara Bento, 10ºA

Leituras

O meu gosto pela leitura

 

Eu posso dizer que não odeio os livros nem os amo, mas posso dizer que adoro os livros especialmente de aventuras, livros que indicam cenas míticas e também os livros de mitologia grega, mas não quer dizer que eu não leia outros livros.

Os livros que mais me marcaram foram: Os cinco, Uma aventura e todos os livros do Percy Jackson entre outros.

Os cinco e Uma aventura são livros de aventura e os livros do Percy Jackson são uma mistura de elementos míticos e de aventura.

Para mim, os livros de aventura são como se eu estivesse a viver essa mesma aventura, porque parece tão real que não consigo explicar. Os livros de cenas míticas fazem com que a história seja mais perigosa, mas ao mesmo tempo haja mais ação, e, por fim, aprecio os livros de mitologia porque assim conhecemos mais deuses antigos, o que eles faziam, onde eles viviam e outras coisas sobre os deuses.

Por fim, as personagens que mais me marcaram foram: Percy Jackson, Zeus, Hades, Poseidon, o Tim e a Zé.

 

Mateus Fouto, 8ºB

 

Opinião

A Idade Média e o fascínio que exerce na atualidade

 

Atualmente, as pessoas têm um grande fascínio pela Idade Média.

A Idade Média foi um período de grandes mudanças. Como o próprio nome indica, foi o período de tempo entre a antiguidade e os tempos atuais.

Sim, houve grandes mudanças, mas, na minha opinião, nada que pudesse causar assim tanto fascínio pela parte das pessoas na atualidade.

Eu penso que as maiores mudanças foram na língua, que teve uma enorme evolução, e continua a evoluir, e na cultura, que, não tanto como a língua, também evoluiu bastante.

Hoje em dia, em Portugal, fazem-se as chamadas feiras medievais, onde as pessoas se vestem a rigor, como antigamente e se divertem como antigamente. Considero que é bom “reviver” o passado, e mostrar, principalmente aos mais novos, como era viver naquela época, sem tecnologia como a de hoje em dia, sem liberdade como a de hoje em dia.

Atualmente, nós, os adolescentes, temos demasiada liberdade, comparada à que os nossos avós deram aos nossos pais, ou até mesmo à que os nossos bisavós deram aos nossos avós, e mesmo assim continuamos a reclamar do que temos.

Eu julgo que consigo entender o gosto pela Idade Média, mas o fascínio não.

 

Maria João Matos, 10ºA

 

 

Pensamentos

O que é ser amado?

Se me perguntassem o significado do que é ser amado, penso que não iria ser capaz de dar uma explicação certa ou credível de tal. Na verdade, como é ser amado? É sentir que a pessoa tem uma grande afeição por nós e que se preocupa connosco? É também saber que, independentemente do que façamos temos o apoio e a confiança da pessoa? Sei que não sei o que é ser amado, mas pelas grandes tristezas e desilusões que vejo por aí não tenho a certeza se o quero ser.

 

                Outra questão que também tenho: o que é amar?

Será que nós, sociedade de hoje em dia, sabemos o que realmente é amar? Questões como estas surgem na minha cabeça de tempos a tempos e sei que nunca ninguém me vai responder da forma certa ou igual a outra, porque, supostamente, cada um tem o seu jeito de amar e de demonstrar. Questiono-me se algum dia serei capaz de amar e ser amada pelo meu conceito de amor, mas até lá ainda tenho de descobrir o que é realmente este sentimento para mim.

 

Nicole Duarte, 10º A

Pensamentos escritos

O que é ser amado?

Se me perguntassem o significado do que é ser amado, penso que não iria ser capaz de dar uma explicação certa ou credível de tal. Na verdade, como é ser amado? É sentir que a pessoa tem uma grande afeição por nós e que se preocupa connosco? É também saber que, independentemente do que façamos temos o apoio e a confiança da pessoa? Sei que não sei o que é ser amado, mas pelas grandes tristezas e desilusões que vejo por aí não tenho a certeza se o quero ser.

 

Outra questão que também me coloco: o que é amar?

Será que nós, sociedade de hoje em dia, sabemos o que realmente é amar? Questões como estas surgem na minha cabeça de tempos a tempos e sei que nunca ninguém me vai responder da forma certa ou igual a outra, porque, supostamente, cada um tem o seu jeito de amar e de demonstrar. Questiono-me se algum dia serei capaz de amar e ser amada pelo meu conceito de amor, mas até lá ainda tenho de descobrir o que é realmente este sentimento para mim.

 

Nicole Duarte, 10º A