Opinião

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Mudar de destino

Ninguém escolhe onde nasce, mas cada pessoa pode escolher o seu destino: resignar-se ao primeiro obstáculo que pode ser o nascer num meio desfavorecido e não fazer nada para mudar e continuar à deriva a ver a vida passar ou pode aceitar o seu primeiro obstáculo, levantar a cabeça e trabalhar para ter uma condição melhor.

Mas será que todos têm as mesmas oportunidades de construir uma vida melhor?

Uma condição social favorável dá mais meios para ter melhores oportunidades como, por exemplo, na educação, porém esta condição favorável não traz talento, pois este não é algo que se compre, é algo que se tem desde sempre e que se vai trabalhando ao longo da vida.

Atualmente, no meio do desporto e das artes são muitos aqueles que nasceram e cresceram em meios sociais desfavoráveis, mas com talento, trabalho e com humildade tiveram a tal oportunidade para contrariar o seu destino traçado logo ao nascer.

Não é sempre um mar de rosas e por vezes aquela tal oportunidade não aparece e podemos seguir por maus caminhos.

Em suma, a vida mostra que a oportunidade aparece com maior ou menor frequência, cabe a cada um agarrá-la com todas as suas forças e cabe-nos a nós lutar para que no fundo todos tenham o mesmo número de oportunidades.

 

 

Sara Bento, 10ºA

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Leituras

O meu gosto pela leitura

 

Eu posso dizer que não odeio os livros nem os amo, mas posso dizer que adoro os livros especialmente de aventuras, livros que indicam cenas míticas e também os livros de mitologia grega, mas não quer dizer que eu não leia outros livros.

Os livros que mais me marcaram foram: Os cinco, Uma aventura e todos os livros do Percy Jackson entre outros.

Os cinco e Uma aventura são livros de aventura e os livros do Percy Jackson são uma mistura de elementos míticos e de aventura.

Para mim, os livros de aventura são como se eu estivesse a viver essa mesma aventura, porque parece tão real que não consigo explicar. Os livros de cenas míticas fazem com que a história seja mais perigosa, mas ao mesmo tempo haja mais ação, e, por fim, aprecio os livros de mitologia porque assim conhecemos mais deuses antigos, o que eles faziam, onde eles viviam e outras coisas sobre os deuses.

Por fim, as personagens que mais me marcaram foram: Percy Jackson, Zeus, Hades, Poseidon, o Tim e a Zé.

 

Mateus Fouto, 8ºB

 

Opinião

A Idade Média e o fascínio que exerce na atualidade

 

Atualmente, as pessoas têm um grande fascínio pela Idade Média.

A Idade Média foi um período de grandes mudanças. Como o próprio nome indica, foi o período de tempo entre a antiguidade e os tempos atuais.

Sim, houve grandes mudanças, mas, na minha opinião, nada que pudesse causar assim tanto fascínio pela parte das pessoas na atualidade.

Eu penso que as maiores mudanças foram na língua, que teve uma enorme evolução, e continua a evoluir, e na cultura, que, não tanto como a língua, também evoluiu bastante.

Hoje em dia, em Portugal, fazem-se as chamadas feiras medievais, onde as pessoas se vestem a rigor, como antigamente e se divertem como antigamente. Considero que é bom “reviver” o passado, e mostrar, principalmente aos mais novos, como era viver naquela época, sem tecnologia como a de hoje em dia, sem liberdade como a de hoje em dia.

Atualmente, nós, os adolescentes, temos demasiada liberdade, comparada à que os nossos avós deram aos nossos pais, ou até mesmo à que os nossos bisavós deram aos nossos avós, e mesmo assim continuamos a reclamar do que temos.

Eu julgo que consigo entender o gosto pela Idade Média, mas o fascínio não.

 

Maria João Matos, 10ºA

 

 

Pensamentos

O que é ser amado?

Se me perguntassem o significado do que é ser amado, penso que não iria ser capaz de dar uma explicação certa ou credível de tal. Na verdade, como é ser amado? É sentir que a pessoa tem uma grande afeição por nós e que se preocupa connosco? É também saber que, independentemente do que façamos temos o apoio e a confiança da pessoa? Sei que não sei o que é ser amado, mas pelas grandes tristezas e desilusões que vejo por aí não tenho a certeza se o quero ser.

 

                Outra questão que também tenho: o que é amar?

Será que nós, sociedade de hoje em dia, sabemos o que realmente é amar? Questões como estas surgem na minha cabeça de tempos a tempos e sei que nunca ninguém me vai responder da forma certa ou igual a outra, porque, supostamente, cada um tem o seu jeito de amar e de demonstrar. Questiono-me se algum dia serei capaz de amar e ser amada pelo meu conceito de amor, mas até lá ainda tenho de descobrir o que é realmente este sentimento para mim.

 

Nicole Duarte, 10º A

Pensamentos escritos

O que é ser amado?

Se me perguntassem o significado do que é ser amado, penso que não iria ser capaz de dar uma explicação certa ou credível de tal. Na verdade, como é ser amado? É sentir que a pessoa tem uma grande afeição por nós e que se preocupa connosco? É também saber que, independentemente do que façamos temos o apoio e a confiança da pessoa? Sei que não sei o que é ser amado, mas pelas grandes tristezas e desilusões que vejo por aí não tenho a certeza se o quero ser.

 

Outra questão que também me coloco: o que é amar?

Será que nós, sociedade de hoje em dia, sabemos o que realmente é amar? Questões como estas surgem na minha cabeça de tempos a tempos e sei que nunca ninguém me vai responder da forma certa ou igual a outra, porque, supostamente, cada um tem o seu jeito de amar e de demonstrar. Questiono-me se algum dia serei capaz de amar e ser amada pelo meu conceito de amor, mas até lá ainda tenho de descobrir o que é realmente este sentimento para mim.

 

Nicole Duarte, 10º A

Almoço Solidário

Almoço Solidário – Corações Maiores – Por Mação e Pedrógão Grande – 8 de outubro 2017

 

No passado mês de outubro, o Agrupamento de Escolas Verde Horizonte mostrou, mais uma vez, a sua total disponibilidade para apoiar causas onde a solidariedade é o mote. E, como tal, juntou-se à equipa CORAÇÕES MAIORES através da professora Cláudia Olhicas, mentora da equipa do almoço Solidário Por Mação e Pedrógão Grande e ainda diretora de turma do 12º A.

No almoço, alguns alunos da referida turma, assim como das turmas de Hotelaria e Restauração, 10º, 11º e 12º Anos e Turma de Cef, apoiaram e representaram a escola com a maior das dedicações. Este encontro contou ainda com a presença de 270 pessoas de vários pontos do país, que passo a enumerar: São Martinho do Porto, Mealhada, Leiria, Barreiro, Torres Novas, Constância, Abrantes, Pucariça, Rio de Moinhos, Alferrarede, Tramagal, Abrançalha, Chainça, Rossio ao Sul do Tejo, São Miguel do Rio Torto, Bemposta, Mação, Envendos, Carvoeiro, Cardigos, Ortiga e Pedrógão Grande. E, surpreendentemente, estiveram presentes grandes corações que, fisicamente, apresentam grandes debilidades.

Este almoço, pensado pouco depois da catástrofe de Pedrógão Grande, e inicialmente previsto apenas para Pedrógão estendeu-se também a Mação. Felizmente em Mação não se registaram vítimas mortais, contudo a área ardida do concelho, as habitações destruídas pelo fogo e os equipamentos de trabalho de muitas famílias motivaram a que o almoço acontecesse também por Mação.

A equipa Corações Maiores tem ido ao terreno reconfortar as famílias com bens materiais, alimentares e com mensagens de esperança e, em conjunto com cidadãos conscientes da realidade da dor da perda e que entendem o verdadeiro significado de “hoje eles, amanhã nós”, tem vindo assim a minimizar algumas necessidades. E foi precisamente nesta linha de ações que o almoço surgiu, para dar continuidade a este incrível trabalho.

Este almoço marcou um dia onde o altruísmo falou mais alto, um encontro de convívio e degustação, mas sempre orientado para um objetivo, contribuir para minimizar a dor de quem tudo ou quase tudo perdeu nos incêndios de Mação e Pedrógão Grande. Decorreu ao som do piano de Nelson Bugalho e contou com a extração de 3 lotos, o que permitiu a obtenção adicional de 390€, usados para auxiliar a recuperação de um residente de Pedrógão Grande que sofreu graves queimaduras e que acordou há pouco tempo de um coma.

E se é verdade que este almoço irá ajudar imensas pessoas, também é um facto que a sua realização não teria sido possível sem a ajuda de algumas pessoas e patrocinadores, pelo que, em nome da Equipa Corações Maiores e do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte, deixo um último agradecimento a todos os que estiveram presentes, especialmente àqueles que viveram a catástrofe; ao Diogo Lindo e Fábio Ferreira pelos vários contributos; às professoras Camila Fernandes e Margarida Castanho pela ornamentação das mesas; ao professor José Gonçalves pela partilha de algumas fotos do concelho de Mação; ao ex-aluno da Escola Secundária de Mação, Miguel Lourenço, pela disponibilidade para a organização dos registos fotográficos e vídeos; ao Pianista Nelson Bugalho pela inegável dedicação; aos corações maiores que ajudaram na venda dos bilhetes; assim como aos proprietários dos estabelecimentos de venda dos mesmos, Dom Papito, Dunas de Saber e BeaKid; ao grupo que dinamizou o loto, especialmente à Olga Alves, ao Daniel Pereira e ao Pedro Santos; assim como aos patrocinadores do loto; à AMS, à Quinta das Oliveiras, e, por último, ao alunos das turmas de Hotelaria e Restauração e às técnicas que os acompanharam, Bárbara António, Raquel Rosa e Carla Martins, que com rigor e sabor abrilhantaram ainda mais este evento Solidário.

A união entre todas estas entidades possibilitou a obtenção de 1680€, que serão repartidos em partes iguais por Mação e Pedrógão Grande através de bens a entregar a algumas famílias afetadas, em época Natalícia.

Ninguém ficou indiferente a este significativo gesto e, pessoalmente, como partilho da opinião de que a solidariedade é contagiante, penso que nos devemos deixar contagiar e contagiar o próximo, pois solidariedade é nada mais, nada menos, que amor em ação, e é precisamente disso que o mundo necessita!

 

Raquel Parente, 12º A

Texto de opinião

O Homem do século XXI

Podemos dividir a clonagem em duas partes distintas, a clonagem terapêutica e a clonagem reprodutiva, sendo que a clonagem terapêutica se foca na manutenção e sobrevivência de um indivíduo, enquanto a clonagem reprodutiva se descreve na forma de criar um ser vivo, geneticamente idêntico a outro já existente.

A clonagem terapêutica tem permitido, ao longo de vários anos, a modificação de tecidos já existentes para que esse tecido tenha a capacidade de combater ou prevenir uma doença genética. É possível criar em laboratório alguns tecidos e/ou partes de órgãos para se permitir a sobrevivência de um indivíduo. Com a utilização de células estaminais ou células já especializadas pode produzir-se o tecido que se pretende e utilizá-lo para substituir o tecido afetado. Por exemplo, as pessoas que sofrem de Síndrome de Imunodeficiência Combinada (SCID): recentemente é possível utilizar a genética para modificar a sua medula óssea de modo a que esta consiga produzir os anticorpos para se defender dos muitos vírus e bactérias. Temos assim alguns dos benefícios da clonagem terapêutica.

Apesar das renitências quanto à clonagem terapêutica, a clonagem reprodutiva nunca foi impedida de avançar, o que abriu a caixa de Pandora para a diversidade genética do ser humano, permitindo aos ricos e poderosos a sua eventual clonagem para preservarem as suas fortunas ou os seus estatutos sociais. Também poderá dar a vírus e bactérias um possível avanço na luta pela sobrevivência. Ou seja, com a clonagem o sistema imunitário não mantém a sua evolução iniciada há muitos milhares de anos, decorrente da eterna batalha entre o sistema imunitário humano e a sobrevivência dos vírus e bactérias (coevolução).

Por estes motivos, consideramos a clonagem reprodutiva como a caixa de Pandora da humanidade e a clonagem terapêutica como a terceira revolução industrial (revolução tecnológica), sendo que o uso de cada uma deve ser debatido e decidido qual a que traz mais benefícios para a humanidade e qual deverá ser punida para não alterar a evolução natural do Homem.

 

Lucas Pita, Rafael Rodrigues e Rafael Pinto, 11º A-Ct