Reportagem

Lisboa Games Week

 

A Worten volta a realizar, pela terceira vez, no Parque das Nações, a Lisboa Games week que desta vez ocupou dois pavilhões (pavilhões 3 e 4 da FIL [feira internacional de Lisboa]) diferente das três primeiras convenções que decorreram apenas num.

 

Em primeiro lugar, a meu ver, e como frequente observação de alguns entrevistados, a maior mudança desta edição da convenção foi, de certeza, o aumento do espaço para dois pavilhões. Desde o primeiro evento que um dos grandes problemas era o “pequeno” espaço de apenas um pavilhão em relação à quantidade de pessoas. O acréscimo de um pavilhão ajudou não só na movimentação das pessoas, mas também deu lugar a mais atividades.

No evento, estiveram representadas algumas marcas conceituadas no mundo dos jogos: Playstation (Sony), Xbox (Microsoft), Nintendo, Omen (HP) , Republico of Gamers (ASUS), Lenovo, LG, algumas lojas de informática: PCDiga, a própria Worten, AlienTech , GlobalData e outras marcas que não fazem parte da categoria de informática nem de jogos mas que também patrocinaram o evento: CTT, Moche, Cigala e Blue.

As marcas presentes tinham stands com jogos para demonstração, as lojas tinham, cada uma, os seus “minimercados” onde vendiam principalmente Jogos e componentes “Gamer” e as restantes patrocinadoras tinham os seus próprios espaços de publicidade, e no caso da Cigala e Blue, que são marcas de culinária e de refrigerantes, respetivamente, também tinham a venda dos seus produtos. Para além disso, também havia à venda outro tipo de produtos do universo dos vídeo-jogos e de cultura Pop Japonesa com posters, T-Shirts, etc., realizaram-se torneios de E-Sports: FIFA 18, Counter Strike Global Offensive, Overwatch, etc. e estiveram presentes bastantes Youtubers a dar autógrafos e a tirar fotografias com os seus fãs.

Para finalizar, esta terceira edição foi a melhor, muito devido ao aumento do espaço e á adição de mais espaços com consolas para testar os novos lançamentos de vídeo-jogos. Se este evento continuar a melhorar, cada vez mais irá atrair mais gente e, quem sabe, no futuro, aumentar mais um pavilhão.

 

João Garcia, 10º A

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Are online games good or bad for teenagers?

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Imagem retirada da Net

Online games are a new type of gaming that teenagers use as a means to escape reality. As everything else, online games also have advantages and consequences. But the most important thing to know is if online games are good or bad influences to teenagers.

Online gaming can be very relaxing after a day at school and, being more interactive than the TV, it allows students to connect with English more actively, this being a good way to learn vocabulary and improve reading skills.

However, teens get too attached to these games, losing precious time on the computer, becoming addicted to this never ending fun. This leads to loss of interest in school and creates negative effects on the results. Also many of the vocabulary they learn in these games is of violent or insulting nature, which is bad.

But other advantages of the online games are improvements it does on teens’ memory, reflexes, logical thinking and reaction time. Patience and endurance are also exercised as teenagers struggle to finish the game, gaining confidence as they do so.

The confidence level of the player can, however, diminish when there’s a part that they can’t go through, influencing the confidence in real world situations. Also, the player will lose touch with the outside world, spending less time exercising or with friends and family. It causes antisocial behavior.

In the end, we can understand that maybe the cons outweigh the pros but it depends on the amount of time a person spends on gaming. If it’s too much, it is bad. If it’s just a little bit after arriving home from school it doesn’t hurt. So, if you plan on becoming an online gamer, just try to regulate your time accordingly. And don’t forget that school is more important than gaming.

Raquel Cabrita

 10º A

Atividades do último dia de aulas

V Concurso de Postais de Natal de Francês e  IV Concurso de Postais de Natal de Espanhol
V Concurso de Postais de Natal de Francês e
IV Concurso de Postais de Natal de Espanhol

Atividades do Agrupamento de Francês, Clube de Francês, Agrupamento de Espanhol e Clube Europeu

No dia dezassete de dezembro, último dia de aulas, chegou à nossa escola a época natalícia. Acompanhadas de uma decoração alusiva à quadra, as atividades foram múltiplas e variadas. Pelas 10.30 horas, decorreu a entrega de prémios do V Concurso de Postais de Natal de Francês e o IV de Espanhol, na biblioteca da escola sede, realizada pelo senhor diretor do Agrupamento e organizada respetivamente pelo Agrupamento de Francês e pelo de Espanhol.

Deixamos os nossos agradecimentos à Plátano Editora, à Areal Editora e ainda à Porto Editora pelos prémios enviados para atribuição aos vencedores de ambos os concursos.

Realizou-se ainda, no mesmo espaço, o sorteio do Cabaz de Natal do Clube de Francês, tendo a feliz contemplada sido Nadine Ambrósio, da Ortiga. Também o Clube Europeu marcou presença e realizou um sorteio de prémios.

Às 11 horas, conforme previsto, teve início o Torneio de Matraquilhos organizado pelo 11º C de Francês profissional, pertencente ao Clube de Francês. A equipa vencedora – “Power boys” – constituída pelos alunos André Batista e Cristiano André, da turma C, do 11º ano, obteve o prémio de um vale de compras dando direito ao levantamento de duas penes de 4 GB na loja OIMAC de revenda de material informático, de Mação. Esta empresa, desde o primeiro momento manifestou o seu interesse no patrocínio desta atividade lúdico-desportiva, pelo qual o Clube de Francês e o Agrupamento de Francês agradecem.

Nesta manhã, os alunos da turma C, do 11º ano, representando o Clube de Francês, enriqueceram ainda o espaço escolar com uma banca de doces natalícios franceses, relembrando assim a gastronomia e a cultura francesa.

Banca de doces natalícios franceses - Clube de Francês
Banca de doces natalícios franceses – Clube de Francês

A turma 11ºC e

professora Anabela Ferreira

R. A. T. 7 MMO

SONY DSC(Foto retirada deste site)

Quem à primeira vista não conseguir perceber o que é o dispositivo apresentado na imagem acima, está completamente perdoado. Apesar de parecer uma nave espacial, é um rato de computador. A sério, é mesmo.

O aspeto futurista é dado pela grande quantidade de modificações que é possível fazer. O apoio da palma da mão desliza sobre um carril, podendo ser ajustado ao comprimento da mão do utilizador. As peças laterais podem ser mudadas para se ajustar ao tamanho dos dedos polegar e mindinho, evitando que estes dedos toquem a superfície da mesa. A base do rato tem um sistema de pesos que permite alterar a posição do centro de massa e possui ainda 15 botões programáveis distribuídos pela superfície do dispositivo.

Usa um sensor laser com resolução até 6400 dpi.

É um rato com alma gamer e inclui um plugin para Wold of Warcraft que pemite reprogramar os botões a partir do próprio WoW.

Pronto, já sabem o que me podem oferecer no próximo Natal.

Dia de Halloween

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Turma 12B – Curso Profissional de Técnico de Marketing

No dia 31 de outubro, a turma de Marketing desenvolveu várias atividades relativas ao Halloween, envolvendo toda a comunidade escolar: jogo do cemitério: para os 5º e 6º anos; concurso de máscaras; sessão de cinema; pinturas faciais, alusivas ao Halloween; espaço MKT: venda de doces, acessórios e jogos tradicionais.

O objetivo foi a divulgação da data festiva “Halloween” e em simultâneo criar interatividade e divertimento no espaço escolar.

Agradecemos à direcção, na pessoa do Sr. Diretor e a todos os que contribuíram para a realização da atividade.

Simb

Programas a custo zero (8)

Este mês vamos falar de dois jogos, bastante diferentes, um de estratégia e um de plataformas, mas ambos open source.

FreeCiv

O FreeCiv é um jogo de estratégia baseado na evolução humana. Começamos com poucas unidades, com conhecimento limitado do mapa de jogo e com poucos conhecimentos científicos e culturais. É um típico jogo 4X (eXplore, eXpand, eXploit, eXterminate). Temos de explorar o mapa de jogo, expandindo o nosso território através da fundação de novas cidades e explorando os recursos disponíveis. Existem outras civilizações no mesmo mapa (controladas pelo computador ou por outros jogadores) que competem pelos mesmos recursos. Inevitavelmente vai ocorrer o contato entre as civilizações, tendo então de se escolher que rumo tomar: assinar um tratado de paz, iniciar trocas comerciais ou entrar em guerra.

Não é o tipo de jogo que se jogue em cinco minutos, nem em meia hora. Um jogo completo pode demorar muitos dias ou semanas (obviamente há a opção de gravaçao do jogo). Para quem goste de estratégia este jogo é um clássico.

SMC – Secret Maryo Chronicles

O Secret Maryo Chronicles é um jogo simples, mas bastante divertido. Foi inspirado no classico Super Mário e o seu aspecto e jogabilidade é muito semelhante aos “Mário” originais. O nosso heroi tem de saltar sobre os obstáculos, apanhando moedas e derrotando (ou esquivando) os adversários que se lhe atravessam.

O jogo está muito bem construído e tem uns gráficos cuidados e divertidos.

Por oposição ao FreeCiv, acima, este sim é um tipo de jogo em que podemos jogar apenas 5 minutos.

Programas a custo zero (6)

Desta vez vamos levantar voo.

FlightGear

O FlightGear é um simulador de voo, atenção, eu disse simulador de voo, não disse jogo. São coisas muito diferentes. O FlightGear não é para os pilotos de fim-de-semana que só pegam no joystick muito de vez em quando (ah sim, para um simulador de voo ou até para um “jogo de aviões” é essencial usar um bom joystick). Embora não seja absolutamente necessário, é conveniente ter algumas noções mesmo que básicas do ato de voar em aviões. Ou seja, convém saber o que são os flaps, ailerons, trem de aterragem, velocidade de sustentação, ser capaz de ler mapas, etc.

Como é comum nos simuladores de voo há um grande conjunto de teclas de atalho que é preciso usar.

Se se sentem com coragem para tentar pegar num avião o mais próximo da realidade que se consegue sentado numa cadeira, podem usar o FlightGear à vontade, pois é open source. Bons voos.

Programas a custo zero (4)

Desta vez vamos falar de uns jogos, o Battle for Wesnoth e o Crimson Fields. Ambos requerem conhecimentos de inglês, pois não estão traduzidos para português.

Battle for Wesnoth

Battle for Wesnoth é um jogo de estratégia baseado em turnos, o que se costuma chamar na gíria dos jogos um TBS (Turn Based Strategy).

O jogo passa-se num ambiente de estilo medieval, parecido ao mundo de O Senhor dos Anéis, com cavaleiros, dragões, elfos, orcs, etc. Como é costume nos jogos por turnos, há um momento em que nós movimentamos as nossas personagens, num tabuleiro hexagonal e depois é a vez do(s) adversário(s).  Permite jogar sozinho ou contra o computador ou contra outros adversários humanos.

Crimson Fields

Crimson Fields é também um jogo de estratégia baseado por turnos com um tabuleiro hexagonal, mas o funcionamento é ligeiramente diferente. Há um momento inicial em que se movimentam as peças e só depois se passa para a fase de combate.

O ambiente do Crimson Fields é mais bélico, retratando o conflito entre duas potencias imaginárias.

Programas a custo zero – VDrift

Vamos começar por esclarecer uma coisa: nem todo o software que se “puxa” da Internet é gratuito. Os programas são feitos por pessoas (programadores) que geralmente gostam que lhes paguem pelo seu trabalho. O ato de puxar um programa da Internet sem pagar tem um nome: pirataria informática.

Felizmente, nem todos os programas são pagos, há alguns que são gratuitos e até há alguns que são melhor que gratuitos, porque são open source.

A expressão open source pode ser traduzida para português por “código livre” ou “código aberto” e significa que além do programa ser completamente gratuito o código usado para criar o programa também pode ser visto e modificado (desde que se dê o devido crédito aos programadores originais).

Parece uma ideia estranha, ter o trabalho de criar um programa e depois dá-lo assim gratuitamente, mas na verdade há alternativas open source para *quase* tudo.

É sobre este mundo open source que vamos falar nesta série de artigos. E vamos começar por um jogo.

VDrift
VDrift

VDrift

O VDrift é um simulador de corridas de automóveis. Como é comum nos projetos open source, ainda não é um jogo “acabado”, está sempre em desenvolvimento.

O VDrift, como o nome indica, está pensado para fazer drift racing, que são as corridas em que o piloto faz derrapar propositadamente as rodas traseiras do carro nas curvas.

O download inicial tem apenas 2 carros e 2 pistas, mas pode fazer-se o download de mais carros e pistas no site do jogo, até 40 carros e 40 pistas.

É utilizado um motor de física (é o que determina como se comporta o carro nas curvas, saltos, acelerações, colisões, resistência do ar, etc) que tenta ser o mais realista possível, pelo que é capaz de ser um pouco difícil demais para vocês, condutores virtuais de fim-de-semana… mas se estiverem interessados em experimentar podem dirigir-se ao site oficial em http://vdrift.net/.

Boas corridas.

Professor Ilídio Vicente