Balanço do Ano Letivo 2016-2017

Agora que o ano letivo 2016-2017 chegou ao seu fim, cabe-me, na qualidade de Coordenador da equipa que continuamente participou na elaboração deste vosso jornal, desejar a todos os que estão envolvidos no estudo e na realização de provas de exame, que tudo corra bem e que todos os vossos sonhos e projetos tenham o maior sucesso possível. Foi para isso que convosco trabalhámos e é esse o desejo de todos os professores que diariamente vos apoiam.

A todos os que ainda não estão envolvidos nesse trabalho, desejamos umas óptimas férias. Descansem, divirtam-se e aproveitem este calor para se refrescarem numa das agradáveis praias fluviais do concelho, no mar ou onde desejarem.

Não posso deixar de aproveitar esta ocasião para vos dar conta de como tem sido a vossa colaboração no vosso VHO. Afinal, esse é o motivo pelo qual este vosso jornal existe. Assim, passo a mostrar-vos, com enorme prazer, os números da vossa participação no nosso jornal.

Este primeiro gráfico mostra toda a vossa participação desde que o VHO existe (nesta segunda versão).

Este segundo mostra a vossa participação mensal.

Este terceiro gráfico mostra a vossa participação semanal.

Este quarto gráfico mostra toda a vossa participação diária.

Finalmente, guardámos para último o mais significativo, não querendo, porém, dizer que os outros não são importantes. Eis o ponto alto de toda a vossa participação:

22.812 visualizações de fotos num único dia, o dia em que foi divulgada a reportagem sobre o sarau de fim de ano!

Enquanto Coordenador desta equipa – e em nome de todos – quero agradecer todo o carinho, apoio e interesse que demonstraram no nosso trabalho.

Professor João Pinheiro

 

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Escola Aberta 2017

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Clicar na foto para ver a reportagem fotográfica completa.

Os últimos dias do segundo período foram vividos com grande intensidade por toda a comunidade escolar. Como já vem sendo habitual, realizou-se uma das atividades mais marcantes de toda a vida do nosso Agrupamento: a Escola Aberta.

Ao longo dos dois dias de atividades, todos os alunos puderam desfrutar da enorme variedade de atividades propostas para seu deleite. Não há nada melhor que aprender experimentando e brincando!

A equipa do teu Verde Horizonte on-line deseja que, agora que o derradeiro período do ano letivo 2016-2017 se inicia, a oportunidade de reveres estes brilhantes momentos seja uma fonte de inspiração para o teu sucesso educativo.

Bom terceiro período!

Texto e fotos,

professor João Pinheiro

A Treasure Chest of Letters

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Terminou, no passado dia 14, a atividade “A Treasure Chest of Letters”, dos International Pen Friends, que consistia na escrita e envio de uma carta para a Autrália, em Inglês, por todos aqueles que desejassem participar na iniciativa.
Esta atividade foi lançada por aquela organização com o objetivo de, simbolicamente, comemorar os 50 anos de existência dos International Pen Friends; 50 anos a aproximar povos e a derrubar fronteiras, a criar amizades através da escrita de cartas.
As cartas, depois de cuidadosamente abertas para a sua apreciação e participação num concurso, serão fechadas e guardadas num baú durante os próximos 50 anos! Nessa altura, esse baú será aberto e as cartas poderão, finalmente, cumprir o seu propósito: comunicar com alguém num futuro ainda distante!
Quem as irá ler? Onde serão encontradas? Seremos contactados de volta? Não sabemos… Vamos ficar à espera! Daqui por 50 anos veremos!
Os alunos das turmas do 8ºA, 9ºA, 9ºB, 10ºA, 10ºC, 11ºA, 11B e do 12ºA mostraram elevado interesse e dinamismo ao participar na atividade com a elaboração de 80 cartas inéditas e criativas para esta original cápsula do tempo.
Mais  ou menos extensas, mais simples ou mais elaboradas, mais ou menos coloridas, com fotografias ou desenhos, as cartas demonstram a capacidade dos nossos alunos partilharem as suas preocupações com o mundo atual e a possibilidade de especularem sobre um futuro que desconhecem.
Resta-nos aguardar, porque o futuro será, um dia, presente!
Professores Sílvia Ramadas e João Pinheiro

NOITE DE NATAL INESQUECÍVEL, Junto dos Sem-abrigo de Lisboa

 

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Clicar na foto para ver a reportagem fotográfica completa.

Foi na noite de 25 para 26 de dezembro de 2016, que nós, alunos do 12.º A – 2016/2017, rumámos até Lisboa, acompanhados de alguns professores do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte de Mação, nomeadamente, das professoras Cláudia Olhicas, Margarida Castanho e Alexandra Ribeiro, do nosso Diretor de Agrupamento, José António Almeida e do filho do Diretor, João Almeida, no âmbito do projeto “Ao Encontro de Mudanças e Desafios, e de Crescimento Pessoal”. Neste novo desafio acompanhámos a Comunidade Vida e Paz em três voltas com as equipas de rua e entregámos aos muitos Sem-abrigo, que fomos encontrando, alimentos e agasalhos. Como grupo, achámos que esta missão teve um retorno muito positivo. Entendemos que todos crescemos um bocadinho enquanto alunos e seres humanos. Uma experiência que contribuiu, um pouco, para ajudar quem vive sem teto, mas que acabou por nos ajudar mais a nós alunos, pois no fim da noite apesar de cansados e com frio todos nós regressámos a casa, já de madrugada, com o coração cheio de alegria e paz. Naquela noite fomos realmente felizes! Como nota final não podemos deixar de agradecer àquela que foi a mentora de tudo isto, a nossa Diretora de Turma, Cláudia Olhicas, já que foi ela que nos incentivou e que nos tem feito ser um “exército de corações maiores”! Um grande e sentido obrigado professora! Ao Sr. Carlos Maia que fez a ligação à comunidade Vida e Paz e ao nosso Diretor, José António Almeida, aqui expressamos também os nossos agradecimentos por nos permitirem participar de uma experiência inesquecível!

 

Pela Turma do 12º A,

Rodrigo Leitão e João Delgado

Feirinha de outono

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No dia 16 de novembro realizamos uma feira mostra de outono no Jardim de Infância e EB1 de Cardigos.

Decoramos a sala com objetos históricos, alguns utilizados pelos nossos avós. Aproveitamos também para fazer uma mostra da gastronomia e doçaria local (bolos tradicionais, mel, tartes, compotas e geleias de frutos de outono…), e de alguns produtos agrícolas (couves, alfaces, abóboras, espinafres, azeite, pão…).

Ao longo do dia vieram muitas pessoas para ver a nossa exposição e reviver momentos do seu passado através da visualização dos objetos expostos que mostravam um pouco da cultura da comunidade local.

Foi um dia inesquecível porque a brincar aprendemos um pouco da história e cultura dos nossas antepassados. Também vimos e interagimos com adultos que já não víamos há muito tempo e também com os nossos familiares.

Alunos do JI e EB de Cardigos

CERIMÓNIA DO HASTEAR DA BANDEIRA ECO-ESCOLAS

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No passado dia 7 de novembro o Clube Eco-Escolas do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte – Mação organizou, mais uma vez, a Cerimónia do Hastear da Bandeira Verde, galardão máximo atribuído pelo trabalho desenvolvido no anterior em prol do ambiente.

Numa cerimónia simples, para além de apresentarmos à comunidade escolar o novo Clube Eco-Escolas, revelámos os nossos dotes de dança e alegrámos ouvidos e olhos de todos os presentes com um espetáculo de dança a que se seguiu o Hastear da Bandeira Verde.

Gostaríamos de contar com a presença de todos nas atividades propostas pelo Clube.

Participa nas atividades do Clube, todas as quartas-feiras das 13h às 15h:30 minutos, na sala A10.

O AMBIENTE agradece.

Professora Manuela Alves

Dois breves apontamentos sobre a educação nacional

O senhor Diretor do nosso Agrupamento fez-nos chegar dois breves artigos sobre um estudo da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), que fez a análise do sucesso educativo nacional dos nossos jovens.

Fonte público

Educação

Taxa de “percursos de sucesso” entre alunos com mães sem habilitações é de apenas 8%

Por Natália Faria

Análise ao 2.º ciclo confirma relação entre nível socioeconómico e resultados. Dinamismo dos professores também conta

O ponto de partida era perceber até que ponto as desigualdades socioeconómicas das famílias se reproduzem no desempenho escolar dos filhos. E os resultados de uma nova análise confirmam aquilo que já vinha sendo apontado em estudos anteriores: em Portugal há uma relação “muito forte” entre o desempenho escolar dos alunos e o meio socioeconómico dos agregados familiares, segundo a Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), do Ministério da Educação.

Entre os alunos cujas mães têm licenciatura ou bacharelato, a percentagem de “percursos de sucesso” no 2.º ciclo do ensino básico é de 80%. Já entre os alunos cujas mães têm habilitação escolar mais baixa, equivalente ao 4.º ano, a percentagem baixa para os 26%, revela o estudo Desigualdades Socioeconómicas e Resultados Escolares – 2.º ciclo do ensino público geral. As discrepâncias são ainda mais evidentes quando se compara o percurso dos alunos cujas mães não possuem qualquer habilitação com o percurso daqueles cujas mães têm mestrado ou doutoramento: a diferença vai dos 8% aos 83%.

Por definição, um aluno com “percurso de sucesso” no 2.º ciclo (5.º e 6.º anos de escolaridade) é um aluno que obteve positiva nas duas provas finais do 6.º ano de 2014/15 (Português e Matemática), após um percurso sem retenções no 5.º ano.

Este documento vem dar seguimento a uma análise semelhante, de Fevereiro, mas que incidia sobre o 3.º ciclo. Neste nível escolar, as disparidades no desempenho escolar das crianças eram mais agudas. A taxa de “percursos de sucesso” entre os alunos com mães detentoras de uma licenciatura ou bacharelato era de 71%, contra 19% no caso de alunos cujas mães tinham apenas o 4.º ano.

Apesar destas conclusões, a DGEEC sustenta que o “nível socioeconómico não equivale a destino”, ou seja, “não determina de forma inapelável o desempenho”. E aponta como argumento o facto de as crianças de algumas regiões com indicadores socioeconómicos desfavoráveis, como Braga ou Viseu, terem, apesar disso, indicadores de desempenho “francamente superiores” à média nacional. Importa, diz, investigar “localmente e de forma aprofundada” que outros factores entram em jogo. “O dinamismo da escola e dos seus professores” poderá “compensar e até superar os efeitos do nível socioeconómico” das famílias.

Fonte jn

Só 27% dos alunos mais pobres têm boas notas

 Apenas 27% dos 20.299 alunos do 2.º Ciclo que recebem o maior apoio da Ação Social Escolar (ASE) têm sucesso escolar.

Os dados estão num estudo da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), publicado esta quarta-feira, que sublinha que os jovens de famílias de baixos rendimentos apresentam taxas de sucesso mais baixas.

Não é novo, mas justifica a ambição do secretário de Estado da Educação, João Costa, ter “a obsessão de fazer com que a pobreza deixe de ser um preditor de sucesso”, conforme disse ao JN, em setembro.

Segundo o relatório, são apenas 5.452 os discentes do 2.º Ciclo com escalão A da ASE (o maior nível de apoio) que conseguem ter bons resultados. Pelo meio ficam os 6.972 dos 16.157 jovens do mesmo Ciclo com escalão B, ou seja, 43%; e, no extremo oposto, os alunos que não precisam de apoio, com resultados bem mais favoráveis: 28.175 de um total de 45.005 tem boas notas, isto é, 63%.

Numa nota enviada às redações, o Ministério da Educação (ME) sublinha que os resultados obrigam a centrar a ação “no nivelamento de oportunidades entre crianças oriundas de diversos meios socioeconómicos”.

Mães determinam sucesso

Uma outra conclusão do documento mostra também que a percentagem de sucesso dos alunos cujas progenitoras têm uma licenciatura ou um bacharelato é de 80%, valor que desce até aos 26% quando as mães não têm mais do que o 4.º ano.

O ME entende, porém, que estes dados “não equivalem a destino”, pois há outros fatores determinantes, como “o papel da escola e a colaboração e responsabilidade da comunidade, a nível local e regional”.

“Observe-se mesmo como os alunos de Braga cujas mães têm habilitação equivalente ao 6.º ano têm desempenhos escolares melhores do que os alunos de Setúbal cujas mães têm habilitação equivalente ao 12.º ano”, exemplifica o estudo.