VIAGEM A FRANÇA/PROJETO ETWINNING

A aprendizagem de um idioma é uma preciosa ferramenta, uma ponte que permite atravessar fronteiras rumo à descoberta de outros povos e culturas, uma chave que abre a porta do conhecimento e do sucesso…
No presente ano letivo, os alunos de Francês do 3º Ciclo e Curso Profissional de Cozinha e Pastelaria – 11ºB – vão ter a oportunidade de participar num projeto inovador que promove uma inovadora e profícua interação entre escolas nacionais e internacionais: o Etwinning. O seu nome é “Atravessar fronteiras, alargar horizontes!”
Esta iniciativa nasceu do desejo de realizar uma viagem a França, promovendo, deste modo, a prática, o gosto pela descoberta da língua francesa e o conhecimento de novas culturas.
Para além da partilha de experiências, pesquisas e conhecimentos, o principal objetivo deste projeto é alargar horizontes, num ambiente comunicativo que, decerto, promoverá, de forma divertida e criativa, o desenvolvimento de competências no domínio da língua e cultura francesas, através de um trabalho colaborativo em intercâmbio com jovens de outros estabelecimentos escolares, nacionais e estrangeiros. De momento, o projeto irá desenvolver-se em parceria com a Escola Secundária Manuel Fernandes de Abrantes e também com alunos de Francês, Língua Estrangeira, de uma escola de Itália.
Esta iniciativa nasceu do desejo manifestado pelos nossos alunos de realizar mais uma viagem a França. Deste modo, embarcaremos, em conjunto com outras escolas, numa viagem real e/ou virtual com destino a Paris, “la Ville Lumière”, entre outras divertidas paragens.
Se o entusiasmo é grande, o resultado será, certamente, inesquecível!

As professoras: Clara Neves e Ana Gameiro

Recuperar edifícios

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A reabilitação das cidades

                As cidades de hoje encontram-se degradadas com o passar dos anos.

A maior parte do nosso país encontra-se abandonada, este abandono provocado pelo passar dos anos e a deslocação dos habitantes para os grandes centros urbanos faz com que alguns dos edifícios percam as suas qualidades. Esta espiral descendente poderia ser travada se as autarquias tentassem reabilitar estes locais e torná-los um ponto de interesse para a comunidade. A criação de espaços nem sempre significa a demolição de outros, existem espaços que têm muitíssimo potencial e que apenas precisam de ser trabalhados. Um exemplo é a criação de museus em espaços abandonados.

Para concluir, recuperar nem sempre significa destruir.

Inês Carvalho, 11º A

BARCELONA … UN MISTERIO DESCUBIERTO

grupo

Foto de Helena Marques

Al principio fue algo efímero, pero con el tiempo todos los recuerdos se convierten en eterno en lo que llamamos conciencia.

Cuando nos propusieron viajar a Barcelona, la curiosidad y la voluntad de ampliar nuestros horizontes nos llevaron a decir que sí.

          Cuando llegó el día, estábamos conscientes de la importancia de los profesores del Atelier de Español y del Club Europeo ya que organizaron el viaje y pudieron pagar algunas entradas y, por lo tanto, reducir el coste que correspondía a cada estudiante individualmente.

30 de abril… Realmente el viaje había empezado y teníamos más y más razones para sonreír. La noche (en autobús) la pasamos durmiendo, a veces mejor alojados, a veces menos acomodados, pero nos dio el suficiente descanso para el día que se siguió.

Llegados a Barcelona, visitamos uno de los puntos más altos (Montjuïc) en que era posible tomar en cuenta la grandeza, la belleza y el misterio de la ciudad que todos estábamos con ganas de descubrir. Vimos el Estadio Olímpico, el Museo Nacional de Arte de Cataluña y por último, pero no menos importante, el Camp Nou – Estadio del F.C. Barcelona. A continuación, los choferes hicieron un viaje panorámico por algunos lugares de interés de la ciudad.

Después, fuimos al hotel y luego recuperamos fuerzas, en la playa, porque el día siguiente se anunciaba agotador.

02 de mayo… El grupo entero se despertó temprano, con gran expectativa para cumplir el plan que teníamos. Para empezar, fuimos a la Sagrada Familia. Almorzamos en el Puerto Nuevo, cerca del mar y aún tuvimos tiempo para algunas compras en el centro comercial. Al inicio de la tarde, visitamos el Parque Güell, la CosmoCaixa, las Casas de Gaudí y por último las famosas Ramblas. En las Ramblas andamos por el Mercado de la Boquería, un mercado lleno de olores y colores. Al final de la noche y del día, asistimos a un verdadero espectáculo de luces, agua y música… las Fuentes Mágicas. Aquí lo pasamos genial. ¡Que guay!

03 de mayo… Hora de regresar a casa. El viaje resultó muy animado, con momentos para descansar, otros para relajar y otros para aprender algo de geografía. Y, todavía, había tiempo para una visita panorámica a Madrid…

          El tiempo pasó corriendo, pero es impensable que todos los recuerdos permanezcan sin registro como un tatuaje en nuestra mente.

          Ya los choferes, como la ciudad, superaron nuestras expectativas y ayudaron a realizar nuestro sueño. Esto sólo fue posible a través de su profesionalismo y sentido de humor.

          Para concluir, hay que agradecer a nuestros profes y a nuestros padres, pues sin ellos este viaje no habría sido posible…

Escrito por:

Ana Rita Lopes

Beatriz Branco

Sílvia Martins

10ºA

Fomos a Mafra


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A pré-leitura de cerca de quinhentas páginas da obra “Memorial do Convento”, de José Saramago, possibilitou, no imaginário dos alunos das turmas A e B do 12º ano de escolaridade, no dia vinte e um de novembro, a recriação de um grandioso palácio, construído por gente pobre em bens materiais mas rica em bens do coração, pobre em conhecimentos mas rica em sabedoria.

“Era uma vez um Rei que fez a promessa de levantar um convento em Mafra. Era uma vez a gente que construiu esse convento. Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes. Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido. Era uma vez”…

Chegados, então, à vila de Mafra, confirmou-se a monumentalidade do convento, tão grande que nenhum par de olhos ficou indiferente ao poder e respeito transmitidos por esta “desproporção”. À entrada da basílica, sentimo-nos pequenos devido à magnitude do monumento, concebido à custa dos muitos trabalhos e infinitos sacrifícios daqueles que só hoje são vistos como verdadeiros Heróis, os verdadeiros construtores da História.

A encenação da obra, posta em palco pela companhia de teatro Éter enfatizou a caracterização/caricatura ridicularizada de D. João V, não como “construtor” de Mafra, mas como construtor de miniaturas, que ocupa os seus ócios e demonstra as suas habilidades, “ sem esforço, sem canseira, sem riscos”. Aqui é também fielmente retratada a história de amor, verdadeiro e eterno, entre Baltasar e Blimunda, bem como o desejo do Padre Bartolomeu de Gusmão “que queria voar” na Passarola, objeto construído a partir da partilha de saberes e da colaboração entre personagens de classes sociais distintas: Bartolomeu Lourenço (nobreza/clero), Baltasar e Blimunda (povo) e Scarlatti (nobreza).

Tal como José Saramago, com esta visita pudemos concluir, in loco, que a construção do Convento de Mafra, apesar de ter contribuído para o enriquecimento do País, originou o sofrimento de um povo, tratado como um objeto, que obedecia às ordens e caprichos do rei, aquele que sacrificou todos os homens válidos e a riqueza do país na construção do “seu” Convento de Mafra.

Prof.ª Isabel André e os alunos de Português do 12º Ano

TERMAS DA LADEIRA



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Já conheces as Termas da Ladeira, em Envendos? Aos interessados sugerimos que lhes façam uma visitinha. Vão ver que não se vão arrepender.
Aqui fica a informação sobre as mesmas, constante do site Termas de Portugal:
“Termas de Ladeira de Envendos Enquadradas pela beleza agreste dos montes que a rodeiam, oferecem um conjunto de práticas termais que utilizam, desde há mais de cem anos, a riqueza hidro-mineral da água que brota da rocha a 21ºC, para contribuir no restabelecimento da qualidade de vida de quem as procura.”

“Indicações Terapêuticas:
Afecções das vias respiratórias, Afecções reumáticas e músculo esqueléticas, Doenças de pele e patologias dermatológicas.


Época Termal:
01 Maio – 31 Outubro

Acessos:
Lisboa: A1 com saída em Torres Novas; A 23 e saída nó de Envendos ; Porto: A1 até Pombal; saída IC8 em direcção a Castelo Branco; saída EN 351 em direcção a S. Pedro do Esteval até Ladeira (Envendos).”

João Martins, 9.º C

FONTE MOURA

 


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Upload feito originalmente por pinheirodeabrantes

O monumento de que vos vou falar é uma Fonte Moura, também chamada de Fonte dos Mouros. Esta fonte esta situada ao pé do Carvalhal, mais propriamente junto à nova variante pela parte de trás de Cardigos.
A fonte tem sido chamada de “Fonte dos Mouros”, mas será, talvez, um monumento da época Romana (???). Não se sabe ao certo. Trata-se de uma fonte de mergulho, estando o reservatório principal protegido por um arco em pedra. Para recolher a água é necessário descer por uma escadaria e mergulhar o recipiente directamente na água.
Esta fonte esteve ao abandono durante bastante tempo mas, por uma feliz iniciativa da Junta de freguesia, foi recuperada, sendo o acesso bastante fácil.

 

Filipe Louro, 9.º A