Concurso Nacional de Leitura

Decorreu no dia 4 de fevereiro  no auditório Elvino Pereira  o Concurso Nacional de Leitura, fase municipal, tendo sido apurados os seguintes alunos distribuídos pelo diferentes ciclos.
Estes alunos irão agora concorrer à fase Intermunicipal do Concurso de Leitura que se irá realizar no dia 23 de abril na Sertã.
Professor António Bento

 

DESFILE DE CARNAVAL 2020

Destinado à Comunidade Educativa, mas interagindo com toda a comunidade local, no passado dia 21 de fevereiro, o Agrupamento de Escolas Verde Horizonte de Mação realizou a atividade transdisciplinar “Desfile de Carnaval 2020” pelas ruas de Mação.

O desfile foi agendado para as  10 horas e 30 minutos, sendo a concentração, a partida e a chegada marcadas para o Largo da Feira, estabelecendo-se o itinerário: Largo da Feira, Rotunda dos antigos Bombeiros, Câmara Municipal de Mação, Rua Padre António Pereira de Figueiredo, Rua Monsenhor Álvares de Moura, Igreja Matriz, Rua Pina Falcão, Rua Francisco Serrano, Rua Padre António Pereira de Figueiredo, Câmara Municipal de Mação, terminando, de novo, no Largo da Feira.

Esta atividade decorreu nos segundo, terceiro e quarto tempos letivos da manhã e as turmas foram acompanhadas pelo respetivo professor, seguindo o horário habitual, sendo, posteriormente, ao quinto tempo letivo, retomada a planificação inscrita no horário semanal.

O desfile mobilizou todo o Agrupamento, teve a preocupação atual da preservação do meio ambiente e do nosso planeta, sendo subordinado ao tema da sustentabilidade e da preservação do meio ambiente. Os materiais utilizados foram preferencialmente, claro, reutilizados e ou reciclados, a fim de reduzir, evidentemente, fazendo jus à regra dos 3 R pela prática – despertando para a problemática ambiental e resumindo numa só atividade o aprender a conhecer, a fazer, a viver juntos e a ser. Permitiu, ainda,  interagir com a comunidade local numa perspetiva de abertura da escola ao meio exterior e de valorização das tradições.

Fotos: professor José Gonçalves e

texto: professora Anabela Ferreira.

Poesia

As palavras

São azuis como o céu e as águas brilhantes dos rios, dos lagos e do mar

Voam como as aves que rasgam o céu indo para Sul

Planam como os papagaios de papel dourado

Sopram como o vento nas tempestades

Flutuam como os dentes de leão

Aquecem todos os que as ouvem, como o Sol e a fogueira

Com elas escrevo saúde, amor, família, planeta e sonhos

A minha história num poema…

 

 

Texto poético coletivo, 7ºA

Receitas do 12ºB

Croissant

 

ingrédients

300g de farine sans levure;

140 ml d’eau;

140 ml de lait demi-écrémé;

55 g de sucre en poudre;

40g de beurre non salé;

11 g de levure de boulanger;

12 g de sel;

280 g de beurre non salé;

1 jaune d’oeuf M.

 

Les procédures

MASSE:

  • 1 : sur un large et lisse banc, mettre la farine en tas puis faire une tombe au milieu. Ajouter le lait lentement.
  • 2 : Ajouter le beurre et la levure et le crumble, ajouter tous les ingrédients progressivement.
  • 3 : Engager des mouvements concentriques.
  • 4 : Commencer à travailler la pâte à deux mains jusqu’à ce qu’elle soit homogène.
  • 5: Former une boule et placer-la dans un bol large et profond. Couvrir avec du film alimentaire. Laisser le bol à la température ambiante et laisser-le lever pendant 15 à 30 minutes.
  • 6: Couper le beurre en tranches et les placer alignées entre deux feuilles de papier sulfurisé.
  • 7: Rouler la pâte jusqu’à former un rectangle de 1 mm de hauteur.
  • 8: Réserver le beurre entre des feuilles de papier sulfurisé (dans un endroit frais).
  • 9: Étendre sur un comptoir fariné.
  • 10. Mettre le beurre sur la pâte et retirer la feuille de papier sulfurisé.
  • 11. Plier la pâte en quatre parties.
  • 12. Étendre et plier la pâte 5 à 6 fois pour créer de fines couches dans la pâte. Sacher que la pâte ne doit pas rétrécir et que le beurre ne doit pas fondre. Si cela se produit, remettre la pâte au réfrigérateur (maximum 30 minutes).
  • 13. Jeter les côtés de la pâte et observer les fines couches – le succès de la pâte réside dans la fusion parfaite de la pâte avec le beurre.
  • 14. Étaler la pâte parfaite en forme de rectangle. Faire une coupe longitudinale.
  • 15. Couper les triangles le long de la masse comme dans l’image.
  • 16. Rouler le croissant:
  • (1.) Étendre légèrement la pointe du triangle.
  • (2. )Couper la base du triangle
  • (3. )Rouler jusqu’à former un croissant
  • (4.) Tourner légèrement les pointes des croissants vers l’intérieur.
  • 17. Placer les croissants sur une plaque à pâtisserie recouverte de papier sulfurisé et laisser reposer 30 à 40 minutes. Badigeonner de jaune d’oeuf et cuire à 180 ° C pendant 20 minutes ou jusqu’à coloration dorée.
  • 18. Les croissants sont prêts à manger. Accompagner de confitures ou de pâte à tartiner.

 

 

Trabalho realizado por:

Daniel e Diana, Disciplina de Comunicar em Francês

Notícias da L.E.C.A.

A CRISE MAIS INESPERADA

Elianor vivia numa tribo no deserto do Saara, na qual era rainha. Infelizmente, passava-se por uma crise de fome (tanto os humanos, como os animais).

Quando, subitamente, lhe apareceu uma alcateia de lobos esfomeados, que perseguiam os elementos da tribo até à morte.

-Minha duquesa, estão a aproximar-se animais famintos, que podem comer tudo e todos. – disse o conselheiro.

-Eu ordeno-vos que migrem para Portugal, lá haverá comida e bebida suficientes para nós.- decretou a minha irmã.

E assim foi, refugiaram-se na serra da Estrela. Mas, antes, pararam numa mercearia perto de lá.

-Onde posso encontrar alimento? – perguntou ela.

-Segue em frente, no corredor à direita. – respondeu a senhora da mercearia desconfiada.

Continuaram a migração, até que avistaram uma montanha.

-Deve ser aqui! – exclamou um membro da tribo.

-Avancemos.

(Que história bizarra!)

Subiram ao cimo da serra, onde encontraram o Pai Natal e o

Génio da Lâmpada.

-O que são vocês? – perguntou o grupo.

-Ainda não nos conhecem? –murmuraram os dois.

-Aaahh! É o gordinho que rouba leite e bolachas às crianças e o outro é uma manta azul que flutua e que vem de uma lâmpada velha e enferrujada. – prosseguiu o massagista da rainha.

-Shiuu! Calem-se plebe! Quero ouvir o que eles têm a dizer.

-Para provarmos que vocês são mentirosos, iremos, daqui a uma semana, conceder quantos desejos vocês quiserem!

E passou-se uma semana, e lá estavam eles à espera do Pai Natal e do Génio da Lâmpada.

-Vossa excelência – disse o conselheiro – eu acho que eles nos enganaram.

-Não, jamais! Esperem mais um pouco.

Passaram horas e sem sinal deles!

Será que eles foram mentirosos?

 

 

Inês Jesus Ferreira e Diana Oliveira, 7ºA

 

Notícias da L.E.C.A.

 

O Acidente Inesperado

            Luísa morre num acidente de carro na A23, após a colisão com uma grande carrinha preta, que fugiu sem prestar declarações, fazendo-se passar por pessoas importantes, deixando-me com o meu tio Ilídio.

Enquanto explicava a triste história a meu neto Sharovski, ele interrompeu-me perguntando:

– E encontraram-nos?

– Não, mas prometi vingança! – expliquei-lhe eu.

– Então, será feita, amanhã de manhã.

No dia seguinte, partimos sem rumo, só voltaríamos com a prometida vingança. Após longa viagem, encontrámos uma carrinha preta com várias semelhanças, e aproximámo-nos dela. Estávamos cada vez mais perto, até que começámos a reconhecer algumas caras.

-Tio, o que fazes aí? – disse eu.

-É o meu trabalho, e nessa altura eu ainda não estava integrado nesta sociedade.

– Mas porque é que decidiste entrar nela, depois do que aconteceu?

– À procura de provas, mas sem sucesso!

– Porque não nos contaste?

– Não tive coragem… – justificou-se.

– Somos família, devias ter confiado! – Disse o meu neto desapontado.

– Desculpem-me.

– Nós perdoamos-te, pois já foi há muito tempo e já não tem muita importância teres escondido, só tens que prometer que da próxima irás confiar em nós. Juntos podemos mais contra as injustiças.

– Prometo…

 Inês e Luana, 7ºA

Texto de Opinião

 

Um passo para a felicidade

 

Atualmente, são poucas as pessoas que buscam a felicidade com um simples gesto ou palavra.

A felicidade está centrada em todos nós, pois para atingirmos a felicidade é necessário praticar o bem, ajudar os outros, sobretudo estarmos bem connosco próprios e sentirmo-nos felizes.

Era uma vez, um homem que vivia numa aldeia perto de Braga, um morador que, todas as manhãs, acordava cedo para comprar pão fresco para as suas filhas poderem comer. A aldeia onde ele habitava era muito poluída, pois, na altura das tempestades estas destruíam e faziam estragos em muitas habitações que eram habitáveis. Além disso, o que mais prejudicava a aldeia era o rio Tejo, pois muitos dos poluentes ou lixos chegavam à aldeia e poluíam todo o ambiente. As pessoas, incomodadas, queixavam-se, mas ninguém dava importância, pois achavam que não era muito importante e que seria uma coisa passageira, mas na realidade não o era. Um homem chamado João apercebeu-se que algo estava errado na sua aldeia, sem ruídos, barulhos, conversas ofegantes, e então começou a desconfiar, até que um dos moradores da aldeia perguntou ao senhor João:

-Senhor João, o que está aqui a fazer, volte para casa, só irá sair de casa quando este problema da aldeia ficar resolvido. – disse um morador.

O senhor João voltou para casa e pensou numa maneira de resolver este assunto, até que lhe surgiu uma ideia, criar uma organização de combate à poluição. Todos os moradores aceitaram e todos os dias limpavam as ruas até que este plano chegasse a todo o país, e chegou mesmo. No outro dia, milhares de jornalistas rodeavam a aldeia e perguntavam quem era o organizador de todo este plano. O senhor João referiu que era ele e falou para todos queixando-se de tudo. Teve coragem e, como um verdadeiro habitante daquela aldeia, pediu ajuda neste combate e, depois daquele dia, muita ajuda veio para aquela aldeia combater a poluição e toda a população contente se ajoelhava perante o homem agradecendo por tudo. E passado aquele dia, este homem ficou conhecido como o herói da aldeia.

 

 

Mariana Mousaco, 10º A, LH

 

Receitas do 12º B

 

INGREDIENTES

 

150 g de  Chocolate NESTLÉ CLASSIC® ao Leite
meia xícara (chá) de manteiga
3 ovos
2 gemas
meia xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de farinha de trigo peneirada
8 bolas de Sorvete de Creme NESTLÉ® 2 L

MODO DE PREPARAÇÃO

1-Num recipiente refratário, derreta em banho-maria o Chocolate NESTLÉ CLASSIC e a manteiga.
2-Noutro recipiente, bata os ovos, as gemas e o açúcar até formar uma massa cremosa.
3-Adicione a mistura de Chocolate derretido e mexa bem.
4-Acrescente a farinha de trigo aos poucos e mexa delicadamente, até incorporar tudo.
5-Unte com manteiga e polvilhe com farinha de trigo 8 forminhas pequenas (10 cm de diâmetro) e distribua a massa entre elas.
6-Leve ao forno médio-alto (200°C), pré-aquecido, por cerca de 10 minutos. Desenforme ainda quente sobre pratinhos individuais e sirva a seguir, acompanhado de uma bola de Sorvete de Creme Gourmet.

DICAS:
– O forno deve estar bem quente no momento em que for colocar os bolinhos, para que fiquem cremosos por dentro e firmes por fora.
– Ao tirá-los do forno, o centro ainda deverá estar mole.

INGRÉDIENTS

150 g de lait au chocolat NESTLÉ CLASSIC®
une demi-tasse de beurre
3 œufs
2 gemmes
une demi-tasse de thé
1 tasse de farine tamisée
8 boules de crème glacée NESTLÉ® Cream 2 L

PREPARATION

1-Dans un récipient réfractaire, faire fondre le chocolat et le beurre NESTLÉ CLASSIC au bain-marie.
2-Dans un autre récipient, battre les œufs, les jaunes et le sucre jusqu’à la consistance crémeuse.
3- Ajouter le mélange de chocolat fondu et bien mélanger.
4-Ajouter la farine lentement et remuer doucement jusqu’à incorporation.
5-Mettre avec du beurre et saupoudrer de farine 8 petites casseroles (10 cm de diamètre) et répartir la pâte entre elles.
6- Cuire le four préchauffé à température moyenne-élevée (200 ° C) pendant environ 10 minutes. Démouler encore chaud dans des assiettes individuelles et servir ensuite, accompagné d’une boule de crème glacée Gourmet Cream.

CONSEILS:

– Le four doit être très chaud au moment où vous mettez les biscuits pour qu’ils soient crémeux à l’intérieur et fermes à l’extérieur. –
Lorsque vous les retirez du four, le centre doit toujours être mou.

Bebiana Farias e Fátima Bento, 12ºC

Notícias da L.E.C.A.

 

Uma noite de Halloween

 

Era uma noite de Halloween, eu e a minha família e o treinador Sacarovski, juntámo-nos à volta de uma fogueira a contar histórias de terror.

Começou a minha mãe a contar a sua história, depois o meu pai, o meu irmão, a avó Gertrudes, eu, e finalmente, chegou a vez do treinador Sacarovski.

-Foi há um ano atrás, num dia normal de Halloween, eu e um colega fomos jogar Fortnite, e, de repente, algo de estranho aconteceu. Quando nos apercebemos, estávamos dentro do monitor, na Ilha do Fortnite.

Era tudo muito estranho, havia morcegos, árvores mortas e cadáveres espalhados por todo o lado.

Do nada encontrámos uma carta enorme que dizia:

Bem vindos à Ilha do Fortnite. Para poderem sair, têm que salvar a cadela Tily, que está no centro do mapa, numa torre muito alta cercada de zombies. Para lá chegarem, terão de passar por três etapas: a primeira é subir uma montanha armadilhada de bombas; a segunda é atravessar um rio de lava cheio de crocodilos e a terceira é conseguir derrotar os zombies para poderem subir à torre.

Começámos então o percurso. A primeira etapa não foi fácil, pois havia bombas por todo o lado. A segunda foi ainda mais difícil, os crocodilos tinham um ar mesmo esfomeado. Na terceira tivemos sorte, pois encontrámos armas e munições num baú do tesouro mesmo antes de lá chegarmos. Até que, do nada, o meu colega foi atingido e então tive de o deixar cá em baixo enquanto subia à torre para socorrer a cadela. Depois daquelas etapas, subir à torre e trazer a cadela foi super fácil. Quando cheguei cá a baixo, o meu colega tinha preparado uma espécie de poção que nos teletransportou até ao final do jogo onde havia mais uma carta que dizia:

Caros jogadores conseguiram passar todas as fases e conseguiram salvar a cadela Tily, logo poderão voltar às vossas casas, mas para a próxima não sairão deste jogo vivos. Hahahahah!

-Voltámos então a casa sãos e salvos e nunca mais voltámos a jogar aquele jogo.

E acabou assim mais uma noite de Halloween passada a contar histórias de terror.

 

Jéssica Moucho e Tatiana Cavaco, 7ºA

Notícias da L.E.C.A.

A viagem

Hoje vou-te contar uma história que se passou comigo, querida netinha. Há cerca de um ano atrás, eu, a senhora Noémia e o tio Ilídio fomos ao circo “Grupo de pessoas mais importantes do mundo que não falam” que se localizava no deserto do Saara. Fomos de avião e houve uma complicação. Uma das turbinas avariou, porque entrou para lá uma ave, mas felizmente conseguimos aterrar sãos e salvos, graças ao piloto mais velho que parecia o Pai Natal. Conseguiu salvar-nos, pois desde os seus 18 anos que era piloto.

Fomos de camelo até ao circo e, quando chegámos, já tinha começado. Então, fomos para o nosso lugar.

Tudo estava a correr bem, quando um trapezista se aleijou e teve de ir de camelo até ao hospital mais próximo. Mas rapidamente entrou outro trapezista.

E esta foi a viagem mais atribulada que eu já fiz.

Dorme bem netinha.

 

Mariana Barata e Ana Francisca, 7ºA