Balanço do Ano Letivo 2016-2017

Agora que o ano letivo 2016-2017 chegou ao seu fim, cabe-me, na qualidade de Coordenador da equipa que continuamente participou na elaboração deste vosso jornal, desejar a todos os que estão envolvidos no estudo e na realização de provas de exame, que tudo corra bem e que todos os vossos sonhos e projetos tenham o maior sucesso possível. Foi para isso que convosco trabalhámos e é esse o desejo de todos os professores que diariamente vos apoiam.

A todos os que ainda não estão envolvidos nesse trabalho, desejamos umas óptimas férias. Descansem, divirtam-se e aproveitem este calor para se refrescarem numa das agradáveis praias fluviais do concelho, no mar ou onde desejarem.

Não posso deixar de aproveitar esta ocasião para vos dar conta de como tem sido a vossa colaboração no vosso VHO. Afinal, esse é o motivo pelo qual este vosso jornal existe. Assim, passo a mostrar-vos, com enorme prazer, os números da vossa participação no nosso jornal.

Este primeiro gráfico mostra toda a vossa participação desde que o VHO existe (nesta segunda versão).

Este segundo mostra a vossa participação mensal.

Este terceiro gráfico mostra a vossa participação semanal.

Este quarto gráfico mostra toda a vossa participação diária.

Finalmente, guardámos para último o mais significativo, não querendo, porém, dizer que os outros não são importantes. Eis o ponto alto de toda a vossa participação:

22.812 visualizações de fotos num único dia, o dia em que foi divulgada a reportagem sobre o sarau de fim de ano!

Enquanto Coordenador desta equipa – e em nome de todos – quero agradecer todo o carinho, apoio e interesse que demonstraram no nosso trabalho.

Professor João Pinheiro

 

Poema

O Sol

 

O sol é uma estrela do sistema Solar

Que parece estar sempre a cantar

É o responsável pela vida no nosso planeta

Sem o uso da chupeta

E do centro gravitacional

Que não se pode mudar de canal.

 

O Sol é composto por núcleo

Tenho que comprar o mercúrio!

 

Zona de radiação.

Nunca praticai natação!

Zona de convenção.

No mundo não falta é tentação!

Fotosfera, cromosfera

Na floresta encontrei uma fera!

 

Coroa, mancha solar.

Eu não gosto nada de cantar!

Grânulos e proeminência solar.

Eu não estou a sonhar!

 

Sem uma superfície definida.

Nada de fita por medida!

E uma densidade de gases e materiais.

Porque é que há cantorias?

Que formam o Sol

Sem colocar a chave de Sol.

 

Os mais importantes são

O nosso querido coração hidrogénio.

Onde posso encontrar o génio?

O hélio e o seu oxigénio?

 

O carbono e o ferro?

Tenho que passar a minha roupa a ferro!

O enxofre, o néon, o nitrogénio

Ainda falta o silício e o magnésio.

 

Tem composição de elementos pesados.

Mas cuidado com os tarados!

Com o ouro e o urânio.

Tem atenção ao teu crânio!

 

O Sol exerce um forte campo magnético.

Mas porque é que o meu cão é tão patético?

Que muda de direcção?

Mas com muita acção!

A cada 11 anos e interferindo.

Mas sempre rindo!

 

Na Terra e os planetas do sistema solar.

Sem o radio a funcionar!

E possui um ciclo de vida.

Sempre tão contida!

 

Mateus Fouto, 7B

Violência

Diga não à violência!

O Combate à Violência

 

A violência é muito frequente no nosso dia a dia e neste país, que é considerado como o país vitorioso, devemos de torná-lo num lugar ainda melhor. Eu propunha acabar com a violência porque é uma falta de respeito para com o colega agredirem-se sem necessidade alguma, devia de haver paz, alegria e principalmente o amor e o carinho.

Não é correto termos um menino a gozar com o outro, a bater-lhe e a chamar-lhe nomes, devia de pensar no que realmente está a fazer, se está a ter uma atitude correta para com ele, se está a ser amigo, se é bonito andar aos empurrões, bater-lhe e gozar com ele. Temos de agir de forma correta, ser amigos uns dos outros, tentar ajudar quem precisa, porque só assim se conseguirá alcançar os seus objetivos.

O meu apelo é “ povo unido jamais será vencido” e este país é assim. Todas estas pessoas que são violentas com as outras, se calhar devem pensar um pouco, refletir no que estão a fazer e depois olharem-se ao espelho e verem se acham correto o seu comportamento, se é justo tornarem-se pessoas assim, ou antes serem humildes com as outras pessoas. Nestes casos vou dar um conselho: pensem carpe diem, aproveitem a vida, cheios de energia e confiança porque assim todo este mundo é melhor e que sejam muito felizes alcançando sonhos e os seus objetivos.

 

Mariana Mousaco, 7ºB

Escola Aberta 2017

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Clicar na foto para ver a reportagem fotográfica completa.

Os últimos dias do segundo período foram vividos com grande intensidade por toda a comunidade escolar. Como já vem sendo habitual, realizou-se uma das atividades mais marcantes de toda a vida do nosso Agrupamento: a Escola Aberta.

Ao longo dos dois dias de atividades, todos os alunos puderam desfrutar da enorme variedade de atividades propostas para seu deleite. Não há nada melhor que aprender experimentando e brincando!

A equipa do teu Verde Horizonte on-line deseja que, agora que o derradeiro período do ano letivo 2016-2017 se inicia, a oportunidade de reveres estes brilhantes momentos seja uma fonte de inspiração para o teu sucesso educativo.

Bom terceiro período!

Texto e fotos,

professor João Pinheiro

Se eu pudesse fazer um milagre…

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Se eu pudesse fazer um milagre…

 

Se eu pudesse fazer um milagre, eu ressuscitava o meu avô Ernesto que morreu com cancro no fígado. Eu gostava muito dele pela sua maneira de ser.

Quando o visse, imediatamente iria ter com ele, porque ele era um grande avô.

Depois dele morrer eu fiquei muito triste.

Então, este era o milagre que eu queria que se realizasse.

Bernardo Fontes, 7ºB

Texto criativo

Amor, óleo sobre tela, 1935 - Colecção particular - Galeria 111 - Mário Eloy de Jesus Pereira (1900-1951)

Amor, óleo sobre tela, 1935 – Colecção particular – Galeria 111 – Mário Eloy de Jesus Pereira (1900-1951)

«Amor?»

Numa época em que a peste-negra era uma doença insanável, numa terra portuguesa, atacou primeiramente os animais, que vieram de uma encomenda realizada pelo soberano. Aconteceu pois os animais tinham comido partes de ratazanas eivadas que tinham morrido no convés do navio, passando a doença para os animalejos.

Após isso acontecer, os bichos foram trocados até chegarem ao gado de algumas pessoas ricas. Então, a doença foi-se propagando até infetar algumas das pessoas da população da aldeia. O clero achava que era obra de Satanás, então conjurou o povo, livre da epidemia, e alguns com coragem benzeram até os infetados. Infelizmente, muitos do clero morreriam por causa disso: o povo estava atormentado por causa da peste e decidiu revoltar-se.

Após tal revolução, que originou mortes causadas pela nobreza, médicos que já conheciam os sintomas e a própria depravação, decidem entrar na aldeia durante a noite, com fardas especializadas para combater epidemias. Muitos estudos noturnos então foram realizados, descobrindo-se uma cura muito cara, pois os medicamentos e a intervenção para curar uma única pessoa custava centenas de escudos, podendo chegar aos milhares, se a doença estivesse numa fase avançada.

Infelizmente, com esse caso, sobraram mais umas centenas de populares e uma família riquíssima de pintores e médicos. Depois dessa infelicidade, a tal família, Eloy, decide intervir no processo de cura da peste-negra. Pagaram-se dezenas de milhares de escudos para resolver a doença, e também os medicamentos necessários para acabar com esta.

Ulteriormente, a doença acabou, pois as famílias foram capazes de pagar pela cura. Depois de anos, foi celebrado um aniversário em nome do restabelecimento. Alguns médicos, cozinheiros e costureiros juntaram-se para tecer um plano e um banquete – mas, havia sido um cozinheiro que se tinha rebelado ao processo da cura, então tinha instalado uma toxina letal na comida de todos, excepto na da sua filha, a costureira, e na de si mesmo.

Todos acabavam por falecer, excluindo os nomes citados. Depois disso tudo acontecer, o cozinheiro acaba por se arrepender e voltar à cantina onde se encontravam os cadáveres, mas, como era claro, lá estava um fedor terrível. Ele resistiu àquele cheiro e conseguiu recuperar o pano, que estava no colo do imperador morto.

Ele lembra-se da história da sua mulher, o motivo pelo qual a cura tinha sido inventada, então tais arrependimentos tornam-se um motivo para se suicidar. Ele prepara uma sobremesa com a comida que se encontrava ali, e então volta a casa, onde estava a sua filha. Ele entregou o pano e ambos os pratos foram comidos, matando-os lenta e dolorosamente – o povo, o clero e a nobreza sofreram com o cozinheiro, Mário Eloy.

“Sofia Eloy fora a esposa de Mário Eloy, ela era simpática, tinha uma caligrafia bonita e sobretudo era inteligente. Ela dedicou-se à medicina e estudo do latim durante anos, então ela se sacrifica-se em nome do seu país: mata-se a testar a cura experimental, que era feita de uma toxina que acreditava-se ser eficaz na doença. Se não fosse ela, todos tinham morrido graças à peste-negra.”

Lembra-se Mário no seu último pensamento e suspiro. Ele estava a desenhar um quadro futuramente famoso, deixando-o cair ali e finalmente adormecer perpetuamente junto à sua filha Elisa Eloy.

 

 

Bruno Rodrigues, 7ºB

Solidariedade

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