Objetivos

 

Mar Português

“Mar Português” é um dos mais belos poemas da Mensagem de Fernando Pessoa, que se engloba na segunda parte: Mar Português, curiosamente o título do poema… É um poema bastante interessante e com uma qualidade inigualável.

Os versos “Valeu a pena? Tudo vale a pena / Se a alma não é pequena” remetem para o sofrimento das mães que choraram a partida dos seus filhos, “quantas mães choraram”; para os filhos que rezaram para que os seus pais regressassem a casa vivos e de saúde, apesar de muitas vezes ser em vão, “Quantos filhos em vão rezaram” e para as futuras noivas, que não tiveram a oportunidade de se casar, devido à morte dos seus amados e futuros maridos, “Quantas noivas ficaram por casar”. Infelizmente, o que foi referido anteriormente foi uma realidade, que provocou um grande sofrimento a todos aqueles que tinham familiares e amigos a bordo.

Será que valeu a pena tanto sofrimento de modo a obter os objetivos? No meu ponto de vista, tudo vale a pena, porque para se alcançar algo de grandioso na vida é necessário sofrimento e espírito de sacrifício e, no final, a recompensa é superior a tudo o resto. Por exemplo, se lutarmos por aquilo que queremos chegaremos sempre ao objetivo final e quando se olhar para trás será possível verificar que valeu a pena todo o sofrimento. A insistência é algo muito positivo porque, por exemplo, se abdicarmos dos objetivos, haverá um arrependimento do que poderia ser feito e não foi.

Em suma, no meu ponto de vista, o esforço e a coragem para obter o que se quer é sempre algo muito positivo. É claro que tudo na vida implica sofrimento e dor, mas a recompensa será muito maior e vantajosa e, no fim, “Tudo vale a pena / Se a alma não é pequena”.

 

Daniel Patrício, 12ºA

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Escrita criativa

E-konomista

 

Um gesto de simpatia

 Numa manhã de primavera, pelas 8:30, as rádios RFM e Comercial decidiram juntar-se para fazer um gesto em torno das pessoas que estão no trânsito muito sonolentas. Nós vínhamos no autocarro para a escola e ouvimos na rádio, para acenarmos à pessoa ao lado, para que todas as pessoas estivessem em união e fizessem novas amizades. Todos começaram a acenar uns para os outros, a rir.

E foi assim que nos tornámos amigos e fizemos muitas mais amizades naquele trânsito e naquele autocarro.

Nós achámos que aquele gesto muito objetivo foi muito importante, pois era algo fora da realidade e não estávamos habituados a esse determinado gesto, e sem aquele gesto nós provavelmente não seríamos amigos. Pensamos que este gesto mudou a vida de muita gente, pois foi um gesto de simpatia, boa educação e alegria. E, se este gesto não tivesse acontecido, nós e muitas outras pessoas que aderiram ao gesto, não teríamos feito novas amizades ou até algo mais a unirmo-nos.

Para concluir, com um simples gesto pode mudar o dia de muitas pessoas, como a nós mudou.

Faça a diferença acene, sorria, faça algum gesto diferente. Mude o dia de alguém.

 

 Miguel Pedro e Joana Delgado, 8B

Projetos eTwinning no AEVH

Este ano, os alunos dos 7º e 9.º anos foram desafiados a participar em projetos eTwinning criados e propostos pela professora de Inglês, Ana Sofia Pereira, porque era importante levar estas turmas a fazerem atividades diferentes e a darem o seu melhor. Para os alunos, o facto de poderem colaborar com colegas de outras escolas da Europa foi o incentivo de que esperavam para meterem mãos à obra e se superarem.

Como refere a respetiva página oficial, o eTwinning é a comunidade de escolas da Europa que disponibiliza uma plataforma para que os profissionais da educação (educadores de infância, professores, diretores, bibliotecários) que trabalham em escolas dos países europeus envolvidos possam comunicar, colaborar, desenvolver projetos e partilhar; em suma, sentir-se, e efetivamente ser, parte da mais estimulante comunidade de aprendizagem na Europa.” Neste contexto, foram desenvolvidos dois projetos – um para cada ano de escolaridade.

No projeto do 7º ano – “The People in Our History – You Can Be a Hero, too!” – também inserido no Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, foi dado destaque aos portugueses que se distinguiram nas diferentes áreas do saber que os alunos estudam na escola. Assim, com a ajuda de alguns dos seus professores, os alunos pesquisaram sobre as vidas de personagens como Fernando Pessoa, José Saramago, D. Catarina de Bragança, Aristides de Sousa Mendes, Vasco da Gama, Bartolomeu Dias, Orlando Ribeiro, Pedro Nunes, Amato Lusitano, Bartolomeu de Gusmão, Álvaro Siza Vieira, Paula Rego, Amália Rodrigues, Cristiano Ronaldo e Rosa Mota, entre outros. Depois criaram vídeos sobre eles e, por fim, criaram jogos de Kahoot! para que os parceiros dos outros países os pudessem jogar e aprender sobre os muitos portugueses que fizeram história por todo o mundo e que muito nos orgulham.

 

Se quiserem espreitar os vídeos, usem este QR Code.

Já os alunos do 9º ano desenvolveram o projeto “We Wear What We Sing”, em parceria com as disciplinas de EC-DT, Geografia e Educação Visual, também no âmbito dos projetos dos respetivos Planos de Turma e do projeto “Educar para a Sexualidade e Afetos”. Nele, os alunos escolheram partes de canções em língua inglesa com que se identificavam e criaram T-shirts com essas frases e com ilustrações. Depois criaram vídeos sobre os cantores/ bandas e sobre as canções. Por fim, também quiseram criar jogos de Kahoot! para testarem os conhecimentos musicais dos seus parceiros.

Podem ver todos os vídeos usando este QR Code.

Para os alunos foi importante ver tudo o que já conseguem fazer com a língua inglesa e, claro, também gostaram de conhecer colegas de outros países, com quem têm trocado emails. Esperamos que estas amizades agora criadas se possam prolongar pela vida e, para o ano, novos desafios estarão à espera dos mais valentes.

 

Professora Sofia Pereira

 

 

Canal de Youtube do Agrupamento

 

Abriu recentemente o Canal de YouTube do nosso Agrupamento – o TV AEVH. Lá poderão encontrar vídeos feitos por professores e alunos sobre as diferentes atividades realizadas até agora.

Caso queiram contribuir, enviem os vídeos para tv@verdehorizonte.net com o título e a descrição pretendidos. Se quiserem uma imagem de capa específica, enviem-na também. Se o vídeo for muito “pesado” para enviar por email, também o podem partilhar com o mesmo endereço.

Para acederem ao canal podem usar o QR Code supra.

Colaborem num projeto que é de todos e para todos!

Lá vos esperamos!

 

Professora Ana Sofia Pereira

 

Ideais

As crenças em ideais

 

Em pleno século XXI a existência de crença em ideais é bastante importante para qualquer ser humano desde o adolescente a adultos.

Vejamos o facto de existirem adolescentes que têm ideais religiosos e por isso acreditam que o ser superior (dependendo da religião) é um exemplo de vida, é um exemplo do bem. Nesse caso, estes jovens vão querer fazer o mesmo que ele de forma a melhorar o mundo. Por exemplo, na religião católica acredita-se que Deus é o exemplo do bem, logo, os seus seguidores, ou melhor, as pessoas que o têm como ideal, vão querer fazer o bem tal como ele, como, por exemplo, ajudar os mais desfavorecidos. Na minha opinião, ter este ideal é bastante importante e favorável.

Existem milhares de ideais que levam jovens a seguir um certo modelo. Outro grande exemplo é a música, muitos são aqueles que procuram e usam a música como a cura para os problemas da vida, como problemas psicológicos, por exemplo. Se um jovem tem como ideal Mozart, todas as músicas que o mesmo já produziu funcionam como um calmante, no caso deste jovem estar a ter um dia menos positivo, como uma motivação para este também fazer algo para os outros que tenha o mesmo efeito que a música tem para ele.

Para concluir, na minha opinião, os ideais são bastante importantes para qualquer jovem, pois quase que os obriga a ter objetivos claros e definidos.

 

Beatriz Santana, 12ºA

Escrita criativa

A viagem de barco à ilha misteriosa

 

O dia estava azul, com uma brisa leve que pairava no ar. 0 vento calmo e fresco tocava no rosto de Tyler, um rapaz com espírito de aventura, tinha os olhos azuis, cabelo preto, sedoso e brilhante com os seus 21 anos.

Tyler tinha perdido os pais há pouco tempo e decidiu fazer uma viagem de barco para se afastar das recordações que lhe vinham à cabeça sobre eles.

No dia 4 de junho de 1998, Tyler parte acompanhado da sua namorada e de um casal de amigos.

Passados 15 dias de viagem, Tyler já se sentia melhor em relação à morte de seus pais, já se habituara à ausência deles.

Passados outros tantos dias de viagem, avistaram terra, parecia ser uma ilha, atracaram lá o barco.

Fez-se de noite, estava frio, então fizeram uma fogueira, passado tanto tempo de conversa em torno dela deixaram-se dormir.

Quando Tyler acordou, só via folhas em torno dele e dos amigos que também tinham acabado de acordar.

De repente ouviram um estranho barulho vindo dos arbustos, de lá saíra um índio.

Tyler e os seus amigos perceberam que tinham descoberto uma aldeia cheia de índios. Sendo uma grande descoberta, pois a ilha parecera desabitada. Os índios não os deixaram sair tendo de lá a pernoitar.

No dia seguinte, os Índios começam a bater com os paus no chão e a cantar lengalengas. Tyler ficou assustado e os seus amigos também.

Os Índios pareciam que queriam apresentar alguém.

Passado tanto suspense, aparecera um suricata falante com uma coroa de frutas no topo da sua cabeça. Tyler foi segurando o riso, pois não era normal um suricata ser superior aos humanos.

O suricata começou a cantar e lá se fez uma festa, mas, de repente, apareceu um avião a aterrar, eram cientistas queriam levá-lo.

Mas a questão era como é que eles descobriram que existia um suricata falante e que estava com os Índios?

Os cientistas levaram-no.

Os Índios agora, sem terem quem a obedecer, pediram a Tyler e aos seus amigos para o ir resgatar à Europa.

Ao fim de meses, Tyler e os seus amigos apareceram na ilha com o suricata.

Agora, o grande suricata tinha uma dívida para com eles, então perguntou-lhes se eles queriam viver com ele. E aceitaram. Todos felizes fizeram uma festa “de arromba” para festejar.

 

 

Constança Matos e Vitória Dias, 9ºA

Escrita criativa

 

Um desejo realizado

 

Num dia de céu limpo, um menino chamado Mateus foi dar um passeio de bicicleta na floresta.

A certa altura, Mateus ouviu um pedido de socorro e ele, curioso, foi ver. Era o seu herói preferido Percy Jackson que estava preso numa armadilha e rodeado de muitas cobras.

Percy Jackson era alto, magro, inteligente, aventureiro, curioso e forte. Quando ele o viu, pediu ajuda, Mateus como sabia muito de sobrevivência, construiu imediatamente um arco e algumas flechas e matou as cobras. Depois de matar as cobras soltou com muito cuidado Percy Jackson que disse:

– Obrigado por me teres soltado e teres matado as cobras, como te chamas?

-Eu chamo-me Mateus, como é que tu foste aí parar?

-Eu vinha passear à floresta, tinha sede e aproximei-me de um lago e depois fiquei rodeado de cobras, e tu o que vieste aqui fazer?

-Eu vim para andar de bicicleta e depois ouvi o teu pedido de socorro, o que queres fazer?

– Ia à procura do meu pai para falar com ele.

-Então eu ajudo-te a procurá-lo.

Depois de muitas horas a andar, encontrámos o pai dele.

Para concluir, o Mateus concluiu o seu sonho de ser amigo do seu ídolo.

 

Mateus Fouto, 9ºB

Escrita criativa

 

Baile encantado

Numa bela tarde solarenga, estava eu, no meio do bosque, aparentemente sozinha, quando começo a escutar um cantarolar vindo de trás de mim.

Quando olho, vejo a Minnie,com um suposto convite para mim. Em seguida, perguntei-lhe:

-O que trazes para mim Minnie?

Ela respondeu:

-O meu marido de Arandell convocou todo o reino para um baile no palácio.

Disse-lhe sem hesitar:

-Vou enviar um alfaiate terça-feira às cinco em ponto ao seu palacete.

Logo em seguida, montei o meu cavalo branco, e parti para o meu palacete com o convite na mão.

Dois dias depois, uma carruagem chegou ao palacete; saindo dele o alfaiate D.Albano com montes de tecido e agulhas.

Depois de algum tempo, tinha o vestido pronto.

O vestido continha baínhas douradas, botões de prata e mangas de seda embaloadas, todo ele azul ciano.

Chegou o dia do baile, muita agitação no reino, muitos preparativos, chegavam carruagens com vários tipos de comida, de toda a parte do mundo.

Chegada a noite, Minnie aguardava à porta do palácio pela nossa chegada, entrámos, e desfrutámos de tudo o que havia para desfrutar, dançámos, degustamos e divertimo-nos!

Foi uma noite excelente!

Matilde Saramago, 9ºB

Sorrisos

Um gesto de simpatia

Numa manhã de primavera, pelas 8:30, as rádios RFM e Comercial decidiram juntar-se para fazer um gesto em torno das pessoas que estão no trânsito muito sonolentas.

Nós vínhamos no autocarro para a escola e ouvimos na rádio o desafio para acenarmos à pessoa ao lado, para que todas as pessoas estivessem em união e a fazer novas amizades. Todos começaram a acenar uns para os outros, a rir.

E foi assim que nos tornámos amigos e fizemos muitas mais amizades naquele trânsito e naquele autocarro.

Nós achámos que aquele gesto muito objetivo, pois era algo fora da realidade e não estávamos habituados a determinado gesto, pois sem aquele gesto nós provavelmente não seríamos amigos, foi importante. Pensámos que este gesto mudou a vida de muita gente, pois foi um gesto de simpatia, boa educação e alegria. E, se este gesto não tivesse acontecido, nós e muitas outras pessoas que aderiram ao desafio, não teriam feito novas amizades ou até algo mais e não se teriam unido.

Para concluir, com um simples gesto pode mudar o dia de muitas pessoas, como a nós mudou.

Faça a diferença acene, sorria, faça algum gesto diferente. Mude o dia de alguém.

 

Miguel Pedro e Joana Delgado, 8B