Final de Ano

Festa de despedida

Há tradições que já não são o que eram, outras continuam a sê-lo, outras ainda são reinventadas e acrescentadas.

A turma B do 8º ano conseguiu fazer um três em um – não foi só o nosso Ronaldo 😉 : lição 100 (há muito tida, mas recuperada pela comemoração), festa de aniversário de uma aluna e comemoração da última aula com festa de despedida feliz, pois não se trata de um “Adeus”, mas de um “até para o ano”!

Votos de excelentes prestações para os alunos que realizarão exames e de boas férias a todos os alunos!

Até breve, caros alunos!

 

Professora Anabela Ferreira

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Texto de opinião

 

A sociedade do “eu”

A sociedade atual tem vindo a ser cada vez mais fustigada com atitudes que revelam que o ser humano está cada vez mais egoísta.
O poder e a riqueza influenciam o comportamento e a atitude de muitas pessoas. O “eu” está cada vez mais presente em detrimento do “nós”. E, infelizmente este pensamento egoísta tem vindo a aumentar especialmente nas pessoas que possuem mais poder, basta ligar a televisão ou outro meio que transmita informação para perceber que a corrupção é uma palavra com que a sociedade tem que lidar atualmente.
Parece que o ser humano tem no seu ADN a informação que quanto mais tem, mais quer e este pensamento que tem, cada vez mais, cava um fosso entre os ricos e os pobres e se não se fizer nada em relação a isso esse fosso pode nunca ser fechado.
Felizmente, para a sociedade, atitudes altruísta ainda existem (ações de solidariedade, voluntariado, etc.) porém estas atitudes por vezes são manchadas por quem se aproveita delas para retirar algum benefício para si, como é o caso de algumas fundações que se aproveitam da solidariedade de uns e da necessidade dos outros para tirarem benefícios para seu próprio proveito.
Em suma, toda a sociedade devia repensar as suas atitudes e pensar mais no “nós” do que no “eu”, pois só assim poderá existir um mundo com mais igualdade.

Sara Bento, 10ºA

Uma obra crítica

 

Os Maias como obra crítica

                A obra Os Maias de Eça de Queirós é, sem dúvida, das obras a que melhor espelha uma sociedade numa época precisa.

Eça pretendia demonstrar a sociedade lisboeta decadente no século XIX, cujos episódios se relacionam com o subtítulo da obra, Episódios da vida romântica. O autor da obra criou vários personagens-tipo que ilustravam, por exemplo, a educação tradicional portuguesa, o ultrarromantismo, a educação britânica, o jornalismo, o novorriquismo, entre outros. O título da obra Os Maias remete para uma história romântica entre dois irmãos.

Considero que o escritor optou por escolher uma forma muito inteligente de demonstrar a sociedade naquela época. Para esse efeito utilizou: a descrição pormenorizada, a enumeração e a adjetivação que dão à obra uma riqueza literária.

A meu ver, Eça demonstra muito bem e com grande eficiência os ideais naturalistas, que são por sua vez: o meio ambiente, a educação e a hereditariedade. O criador da obra consegue criticar (usando personagens-tipo) a educação, por exemplo, contrapõe a educação de Carlos com a de Eusebiozinho, a educação britânica com a tradicional portuguesa.

Eça de Queirós na sua obra demonstra também a necessidade da sociedade lisboeta do século XIX, de se querer impor e ascender socialmente através do uso do chique e da luxúria, como é demonstrado no episódio de hipódromo e do jantar no Hotel Central.

Concluindo, na minha opinião, o livro Os Maias tem um enorme valor crítico que está presente em toda a obra. Eça conseguiu de forma bela e inteligente criticar a sociedade portuguesa evidenciando bem os seus costumes e defeitos.

 

Maria Margarida, 11ºA

 

Biblioteca Escolar

Encontra-se a decorrer na biblioteca da Escola Sede a Feira do Livro Usado.
Professor António Bento

Biblioteca Escolar

Decorreu na biblioteca escolar uma exposição sobre o 25 de Abril.
Professor António Bento

Poesia Visual

 

Foto do professor António Bento

 

Durante o estudo do texto lírico, as turmas A e B do 8º ano elaboraram poemas visuais.

Destes trabalhos alguns integraram uma pequena exposição que esteve patente na biblioteca da escola sede do Agrupamento.

O gosto dos alunos e a sua criatividade revelaram que os nossos jovens estão despertos para a poesia, os seus significados e para a sua beleza.

 

 

Professora Anabela Ferreira

Comentário literário

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Conto “Natal” de Miguel Torga
Na minha opinião, considero este texto bastante importante, pois passa uma mensagem muito significativa sobre o Natal e a vida das pessoas que não têm família ou dinheiro ou por vezes ambas as coisas, como neste caso.
Considerei, ao início, que este texto fosse um pouco monótono e igual a tantos outros já vistos, pois este tema –O Natal – é um tema bastante comum, mas enganei-me, pois até a linguagem do texto, para mim, a considerei acessível a pessoas de várias faixas etárias. O desfecho do texto foi também muito interessante, especialmente porque não estava à espera que acabasse deste modo.
Posso concluir que este texto transmite algumas coisas importantes e uma delas é prestar mais atenção às pessoas, pois, por vezes, sentem-se sozinhas e sem ninguém e deveríamos sempre ajudá-las e fazer o nosso melhor para que se sentissem bem. Em geral, penso que toda a gente deveria ler este conto, pois ensina-nos a olhar com outros olhos para estas pessoas sem família ou com muitas dificuldades.

Mariana Mendes, 8ºB