Nature, technologies, éthiques

polui_aoNous pouvons considérer la nature tout ce qui constitue la planète, mais qui n’a pas été crée par l’homme, tels que la terre, l’eau, l’air, les plantes, les animaux, etc. Au long des années les problèmes sont de plus en plus quand il s´agit de la pollution et de la conservation de la nature. Aujourd’hui, les rues sont beaucoup polluées et plus de gens sont moins préoccupés à cause de cela et avec les conséquences possibles que la pollution peut avoir. Les progrès technologiques sont un apport de liberté pour les hommes, leurs permettant de dominer la nature pour vivre plus facilement, mais les progrès technologiques et scientifiques portent atteinte à l’humanité et ils violent de nombreuses valeurs morales et éthiques, que nous ne sommes même pas encore en mesure de définir. Par exemple, de nombreuse usines ne changent pas le filtres dans leurs foyers parce qu’il est moins cher de payer l’amende. Les personnes de cette usine ne pensent pas aux conséquences que cet acte fait à la nature, mais seulement aux aspects positifs comme améliorer les économies des usines. La technologie développe beaucoup notre monde et est, sans doute, une des meilleures choses qui sont apparues dans notre vie, mais aussi apporte quelques conséquences. L’éthique nous dit de ne pas polluer, parce qu’il est mauvais, mais l’économie nous dit le contraire. Par exemple, pour nettoyer une citerne, c’est trop cher et, dans la plupart des cas, l’entrepreneur choisit la solution plus facile et finalement rejette les déchets à la mer. Les technologies se sont manifestées comme quelque chose de très positif, en étant qu´aujourd´hui sans elles nous étions incapables de vivre. Néanmoins, ni tout est positif, la technologie a produit un des points le plus haut de la pollution. Leurs avances, leurs recherches pour la perfectionner ont laissé la planète «à bout de force ». Un autre exemple est le fait des sociétés qui de plus en plus polluent, en lâchant des gaz qui peuvent influencer la vie quotidienne des personnes, en n’ayant pas toute préoccupation avec la société, en étant seul sa préoccupation l´argent. Finalement, nous trouvons que les gouvernements devaient être plus alerte avec ce problème et imposer des mesures aux sociétés pour lesquelles ce problème traîne de plus en plus de dommages. Pour conclure, les gens devraient être plus conscients de leurs actions et réfléchir deux fois avant de nuire l’environnement. La nature est vulnérable et épuisable.

Andreia Baço, Carolina Pereira et Sílvia Martins – 11ºA Français

Comportamentos incorretos

Jackie Chan apanha lixo do chão - Internacionais - Vidas - Correio da manhã www.vidas.xl.pt
Jackie Chan apanha lixo do chão – Internacionais – Vidas – Correio da manhã
http://www.vidas.xl.pt

Os comportamentos incorretos, como por exemplo passar à frente de outras pessoas numa fila, desrespeitar os peões, não cumprir horários, poluir espaços públicos, entre outras, são coisas que nenhum de nós devia fazer.

Na minha opinião, devia de passar a haver pequenos castigos/multas (como por exemplo : quando as pessoas levam o seu cão a passear e ele faz as suas necessidades no chão e os seus donos não limpam, aí deviam de andar polícias a rondar pelas cidades vendo quem não limpava . A essas era-lhes cobrado um valor significativamente pequeno, só para as pessoas irem aprendendo),assim o nosso mundo ficaria melhor e o mesmo acontecia no caso da poluição, mas as pessoas tinham de colocar o lixo no caixote. Muito menos situações iriam acontecer porque as pessoas iriam ter receio e alterariam os seus comportamentos.

Posso concluir alertando para como o nosso mundo ficará se as pessoas continuarem a poluir como agora, o Planeta Terra passará a ser escuro com cheiros insuportáveis. Pensem no futuro da casa de todos nós, o Planeta Terra, que precisa de nós e da nossa ajuda para sobreviver.

Trabalho realizado por:

 Maria João, 8A

Clube Eco-Escola

Este slideshow necessita de JavaScript.

O clube Eco-escola, em nome dos alunos que participaram direta ou indiretamente na atividade de distribuição de ecopontos, apela a toda a comunidade educativa que participe na separação de resíduos, quer em contexto de sala de aula e/ou nos bares escolares. Pois, defendemos uma sociedade sustentável e pela consciência de que “nós não herdámos a Terra dos nossos antepassados mas, pedimo-la emprestada aos nossos filhos”(Adaptado do Provérbio Índio).

         Esta atividade foi acarinhada pela empresa Domplex ao oferecer dois ecopontos sistema três e pela nossa parceira de algum tempo, Valnor, que ofereceu os ecobags para as salas de aula.

         Em nome do clube, não podemos deixar de agradecer ao nosso colega Pedro Lopes que teve a amabilidade de trazer os ecopontos sistema três de Leiria e à nossa estimada Direção que apoiou a nossa iniciativa.

         Relembramos que podem acompanhar algumas das nossas ações através da rede social https://www.facebook.com/ClubeEcoEscolaMacao?fref=ts.

Saudações Ecológicas,

O Clube Eco-Escola

Projetos Eco-Escolas e Eco-Código

01

Já conheces os projetos em curso, no âmbito do projeto Eco-Escolas? E o Eco-Código? Então aqui ficam eles, para poderes ser cada vez mais ecológico.

Projetos em curso:

  • Recolha de Óleos usados;
  • Recolha de pequenos equipamentos elétricos/eletrónicos;
  • Recolha de pilhas;
  • Clube Eco-escola;
  • Recolha de rolhas de plástico;
  • Recolha de rolhas de cortiça;
  • Recolha de tinteiros.

Eco-Código

  • Para a energia não desperdiçar, os aparelhos em stand-by não devo deixar;
  • Para a água poupar, a torneira aberta não devo deixar;
  • Para a floresta preservar, lixo para o chão não devo deitar;
  • Se a água do rio queremos preservar, resíduos para lá não devemos deitar;
  • Se água potável queres ter, à agricultura biológica deves recorrer;
  • Se o meio ambiente queres proteger, as energias renováveis deves escolher;
  • Amarelo para os metais, azul para o papelão, verde para o vidro e as pilhas vão para o pilhão.
  • Para a poluição atmosférica diminuir, de carro não devo ir.
  • Se alimentos saudáveis queres ter, a compostagem deves fazer.
  • Para o planeta proteger, a reciclagem deves fazer.

A coordenadora do projeto Eco-Escolas,

professora Ilda Dias

 

Projeto Eco-Escola

A coordenadora do programa Eco-escolas comunica que no dia 10 de outubro de 2012 representou a escola em Gondomar, juntamente com um grupo de alunos envolvidos no programa, na cerimónia nacional das bandeiras verdes, onde viu, mais um ano, a nossa escola ser galardoada com o galardão:« Bandeira verde».

Salienta, que este galardão constitui um reconhecimento para todos aqueles que direta ou indiretamente trabalharam no desenvolvimento do programa e sem dúvida alguma um incentivo para continuar os desafios que sejam lançados futuramente às escolas.

Mais informa, que no dia 7 de novembro comemorou-se, a nível nacional, o dia internacional das Eco-Escolas. O clube Eco-Escola expôs, na biblioteca da nossa escola, trabalhos vários que visavam a sensibilização ambiental, concretamente: panfletos, azinheiras, pinheiros bravos, medronheiros, sobreiros (exemplares envazados em garrafas de plástico pelos alunos e acompanhados de breve descrição científica), flores (feitas com garrafa ou papel), objetos decorativos (fazendo uso da reutilização dos materiais), instrumentos musicais (utilizando caricas, arame e paus),…

Como principais objetivos desta atividade, destacaram-se: Sensibilizar para uma utilização sustentável dos recursos; Diminuir os resíduos produzidos (reutilizando); Ter uma ação pró-ativa face ao ambiente; Reconhecer a importância da floresta autótone; Comemorar o Dia das Eco.Escolas; Apresentar os projetos em curso do clube e Divulgar o nosso Eco-Código.

O Clube, está consciente que o ambiente merece toda a nossa atenção e apela a todos os terráqueos que unam esforços no sentido de proteger a Terra que é de todos nós.

Saudações ecológicas,

A professora Ilda Dias

Ilha de São Miguel

A ilha de São Miguel ocupa uma superfície de 747 divididos por seis concelhos, sendo por isso a maior ilha do Arquipélago dos Açores. Possui uma população de cerca de 137 699 habitantes e localiza-se no Oceano Atlântico, sendo atravessada pelo rifte da Terceira, o que faz com que esta ilha tenha uma intensa atividade vulcânica e sísmica.

A ilha que hoje observamos iniciou a sua formação há 4,010,000 anos pela parte Leste e “completou” a sua formação há cerca de 500,000 anos através de erupções vulcânicas, razão pela qual ainda continua em evolução.

Umas das mais notáveis provas da natureza vulcânica da ilha de São Miguel são as suas três famosas lagoas: Lagoa das Sete Cidades, Furnas e Lagoa do Fogo, todas elas formadas em crateras de vulcões adormecidos. Outra prova é que a maior parte dos solos Açorianos, incluindo os da ilha de São Miguel, são andossolos (um dos trinta grupos básicos de solo, geralmente originário de materiais vulcânicos recentes, em especial de cinzas vulcânicas, de pedra-pomes e, em menor proporção, de escórias basálticas).

Ao longo dos tempos a ilha foi sendo afetada por vários fenómenos vulcânicos, como aconteceu em 1652 aquando da erupção do Pico do Fogo, e em 1630 aquando da erupção das Furnas. Ambas as erupções foram acompanhadas, tanto antes como depois, por abalos sísmicos de magnitude e intensidade consideráveis. Esta situação também se repetiu noutras ocasiões, sendo que a magnitude e intensidade dos sismos dependeu da intensidade das erupções vulcânicas relacionadas.

Outros abalos sísmicos também ocorreram isolados, como aconteceu em Outubro de 1656, em que o sismo foi tão forte que abalou as casas a ponto de os seus moradores as abandonarem.

Assim sendo, a ilha de São Miguel é uma ilha muito interessante quer do ponto de vista sísmico, quer do ponto de vista vulcânico, e deste modo possui um solo fértil que confere à ilha uma produtividade agrícola formidável e no qual abundam diversas variedades de plantas que fazem com que São Miguel possua uma beleza natural única.

Fontes:

Autores:

Ana Martins, Nº2, 10ºA

Johann Amaro, Nº13, 10ºA

Orientação pedagógica e científica:

professora Helena Antunes

Serreta – Vulcão submarino

O vulcão submarino “Serreta” está localizado a cerca de 10Km a noroeste da ilha Terceira, este terá entrado em erupção emitindo blocos escuros de lava cujo seu interior estava repleto de gases que faziam com que a lava surgisse à superfície das águas do mar, sendo que as autoridades açorianas terão sido avisadas por pescadores dia 18 de Dezembro de 1998. Existem relatos de anterior atividade vulcânica no ano de 1867. A erupção vulcânica submarina de 1998 ter-se-á prolongado até ao mês de Março do ano 2000.

Este fenómeno vulcânico, até a este momento desconhecido devido à invulgaridade da sua manifestação, terá ocorrido devido a fraturas associadas ao rifte da Terceira.

A lava emitida naquele local era bastante fluida, emitindo apenas os blocos de lava já anteriormente referidos que após libertarem os gases do seu interior, afundavam. Após a análise deste acontecimento, concluiu-se que este tipo de atividade vulcânica era pouco vulgar, sendo que o vulcanólogo Vítor Hugo Forjaz (coordenador de uma das missões realizadas ao vulcão Serreta) propôs que este tipo de atividade se designasse por tipo serretiano.

Mediante as últimas missões realizadas ao vulcão submarino Serreta, os vulcanólogos destacam a sua fraca atividade dado que não foi detetado nenhum tipo de manifestações à superfície e apenas foram observadas, através das imagens recolhidas a cerca de 300 metros de profundidade, pequenas emissões de cinzas e focos de fumarolas e água quente. Os vulcanólogos concluem então que este vulcão submarino se encontra na sua fase terminal.

Fontes: http://www.geopor.pt/GPnov/serreta1.html

http://www.cvarg.azores.gov.pt

Autoras:

Cláudia Cristina Matos Branco, nº 6, 10ºA

Lívia Sofia Mendes Dias, nº 15, 10ºA

Orientação cientifica e pedgógica:

professora Helena Antunes