Desafio: Cartas de Náufragos

John Peter Russell -Rough sea, Morestil

 

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

 

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

 

Professora: Anabela Ferreira

 

Do alto mar e terra, 19 de maio de 1870

Olá, grande amigo:

escrevo esta carta a informar que o barco naufragado transportava um tesouro com valor interminável. Este tesouro continha o que a minha tripulação juntou ao longo de uma vida de piratas.

No tesouro havia várias pérolas capturadas a um monstro quando o derrotámos na Costa Rica. O combate durou dias, mas compensou devido a ter-nos dado eternos diamantes com valor incalculável por só existirem dentro do monstro. Tinha também uma grande quantidade de ouro que conquistámos quando invadimos uma mina na África do Sul, depois de uma longa viagem onde apanhámos longas tempestades, mas onde as ultrapassámos. Lá fizemos grandes caminhos a pé com todas as nossas armas para invadir a mina, quando chegámos, foi fácil, porque a mina não tinha ninguém. Regressámos a cavalo com todo o ouro até ao barco.

Partimos no nosso barco em direção à Índia onde encontrámos outra tripulação e batalhámos, mas a minha tripulação saiu vencedora e conquistámos muitas especiarias, colares e anéis muito valiosos. Com todas estas nossas riquezas não achámos seguro levá-las no barco e enterrámo-las numa ilha longínqua, afastada de tudo.

Toda a minha tripulação desapareceu, até hoje não sei o que é feito dela. O mapa está no nosso barco naufragado e numa garrafa à deriva pelos oceanos. E todos os tesouros encontram-se onde os enterrei. Estarão à tua espera!

Boa sorte!

“Um Amigo L.P.”

Lucas Pita, 7º B

Desafio: Cartas de Náufragos

Odsan Naufragio sulla costa, Eugène Delacroix

 

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

 

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

 

Professora: Anabela Ferreira

 

Lisboa, 16 de abril 2020

Olá, Matilde!

Como estás? Ainda não acredito que o navio do tesouro se afundou.

 

Deves estar a perguntar como é que consegui sobreviver. Bom, aconteceu que quando estávamos a chegar à baía, sem nos apercebermos, batemos contra um rochedo que levou à destruição do barco. Felizmente, eu e a minha amiga Tatiana conseguimos escapar, levando uma parte do tesouro nos bolsos, nadando em direção a uma boia de sinalização que se avistava. Foi muito perigoso, mas valeu a pena, pois esforçámo-nos. O tesouro tinha rubis, pérolas, esmeraldas, colares, pulseiras, brincos, diamantes, tiaras, coroas, moedas de ouro, entre outras. Ainda não saímos daqui. Por favor, podes pedir a algum marinheiro que use o seu barco para nos vir salvar? Não te preocupes, pois, quando chegarmos a terra, vamos poder melhorar a nossa casa e bens essenciais. Mal posso esperar por estar junto de ti.

 

Assim me despeço e fica bem.

Com um beijinho da Leonor e da Tatiana.

 

P.S.: Temos de ir pescar mais vezes juntas.

 

Leonor Pimenta, 7º B

Desafio: Cartas de Náufragos

 

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

 

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

Professora: Anabela Ferreira

 

Alejandro Obregón, Naufragio

 

Mação, 19 de maio de 2020

Olá, Maria,

espero que estajas bem.

Hoje, queria-te contar uma das histórias mais marcantes da minha vida.

Estava eu no navio para o Brasil, pois ía de férias, mas o que ninguém estava à espera aconteceu. Em 9 de maio de 2020, um dos piores acontecimentos do mundo ocorreu, quase do tamanho do Titanic, um navio afundou-se, mas o pior ainda não contei, o “tesouro” estava na cave do navio, era um colar romano com esmeralda, prata e ouro. Era com isso que eu ía ficar rica, ter uma vida de luxo, mas não foi nada disso que veio a acontecer.

Uma baleia de dez metros foi contra o navio  e furou a parte traseira do mesmo. Naquele momento parecia que tinha começado a terceira guerra mundial, pessoas em pânico, mães com os bebés ao colo, e eu paralisada a pensar : “O TESOURO!!!”, fui a correr com uma velocidade inacreditável, agarrei no tesouro e fui para a casa de banho, tranquei-me, cobri os ouvidos, encolhida  ao pé da parede e respirei fundo .

Fiquei lá três dias e três noites, a ter esperança  que alguém me encontrasse. No dia 12 de maio de 2020, esse glorioso dia, encontraram-me, mais tarde contaram-me que eu tinha sido a única sobrevivente.

Desde aí nunca mais andei de navio.

 

Muito obrigada, por leres esta carta.

 

                                                                                                Uma amiga

 

Denisa Mendes, 7º B

Desafio: Cartas de Náufragos

 

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

 

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

Professora: Anabela Ferreira

 

Odsan Naufragio sulla costa, Eugène Delacroix

 

Mação, 19 de agosto 1910

Olá, vizinha Maria,

sei que tenho andado desaparecida, mas existe uma grande razão….

Como a vizinha sabe, o ano passado, tive a hipótese de poder ir numa expedição à procura do tesouro da cidade perdida, Atlântida. Os antigos diziam que era um baú cheio de ouro e uma grande variedade de pedras preciosas. A vizinha deve estar a pensar se conseguimos ou não o tesouro: Sim, conseguimos!! Mas, quando estávamos a voltar, a história mudou de figura…

Inicialmente tudo correu como estava previsto, mas, inesperadamente, fomos surpreendidos por uma tempestade, à qual se seguiu um nevoeiro intenso e serrado. Não conseguíamos ver um palmo à frente do nariz. Mesmo assim avançávamos, com algum medo, mas viríamos a embater numa grande rocha. Eu e as minhas sete companheiras conseguimos fugir. Fugimos num pequeno bote, remámos até não podermos mais e foi nessa altura que nos deixámos levar pelas correntes daquele imenso mar. De repente, fui acordada por uma pequena brisa, que mais tarde acabou por se tornar uma grande tempestade. Acordei as minhas companheiras e disse-lhes:

– Cuidado, amigas! Preparem-se! O vento está a tornar-se muito forte!

Quando dei por mim, estava debaixo de água, pois o barco tinha-se virado, infelizmente só consegui salvar uma delas.

A certa altura, após termos nadado imenso, chegámos a uma ilha deserta onde ficámos 2 anos sem ver ninguém.

Até que um dia um navegador alemão nos encontrou e nos trouxe de volta à nossa terra, onde fomos muito bem recebidas por todos.

Uma Amiga.

 

Maria Carolina, 7ºB

 

 

Dia Mundial da Criança

Hoje é dia 1 de Junho!

Não se esqueçam que hoje é o Dia da Criança, que a criança que há em cada um de nós é bela e que todos devemos guardar algo dela.

 

Ouçam Pedro Barroso a interpretar este poema lindo de António Gedeão que vos deixo:

 

Sejam felizes, meninos!

Desafio: Cartas de Náufragos

 

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

Professora: Anabela Ferreira

II Naufrágio, Diane Bonjour

 

Brasil, julho de 1925

 

   Olá, minha amiga,

   Como tu sabes, eu embarquei num navio para tentar ir para o Brasil. Este acabou por naufragar e eu sou a única sobrevivente, mas a meio do caminho encontrámos um tesouro, um tesouro que estava dentro de um baú de madeira escura com partes douradas. Antes de o navio naufragar, conseguimos abrir o baú e ele tinha muitas moedas e barras de ouro, muitos colares e pulseiras de pérolas, joias de diamantes, de esmeraldas, de rubis, de ouro, de prata e muitos outros minérios que eu nem sabia da existência, tinha duas tiaras e duas coroas muito bonitas, anéis de ouro, anéis com diamantes e no fundo tinha um diamante enorme em cima daquelas almofadas vermelhas e por baixo das almofadas tinha um mapa de um tesouro que indicava um X numa parte do Brasil e, por sorte, consegui resgatar o mapa do navio e, para ter ainda mais sorte, passou por mim um barco com marinheiros que iam para o Brasil e que me trouxeram até aqui. Desde que cheguei que ando à procura daquele tesouro.

   Quando eu encontrar este tesouro, eu envio-te outra carta, mas enquanto isso, espero que estejas bem e deseja-me sorte para eu encontrar este novo tesouro rapidamente.

   Beijinhos e deseja-me sorte.

                                                                                                                                         Uma amiga.

Beatriz Brites, 7ºB

 

Infância

 

A minha infância

Quando era mais nova, não podia estar quieta, tinha de estar sempre a fazer algo.

Eu adorava correr, saltar, brincar, …adorava também ir para a escola e poder brincar com os meus amigos, nós brincávamos à apanhada, às escondidas, às plantações, aos polícias e ladrões, entre outras coisas.

Tínhamos sempre alguma coisa para fazer, o pior era quando estava a chover e tínhamos de ir para dentro de um pavilhão, nós odiávamos estar fechados lá dentro, queríamos ir lá para fora brincar.

Nos fins de semana em que não ía aos meus avós, adorava fazer festas de pijama e ou ir dormir à casa de amigas era super-divertido.

Às vezes, ía passear com a minha família, íamos às compras, íamos à praia, entre outras atividades.

Nos meus tempos livres, eu costumava pintar Mandalas, dançar, ir à piscina, ver televisão, entre outras coisas.

Mas os meus passatempos preferidos eram brincar com o meu irmão e ir andar de bicicleta, era assim que passava o meu tempo.

Nessa altura, a minha mãe tinha uma florista e então, quando eu saía da escola, tinha de ir para lá, pois o meu pai estava a trabalhar ainda. Ao lado da loja, havia um parque com rampas onde eu e o meu irmão mais velho costumávamos andar de skate e jogar à bola.

E foi assim a minha infância.

 

Jéssica Moucho, 7ºA

Desafio: Cartas de Náufragos

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

Professora: Anabela Ferreira

 

Henri_Edmond_Cross_Naufrage

 

Em pleno mar, 15 de novembro de 1977

 

Olá, está tudo bem por aí?

Escrevo esta carta para dizer que tenho um tesouro a bordo pronto para voltar à cidade.

O tesouro era dourado como o sol, tinha joias como rubis, esmeraldas, entre outros, mas foi tudo para o fundo do mar .

O pesadelo aconteceu e o navio que estava cheio de riquezas naufragou e só eu sobrevivi. Foi uma busca intensa deitada fora, estava tudo ganho, até Poseidon  estava do nosso lado a ajudar-nos a chegar à cidade, a formar as marés para a costa. Não sei o que vai ser de mim, só quero que saibam que estou bem e estou numa ilha que tem pelo menos alimentos até à próxima semana. Vou tentar construir um barco com galhos de árvore e tentar a minha sorte até chegar à cidade.

 

Envio isto para perguntar se está tudo bem por aí, confio em mim mesmo e rezo para que daqui a poucos dias já esteja na cidade.

Eu sobrevivi ao pesadelo.

Adeus, beijos muito grandes para todos e confiem em mim, ainda vou chegar a salvo.

 

Assinado: “Um amigo”.

António Mendes, 7ºB

 

 

O Naufrágio em alto mar

Pintura a óleo – M.g. Alzaga

 

 

Num dia muito bonito de verão, eu decidi fazer uma viagem, eu queria ir de Portugal para o Brasil passar um mês das minhas férias, queria relaxar.  Então conversei com uns amigos e no meio dessa conversa concordámos os quatro que era “fixe” fazermos uma viagem todos juntos de navio.

A viagem tinha início no dia 25 de maio de 2008 e tínhamos planeado chegar ao nosso destino no dia 29 do mesmo mês. Era uma viagem muito longa por isso levámos fizemos muitos preparativos para a mesma. Um dia antes, comecei a preparar as malas, levei muita roupa, roupa para ir à praia, roupa para andar por casa e muito mais roupa. Fiz também uma ligação para um hotel que tinha o nome de Hotel São Paulo Spa e marquei quatro quartos, uns ao lado dos outros por trinta e dois dias, que era o tempo que nós íamos ficar no Brasil.

Chegou ao dia do embarque e eu e os meus três amigos fomos até ao local do mesmo e à hora marcada que era às 14:20H. A essa hora partimos para a viagem e fomos avisados que no navio iam umas pessoas muito ricas que tinham um tesouro escondido algures pelo barco. Nós ficámos muito surpresos porque nunca tínhamos visto uma coisa assim a acontecer. No meio da viagem aconteceu um naufrágio, eu e os meus amigos fomos os únicos sobreviventes, contámos a história às pessoas em quem confiávamos e foi assim a minha mais assustadora história de vida.

Miguel Leitão, 7ºB

Presidente da Associação De Moradores Do Vale Das Onegas em entrevista

 

Entrevista a Raquel Rodrigues

No passado dia 7 de março, entrevistei a atual presidente da Associação De Moradores Do Vale Das Onegas (Concelho de Sardoal), Raquel Rodrigues, durante o IV Passeio Do Lobisomem.

As perguntas estavam relacionadas, não só com o referido passeio, como também com outras atividades da associação.

 

Quem fundou esta associação?

Esta associação foi fundada pelo Sr. José Serras, marido da D. Maria Do Céu, pelo Sr. Joaquim Pissarreira, pelo Cremildo Casola, pela Sra. Clara, porque havia uma carência, no Vale Das Onegas, de comunicação e depois acharam que para além da igreja faltava-nos ali um espaço, uma casa mortuária, isto parece estranho, mas é verdade,  queriam fazer uma casa mortuária, e então como o espaço que tínhamos era os antigos lavadouros, tinha aqui um espacinho por baixo e pensaram em fazer um cafezinho, e pronto daí começou a nossa associação. Foi fundada aí, mas remonta a tempos muito mais antigos. Começou com a juventude que, ainda com 13, 14, 15 anos, começaram a fazer umas festinhas na rua principal, a Norte, no meio da estrada, ia-se apanhar eucaliptos, apanhar fetos, ia-se buscar às serrações, uns costaneiros para fazer um barzinho, e foram as primeiras festas. Por isso, os fundadores de caneta e papel foram esses senhores, mas os “verdadeiros” fundadores foram os jovens da terra, que fundaram o verdadeiro espírito do Vale Das Onegas.

 

Quais são as atividades anuais desta associação? E porquê o nome de Passeio Do Lobisomem?

Então, é de facto, primeiro essa que referiu, logo é a primeira do ano. Feito na primeira noite de lua cheia, do tempo da Quaresma, que eram as noites mais compridas do ano e já ligeiramente tolerável a temperatura. As luas com maior luminosidade são as de janeiro, fevereiro, março e a de agosto. E o porquê do lobisomem era porque,  nesta terra, sempre se ouviu falar destas lendas e dizia-se mesmo que havia mesmo uma pessoa , e eu não posso dizer o nome, mas eu sei o nome de quem acusavam de ser um lobisomem. Ser lobisomem não era uma bênção, era uma maldição e eles tentavam quebrá-las sempre na noite de lua cheia. Então, para deixarem de sofrer desse mal, nas noites de lua cheia, eles tinham dores, artroses, segundo o que diziam. Há a história do crescimento de cabelos, eram pessoas muito peludas e eles tentavam quebrar essa maldição, indo passar essa noite por sete cidades ou vilas casteladas, mas enquanto alguém em casa virava a roupa ao contrário. Assim que começavam a virar a primeira peça, a pessoa que estava em casa tentava que fosse o mais tarde possível, ele começava logo a voltar para trás.

Temos a festa do Dia Da Criança, um festejo simples, uma tarde que já chegou a ser uma grande festa quando eram muitas crianças, agora o Vale Das Onegas tem muito poucas crianças.

Depois temos as nossas festas anuais de verão que têm fama em muito lado, tenho-te a dizer que eu trabalho longe de cá e ainda há pouco tempo ouvi dizer: “Ah, você é daquela aldeia que tem uma das melhores festas onde eu vou!”, dá muito trabalho, mas são umas festas de verão muito engraçadas, com muito espírito e sacrifício lá se vão fazendo.

Temos o Passeio Da Chapa Amarela, ou seja, das motorizadas antigas, pois foram os primeiros veículos motorizados que começaram a aparecer aqui, e para não perder esses tempos, como quase todos os rapazes e raparigas aprendiam a conduzir essas motorizadas, desde pequenos, ou se não aprendiam iam sentadas à frente do volante e por isso fazemos um passeio em homenagem a esses tempos.

Celebramos também o Magusto, só para juntar as pessoas e comer umas castanhas.

Por fim, juntamo-nos na Passagem De Ano.

 

E, por fim, que marcou o percurso deste passeio?

O percurso, este ano foi marcado pelo Sr. Hugo Pissarreira, que muito prontamente, escolheu um percurso diferente de todos os outros anos e como também já era nosso costume, nunca passar pelo mesmo sítio, mas, este ano, vamos então para outra zona da freguesia onde ainda não tínhamos passado.

 

Inês Jesus Ferreira, 7ºA