Textos sobre a comemoração do 25 de abril de 1974

Na sala de professores
Cantei “Grândola, vila morena”
E todos tínhamos cravos
E foi uma grande cena!

Fizemos lembrar a liberdade
E a revolução dos cravos.
Isto tudo foi uma felicidade

Como a terra da fraternidade.
Nesta escola foi o 25 de abril
Que falou mais alto.
Com esta juventude juvenil

Que gostou de tudo com um grande salto.
Cravo, meu lindo cravo
Que é vermelho e lindo!
E assim ficou o dia salvo
Com toda a gente sorrindo.

Versos escritos por: Leonardo Silva N.º 12 do 6.ºA

No dia 24 de abril comemorámos os 40 anos da revolução dos cravos e colámos um cravo em origami ao peito, andando com ele durante todo o dia. Durante o intervalo da manhã fomos à sala de professores cantar a canção “Grândola, vila morena”.        Mª João Louro N.º15 do 6.ºA

No dia 24 de abril, a minha turma foi cantar a música “Grândola, vila morena” à sala de professores. Depois fui entregar cravos aos professores, funcionários, e todos os queriam, por isso rapidamente acabaram. Também andei com um cravo ao peito feito por mim, tal como os meus colegas.             Bernardo Silva N.º3 do 6.ºA

 

No intervalo das 10.30 h, eu e a minha turma dirigimo-nos até à sala de professores para cantarmos uma das canções que serviu de senha da revolução de abril “Grândola, vila morena” de Zeca Afonso. Também distribuímos cravos pelos professores.
Para ficarmos com uma recordação fizemos um cravo em papel nas aulas de História e Geografia de Portugal.                     Sara Bento N.º21 do 6.ºA

 

No dia 24 de abril fui cantar “Grândola, vila morena” à sala de professores. Esta atividade foi organizada pelas professoras Lígia Silva e Ana Montargil. Depois de cantar distribuí cravos pelos professores. Gostei muito!              Mª Beatriz Simões N.º 14 do 6.ºA

 

Gostei muito, andámos pela escola com um cravo colado ao peito.       Beatriz Jesus N.º 2 do 6.ºA

 

Hoje, 24 de abril, é um dia especial, porque comemoramos a revolução dos cravos. Celebrámos a Liberdade!                                  Pavlo Nazarchuck N.º 18 do 6.ºA
Cheguei ao pé da sala de professores e depois entrei com os meus colegas e cantámos a canção “Grândola, vila morena”. Cantámos melhor nos ensaios, mas correu bem. Depois distribuí cravos aos professores.            Dinis Santos N.º 6 do 6.ºA

 

O meu cravo não estava perfeito, mas eu gostei dele.                  Diogo Bento N.º 7 do 6.ºA

 

No intervalo fomos à sala de professores cantar a música “Grândola, vila morena” e muitos professores cantaram também. No final distribuímos cravos em origami.

João Francisco N.º 11 do 6.ºA
Devemos lembrar sempre o 25 de abril de 1974, porque foi o dia em que o povo conquistou a sua Liberdade!                  Francisca Cordeiro N.º 8 do 6.ºA

 

Gostei muito de fazer os cravos e de ensaiar a música “Grândola, vila morena”. Viva a Liberdade!               Mª João Louro N.º 15 do 6.ºA

 

Hoje, 24 de abril de 2014, comemorámos o 25 de abril de 1974 indo cantar a canção “Uma gaivota” de Ermelinda Duarte à sala de professores, à secretaria, à direção, ao bar, à papelaria e à sala A1 onde estava a nossa Diretora de Turma. Também entregámos cravos feitos por nós.
As professoras Lígia Silva e Ana Montargil acompanharam-nos sempre.

Marta Durão N.º 11 do 6.ºB
Foi muito engraçado e divertido!                       Mariana Matos N.º 9 do 6.ºB
Para comemorar o 40.º aniversário de 25 de abril de 1974, a nossa turma e as outras do sexto ano cantaram músicas relacionadas com a revolução dos cravos. Foram oferecidos cravos feitos em origami.                  Mariana Cardoso N.º 10 do 6.ºB

 

A minha turma participou numa atividade comemorativa do 40.º aniversário do 25 de abril de 1974. Distribuímos cravos e cantámos a canção “Uma gaivota” de Ermelinda Duarte em diversos locais da escola. Gostei da atividade!                 Nicolae Tiution N.º 15 do 6.ºB

 

Eu gostei da atividade em que participei para comemorar o 40.º aniversário do 25 de abril de 1974. Achei engraçada a realização dos cravos!           João Dias N.º 7 do 6.ºB

 

Na minha opinião, nós tínhamos de comemorar o 25 de abril, porque aquele foi o dia em que nos devolveram a liberdade e acabou a censura e a repressão.          Marta Durão N.º 11 do 6.ºB
Gostei muito desta matéria.               Carolina Jesus N.º 2 do 6.ºC
Gostei muito de fazer os cravos e os desenhos.            Pedro Marques N.º 18 do 6.ºC
Eu adorei fazer os cravos!                Mónica Figueira N.º 16 do 6.ºC

 

Exposição de trabalhos “Ataque ao castelo!”

DSC03815(Clica na foto para veres as restantes fotografias.)

Os alunos do 5.ºAno participaram na exposição de trabalhos “Ataque ao castelo!” com 26 maquetas. Os castelos foram construídos utilizando diversos materiais como o papel, o cartão, a madeira e a cartolina.

Os castelos eram fortalezas que protegiam as populações e também serviam de habitação dos nobres.

Nalgumas maquetas está presente o fosso que funcionava como obstáculo à invasão dos inimigos. Também há vários castelos onde se pode ver a ponte levadiça e a torre de menagem (torre mais alta).

A maioria dos alunos colocou uma bandeira no castelo e pintou o castelo para que parecesse real.

Texto escrito por: Mariana Mendes Cardoso  N.º 13 do  5.ºB

Fotografias: Lígia Silva (professora de H.G.P.)

A ilha de São Jorge

Este slideshow necessita de JavaScript.

A ilha de São Jorge, situa-se no centro do Grupo Central do Arquipélago dos Açores, tem um perfil bastante alongado, tem 53km de comprimento e 8 km de largura. É uma ilha cujas serras são muito elevadas nas vertentes voltadas ao norte, principalmente devido à forte e constante abrasão do mar, sendo o mar nesta face da ilha bastante profundo. Estas características permitiram o surgimento das fajãs (um terreno plano, em geral cultivável, de pequena extensão, situado à beira-mar, formado de materiais desprendidos das arribas ou por deltas lávicas resultantes da penetração no mar de escoadas de lava provenientes da vertente) que no caso da ilha de São Jorge são numerosas. A costa sul apresenta-se com um declive muito menos acentuado, descendo quase com suavidade até ao mar. Nesta costa muito mais baixa é raro surgirem fajãs. A ilha de S. Jorge foi criada por sucessivas erupções vulcânicas em linha reta, ao longo das falhas tectónicas das placas Eurasiáticas, Americanas e Africanas, tem um alinhamento vulcano-tetónico composto por numerosos centros eruptivos basálticos, na sua maioria cones de escórias e fissuras eruptivas. A ilha de São Jorge tendo a sua história eruptiva assinalada por erupções efusivas a moderadamente explosivas, do tipo havaiano e estromboliano, e por erupções submarinas surtseianas. Nos últimos 5.600 anos ocorreram pelo menos 12 erupções, onde se incluem as erupções históricas do Mistério da Queimada, em 1580, e do Mato da Urzelina, em 1808. A sua plataforma central tem a altitude média de 700 metros, descendo muitas vezes quase a pique desde essa altitude até às fajãs junto do mar, resultando numa cordilheira montanhosa que é o respetivo comprimento da ilha, e que atinge a altitude máxima de 1 053 metros, no Pico da Esperança, a costa é em geral rochosa, com arribas altas e escarpadas. Para esta morfologia muito terá contribuído a da tectónica regional, que formou um alinhamento de cones estrombolianos com que originou no vulcanismo fissural.

Fontes: Wikipedia; http://www.viasaojorge.com

Trabalho realizado por:

Mónica Saramago Nº18 10ºA

João Casola Nº11 10ºA

Orientação científica e pedagógica: professora Helena Antunes

Graciosa

Este slideshow necessita de JavaScript.

Graciosa é uma ilha que pertence ao arquipélago dos Açores, situada no grupo central. Tem uma área total de 62km2 e atinge, no máximo, cerca de 402m de altitude, sendo, por isso, a ilha menos montanhosa do arquipélago.

Acerca do vulcanismo, Graciosa tem uma caldeira que apenas atinge os 302m de altura. Há cerca de 12 mil anos, este antigo vulcão sofreu erupções do tipo efusivo, formando depois a caldeira por colapso, chamada “Caldeira da Graciosa”. No seu interior existe uma gruta vulcânica, formada por extintos rios de lava fluida solidificada, denominada por “Furna de Enxofre”, tratando-se de um respiradouro vulcânico por onde saem gases, tendo no fundo um lago de água fria. No solo da gruta existem várias lamas quentes e emanações de gases (SO2 e CO2).

Relativamente à sismologia da Graciosa, podemos identificar os grandes sismos de 1717, 1730, 1817, 1837 e 1980. São de salientar os sismos de 1837, que ocorreram entre 12 de janeiro com grande intensidade na Vila da Praia, em que todas as casas sofreram danos. A igreja da Luz ficou quase toda por Terra. Mas o mais perigoso dos sismos ocorreu 1980, abrangendo também as ilhas da Terceira e São Jorge. Por volta das 16h e 42min, do dia 1 de janeiro de 1980, ocorreu um sismo de magnitude 7.2 na escala de Richter, a uma profundidade de 10-15km, com o epicentro localizado no mar. Provocou destruição generalizada nos edifícios da Luz. Referente a danos humanos, na ilha Graciosa não houve nem feridos nem mortos ao contrário do que ocorreu nas outras ilhas. No total, ficaram danificadas mais de 15 500 casas, causando cerca de 15 000 desalojados. Supõe-se, devido á idade radiométrica das rochas, que a ilha Graciosa tenha cerca de 0,62 milhões de anos.

Baseado em http://pt.wikipedia.org/wiki/Graciosa

Marta Pedro e Soraia Jesus – 10ºA

Orientação científica e pedagógica: professora Helena Antunes

Os Cartazes de Abril – 38 anos depois das mordaças da incúria

Este slideshow necessita de JavaScript.

Exposição realizada pelos alunos do 9ºAno no âmbito das comemorações do 25 de Abril.

O que deseja a democracia quando a magnitude democrata é posta em causa diariamente. O apelo regozija a própria vontade de podermos falar livremente, “em cada esquina igualdade”, de movimentarmos os sons de Abril em gargarejos des”pide”os de correntes que nos agrilhoaram nas palavras, vontades nas injustiças! O Desejo que me impele de escrever precede as angústias de horas que não podia sequer formatar palavras. Censura!
Bloqueio pidesco que nos proibiu de gritar, de realizarmos sonhos que a espaços sufocavam o cidadão dilacerando-o nas suas emoções, razões, opiniões,… simplesmente falar, comentar, Viver.

A exposição evoca essa vontade de lutar continuamente, de podermos com o som estridente das nossas cordas vocais construir emoções, desenhos, cartazes e flores, para alertar para a única razão que nos permite ser livres, verdadeiros e mais justos com o nosso semelhante,… A LIBERDADE. A DEMOCRACIA.

Orientação pedagógica e científica do professor João Diogo

Fotos: professor João Pinheiro

Ortiga – Anta da Foz do Rio Frio

Este slideshow necessita de JavaScript.

O primeiro dólmen localizado em Ortiga é um dos mais completos, pois o “tumulus” estava intacto, à exceção da cobertura. Este monumento tem 25 metros de perímetro exterior, parecendo a câmara ter 2,5 metros no seu eixo maior. O corredor está orientado a nascente.

Esta sepultura assinala um momento de viragem, em que o status individual emerge sobre a comunidade, que por seu lado começa a investir mais em construções para os vivos (e não apenas para os mortos), começando a configurar-se um território de comunidades guerreiras, em tensão crescente pela posse das terras e seus produtos.

Trabalho de pesquisa da aluna: Maria Ana 7º C

Fotos: professor João Pinheiro

PROJECTO – “EU, PERSONAGEM HISTÓRICA” – Teatro do Gato do Chapéu Alto – O COZINHEIRO DO REI

As actividades dramáticas encorajam o desejo natural dos alunos para o desenvolvimento da sua personalidade e estilo, proporcionam oportunidades para explorar uma larga variedade de contextos e situações conduzindo-os à construção da sua visão do mundo, estruturando assim, a sua cidadania.

Professoras: Anabela Martins, Margarida Preto, Lígia Silva e Rita Santos