Intercâmbios em Espanhol – A visão dos alunos

SDC11909(Clica na foto para veres a reportagem fotográfica completa.)

No âmbito do Atelier de Espanhol e do Clube Europeu, vários alunos partiram de Mação no dia 24 de abril com rumo a Madrid.

Chegámos a Madrid de manhã e fomos para a escola dos nossos colegas espanhóis com quem iriamos fazer o intercâmbio. Antes de fazermos o intercâmbio tínhamos escrito cartas para os alunos espanhóis e às quais eles responderam. Já na Escola, tivemos que encontrar o aluno que nos respondeu. Depois fizemos algumas atividades para pôr em prática tudo aquilo que tínhamos aprendido nas aulas de Espanhol.

Pela tarde passeamos por Madrid e visitámos a  Plaza Mayor entre outros sítios emblemáticos em Madrid. Em seguida, fomos jantar e, por último, dirigimo-nos para a residencial onde iríamos passar a noite.

Dia 26 de manhã acordámos, tomámos o pequeno-almoço e visitamos um pouco mais de Madrid. Visitamos também o Museo del Prado que foi muito interessante. Depois almoçámos, tivemos um pouco de tempo para compras e no final do dia regressámos a Portugal.

Inês Pereirinha, 8ºC

Este ano, pela primeira vez, nos dias 24, 25 e 26 de abril os alunos do Clube Europeu e Atelier de Espanhol do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte rumaram em direção à parte oriental da Península Ibérica.

De malas e bagagens, pela calada da noite, o autocarro transportou os alunos e os seus professores até ao encontro da capital espanhola, Madrid.

Com o nascer do sol, chegámos a Madrid. A hospitalidade dos alunos espanhóis da escola “IES Arcipreste de Hita” fez com que o intercâmbio realizado entre estas escolas tenha tido como ponto alto o relacionamento e desenvolvimento da língua espanhola.

Com a sensação de dever cumprido recarregamos baterias com um almoço tipicamente espanhol pois sabíamos que ainda tínhamos Madrid e os seus monumentos para descobrir.

Fascinados com o encanto da cidade madrilena e contagiados pela emoção de ter conhecido a Catedral de Almudena, a Puerta del Sol, a Plaza Mayor e o famoso Museo del Prado.

Estes dias foram aproveitados da melhor forma e só por si estas palavras não podem descrever o brilho dos nossos olhos, ao desfrutar deste tempo passado com qualidade, empenho e dedicação.

Desejo que no futuro outros intercâmbios se possam realizar.

Mª Leonor Bento nº12 8ºB

“¡Hala Madrid!”

Nos dias 25 e 26 de Abril cerca de 50 alunos da escola de Mação tiveram a oportunidade de fazer uma viagem de 7 horas rumo à capital espanhola.

Partimos dia 24 à noite, fizemos algumas paragens, conversamos, dormimos (pouco) e dia 25 pelas 8h estávamos em Madrid! É difícil descrever o que se sente quando entramos naquela cidade enorme, é, sem dúvida, um “mundo”.

Ficamos numa pousada (“The Living Room Hostel”) bastante acolhedora e os espanhóis mostraram sempre um lado simpático e caloroso. Quem disse que não gostam dos portugueses?

Dirigimo-nos depois à escola, IES ARCIPRESTE DE HITA, onde fomos bastante bem recebidos. Os alunos eram um pouco diferentes de nós, mas não foi preciso muito tempo para que nos juntássemos e começássemos então a conversar, partilhar ideias, cultura, falámos de tudo um pouco… Tivemos também atividades relacionadas com poesia, dançamos, jogamos futebol e claro, ouvimos os nomes “Cristiano Ronaldo” e “Mourinho” imensas vezes. Fizemos o lanche da manhã com eles no qual provamos um pouco da gastronomia espanhola mas onde pudemos apreciar melhor essa gastronomia foi ao almoço e jantar uma vez que fomos a restaurantes. Provámos a famosa Paella entre outros pratos bastante diferentes dos pratos portugueses, é esse um dos aspetos em que Portugal ganha, a comida!

Pela tarde de dia 25 e dia 26 visitamos os pontos mais conhecidos de Madrid, fizemos um peddy-paper, visitamos a Plaza de España, Palácio Real, Catedral de Almudena, Plaza Mayor, Puerta de Alcalá, Plaza de Cibeles (local onde o Real Madrid festeja quando é campeão),  Hard Rock Café, entre outros sítios que nos deixaram maravilhados com a sua beleza… O último sítio que visitamos foi o Museu do Prado, aí vimos grandes obras de grandes artistas, não o conseguimos ver na sua totalidade devido à dimensão deste museu, mas sem dúvida que valeu a pena a visita.

Durante a tarde comprámos as “prendinhas” para quem por cá ficou e voltámos a Portugal, vínhamos felizes, mais ricos culturalmente. Foi uma viagem divertida e chegámos então a Mação, com um sorriso no rosto e com a vontade de voltar…

Vânia Marques 12ºA

Nota: As fotos foram gentilmente cedidas pelos alunos e professores que participaram na atividade.

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A ilha de São Jorge

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A ilha de São Jorge, situa-se no centro do Grupo Central do Arquipélago dos Açores, tem um perfil bastante alongado, tem 53km de comprimento e 8 km de largura. É uma ilha cujas serras são muito elevadas nas vertentes voltadas ao norte, principalmente devido à forte e constante abrasão do mar, sendo o mar nesta face da ilha bastante profundo. Estas características permitiram o surgimento das fajãs (um terreno plano, em geral cultivável, de pequena extensão, situado à beira-mar, formado de materiais desprendidos das arribas ou por deltas lávicas resultantes da penetração no mar de escoadas de lava provenientes da vertente) que no caso da ilha de São Jorge são numerosas. A costa sul apresenta-se com um declive muito menos acentuado, descendo quase com suavidade até ao mar. Nesta costa muito mais baixa é raro surgirem fajãs. A ilha de S. Jorge foi criada por sucessivas erupções vulcânicas em linha reta, ao longo das falhas tectónicas das placas Eurasiáticas, Americanas e Africanas, tem um alinhamento vulcano-tetónico composto por numerosos centros eruptivos basálticos, na sua maioria cones de escórias e fissuras eruptivas. A ilha de São Jorge tendo a sua história eruptiva assinalada por erupções efusivas a moderadamente explosivas, do tipo havaiano e estromboliano, e por erupções submarinas surtseianas. Nos últimos 5.600 anos ocorreram pelo menos 12 erupções, onde se incluem as erupções históricas do Mistério da Queimada, em 1580, e do Mato da Urzelina, em 1808. A sua plataforma central tem a altitude média de 700 metros, descendo muitas vezes quase a pique desde essa altitude até às fajãs junto do mar, resultando numa cordilheira montanhosa que é o respetivo comprimento da ilha, e que atinge a altitude máxima de 1 053 metros, no Pico da Esperança, a costa é em geral rochosa, com arribas altas e escarpadas. Para esta morfologia muito terá contribuído a da tectónica regional, que formou um alinhamento de cones estrombolianos com que originou no vulcanismo fissural.

Fontes: Wikipedia; http://www.viasaojorge.com

Trabalho realizado por:

Mónica Saramago Nº18 10ºA

João Casola Nº11 10ºA

Orientação científica e pedagógica: professora Helena Antunes

Graciosa

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Graciosa é uma ilha que pertence ao arquipélago dos Açores, situada no grupo central. Tem uma área total de 62km2 e atinge, no máximo, cerca de 402m de altitude, sendo, por isso, a ilha menos montanhosa do arquipélago.

Acerca do vulcanismo, Graciosa tem uma caldeira que apenas atinge os 302m de altura. Há cerca de 12 mil anos, este antigo vulcão sofreu erupções do tipo efusivo, formando depois a caldeira por colapso, chamada “Caldeira da Graciosa”. No seu interior existe uma gruta vulcânica, formada por extintos rios de lava fluida solidificada, denominada por “Furna de Enxofre”, tratando-se de um respiradouro vulcânico por onde saem gases, tendo no fundo um lago de água fria. No solo da gruta existem várias lamas quentes e emanações de gases (SO2 e CO2).

Relativamente à sismologia da Graciosa, podemos identificar os grandes sismos de 1717, 1730, 1817, 1837 e 1980. São de salientar os sismos de 1837, que ocorreram entre 12 de janeiro com grande intensidade na Vila da Praia, em que todas as casas sofreram danos. A igreja da Luz ficou quase toda por Terra. Mas o mais perigoso dos sismos ocorreu 1980, abrangendo também as ilhas da Terceira e São Jorge. Por volta das 16h e 42min, do dia 1 de janeiro de 1980, ocorreu um sismo de magnitude 7.2 na escala de Richter, a uma profundidade de 10-15km, com o epicentro localizado no mar. Provocou destruição generalizada nos edifícios da Luz. Referente a danos humanos, na ilha Graciosa não houve nem feridos nem mortos ao contrário do que ocorreu nas outras ilhas. No total, ficaram danificadas mais de 15 500 casas, causando cerca de 15 000 desalojados. Supõe-se, devido á idade radiométrica das rochas, que a ilha Graciosa tenha cerca de 0,62 milhões de anos.

Baseado em http://pt.wikipedia.org/wiki/Graciosa

Marta Pedro e Soraia Jesus – 10ºA

Orientação científica e pedagógica: professora Helena Antunes

Ilha do Corvo

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A ilha do Corvo, com uma área de 17 km quadrados, cerca de 6 km de comprimento por 4km de largura, é a ilha mais pequena e também a que se situa mais a norte do arquipélago dos Açores. Formada por um só vulcão do tipo central, que esteve ativo pela última vez há cerca de dois milhões de anos.

O Monte Gordo, que é o vulcão que forma a ilha, tem uma cratera de abatimento. Nela podem-se observar várias lagoas e pequenas “ilhotas”. O ponto mais elevado da ilha é o Morro dos Homens, com 718 metros de altitude.
Todo o litoral é alto e íngreme, formando o cone central do vulcão tendo a exceção da parte Sul da ilha na qual se localiza a Vila do Corvo, a única povoação da ilha.
A ilha localiza-se sob a placa tectónica norte americana a ocidente do rifte da Crista Média Atlântica, sendo a atividade sísmica pouco regular em comparação com as restantes ilhas. A sua atividade tectónica é controlada por falhas orientadas aproximadamente norte-sul, paralelas à Crista Médio Atlântica e por falhas transformantes com direção este-oeste, que segmentam o vale do rifte. Unido à erosão marinha, a ilha enfrenta erosão provocada pelos ventos.
A extremidade noroeste da ilha constitui a Ponta Torrais, saliente e notável, em costado aguçado e com cimeiras pontiagudas, tendo na sua face norte um pequeno ilhéu cónico. Na costa norte e noroeste existe outro pequeno ilhéu, o Ilhéu do Torrão, e alguns recifes imersos arriscados para viagens náuticas.

Pesquisa de informações:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Corvo_(A%C3%A7ores)

Trabalho elaborado por:

António Louro 10ºA Nº3

Cláudia Gaspar 10ºA Nº7

Orientação pedagógica: professora Helena Antunes

Ilha de São Miguel

A ilha de São Miguel ocupa uma superfície de 747 divididos por seis concelhos, sendo por isso a maior ilha do Arquipélago dos Açores. Possui uma população de cerca de 137 699 habitantes e localiza-se no Oceano Atlântico, sendo atravessada pelo rifte da Terceira, o que faz com que esta ilha tenha uma intensa atividade vulcânica e sísmica.

A ilha que hoje observamos iniciou a sua formação há 4,010,000 anos pela parte Leste e “completou” a sua formação há cerca de 500,000 anos através de erupções vulcânicas, razão pela qual ainda continua em evolução.

Umas das mais notáveis provas da natureza vulcânica da ilha de São Miguel são as suas três famosas lagoas: Lagoa das Sete Cidades, Furnas e Lagoa do Fogo, todas elas formadas em crateras de vulcões adormecidos. Outra prova é que a maior parte dos solos Açorianos, incluindo os da ilha de São Miguel, são andossolos (um dos trinta grupos básicos de solo, geralmente originário de materiais vulcânicos recentes, em especial de cinzas vulcânicas, de pedra-pomes e, em menor proporção, de escórias basálticas).

Ao longo dos tempos a ilha foi sendo afetada por vários fenómenos vulcânicos, como aconteceu em 1652 aquando da erupção do Pico do Fogo, e em 1630 aquando da erupção das Furnas. Ambas as erupções foram acompanhadas, tanto antes como depois, por abalos sísmicos de magnitude e intensidade consideráveis. Esta situação também se repetiu noutras ocasiões, sendo que a magnitude e intensidade dos sismos dependeu da intensidade das erupções vulcânicas relacionadas.

Outros abalos sísmicos também ocorreram isolados, como aconteceu em Outubro de 1656, em que o sismo foi tão forte que abalou as casas a ponto de os seus moradores as abandonarem.

Assim sendo, a ilha de São Miguel é uma ilha muito interessante quer do ponto de vista sísmico, quer do ponto de vista vulcânico, e deste modo possui um solo fértil que confere à ilha uma produtividade agrícola formidável e no qual abundam diversas variedades de plantas que fazem com que São Miguel possua uma beleza natural única.

Fontes:

Autores:

Ana Martins, Nº2, 10ºA

Johann Amaro, Nº13, 10ºA

Orientação pedagógica e científica:

professora Helena Antunes

PROJECTO – “EU, PERSONAGEM HISTÓRICA” – Teatro do Gato do Chapéu Alto – O COZINHEIRO DO REI

As actividades dramáticas encorajam o desejo natural dos alunos para o desenvolvimento da sua personalidade e estilo, proporcionam oportunidades para explorar uma larga variedade de contextos e situações conduzindo-os à construção da sua visão do mundo, estruturando assim, a sua cidadania.

Professoras: Anabela Martins, Margarida Preto, Lígia Silva e Rita Santos

Concurso rosa-dos-ventos

Os alunos dos 5.º e 7.º Anos participaram no concurso “Rosa-dos-ventos” dinamizado pelas professoras de História e Geografia de Portugal do 2.º Ciclo, e de Geografia do 3.º Ciclo.
Nos trabalhos apresentados foram utilizados diversos materiais, como por exemplo caricas, tampas de plástico, papel de lustro, fósforos, cartão, cartolina, folhas de árvores, madeira, conchas, arroz e cortiça.
Os trabalhos foram expostos no átrio da escola para que fossem apreciados por toda a comunidade escolar.
Foram apresentados vinte trabalhos. Houve uma votação e após a contagem dos votos obteve-se o seguinte resultado:

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1.º lugar ficou Edgar Pereira, do 5.ºB


2.º lugarwtmk
2.º – Maria Leonor Castanho, do 5.ºA


3.º lugarwtmk
3.º – Mónica Giblote, do 5.ºA

Texto redigido pelos alunos do 5.ºA