DESFILE-PROTESTO DE CARNAVAL 2020

 

Os alunos do clube Europeu deram asas à sua imaginação ao elaborarem vários cartazes em suportes e recursos materiais que remetem para a sustentabilidade. Deste modo, ao longo destas últimas semanas que antecederam o Carnaval, dedicaram o seu tempo à elaboração de cartazes que pretenderam alertar toda a comunidade escolar para a problemática das alterações climáticas e para a necessidade da preservação do planeta.

Várias disciplinas, como a Economia, o Espanhol, o Inglês, o Português e a Geografia C, colaboraram para que os cartazes, já prontos, pudessem ser usados no “Desfile de Carnaval do Agrupamento 2020”, destacando-se o seu caráter de protesto e de manifestação por um planeta mais sustentável e limpo e assim articulando a temática escolhida com o tema selecionado pela UE para o ano letivo 2019/20, “Alterações Climáticas, um desafio para a Europa”. A atividade envolveu todo o Agrupamento de escolas, desde a pré-primária até ao 12º ano.

                                                                                                                                                                                                           A Equipa do Clube Europeu

Assembleia Municipal na Escola

 

 

O sistema educativo tende gradualmente a valorizar a cidadania ativa. Há muito que no Agrupamento de Escolas Verde Horizonte esta se pratica.

No dia 27 de fevereiro, à semelhança do que se passou noutros anos letivos, realizou-se uma Assembleia Municipal da Câmara Municipal de Mação na escola-sede do Agrupamento. Este exercício de cidadania real ficou marcado pelo falecimento de um dos nossos. O aluno do Secundário Daniel Claro, jovem de 17 anos, faleceu na sequência de um acidente de viação. Foram-lhe destinadas algumas breves palavras por parte do Senhor Diretor, expressando o sentimento geral de desolação da comunidade escolar, e foi solicitado e cumprido um minuto de silêncio.

Foi, como habitualmente, José Manuel Saldanha Rocha, Presidente desta Assembleia, que encetou a reunião com um agradecimento formal por esta ser marcada no Agrupamento. Seguidamente, José António Almeida com a explicação habitual do funcionamento, constituição, organização, periodicidade, intervenções, entre outras informações.

Dando-se início ao cumprimento de uma Ordem de Trabalhos extensa, e após a votação de atas de reuniões anteriores, bem como da divulgação de informações veiculadas pelo correio, foi acordada a alteração da ordem das intervenções do público/alunos antecipando-se devido à extensão da referida Ordem de Trabalhos, possibilitando assim a presença e participação dos alunos aquando dessas intervenções, ficando esta antes da Ordem do Dia.

Foram realizadas várias intervenções com questões e ou sugestões de propostas, quer referindo-se à escola, quer ao município e às suas infraestruturas, foi veiculada a notícia do JN que divulga que as câmaras ganham mais um ano para o termo do prazo de assunção das responsabilidades das autarquias relativas à educação – 1º trimestre de 2022, facto com o qual na globalidade vários elementos se congratularam.

O Senhor Deputado Duarte Marques, além de parabentear o Agrupamento pela prática desta reunião neste espaço, devidamente enquadrado nas práticas da flexibilidade oficializada, salientou que a mesma se pratica há muito, sendo um dos sinais de se tratar de uma escola de excelência. Evocou ainda o Relatório do Observatório Independente que veio confirmar as críticas realizadas pela C.M.M. aquando dos últimos incêndios que flagelaram esta comunidade.

A Senhora Deputada Carla Loureiro abordou um assunto de interesse para os jovens, utilizadores prioritários, ao referir-se à cobertura das redes de telecomunicações (telemóveis e internet).

Foram ainda referidas intervenções da C.M.M. em algumas aldeias, com investimento feito, apesar da fraca densidade populacional, bem como questões relativas à gestão das águas que passará a ser gerida por uma empresa.

Os trabalhos prosseguiram tendo ainda o Diretor do Agrupamento veiculado a informação de que nos dias 25, 26 e 27 de março decorrerá a Escola Aberta 2020 para mostrar o que de melhor se faz no Agrupamento, salientando a sua abertura com palestras de alunos do Projeto “Comunicar Saberes” e a exposição “Ancorados na Memória II” que estará patente na escola-sede.

Fotos: Margarida Cardoso

Animação e texto: Anabela Ferreira

 

DESFILE DE CARNAVAL 2020

Destinado à Comunidade Educativa, mas interagindo com toda a comunidade local, no passado dia 21 de fevereiro, o Agrupamento de Escolas Verde Horizonte de Mação realizou a atividade transdisciplinar “Desfile de Carnaval 2020” pelas ruas de Mação.

O desfile foi agendado para as  10 horas e 30 minutos, sendo a concentração, a partida e a chegada marcadas para o Largo da Feira, estabelecendo-se o itinerário: Largo da Feira, Rotunda dos antigos Bombeiros, Câmara Municipal de Mação, Rua Padre António Pereira de Figueiredo, Rua Monsenhor Álvares de Moura, Igreja Matriz, Rua Pina Falcão, Rua Francisco Serrano, Rua Padre António Pereira de Figueiredo, Câmara Municipal de Mação, terminando, de novo, no Largo da Feira.

Esta atividade decorreu nos segundo, terceiro e quarto tempos letivos da manhã e as turmas foram acompanhadas pelo respetivo professor, seguindo o horário habitual, sendo, posteriormente, ao quinto tempo letivo, retomada a planificação inscrita no horário semanal.

O desfile mobilizou todo o Agrupamento, teve a preocupação atual da preservação do meio ambiente e do nosso planeta, sendo subordinado ao tema da sustentabilidade e da preservação do meio ambiente. Os materiais utilizados foram preferencialmente, claro, reutilizados e ou reciclados, a fim de reduzir, evidentemente, fazendo jus à regra dos 3 R pela prática – despertando para a problemática ambiental e resumindo numa só atividade o aprender a conhecer, a fazer, a viver juntos e a ser. Permitiu, ainda,  interagir com a comunidade local numa perspetiva de abertura da escola ao meio exterior e de valorização das tradições.

Fotos: professor José Gonçalves e

texto: professora Anabela Ferreira.

Notícias da L.E.C.A.

 

Uma história inesperada

         Olá, eu sou o Cristiano, e tenho um amigo chamado Felizberto Tintim, ele era de uma família pobre, que passava dificuldades. Ele foi trabalhar para um bosque, mas muitos senhores mais velhos diziam que o bosque era encantado. Era mais conhecido por bosque encantado, mas ele não tinha medo, pois ia fazer aquilo pela família. Fez as malas e lá foi.

Quando lá chegou, ficou surpreendido com a quantidade de crianças que havia. Ele também ficou impressionado com a beleza do lugar, as árvores brilhavam, ouviam-se os pássaros a cantar. Passaram algumas semanas e ele cada vez mais contente com aquele trabalho.

Na noite de Natal, quando os alunos estavam a ler livros, ele reparou que apareceu um animal pequeno, era uma gata, que começou a miar sem parar e virou costas em direção a um caminho de terra batida. Felisberto, curioso, foi atrás da gata, até que ela finalmente parou num lugar maravilhoso, um laguinho azulado a refletir o céu estrelado. Num banco, a gata virou-se para ele e disse:

-Eu não sou um animal pequeno, sou uma gata mágica, que pode fazer tudo o que bem entender, e eu posso-te ajudar!

Ele respondeu :

– Como assim, podes-me ajudar?

– Posso-te dar o dinheiro que precisas para tirar a tua família da dificuldade em que se encontra.- respondeu a gata num tom convincente.

– A sério? Dá-me ! – pediu ele curioso.

A gata olhou meio torto para Felizberto e disse :

– Só se conseguires levar o David, o teu belo gato do acampamento, até mim!

Felizberto exclamou:

– Claro, eu posso tudo!

Então levou o David até à gata e ela deu-lhe o dinheiro.

Felizmente, acabou tudo bem, o Felizberto conseguiu tirar a família das dificuldades e a gata mágica casou com o gatão David.

 

 

Denisa e Eva, 7ºB

Notícias da L.E.C.A.

 

Em Ler, Escrever e Contar com Arte, as turmas do 7º ano desenvolveram, entre outras, a atividade que partiu da realização de cubos e das suas planificações e culminou na elaboração de textos, passando pela revisão das categorias e estrutura do texto narrativo.

Aliando as competências de Matemática e de Português, tentando colmatar dificuldades manifestadas pelos alunos, complementando competências de socialização (trabalho de grupo), passando pelo uso das novas tecnologias e sempre numa perspetiva lúdica, chegou-se a vários textos que aqui se divulgam.

Regista-se o ambiente de trabalho saudável e o empenho dos alunos.

 

As professoras Glória Afonso e Anabela Ferreira

Solidariedade no Agrupamento

CAMINHADA SOLIDÁRIA – “AJUDAR CAMINHANDO”

30 DE MAIO 2018

No final do segundo período, alunos do 10º B, motivados pela professora de Educação Física, organizaram uma venda de iguarias, integrada na Escola Aberta, com a qual se angariou o valor de 81 euros e 50 cêntimos, que reverterá na íntegra para o Guardião do Tejo, Sr. Arlindo Consolado Marques. A este valor acresce a quantia de 93 euros e 50 cêntimos angariada recentemente com a caminhada Solidária, “Ajudar Caminhando”, a qual igualmente dinamizada por alguns alunos da turma do 10º B, e pela professora de Educação Física. “Ajudar Caminhando” decorreu na passada semana, dia 30 de maio de 2018, na localidade de Ortiga.

Não foram muitos os participantes, contudo a caminhada de 5 km fez-se repleta de entusiasmo, alegria, boas energias, e de memórias para mais tarde recordar!

Professora e alunos agradecem a todos os que caminharam por uma causa onde o mote foi a Solidariedade e a todos os que contribuíram e não puderam estar presentes! Obrigada à Câmara Municipal de Mação, pelo transporte, ao Carlos, do Grupo de Animação Turística da Incógnita, pelas sábias orientações, e ao Padrinho do Evento, Sr. Arlindo Marques, pela sensibilização para os problemas do nosso Tejo.

A professora Cláudia Olhicas

Um bem maior

 

Um bem maior

            O conhecimento histórico contribui em grande número para a preservação dos valores culturais e éticos de um povo, pois leva-nos à valorização de tudo o que antes era algo em que nem se pensava.

O tempo passou e com isto muita coisa mudou, os valores foram levados muito mais a sério, as pessoas têm mais direitos e são mais respeitadas, mas, através do conhecimento do passado, tudo tem sido mais preservado com o intuito de que assim se mantenha.

No nosso antes, muitas pessoas e até muitas sociedades tinham hábitos que podiam até ser normais aos seus olhos, porém, para nós, hoje em dia, tudo seria bizarro.

Por conseguinte, isto não são apenas acontecimentos de um dito passado, mas também de um presente que infelizmente ainda predomina em muitos e muitos países e sociedades, por isso muito do que nos resta é aproveitar e agradecer os valores de que usufruimos.

 

Mª João Delgado, 11ºA-CT

No futuro cabemos todos

Tecnologias em Comunicação: Tecnologias em Comunicação. tecnolcomunic.blogspot.com
Tecnologias em Comunicação:
tecnolcomunic.blogspot.com

Nos últimos tempos somos todos os dias bombardeados com novas tecnologias: fogões elétricos, aspiradores automáticos, tablets que juntam as tecnologias de computadores e telemóveis e até casas e carros controlados por controlo remoto. A adesão às novas tecnologias tem sido feita em peso. Isto não significa que aqueles montinhos de metal, por muito inteligentes que sejam, substituam as pessoas. Isso é impossível; apenas acontecerá se os humanos deixarem.
O impacto das tecnologias na nossa vida não nos irá tornar mais inteligentes ou mais ignorantes.
Por um lado, o uso das novas tecnologias no trabalho tem ajudado muitos profissionais, simplificando o seu trabalho, mas nunca substituindo-os. Por exemplo, nos hospitais, o uso das máquinas ventiladoras ajuda os doentes a respirarem melhor, mas não significa que o doente esteja bem. Os médicos e enfermeiros são indispensáveis em tratamentos e recuperações. As máquinas mantêm as vidas, mas não lhes dão consolo e carinho, coisa que só um humano consegue fazer.
Por outro lado, há quem use as novas tecnologias para puro divertimento, como consolas, jogos de computador, filmes, redes sociais, entre outros. Prova disso é o tempo que muitas crianças e jovens passam em frente a televisões e consolas. Eles não se tornam ignorantes por estarem a jogar, mas sim por perderem demasiado tempo com o que não lhes ensina nada. Há crianças inteligentes que também jogam com consolas.
Concluindo, as pessoas não se tornam mais ou menos inteligentes, mais ou menos capazes por aderirem às novas tecnologias. Tudo depende da forma como gerem o tempo em contacto com as máquinas em contraste com o tempo que gastam comunicando com as pessoas.

Joana Mousaco,
12ºA

Ajudar ainda é grátis!

www.africanewsagency.co.uk Ebola to last 'at least six months' - MSF Geneva, 16 Aug - (ANA) - The outbreak of Ebola in West Africa
http://www.africanewsagency.co.uk
Ebola to last ‘at least six months’ – MSF Geneva- (ANA) – The outbreak of Ebola in West Africa

Diz-se que o mundo anda uma calamidade. Mas porquê? O mundo não anda uma calamidade, as pessoas é que o tornam assim, quase virado de pernas para o ar.
Atualmente, as pessoas e o planeta têm sido alvos de diversos problemas. Entre eles podem-se destacar problemas atmosféricos, económicos, sociais, entre muitos outros. Se não fosse a solidariedade de centenas de voluntários, estes problemas agravar-se-iam bastante.
Por um lado, a nível mundial, podemos considerar calamidades a pobreza, a fome e as doenças presentes em muitos países de África. É urgente ajudar esses seres humanos. Um exemplo desta ajuda é a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF). Estes profissionais de saúde largam as suas famílias para enfrentar climas diferentes, estilos de vida novos e encarar situações, muitas vezes extremas, como várias doenças infeciosas.
Noutro ponto de vista, podemos considerar calamidades a nível nacional, as amplas alterações climáticas verificadas nos últimos anos. Durante o verão fazem-se sentir vagas de calor que levam à difícil época de incêndios florestais; durante o inverno, as tempestades, a abundante chuva e os ventos fortes deixam qualquer um “de cabeça perdida” com os estragos que provocam. Aqui, também é extremamente importante a solidariedade para que nestes tudo volte ao normal. Prova disto é o trabalho que os bombeiros voluntários exercem ano após ano. Durante o verão, enfrentam chamas e condições absurdas para proteger o que não é deles sequer. Durante o inverno trabalham arduamente limpando estradas, cortando árvores caídas, entre outros haveres, sem receberem um cêntimo a mais para o fazerem.
Concluindo, se todos ajudarmos um pouco que seja fazemos a diferença, no mundo. Hoje por eles, amanhã por nós!

Joana Mousaco,
12ºA

 

Injustiças

a-lupa-de-alguem.blogs.sapo.pt
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As injustiças na sociedade, segundo a minha opinião

 

Eu vou falar-lhes dos comportamentos incorretos ou pouco cívicos com que eu diariamente me deparo.

Considero este assunto importante porque devemos ter sempre presentes na nossa vida as regras da boa educação, como por exemplo: não faltar ao respeito aos mais velhos e não passar à frente na fila do almoço.

Eu penso que estes dois exemplos de atitudes incorretas que eu considero condenáveis são os mais frequentes.

A falta de respeito para com os mais velhos advém, muitas vezes, do facto de os mais velhos não conseguirem fazer as coisas tão bem como os mais novos. Mas é graças a eles que cá estamos, hoje.

E ao passar à frente na fila do almoço também se está a faltar à educação às pessoas que foram para a fila mais cedo e as quais têm de esperar mais tempo para almoçar porque a fila à sua frente aumentou, logo aumentou o tempo de espera na fila. Na nossa escola, existem duas filas: a dos alunos e a dos docentes e funcionários. Ambas devem ser respeitadas.

Para terminar, tenho a dizer e a realçar que devíamos ter sempre as regras da boa educação presentes na nossa cabeça.

Texto elaborado por: Tiago Fernandes, 8ºA