Horizontes – 1º lugar no concurso da UBI: “Marie Curie – Uma mulher pioneira na investigação científica”

A equipa Horizontes soma e segue.

Depois de um 2º lugar no concurso “Se Eu fosse… cientista”, obteve o 1º lugar no concurso da UBI: “Marie Curie – Uma mulher pioneira na investigação científica”.

O concurso promovido pela UBI, no âmbito do Ano Internacional da Química celebrando Marie Curie, apresentada como objectivos (inseridos no seu regulamento):

  • Aumentar o reconhecimento público da química na satisfação das necessidades do mundo;
  • Reconhecer a importância do trabalho de Marie Curie e o contributo das mulheres para a Ciência;
  • Incentivar o interesse pela química entre os jovens;
  • Gerar entusiasmo para o futuro criativo da química;
  • Demonstrar de que forma a Química está presente no nosso quotidiano e em diversos sectores em pormenores dos quais raramente nos apercebemos
  • Utilizar as TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) como ferramenta indispensável da comunicação;
  • Incentivar à criatividade e ao espírito de equipa no desenvolvimento de trabalho;
  • Promover a cooperação entre instituições de Ensino Superior e de Ensino Básico e Secundário.

Com esta base de trabalho, as alunas do 11ºA, Inês Lourenço, Maria João Serras e Susana Farinha, com a coordenação de Luísa Gonçalves construíram um vídeo que evidenciasse estes itens, focando algumas passagem da vida de Marie Curie, o seu contributo para a humanidade e promovesse a sua divulgação entre os alunos.

Concorrendo no escalão B, o trabalho ficou entre os 5 seleccionados à final. Esta fase decorreu no Anfiteatro das Sessões Solenes da UBI, na Covilhã, no passado dia 4 de Junho onde, após apresentação dos trabalhos finalistas, foi confirmado o mérito do trabalho apresentado com a atribuição do 1º prémio.

Professora Luísa Gonçalves

A equipa Horizontes conquistou o 2º Lugar Nacional no concurso “Se eu fosse …cientista”

Inês Lourenço, Maria João Serras e Susana Farinha (alunas do 11ºA, sendo Luísa Gonçalves a docente responsável) constituem a equipa Horizontes que se classificou em segundo lugar ao nível nacional (entre 246 equipas) no concurso “se eu fosse… cientista” do Ciência Viva, retratando Marie Curie.

A equipa obteve a melhor classificação entre as seis participantes na fase final, que se realizou no dia 21 de Maio no Casino da Figueira da Foz, conseguindo obter o segundo lugar em termos globais.

O prémio consiste numa viagem a Paris para visitar o Parque La Villete – Cité des Sciences.

A emoção foi enorme entre os elementos da equipa e os acompanhantes presentes na Gala quando os resultados foram divulgados.

Será possível ver a prova final realizada pela equipa na net. Não estando ainda disponível, apresenta-se um vídeo com a mesma prova, embora gravada em outro espaço.

A reportagem sobre as provas da final no jornal on-line Ciência Hoje encontra-se em http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=49166&op=all

Muitos parabéns à equipa e que continuem a somar sucessos e a enaltecer o Agrupamento.

Prova final (incluindo as questões do juri): http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=49190&op=all
IV Gala da Ciência – onde foram entregues os prémios do concurso: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=49185&op=all
 Professora Luísa Gonçalves

“Se eu fosse… cientista”

No âmbito de 2011- Ano Internacional da Química, o Ciência Viva organizou o concurso “se eu fosse… cientista“. Neste concurso cada equipa imagina-se um cientista e explica o percurso desse cientista e do seu trabalho em três provas.

Primeira prova – Carta aos Pais – o cientista explica aos pais porque razão escolheu a ciência como objectivo de vida e a área científica abarcada.

Segunda prova – A Angústia do cientista perante a investigação –  em que expressa as suas dúvidas, inquietações e incertezas ou convicções de que será bem sucedido.

Terceira prova –  Momentos de glória – com descrição do sucesso do trabalho desenvolvido pelo cientista.

Marie Curie foi a cientista escolhida pela equipa que representa o Agrupamento Verde Horizonte.

A equipa, denominada Horizontes, é formada por Inês Lourenço, Maria João Serras e Susana Farinha, alunas do 11ºA, sendo Luísa Gonçalves a docente responsável. As provas podem ser consultadas na página do concurso CiênciaHoje. A equipa tem igualmente desenvolvido um blog (Horizontes)  sobre o tema, a personalidade e o concurso.

A carta (1ª prova)  e o vídeo (2ª prova) podem também ser visualizados aqui, no Jornal on-line.

Link para a carta: Carta – Marie Curie.

Professora Luísa Gonçalves

Energia solar

Anualmente, o Sol produz 4 milhões de vezes mais energia do que consumimos, assim o seu potencial é ilimitado.

A é a designação dada a qualquer tipo de captação de energia luminosa proveniente do sol, e posterior transformação dessa energia captada em alguma forma utilizável pelo homem, seja directamente para aquecimento de água ou ainda como energia eléctrica ou mecânica.

No seu movimento de translação ao redor do Sol, a Terra recebe 1 410 W/m² de energia, medição feita numa superfície normal (em ângulo reto) com o Sol. Disso, aproximadamente 19% é absorvido pela atmosfera e 35% é reflectido pelas nuvens. Ao passar pela atmosfera terrestre, a maior parte da energia solar está na forma de luz visível e luz ultravioleta.

Na Vila de Amareleja, concelho de Moura, foi construída, em 2008, aquela que será a maior central fotovoltaica do mundo. Com 2.520 seguidores solares com 104 painéis solares cada um, a Central Solar Fotovoltaica de Amareleja, tem a capacidade de produzir 93 mil MegaWatts/Hora. Esta quantidade de energia é suficiente para abastecer 30 mil habitações.

Pesquisa elaborada por: Bruno Mendes, n.º1, CEF2A e Rodrigo Murta, n.º8, CEF2A.

Orientação: professora Helena Antunes

Energia Geotérmica

Energia geotérmica ou geotermal é a energia obtida a partir do calor proveniente da Terra, mais precisamente do seu interior. Devido à necessidade de se obter energia eléctrica de uma maneira mais limpa e em quantidades cada vez maiores, foi desenvolvido um modo de aproveitar esse calor para a geração de electricidade. Hoje grande parte da energia eléctrica provém da queima de combustíveis fósseis, como o petróleo e o carvão mineral, porém, esses métodos são muito poluentes.

Mas de onde vem o calor da Terra? O interior da Terra é formado por magma, que consiste basicamente em rochas derretidas. Com o aumento da profundidade a temperatura dessas rochas aumenta cada vez mais, no entanto, há zonas de intrusões magmáticas mais junto da superfície, onde a temperatura é muito maior. Essas são as zonas onde há elevado potencial geotérmico.

O potencial açoriano

O método mais simples de aproveitamento desta energia consiste na utilização das águas quentes e vapores naturais que são emanados do interior da Terra para accionar turbinas que, à superfície, estão acopladas a alteradores. É também possível rentabilizar este recurso através de abertura de furos a grande profundidade: este método consiste no bombeio de água para o interior desses buracos que, ao descer, aquece e passa da forma líquida a vapor, que, por sua vez, é utilizado para accionar turbinas que movem os geradores.

Em Portugal continental existem essencialmente explorações de energia geotérmica de baixa temperatura ou termais, que podem ser divididas em dois tipos: aproveitamento de pólos termais existentes (com temperaturas entre os 20 e os 76º C) e aproveitamento de aquíferos profundos de bacias sedimentares.

 

Pesquisa elaborada por: Sílvia Raimundo, n.º9, CEF2A.

Orientação: professora Helena Antunes

 

Energia da Biomassa



Do ponto de vista da geração de energia, o termo biomassa abrange os derivados recentes de organismos vivos utilizados como combustíveis ou para a sua produção.

Na definição de biomassa para a geração de energia excluem-se os tradicionais combustíveis fósseis, embora estes também sejam derivados da vida vegetal (carvão mineral) ou animal (petróleo e gás natural), mas são resultado de várias transformações que requerem milhões de anos para acontecerem. A biomassa pode considerar-se um recurso natural renovável, enquanto os combustíveis fósseis não se renovam a curto prazo.

A biomassa é utilizada na produção de energia a partir de processos como a combustão de material orgânico. As vantagens são o baixo custo, é renovável, permite o reaproveitamento de resíduos e é menos poluente que outras formas de energias como aquela obtida a partir de combustíveis fósseis.

A queima de biomassa provoca libertação de dióxido de carbono para a atmosfera, mas como este composto havia sido previamente absorvido pelas plantas que deram origem ao combustível, o balanço de emissões de CO2 é nulo.

Pesquisa elaborada por: Carlos Silva, n.º 2, CEF2A e Miguel Saramago, n.º7, CEF2A.

Orientação: professora Helena Antunes