Clube Eco-Escola

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O clube Eco-escola, em nome dos alunos que participaram direta ou indiretamente na atividade de distribuição de ecopontos, apela a toda a comunidade educativa que participe na separação de resíduos, quer em contexto de sala de aula e/ou nos bares escolares. Pois, defendemos uma sociedade sustentável e pela consciência de que “nós não herdámos a Terra dos nossos antepassados mas, pedimo-la emprestada aos nossos filhos”(Adaptado do Provérbio Índio).

         Esta atividade foi acarinhada pela empresa Domplex ao oferecer dois ecopontos sistema três e pela nossa parceira de algum tempo, Valnor, que ofereceu os ecobags para as salas de aula.

         Em nome do clube, não podemos deixar de agradecer ao nosso colega Pedro Lopes que teve a amabilidade de trazer os ecopontos sistema três de Leiria e à nossa estimada Direção que apoiou a nossa iniciativa.

         Relembramos que podem acompanhar algumas das nossas ações através da rede social https://www.facebook.com/ClubeEcoEscolaMacao?fref=ts.

Saudações Ecológicas,

O Clube Eco-Escola

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Ilha do Corvo

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A ilha do Corvo, com uma área de 17 km quadrados, cerca de 6 km de comprimento por 4km de largura, é a ilha mais pequena e também a que se situa mais a norte do arquipélago dos Açores. Formada por um só vulcão do tipo central, que esteve ativo pela última vez há cerca de dois milhões de anos.

O Monte Gordo, que é o vulcão que forma a ilha, tem uma cratera de abatimento. Nela podem-se observar várias lagoas e pequenas “ilhotas”. O ponto mais elevado da ilha é o Morro dos Homens, com 718 metros de altitude.
Todo o litoral é alto e íngreme, formando o cone central do vulcão tendo a exceção da parte Sul da ilha na qual se localiza a Vila do Corvo, a única povoação da ilha.
A ilha localiza-se sob a placa tectónica norte americana a ocidente do rifte da Crista Média Atlântica, sendo a atividade sísmica pouco regular em comparação com as restantes ilhas. A sua atividade tectónica é controlada por falhas orientadas aproximadamente norte-sul, paralelas à Crista Médio Atlântica e por falhas transformantes com direção este-oeste, que segmentam o vale do rifte. Unido à erosão marinha, a ilha enfrenta erosão provocada pelos ventos.
A extremidade noroeste da ilha constitui a Ponta Torrais, saliente e notável, em costado aguçado e com cimeiras pontiagudas, tendo na sua face norte um pequeno ilhéu cónico. Na costa norte e noroeste existe outro pequeno ilhéu, o Ilhéu do Torrão, e alguns recifes imersos arriscados para viagens náuticas.

Pesquisa de informações:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Corvo_(A%C3%A7ores)

Trabalho elaborado por:

António Louro 10ºA Nº3

Cláudia Gaspar 10ºA Nº7

Orientação pedagógica: professora Helena Antunes

Ilha de São Miguel

A ilha de São Miguel ocupa uma superfície de 747 divididos por seis concelhos, sendo por isso a maior ilha do Arquipélago dos Açores. Possui uma população de cerca de 137 699 habitantes e localiza-se no Oceano Atlântico, sendo atravessada pelo rifte da Terceira, o que faz com que esta ilha tenha uma intensa atividade vulcânica e sísmica.

A ilha que hoje observamos iniciou a sua formação há 4,010,000 anos pela parte Leste e “completou” a sua formação há cerca de 500,000 anos através de erupções vulcânicas, razão pela qual ainda continua em evolução.

Umas das mais notáveis provas da natureza vulcânica da ilha de São Miguel são as suas três famosas lagoas: Lagoa das Sete Cidades, Furnas e Lagoa do Fogo, todas elas formadas em crateras de vulcões adormecidos. Outra prova é que a maior parte dos solos Açorianos, incluindo os da ilha de São Miguel, são andossolos (um dos trinta grupos básicos de solo, geralmente originário de materiais vulcânicos recentes, em especial de cinzas vulcânicas, de pedra-pomes e, em menor proporção, de escórias basálticas).

Ao longo dos tempos a ilha foi sendo afetada por vários fenómenos vulcânicos, como aconteceu em 1652 aquando da erupção do Pico do Fogo, e em 1630 aquando da erupção das Furnas. Ambas as erupções foram acompanhadas, tanto antes como depois, por abalos sísmicos de magnitude e intensidade consideráveis. Esta situação também se repetiu noutras ocasiões, sendo que a magnitude e intensidade dos sismos dependeu da intensidade das erupções vulcânicas relacionadas.

Outros abalos sísmicos também ocorreram isolados, como aconteceu em Outubro de 1656, em que o sismo foi tão forte que abalou as casas a ponto de os seus moradores as abandonarem.

Assim sendo, a ilha de São Miguel é uma ilha muito interessante quer do ponto de vista sísmico, quer do ponto de vista vulcânico, e deste modo possui um solo fértil que confere à ilha uma produtividade agrícola formidável e no qual abundam diversas variedades de plantas que fazem com que São Miguel possua uma beleza natural única.

Fontes:

Autores:

Ana Martins, Nº2, 10ºA

Johann Amaro, Nº13, 10ºA

Orientação pedagógica e científica:

professora Helena Antunes

Serreta – Vulcão submarino

O vulcão submarino “Serreta” está localizado a cerca de 10Km a noroeste da ilha Terceira, este terá entrado em erupção emitindo blocos escuros de lava cujo seu interior estava repleto de gases que faziam com que a lava surgisse à superfície das águas do mar, sendo que as autoridades açorianas terão sido avisadas por pescadores dia 18 de Dezembro de 1998. Existem relatos de anterior atividade vulcânica no ano de 1867. A erupção vulcânica submarina de 1998 ter-se-á prolongado até ao mês de Março do ano 2000.

Este fenómeno vulcânico, até a este momento desconhecido devido à invulgaridade da sua manifestação, terá ocorrido devido a fraturas associadas ao rifte da Terceira.

A lava emitida naquele local era bastante fluida, emitindo apenas os blocos de lava já anteriormente referidos que após libertarem os gases do seu interior, afundavam. Após a análise deste acontecimento, concluiu-se que este tipo de atividade vulcânica era pouco vulgar, sendo que o vulcanólogo Vítor Hugo Forjaz (coordenador de uma das missões realizadas ao vulcão Serreta) propôs que este tipo de atividade se designasse por tipo serretiano.

Mediante as últimas missões realizadas ao vulcão submarino Serreta, os vulcanólogos destacam a sua fraca atividade dado que não foi detetado nenhum tipo de manifestações à superfície e apenas foram observadas, através das imagens recolhidas a cerca de 300 metros de profundidade, pequenas emissões de cinzas e focos de fumarolas e água quente. Os vulcanólogos concluem então que este vulcão submarino se encontra na sua fase terminal.

Fontes: http://www.geopor.pt/GPnov/serreta1.html

http://www.cvarg.azores.gov.pt

Autoras:

Cláudia Cristina Matos Branco, nº 6, 10ºA

Lívia Sofia Mendes Dias, nº 15, 10ºA

Orientação cientifica e pedgógica:

professora Helena Antunes

Projeto Eco-Escolas

O Eco-Escolas é um Programa Internacional que pretende encorajar acções e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pela escola, no âmbito da Educação Ambiental/EDS.

Este ano lectivo estão a decorrer as atividades seguintes:

Tinteiros com valor

Programa de recolha de tinteiros e toners vazios.

A Escola recebe o pagamento em EUROS pelos tinteiros e toners recolhidos, ou opta por doar o valor a uma ISS.

Geração Depositrão

O Depositrão é um instrumento logístico (contentor), destinado à recolha de pequenos REEE, tais como secadores de cabelo, torradeiras, batedeiras eléctricas, telefones/telemóveis, leitores de mp3, portáteis, impressoras, entre outros.

Este ano tem também um recetáculo para pilhas e acumuladores, de forma a ser possível recolher, também, este tipo de resíduos.

O projecto Geração Depositrão surge de uma parceria entre a ERP Portugal e a ABAE e visa desafiar as Eco-Escolas a agir como centros de informação e recolha de REEE e RP&A.

Colaborem neste programa que é de todos nós e sirvam de modelo aos nossos alunos!

Saudações ecológicas,

Ilda Dias

APRENDER CIÊNCIA EXPERIMENTANDO

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Dando continuidade ao projeto “APRENDER CIÊNCIA EXPERIMENTANDO” os alunos do 4º ano da Escola Básica de Mação dirigiram-se, uma vez mais, ao laboratório de Biologia para experimentar.

Desta vez os alunos tiveram oportunidade de observar e manusear algumas rochas que podem ser encontradas na costa portuguesa. Aprenderam que areia, arenito são rochas formadas por grãos de maior ou menor dimensão, cores e feitios. Aprenderam que os restos de conchas também podem formar rochas, como acontece no calcário conquífero. Todos os alunos observaram as rochas a olho nu e com a lupa, mediram os grãos com uma régua e formularam hipóteses sobre a origem das rochas estudadas.

No final puderam identificar algumas conchas de bivalves e búzios e aprenderam que algumas têm nomes engraçados (beijinho, pente e burrié-bicudo) e que os nomes científicos são difíceis de pronunciar…

A professora: Helena Aparício Antunes

VULCÕES E SISMOS NOS AÇORES

Os vulcões e os sismos sempre causaram temor, respeito e curiosidade nos seres humanos. À semelhança de outros fenómenos que não conseguimos explicar, estas duas manifestações naturais estiveram na base de muitas lendas e mitos criados pelos povos da Terra, ao longo dos tempos. No último século, graças ao desenvolvimento tecnológico e ao empenho de muitos cientistas, conseguiu-se compreender porque ocorrem erupções vulcânicas e sismos, onde e como ocorrem.

Habituados a ver na televisão documentários sobre estas manifestações em países longínquos, muitas vezes nem nos apercebemos do enorme património natural do nosso país. O arquipélago dos Açores constitui um local único para o estudo do vulcanismo e atividade sísmica.

Incluído no programa de Biologia e Geologia de 10º ano os alunos do 10ºA realizaram uma pequena pesquisa sobre a geotectónica, vulcanologia e sismologia do arquipélago açoriano. Ao longo de algumas semanas poderão consultar neste espaço os textos por eles elaborados.

A professora: Helena Aparício Antunes

Sismos nos Açores

Os Açores estão localizados no chamado Ponto Triplo, uma vez que se situam no limite de três placas tectónicas, que são a placa americana, a euro-asiática e a placa africana.

Os vestígios de  vulcanismo   encontram-se, no arquipélago, um pouco por todo o lado. Todas elas possuem aspetos paisagísticos que refletem o tipo de actividade vulcânica ocorrida no passado.

O Arquipélago dos Açores apresenta uma sismicidade importante no contexto nacional, associada quer à tectónica activa dos Açores, alguns aspetos ainda hoje podem ser observados, embora os agentes erosivos já tenham atuado alterando a paisagem das ilhas. As manifestações de vulcanismo atenuado, que não têm a espetacularidade das atividades vulcânicas eruptivas, mas causa também menos prejuízos económicos às populações, podem trazer benefícios para as populações locais.

A atividade sísmica de natureza tectónica, isto é, a associada às principais falhas ativas existentes na Região dos Açores, manifesta-se usualmente sob a forma de um elevado número de microssismos registados anualmente na rede sísmica do arquipélago, ocasionalmente sob a forma de enxames sísmicos. Periodicamente, contudo, as ilhas dos Açores são sacudidas por sismos moderados a fortes, mais energéticos, os quais afectam uma ou mais ilhas do arquipélago e causam destruições e impactes económicos significativos. Após 1947, as principais crises sísmicas que afetaram os Açores traduzem-se pelos “picos” de sismicidade.

http://www.meteopt.com/forum/sismologia-vulcanismo/sismologia-vulcanismo-nos-acores-2286.html

Alexandre Miguel Nº1 10ºA

Jorge Miguel Nº14 10ºA