VISITA DE ESTUDO CEF – 2A – AUTO DA BARCA DO INFERNO E JOGOS MATEMÁTICOS

Este slideshow necessita de JavaScript.

Terça-feira, dia 21 de Fevereiro… finalmente, o dia tão desejado chegou!

Partimos num autocarro rumo a Lisboa, acompanhados pelas professoras Clara Neves (Língua Portuguesa) e Paula Almeida (Matemática Aplicada). Foi “fixe” sair da escola e viver um dia diferente, em plena camaradagem com os colegas e professoras.

Assim que chegámos a Lisboa, dirigimo-nos ao Auditório do BES para assistir à representação teatral do Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente, obra que estudámos nas aulas de Língua Portuguesa. Adorámos o espectáculo, apesar dos bancos serem desconfortáveis! Os actores foram fantásticos e interagiram de forma muito divertida com o público, dando vida às personagens que já conhecíamos.

Já eram 12h30 e o estômago reclamava! Dirigimo-nos, então, ao Centro Comercial Vasco da Gama para almoçar, ver montras e divertirmo-nos um pouco! Chegou então a altura da visita ao Museu de Ciência da Universidade de Lisboa, para vermos a exposição de jogos matemáticos. Fomos acolhidos por uma simpática guia que nos levou a conhecer diversos jogos relacionados com a matemática, tendo-nos explicado também as suas regras. Durante uma hora, divertimo-nos bastante a jogar uns com os outros e também com as professoras. Afinal a Matemática também pode ser divertida!

Finalmente, chegou a hora do regresso! O trânsito era intenso e, por isso, a viagem foi longa, com uma pequena paragem para lanchar, em Aveiras. Contudo foi um dia diferente, divertido e que tão depressa não iremos esquecer!

Os alunos do CEF 2ª e a professora Clara Neves

 

EPITÁFIO DE GIL VICENTE

Os alunos do CEF-2ª concluíram recentemente o estudo da obra – O Auto da Barca do Inferno – de Gil Vicente, tendo apreciado bastante a mesma e ficado fãs deste grande vulto da literatura portuguesa. No âmbito de uma actividade sugerida pelo manual, cada aluno imaginou e redigiu um pequeno epitáfio (inscrição tumular) em sua memória:

“O grande Gil Vicente, pai do teatro, dramaturgo e tudo mais, um grande homem apesar de não ter sido muito alto… será? Estará no Céu ou no Inferno? … Não se sabe, imaginem tudo… bye, bye!”

João Pedro Santos, n.º5

“Aqui jaz Gil Vicente, o grande dramaturgo, actor, cómico e poeta que viveu na transição entre a Idade Média e o Renascimento.”

Larissa Teixeira, n.º6

“Gil Vicente, homem honesto, verdadeiro, gentil, trabalhador, escritor, pai do teatro, dramaturgo que julgou toda a sociedade da sua época. Com ele muita gente aprendeu e os seus erros reconheceu.”

Miguel Saramago, n.º7

“Aqui jaz Gil Vicente que era um dramaturgo português e também o pai do teatro, tendo escrito muitas peças ao longo da sua vida.”

Sílvia Raimundo, n.º9

“Aqui jaz Gil Vicente, o grande dramaturgo, poeta  e actor do século XVI.”

Bruno Mendes, n.º1

“Aqui está sepultado um grande homem, o pai do teatro português. Escreveu grandes obras portuguesas como o Auto da Barca do Inferno, no qual julgou a sociedade da sua época. Era um grande dramaturgo e poeta português que só morreu uma vez.”

Rodrigo Murta, n.º8

CURIOSIDADE:

Gil Vicente terá escrito o seu próprio epitáfio. No seu túmulo, em Évora, na Igreja de São Francisco, pode ler-se o seguinte:


«O grande juízo esperando
jazo aqui nesta morada
também da vida cansada
descansando.
Pergunta-me quem fui eu
atenta bem para mim
porque tal fui coma ti
e tal hás de ser com’eu.
E pois tudo isto vem
ó leitor, de meu conselho
toma-me por teu espelho
olha-me e olha-te bem. »

Professora  Clara Neves

Energia Geotérmica

Energia geotérmica ou geotermal é a energia obtida a partir do calor proveniente da Terra, mais precisamente do seu interior. Devido à necessidade de se obter energia eléctrica de uma maneira mais limpa e em quantidades cada vez maiores, foi desenvolvido um modo de aproveitar esse calor para a geração de electricidade. Hoje grande parte da energia eléctrica provém da queima de combustíveis fósseis, como o petróleo e o carvão mineral, porém, esses métodos são muito poluentes.

Mas de onde vem o calor da Terra? O interior da Terra é formado por magma, que consiste basicamente em rochas derretidas. Com o aumento da profundidade a temperatura dessas rochas aumenta cada vez mais, no entanto, há zonas de intrusões magmáticas mais junto da superfície, onde a temperatura é muito maior. Essas são as zonas onde há elevado potencial geotérmico.

O potencial açoriano

O método mais simples de aproveitamento desta energia consiste na utilização das águas quentes e vapores naturais que são emanados do interior da Terra para accionar turbinas que, à superfície, estão acopladas a alteradores. É também possível rentabilizar este recurso através de abertura de furos a grande profundidade: este método consiste no bombeio de água para o interior desses buracos que, ao descer, aquece e passa da forma líquida a vapor, que, por sua vez, é utilizado para accionar turbinas que movem os geradores.

Em Portugal continental existem essencialmente explorações de energia geotérmica de baixa temperatura ou termais, que podem ser divididas em dois tipos: aproveitamento de pólos termais existentes (com temperaturas entre os 20 e os 76º C) e aproveitamento de aquíferos profundos de bacias sedimentares.

 

Pesquisa elaborada por: Sílvia Raimundo, n.º9, CEF2A.

Orientação: professora Helena Antunes

 

Visita de estudo à 30ª edição do Festival Nacional de Gastronomia de Santarém – Turmas CEF 1A e 12º B

Podes ver as restantes fotos aqui.

No passado dia 27 de Outubro de 2010, a turma B do 12º ano do Curso Profissional Técnico de Processamento e Controlo da Qualidade Alimentar e a turma do 1ºano do CEF Hotelaria e Restauração efectuaram uma visita de estudo ao 30º do Festival Nacional de Gastronomia de Santarém, também conhecido por Feira de Gastronomia de Santarém.
Este é o festival gastronómico mais antigo de Portugal e nele estão presentes todas as Regiões Turísticas de Portugal, Escolas de Hotelaria, Doces Conventuais, Artesanato Regional, Animação Musical e as tradicionais Tasquinhas Gastronómicas.

Na nossa visita tivemos a oportunidade de verificar nas cavalariças anexas da Casa do Campino a participação de restaurantes de diversas regiões do país e das tradicionais tasquinhas, mostrando o melhor da gastronomia de cada um, assim como os convidados deste ano – região da Galiza (Espanha) e S. Tomé e Príncipe.
No Pavilhão do Futuro, estavam expostos queijos nacionais, enchidos diversas especialidades da doçaria nacional – ovos moles de Aveiro, tortas de Azeitão, queijadas de várias regiões e tipos, … e os Pampilhos, Celestes e Arrepiados tão característicos da cidade de Santarém, doces e compotas, licores e outras iguarias.
Na área dos Claustros da Casa do Campino que acolhe diariamente a animação musical, pudemos assistir a uma magnífica exposição/venda de artigos de artesanato.

Texto e Fotos: Prof.ª M. Manuela M. Alves