Texto de opinião

 

A sociedade do “eu”

A sociedade atual tem vindo a ser cada vez mais fustigada com atitudes que revelam que o ser humano está cada vez mais egoísta.
O poder e a riqueza influenciam o comportamento e a atitude de muitas pessoas. O “eu” está cada vez mais presente em detrimento do “nós”. E, infelizmente este pensamento egoísta tem vindo a aumentar especialmente nas pessoas que possuem mais poder, basta ligar a televisão ou outro meio que transmita informação para perceber que a corrupção é uma palavra com que a sociedade tem que lidar atualmente.
Parece que o ser humano tem no seu ADN a informação que quanto mais tem, mais quer e este pensamento que tem, cada vez mais, cava um fosso entre os ricos e os pobres e se não se fizer nada em relação a isso esse fosso pode nunca ser fechado.
Felizmente, para a sociedade, atitudes altruísta ainda existem (ações de solidariedade, voluntariado, etc.) porém estas atitudes por vezes são manchadas por quem se aproveita delas para retirar algum benefício para si, como é o caso de algumas fundações que se aproveitam da solidariedade de uns e da necessidade dos outros para tirarem benefícios para seu próprio proveito.
Em suma, toda a sociedade devia repensar as suas atitudes e pensar mais no “nós” do que no “eu”, pois só assim poderá existir um mundo com mais igualdade.

Sara Bento, 10ºA

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Uma obra crítica

 

Os Maias como obra crítica

                A obra Os Maias de Eça de Queirós é, sem dúvida, das obras a que melhor espelha uma sociedade numa época precisa.

Eça pretendia demonstrar a sociedade lisboeta decadente no século XIX, cujos episódios se relacionam com o subtítulo da obra, Episódios da vida romântica. O autor da obra criou vários personagens-tipo que ilustravam, por exemplo, a educação tradicional portuguesa, o ultrarromantismo, a educação britânica, o jornalismo, o novorriquismo, entre outros. O título da obra Os Maias remete para uma história romântica entre dois irmãos.

Considero que o escritor optou por escolher uma forma muito inteligente de demonstrar a sociedade naquela época. Para esse efeito utilizou: a descrição pormenorizada, a enumeração e a adjetivação que dão à obra uma riqueza literária.

A meu ver, Eça demonstra muito bem e com grande eficiência os ideais naturalistas, que são por sua vez: o meio ambiente, a educação e a hereditariedade. O criador da obra consegue criticar (usando personagens-tipo) a educação, por exemplo, contrapõe a educação de Carlos com a de Eusebiozinho, a educação britânica com a tradicional portuguesa.

Eça de Queirós na sua obra demonstra também a necessidade da sociedade lisboeta do século XIX, de se querer impor e ascender socialmente através do uso do chique e da luxúria, como é demonstrado no episódio de hipódromo e do jantar no Hotel Central.

Concluindo, na minha opinião, o livro Os Maias tem um enorme valor crítico que está presente em toda a obra. Eça conseguiu de forma bela e inteligente criticar a sociedade portuguesa evidenciando bem os seus costumes e defeitos.

 

Maria Margarida, 11ºA

 

Comentário literário

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Conto “Natal” de Miguel Torga
Na minha opinião, considero este texto bastante importante, pois passa uma mensagem muito significativa sobre o Natal e a vida das pessoas que não têm família ou dinheiro ou por vezes ambas as coisas, como neste caso.
Considerei, ao início, que este texto fosse um pouco monótono e igual a tantos outros já vistos, pois este tema –O Natal – é um tema bastante comum, mas enganei-me, pois até a linguagem do texto, para mim, a considerei acessível a pessoas de várias faixas etárias. O desfecho do texto foi também muito interessante, especialmente porque não estava à espera que acabasse deste modo.
Posso concluir que este texto transmite algumas coisas importantes e uma delas é prestar mais atenção às pessoas, pois, por vezes, sentem-se sozinhas e sem ninguém e deveríamos sempre ajudá-las e fazer o nosso melhor para que se sentissem bem. Em geral, penso que toda a gente deveria ler este conto, pois ensina-nos a olhar com outros olhos para estas pessoas sem família ou com muitas dificuldades.

Mariana Mendes, 8ºB

Leituras

 

Biblioteca Pessoal

 

Sempre fui um rato de biblioteca quando era mais pequeno, desde os meus nove aos doze anos de idade. Algo me fez parar do mundo da leitura e tornar ao que eu realmente gosto de fazer: a escrita feita por mim mesmo.

Hão de haver excertos de obras que eu tenha lido e gostado bastante. Mas especificamente só li três livros por completo e por mim mesmo. De meu livre arbítrio, li Máscaras de Salazar,  Meu amor, Sputnik, e Pérola Negra. Acabei pelo primeiro e comecei pelo último citado e realmente interessaram-me. As histórias profundas, o amar e o desespero; a falsidade; a inveja e o silêncio; a realidade e o sexo alvoraçado que se torna em terror. Mesmo sendo impróprios para mim, a maioria destes livros conta o que é a vida e para onde ela pode decair. Há arrependimentos.

Interesso-me mais pela ciência metaforicamente retratada, pelo que a humanidade e a mente humana podem chegar pelo reconhecimento e dinheiro. O desespero muda as pessoas. O desespero de viver.

 

Bruno Rodrigues, 8ºB

Reportagens

INAUGURAÇÃO DO NOVO SHOPPING

 

 

No dia 30 de outubro 2017, pudemos presenciar a inauguração do Mar Shopping, no Algarve, mais especificamente em Faro.

Devido ao aumento das necessidades da população, foi necessário criar um novo edifício de compras para a cidade corresponder à solicitação da população. A inauguração teve palhaços para divertimento dos mais novos, empregadas das lojas dando balões, homens com penas de gigantes e muitas promoções.

Concluindo, este novo meio vai dinamizar mais o trabalho e temos uma citação da D. Carlota acerca deste evento: “Foi espectacular e já estava a ser preciso um shopping nesta região e estou muito agradecida para com o presidente da câmara de Faro”.

 

Tomás Borges, 10ºA

Reportagem

Lisboa Games Week

 

A Worten volta a realizar, pela terceira vez, no Parque das Nações, a Lisboa Games week que desta vez ocupou dois pavilhões (pavilhões 3 e 4 da FIL [feira internacional de Lisboa]) diferente das três primeiras convenções que decorreram apenas num.

 

Em primeiro lugar, a meu ver, e como frequente observação de alguns entrevistados, a maior mudança desta edição da convenção foi, de certeza, o aumento do espaço para dois pavilhões. Desde o primeiro evento que um dos grandes problemas era o “pequeno” espaço de apenas um pavilhão em relação à quantidade de pessoas. O acréscimo de um pavilhão ajudou não só na movimentação das pessoas, mas também deu lugar a mais atividades.

No evento, estiveram representadas algumas marcas conceituadas no mundo dos jogos: Playstation (Sony), Xbox (Microsoft), Nintendo, Omen (HP) , Republico of Gamers (ASUS), Lenovo, LG, algumas lojas de informática: PCDiga, a própria Worten, AlienTech , GlobalData e outras marcas que não fazem parte da categoria de informática nem de jogos mas que também patrocinaram o evento: CTT, Moche, Cigala e Blue.

As marcas presentes tinham stands com jogos para demonstração, as lojas tinham, cada uma, os seus “minimercados” onde vendiam principalmente Jogos e componentes “Gamer” e as restantes patrocinadoras tinham os seus próprios espaços de publicidade, e no caso da Cigala e Blue, que são marcas de culinária e de refrigerantes, respetivamente, também tinham a venda dos seus produtos. Para além disso, também havia à venda outro tipo de produtos do universo dos vídeo-jogos e de cultura Pop Japonesa com posters, T-Shirts, etc., realizaram-se torneios de E-Sports: FIFA 18, Counter Strike Global Offensive, Overwatch, etc. e estiveram presentes bastantes Youtubers a dar autógrafos e a tirar fotografias com os seus fãs.

Para finalizar, esta terceira edição foi a melhor, muito devido ao aumento do espaço e á adição de mais espaços com consolas para testar os novos lançamentos de vídeo-jogos. Se este evento continuar a melhorar, cada vez mais irá atrair mais gente e, quem sabe, no futuro, aumentar mais um pavilhão.

 

João Garcia, 10º A

Reportagens

Encontro de Bandas Filarmónicas em Gavião

“Sons ao Sul”

 

Dia 7 de outubro de 2017, às 21:30 horas, decorreu no Cineteatro Francisco Ventura, em Gavião, o primeiro Encontro de Bandas Filarmónicas “Sons ao Sul”, promovido pela Fundação INATEL em parceria com a Banda e a Câmara Municipal do município onde o evento decorreu.

A Fundação INATEL, em colaboração com a Federação de Bandas do Distrito de Portalegre, organizou um evento, o “Sons ao Sul”, um conjunto de concertos de várias bandas filarmónicas, que pretende reconhecer o trabalho que as bandas têm desenvolvido no âmbito sociocultural das suas terras, que se inaugurou num concerto em Gavião.

Este encontro contou com a presença da Banda Municipal Alterense, (de Alter-do-Chão) com aproximadamente 45 músicos, da Sociedade Filarmónica Veirense (de Veiros, Estremoz), com cerca de 40 músicos e, obviamente, com a presença da Banda Juvenil do Município de Gavião, com cerca de 55 músicos, somando no total aproximadamente 140 músicos. Cada banda apresentou um pouco da sua história e tocou por volta de 5 peças, o que fez com que o evento durasse em torno de 2 horas.

Este encontro contou com dezenas de pessoas pertencentes ao público, entre as quais os presidentes das bandas filarmónicas, o presidente da Câmara Municipal de Gavião, assim como os populares desta vila.

 

 

Maria João Matos, 10ºA

Eventos culturais

Estátuas Vivas

 

No passado mês de setembro, mais especificamente, nos dias 15, 16 e 17 decorreu a 5ª edição do famoso evento das “Estátuas Vivas” na cidade de Tomar, tal evento atraiu milhares de pessoas ao local.

Na sexta-feira, dia 15, dia em que se iniciou o festival com “Estátuas Vivas-Arte na rua”, o mesmo possuiu 12 quadros vivos e a performances de 16 artistas, que elaboraram personagens importantes como Mozart, Napoleão, Vasco Santana, John Lennon entre outros, recordando nos dias de hoje outros tempos e culturas.

No fim de semana, dias 16 e 17, o tema já se diferencia para as “Lendas e Tradições de Portugal” onde houve várias representações de diversas lendas como “A Moura Encantada”, “O Papão”, “Lenda Da Moura Salúquia” e muitas mais. Nestes dias, 14 performances foram protagonizadas por 25 artistas.

“Foi um evento muito bonito, deu-me a conhecer lendas que não tinha conhecimento” “Mostrou-nos recriações históricas que nos fizeram retrocer algum tempo, fez-nos imaginar como era antigamente” disse o risonho casal Cindy Castelão e David Tonelo.

Nicole Duarte, 10ºA

Lendas comemoradas

 

O magusto

Todos os anos por volta do onze de novembro as pessoas fazem magustos. Mas porquê? Pois o onze de novembro  é dia de São Martinho.

A lenda do dia de São Martinho consiste em que um soldado romano chamado Martinho estava numa viagem e que estava a chover e a fazer muito frio, pelo caminho Martinho encontra um mendigo ao qual ele dá metade da sua capa depois de a ter cortado com a sua espada. Depois disso Martinho continuou o seu caminho nesse instante a chuva parou e começou a fazer sol repentinamente. De ai em diante esse dia ficou conhecido como dia de São Martinho.

 

Para celebrarmos este evento fazemos o magusto onde se assa castanhas e os adultos provam o vinho.

Tomás Dias, 10ºA