Na passada 4ª feira, dia 4 de março estivemos de volta ao espaço de coworking SuMação.
Como o prometido é devido fomos oferecer à escritora Fiona McCready a tradução do seu conto DOD em língua portuguesa. Feita por nós nas aulas de inglês. Com notas do tradutor e revisão linguística e tudo isso!
Também tivemos o prazer de ler para a Fiona um final diferente para o conto.
Deixamos a sua reação:
” I was so impressed with the imagination of the new ending, it was intriguing, surprising and really well written. It kept me guessing right to the very end what was to come of Phee, and the change to date of determination was very clever.”
Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:
Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.
Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.
Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».
O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.
Publico aqui alguns dos textos elaborados.
Professora: Anabela Ferreira
Alejandro Obregón, Naufragio
Mação, 19 de maio de 2020
Olá, Maria,
espero que estajas bem.
Hoje, queria-te contar uma das histórias mais marcantes da minha vida.
Estava eu no navio para o Brasil, pois ía de férias, mas o que ninguém estava à espera aconteceu. Em 9 de maio de 2020, um dos piores acontecimentos do mundo ocorreu, quase do tamanho do Titanic, um navio afundou-se, mas o pior ainda não contei, o “tesouro” estava na cave do navio, era um colar romano com esmeralda, prata e ouro. Era com isso que eu ía ficar rica, ter uma vida de luxo, mas não foi nada disso que veio a acontecer.
Uma baleia de dez metros foi contra o navio e furou a parte traseira do mesmo. Naquele momento parecia que tinha começado a terceira guerra mundial, pessoas em pânico, mães com os bebés ao colo, e eu paralisada a pensar : “O TESOURO!!!”, fui a correr com uma velocidade inacreditável, agarrei no tesouro e fui para a casa de banho, tranquei-me, cobri os ouvidos, encolhida ao pé da parede e respirei fundo .
Fiquei lá três dias e três noites, a ter esperança que alguém me encontrasse. No dia 12 de maio de 2020, esse glorioso dia, encontraram-me, mais tarde contaram-me que eu tinha sido a única sobrevivente.
Inês, Maria Clara e Margarida… Três jovens que integram a SDAL, Sociedade Académica de Debates de Lisboa, deslocaram-se ao Agrupamento, no dia 23 de janeiro para dinamizar o workshop “Como Apresentar um Trabalho Oral”.
À sua espera, no auditório, 70 alunos do secundário regular e profissional, com a preocupação de criar oportunidades para todos, oportunidades de inclusão.
O workshop teve por base uma dinâmica interativa, alternando teoria e práticas experimentais.
Depois de uma breve apresentação e partilha dos seus diferentes percursos e das suas vontades de fazer parte da SDAL, as três jovens universitárias do 3º ano de Direito e do 1º ano de Informática, explicaram e mostraram algumas das técnicas mais usadas na apresentação de um trabalho oral. Deste modo, os nossos alunos puderam relembrar, aprender e consolidar exemplos de boas práticas no que à apresentação de trabalhos orais diz respeito. Postura, projeção da voz, personalidade, sentido de humor, elaboração de tópicos, estética, extensão do trabalho, detalhe, exemplificação ou audiência foram mencionados como pontos a ter em linha de conta.
Seguidamente, os nossos alunos tiveram a oportunidade de experimentar! Escolheram temas como o Brexit, a Teoria da Terra Plana, Netflix ou videojogos em contexto escolar e prepararam as suas apresentações.
Depois,… Bem, …Depois foi só refletir e criticar de forma construtiva para perceber COMO APRESENTAR UM TRABALHO ORAL!