Texto de opinião

O Homem do século XXI

Podemos dividir a clonagem em duas partes distintas, a clonagem terapêutica e a clonagem reprodutiva, sendo que a clonagem terapêutica se foca na manutenção e sobrevivência de um indivíduo, enquanto a clonagem reprodutiva se descreve na forma de criar um ser vivo, geneticamente idêntico a outro já existente.

A clonagem terapêutica tem permitido, ao longo de vários anos, a modificação de tecidos já existentes para que esse tecido tenha a capacidade de combater ou prevenir uma doença genética. É possível criar em laboratório alguns tecidos e/ou partes de órgãos para se permitir a sobrevivência de um indivíduo. Com a utilização de células estaminais ou células já especializadas pode produzir-se o tecido que se pretende e utilizá-lo para substituir o tecido afetado. Por exemplo, as pessoas que sofrem de Síndrome de Imunodeficiência Combinada (SCID): recentemente é possível utilizar a genética para modificar a sua medula óssea de modo a que esta consiga produzir os anticorpos para se defender dos muitos vírus e bactérias. Temos assim alguns dos benefícios da clonagem terapêutica.

Apesar das renitências quanto à clonagem terapêutica, a clonagem reprodutiva nunca foi impedida de avançar, o que abriu a caixa de Pandora para a diversidade genética do ser humano, permitindo aos ricos e poderosos a sua eventual clonagem para preservarem as suas fortunas ou os seus estatutos sociais. Também poderá dar a vírus e bactérias um possível avanço na luta pela sobrevivência. Ou seja, com a clonagem o sistema imunitário não mantém a sua evolução iniciada há muitos milhares de anos, decorrente da eterna batalha entre o sistema imunitário humano e a sobrevivência dos vírus e bactérias (coevolução).

Por estes motivos, consideramos a clonagem reprodutiva como a caixa de Pandora da humanidade e a clonagem terapêutica como a terceira revolução industrial (revolução tecnológica), sendo que o uso de cada uma deve ser debatido e decidido qual a que traz mais benefícios para a humanidade e qual deverá ser punida para não alterar a evolução natural do Homem.

 

Lucas Pita, Rafael Rodrigues e Rafael Pinto, 11º A-Ct

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Texto de opinião

A Idade Média e o fascínio que exerce na atualidade

 

Atualmente, as pessoas têm um grande fascínio pela Idade Média.

A Idade Média foi um período de grandes mudanças. Como o próprio nome indica, foi o período de tempo entre a antiguidade e os tempos atuais.

Sim, houve grandes mudanças, mas na minha opinião, nada que pudesse causar assim tanto fascínio pela parte das pessoas na atualidade.

Eu penso que as maiores mudanças foram na língua, que teve uma enorme evolução, e continua a evoluir, e na cultura, que, não tanto como a língua, mas também evoluiu bastante.

Hoje em dia, em Portugal, fazem-se as chamadas feiras medievais, onde as pessoas se vestem a rigor, como nessa época, e se divertem como antigamente. Considero que é bom reviver o passado, e mostrar, principalmente aos mais novos, como era viver naquela época, sem tecnologia como a de hoje em dia, sem liberdade como a de hoje em dia.

Atualmente, nós, os adolescentes, temos demasiada liberdade, comparada à que os nossos avós deram aos nossos pais, ou até mesmo à que os nossos bisavós deram aos nossos avós, e mesmo assim continuamos a reclamar do que temos.

Eu julgo que consigo entender o gosto pela Idade Média, mas o fascínio não.

 

Maria João Matos, 10ºA

 

 

Apreciação crítica

“A culpa é das estrelas”

“A culpa é das estrelas” é um filme que conta que uma rapariga que tem problemas de respiração foi para um centro de apoio para conhecer novas pessoas.

Como aspetos positivos do filme posso referir que a rapariga, apesar de estar com problemas, pode conviver com várias pessoas e não se refugia em casa. Como aspetos negativos refiro as pessoas que em vez de criticarem deviam de a ajudar, não é por ter problemas que uma pessoa é diferente.

Adorei o filme.

 

Raquel Matos, 8ºB

Apreciação crítica

“Smurfs” um filme para a família

O filme “Smurfs” passa-se numa cidade perdida, é um filme infantil porém todos da família gostam.

Os aspetos positivos são que é um filme muito divertido e cheio de animação. Contudo, como aspetos negativos posso referir que os smurfs falam uma língua própria e que, se o filme for visto por crianças muito pequenos, vão ficar confusas.

“Smurfs” é um filme muito divertido, cheio de surpresas. É uma história sobre amizade verdadeira sem preconceitos e onde, depois de acontecerem muitas coisas, o bem e a amizade prevalecem.

É um bom filme para ver em família.

 

Bernardo Fontes, 8º B

A importância do conhecimento histórico

A importância do conhecimento histórico

         Num determinado povo ou região é muito importante o conhecimento da sua história para a preservação dos valores culturais e éticos desse povo em específico.

A história serve para relembrar algo que aconteceu anteriormente, seja há muito ou pouco tempo. Por isso é que se diz qua “a história é testemunha do passado…”. Esta é algo que vai ficar para sempre, vai passar de geração em geração, acrescentando-se novos acontecimentos à medida que o tempo passa. A história é algo que deve ser preservado e devidamente aprofundado, com o objetivo de preservar os valores culturais e éticos de um povo.

Um povo, como por exemplo, os Índios têm uma religião específica, têm uma determinada cultura e costumes. O que os faz, atualmente, ter esses valores culturais e éticos é a história, ou seja, o passado, pois foi este que os fez ser como são hoje em dia, dando, assim seguimento às gerações anteriores.

Em suma, deve existir uma grande importância do conhecimento histórico, de modo a preservar os valores culturais e ético de um povo.

 

 

Daniel Patrício, 11ºA

 

A História: memórias e antepassados

 

A História: memórias e antepassados

A história do mundo, do planeta, da vida terrestre, da vida humana teve um início, bem lá no fundo dos nossos antepassados. E é graças a essa história e ao facto de se perpetuar no tempo e na memória humana que sabemos o que aconteceu nos tempos antigos, sabemos quais os factos e vivências que nos antecederam e que nos trouxeram até aqui, ao presente.

É-nos verdadeiramente importante e pertinente possuir os conhecimentos históricos, principalmente aqueles que remetem para a nossa cultura e para o nosso povo. É com este conhecimento que podemos continuar com as “nossas” tradições, com os “nossos” hábitos e com os “nossos” próprios valores: tudo aquilo que na Antiguidade se foi criando, evoluindo, até chegar a nós. E somos nós, orgulhosamente, que temos de dar continuidade a tudo isto para que não fique perdido no tempo.

Suponhamos que os nossos familiares não nos tinham ensinado nada sobre valores culturais e éticos, e que não havia livro nem texto que restasse para contar a história dos povos, quais iriam ser as nossas inclinações culturais e éticas? Pois, provavelmente não sabemos responder, até porque, muito provavelmente, sem a preservação dos valores que nos constituem enquanto povo, hoje não seriamos nós mesmos, não seríamos uma só nação, unida pela língua materna e pelos costumes.

Para concluir, podemos afirmar que a história é o que nos enuncia o passado e nos ensina a ser quem somos! A história são memórias e antepassados…

 

 

Clara Minhoto, 11ºA

Interculturalidade

Os refugiados

Atualmente no nosso mundo fala-se muito dos refugiados. São as notícias que dão no mundo inteiro.
Os refugiados têm saído muito dos seus países para a Europa, a União europeia tem acolhido muita gente. Mas algumas pessoas estão a vir para cá de barco e morrem afogadas, outras vêm dentro de camiões cheios de gente e morrem por falta de ar.
Essas pessoas fogem do seu país por causa da guerra e porque querem arranjar melhores condições de vida e um trabalho bem pago.
O meu país, por exemplo, está a oferecer alojamento, trabalho, comida e roupas a alguns refugiados. Muitos países europeus já estão a fechar às suas fronteiras para que não entrem mais refugiados no seu país.
Desde que os refugiados começaram a vir para a Europa, tem havido conflitos em alguns países. Algumas pessoas concordam com a vinda deles porque lhes podem ensinar um pouco da sua cultura e porque têm pena deles. Já outras não dizem o mesmo, dizem que para acolher refugiados mais vale apoiar os sem-abrigo do seu país.
Quanto a mim, considero que devemos ajudar estas pessoas, mas também concordo com que não devemos acolher muita gente porque gasta-se mais dinheiro com os refugiados do que com a população do próprio país.

Filipe Correia Serra, 9ºA