Assembleia Municipal na Escola

 

O sistema educativo tende gradualmente a valorizar a cidadania ativa. Há muito que no Agrupamento de Escolas Verde Horizonte esta se pratica.

No dia 27 de fevereiro, à semelhança do que se passou noutros anos letivos, realizou-se uma Assembleia Municipal da Câmara Municipal de Mação na escola-sede do Agrupamento. Este exercício de cidadania real ficou marcado pelo falecimento de um dos nossos. O aluno do Secundário Daniel Claro, jovem de 17 anos, faleceu na sequência de um acidente de viação. Foram-lhe destinadas algumas breves palavras por parte do Senhor Diretor, expressando o sentimento geral de desolação da comunidade escolar, e foi solicitado e cumprido um minuto de silêncio.

 

Foi, como habitualmente, José Manuel Saldanha Rocha, Presidente desta Assembleia, que encetou a reunião com um agradecimento formal por esta ser marcada no Agrupamento. Seguidamente, José António Almeida com a explicação habitual do funcionamento, constituição, organização, periodicidade, intervenções, entre outras informações.

Dando-se início ao cumprimento de uma Ordem de Trabalhos extensa, e após a votação de atas de reuniões anteriores, bem como da divulgação de informações veiculadas pelo correio, foi acordada a alteração da ordem das intervenções do público/alunos antecipando-se devido à extensão da referida Ordem de Trabalhos, possibilitando assim a presença e participação dos alunos aquando dessas intervenções, ficando esta antes da Ordem do Dia.

 

Foram realizadas várias intervenções com questões e ou sugestões de propostas, quer referindo-se à escola, quer ao município e às suas infraestruturas, foi veiculada a notícia do JN que divulga que as câmaras ganham mais um ano para o termo do prazo de assunção das responsabilidades das autarquias relativas à educação – 1º trimestre de 2022, facto com o qual na globalidade vários elementos se congratularam.

O Senhor Deputado Duarte Marques, além de parabentear o Agrupamento pela prática desta reunião neste espaço, devidamente enquadrado nas práticas da flexibilidade oficializada, salientou que a mesma se pratica há muito, sendo um dos sinais de se tratar de uma escola de excelência. Evocou ainda o Relatório do Observatório Independente que veio confirmar as críticas realizadas pela C.M.M. aquando dos últimos incêndios que flagelaram esta comunidade.

A Senhora Deputada Carla Loureiro abordou um assunto de interesse para os jovens, utilizadores prioritários, ao referir-se à cobertura das redes de telecomunicações (telemóveis e internet).

Foram ainda referidas intervenções da C.M.M. em algumas aldeias, com investimento feito, apesar da fraca densidade populacional, bem como questões relativas à gestão das águas que passará a ser gerida por uma empresa.

Os trabalhos prosseguiram tendo ainda o Diretor do Agrupamento veiculado a informação de que nos dias 25, 26 e 27 de março decorreria a Escola Aberta 2020 para mostrar o que de melhor se faz no Agrupamento, salientando a sua abertura com palestras de alunos do Projeto “Comunicar Saberes” e a exposição “Ancorados na Memória II” que estaria patente na escola-sede.

Professora Anabela Ferreira

Assembleia Municipal na Escola

 

 

O sistema educativo tende gradualmente a valorizar a cidadania ativa. Há muito que no Agrupamento de Escolas Verde Horizonte esta se pratica.

No dia 27 de fevereiro, à semelhança do que se passou noutros anos letivos, realizou-se uma Assembleia Municipal da Câmara Municipal de Mação na escola-sede do Agrupamento. Este exercício de cidadania real ficou marcado pelo falecimento de um dos nossos. O aluno do Secundário Daniel Claro, jovem de 17 anos, faleceu na sequência de um acidente de viação. Foram-lhe destinadas algumas breves palavras por parte do Senhor Diretor, expressando o sentimento geral de desolação da comunidade escolar, e foi solicitado e cumprido um minuto de silêncio.

Foi, como habitualmente, José Manuel Saldanha Rocha, Presidente desta Assembleia, que encetou a reunião com um agradecimento formal por esta ser marcada no Agrupamento. Seguidamente, José António Almeida com a explicação habitual do funcionamento, constituição, organização, periodicidade, intervenções, entre outras informações.

Dando-se início ao cumprimento de uma Ordem de Trabalhos extensa, e após a votação de atas de reuniões anteriores, bem como da divulgação de informações veiculadas pelo correio, foi acordada a alteração da ordem das intervenções do público/alunos antecipando-se devido à extensão da referida Ordem de Trabalhos, possibilitando assim a presença e participação dos alunos aquando dessas intervenções, ficando esta antes da Ordem do Dia.

Foram realizadas várias intervenções com questões e ou sugestões de propostas, quer referindo-se à escola, quer ao município e às suas infraestruturas, foi veiculada a notícia do JN que divulga que as câmaras ganham mais um ano para o termo do prazo de assunção das responsabilidades das autarquias relativas à educação – 1º trimestre de 2022, facto com o qual na globalidade vários elementos se congratularam.

O Senhor Deputado Duarte Marques, além de parabentear o Agrupamento pela prática desta reunião neste espaço, devidamente enquadrado nas práticas da flexibilidade oficializada, salientou que a mesma se pratica há muito, sendo um dos sinais de se tratar de uma escola de excelência. Evocou ainda o Relatório do Observatório Independente que veio confirmar as críticas realizadas pela C.M.M. aquando dos últimos incêndios que flagelaram esta comunidade.

A Senhora Deputada Carla Loureiro abordou um assunto de interesse para os jovens, utilizadores prioritários, ao referir-se à cobertura das redes de telecomunicações (telemóveis e internet).

Foram ainda referidas intervenções da C.M.M. em algumas aldeias, com investimento feito, apesar da fraca densidade populacional, bem como questões relativas à gestão das águas que passará a ser gerida por uma empresa.

Os trabalhos prosseguiram tendo ainda o Diretor do Agrupamento veiculado a informação de que nos dias 25, 26 e 27 de março decorrerá a Escola Aberta 2020 para mostrar o que de melhor se faz no Agrupamento, salientando a sua abertura com palestras de alunos do Projeto “Comunicar Saberes” e a exposição “Ancorados na Memória II” que estará patente na escola-sede.

Fotos: Margarida Cardoso

Animação e texto: Anabela Ferreira

 

DESFILE DE CARNAVAL 2020

Destinado à Comunidade Educativa, mas interagindo com toda a comunidade local, no passado dia 21 de fevereiro, o Agrupamento de Escolas Verde Horizonte de Mação realizou a atividade transdisciplinar “Desfile de Carnaval 2020” pelas ruas de Mação.

O desfile foi agendado para as  10 horas e 30 minutos, sendo a concentração, a partida e a chegada marcadas para o Largo da Feira, estabelecendo-se o itinerário: Largo da Feira, Rotunda dos antigos Bombeiros, Câmara Municipal de Mação, Rua Padre António Pereira de Figueiredo, Rua Monsenhor Álvares de Moura, Igreja Matriz, Rua Pina Falcão, Rua Francisco Serrano, Rua Padre António Pereira de Figueiredo, Câmara Municipal de Mação, terminando, de novo, no Largo da Feira.

Esta atividade decorreu nos segundo, terceiro e quarto tempos letivos da manhã e as turmas foram acompanhadas pelo respetivo professor, seguindo o horário habitual, sendo, posteriormente, ao quinto tempo letivo, retomada a planificação inscrita no horário semanal.

O desfile mobilizou todo o Agrupamento, teve a preocupação atual da preservação do meio ambiente e do nosso planeta, sendo subordinado ao tema da sustentabilidade e da preservação do meio ambiente. Os materiais utilizados foram preferencialmente, claro, reutilizados e ou reciclados, a fim de reduzir, evidentemente, fazendo jus à regra dos 3 R pela prática – despertando para a problemática ambiental e resumindo numa só atividade o aprender a conhecer, a fazer, a viver juntos e a ser. Permitiu, ainda,  interagir com a comunidade local numa perspetiva de abertura da escola ao meio exterior e de valorização das tradições.

Fotos: professor José Gonçalves e

texto: professora Anabela Ferreira.

Poesia

As palavras

São azuis como o céu e as águas brilhantes dos rios, dos lagos e do mar

Voam como as aves que rasgam o céu indo para Sul

Planam como os papagaios de papel dourado

Sopram como o vento nas tempestades

Flutuam como os dentes de leão

Aquecem todos os que as ouvem, como o Sol e a fogueira

Com elas escrevo saúde, amor, família, planeta e sonhos

A minha história num poema…

 

 

Texto poético coletivo, 7ºA

Notícias da L.E.C.A.

In Contos de Encantar

 

Pulgas e Pulguinhas

            Era apenas um dia numa tarde de novembro em Ferreira do Zêzere, quando a Joana decidiu adotar um cão, pois morava sozinha e queria companhia .

Mas como ela não era muito decidida, ligou à mãe para perguntar se podia ir com ela:

-Vá lá, mãe, é só desta vez, eu juro!

-Está bem, filha, mas já devias tomar as tuas próprias decisões.

Quando a mãe chegou a casa dela, começaram por escolher onde iriam.

-Serra da Estrela.

-Não, muito longe – prosseguiu a mãe.

-Abrantes, pode ser?

-Hum… acho que sim.

-Ainda bem.

Chegaram a Abrantes, elas escolheram o cão e foram embora.

-Au, au  – ladrava o cão alegremente.

-Fizemos bem em adotar este pastor alemão – comentavam as duas.

Todavia, entrou em casa, já sozinha, e esqueceu-se de lhe dar banho e ele estava cheio de pulgas e pulguinhas.

Jantaram e tinha chegado a hora de ir dormir. Como era o primeiro dia com o cão, dormiu com ele na sua cama.

Escaparam-se horas e horas, o despertador tocou, levantou-se e tomou o pequeno-almoço, sentou-se no sofá e esperou o cão acordar.

-Hahaha – ria ela enquanto assistia à televisão – o que é isto,… estou cheia de comichão …, devia de ter dado banho ao cão!…

Como ela era comichosa , preguiçosa e corajosa , passou a dar , todos os dias , banho ao cão.

 

Inês Jesus Ferreira, 7ºA

Notícias da L.E.C.A.

A CRISE MAIS INESPERADA

Elianor vivia numa tribo no deserto do Saara, na qual era rainha. Infelizmente, passava-se por uma crise de fome (tanto os humanos, como os animais).

Quando, subitamente, lhe apareceu uma alcateia de lobos esfomeados, que perseguiam os elementos da tribo até à morte.

-Minha duquesa, estão a aproximar-se animais famintos, que podem comer tudo e todos. – disse o conselheiro.

-Eu ordeno-vos que migrem para Portugal, lá haverá comida e bebida suficientes para nós.- decretou a minha irmã.

E assim foi, refugiaram-se na serra da Estrela. Mas, antes, pararam numa mercearia perto de lá.

-Onde posso encontrar alimento? – perguntou ela.

-Segue em frente, no corredor à direita. – respondeu a senhora da mercearia desconfiada.

Continuaram a migração, até que avistaram uma montanha.

-Deve ser aqui! – exclamou um membro da tribo.

-Avancemos.

(Que história bizarra!)

Subiram ao cimo da serra, onde encontraram o Pai Natal e o

Génio da Lâmpada.

-O que são vocês? – perguntou o grupo.

-Ainda não nos conhecem? –murmuraram os dois.

-Aaahh! É o gordinho que rouba leite e bolachas às crianças e o outro é uma manta azul que flutua e que vem de uma lâmpada velha e enferrujada. – prosseguiu o massagista da rainha.

-Shiuu! Calem-se plebe! Quero ouvir o que eles têm a dizer.

-Para provarmos que vocês são mentirosos, iremos, daqui a uma semana, conceder quantos desejos vocês quiserem!

E passou-se uma semana, e lá estavam eles à espera do Pai Natal e do Génio da Lâmpada.

-Vossa excelência – disse o conselheiro – eu acho que eles nos enganaram.

-Não, jamais! Esperem mais um pouco.

Passaram horas e sem sinal deles!

Será que eles foram mentirosos?

 

 

Inês Jesus Ferreira e Diana Oliveira, 7ºA

 

Concurso Nacional de Leitura 2019/2020

Fase Municipal

 

4 de fevereiro às 10h e 30m

Decorreu no Auditório Elvino Pereira

 

1º ciclo6 alunos

-Catarina Filipa Lourenço da Silva

-Clara Campos Pereira Fernandes Cardoso

-Mafalda Sofia Lourinho Martins da Silva

-Miguel Piçarreira Fernandes

-Sofia Alexandra Cordeiro Matias

-Vasco Miguel Pires Nicolau

 

Obra a concurso:

A Menina que Queria Salvar os Livros de  Klaus Hagerup‎.

 

2º ciclo-6 alunos

5º ANO:

Turma B
-Ana Claro; nº 1;
-Beatriz Lopes; nº 4;

 

6º ANO:

Turma, A
-Madalena Estrela.
Turma, B
-Catarina Cerdeira; nº 5;
-Clara Loureiro; nº 6;
-Sofia Cabrita; nº 17.

Obra a concurso:
O Barco das Crianças de Mário Vargas Llosa

 

 

3º ciclo- 6 alunos

7º ANO:

Turma, A
– Jéssica Moucho; nº 7;
-Martim Estrela; nº 13;

Turma, B
– Maria Carolina Matos; nº 11;

9º ANO:

Turma, A
-Ângelo Silva;nº2;
Turma, B
-Margarida Saramago; nº 11;
-Rafael Lobo; nº 13.

Obras a concurso:
Os livros que devoraram o meu pai – A estranha e mágica história de Vivaldo Bonfim de Afonso Cruz

 

 

Secundário-3 alunos

Turma 10ª A

-Saúl Santos; nº 7;
-Mariana Mousaco; nº
– Sancha Ramadas; nº 20

Obra a concurso:
O Pintor Debaixo do Lava-Loiças de Afonso Cruz

 

Júri: Perpétua Marques, Vereadora Margarida Lopes e a autora convidada Evelina Gaspar.

 

Professor António Bento

Notícias da L.E.C.A.

 

O Acidente Inesperado

            Luísa morre num acidente de carro na A23, após a colisão com uma grande carrinha preta, que fugiu sem prestar declarações, fazendo-se passar por pessoas importantes, deixando-me com o meu tio Ilídio.

Enquanto explicava a triste história a meu neto Sharovski, ele interrompeu-me perguntando:

– E encontraram-nos?

– Não, mas prometi vingança! – expliquei-lhe eu.

– Então, será feita, amanhã de manhã.

No dia seguinte, partimos sem rumo, só voltaríamos com a prometida vingança. Após longa viagem, encontrámos uma carrinha preta com várias semelhanças, e aproximámo-nos dela. Estávamos cada vez mais perto, até que começámos a reconhecer algumas caras.

-Tio, o que fazes aí? – disse eu.

-É o meu trabalho, e nessa altura eu ainda não estava integrado nesta sociedade.

– Mas porque é que decidiste entrar nela, depois do que aconteceu?

– À procura de provas, mas sem sucesso!

– Porque não nos contaste?

– Não tive coragem… – justificou-se.

– Somos família, devias ter confiado! – Disse o meu neto desapontado.

– Desculpem-me.

– Nós perdoamos-te, pois já foi há muito tempo e já não tem muita importância teres escondido, só tens que prometer que da próxima irás confiar em nós. Juntos podemos mais contra as injustiças.

– Prometo…

 Inês e Luana, 7ºA

Notícias da L.E.C.A

 

 

Numa Noite Escura

 

A noite estava fria, sombria e estava  a começar a pingar quando o Descobridor se assustou com um relâmpago brilhante e estrondoso. Nesse momento, ele pensou em voltar para trás, mas não o fez, pois gostava de se aventurar. Então, continuou a sua busca, mas, quando se ia desviar de uma rocha, uma onda enorme empurrou-o para lá, ele bateu contra a rocha e o seu navio naufragou. Ele ficou muito nervoso e impaciente, naquele mar imenso, mas conseguiu nadar até uma ilha, a ilha das trevas. Uma ilha sombria e aterradora, onde estavam dois gatinhos pretos a brincarem com novelos de lã. O Descobridor Miguel tentou perguntar-lhes se sabiam de alguma maneira para sair dali, mas os dois gatos nem lhe deram resposta. Passado algum tempo, a caminhar para sair da ilha, encontrou um marinheiro chamado Gabriel  que, acompanhado pelo seu gato, naufragara há cerca de dois anos atrás na ilha, e perguntou- lhe com preocupação:Numa noite escura do dia 1 de agosto de 1990, um célebre Descobridor, chamado Miguel, embarcou para o oceano Índico à procura de um animal marinho raro, de mil cores diferentes.

-Boa noite,meu caro senhor, sabe-me dizer como sair daqui?

-Não… Se eu soubesse já o teria feito. Estou aqui há cerca de dois anos,já tentei, mas nunca encontrei saída, só vejo água à minha volta, tentei sair daqui com uma jangada, mas após me ter aventurardo para sair, um monstro, muito colorido, afundou a minha jangada e eu tive de voltar a esta maldita ilha… – explicou o marinheiro.

– Um quê?! – perguntou Miguel com admiração.

-Um monstro colorido.- respondeu Gabriel irritado.

-Queres dizer uma criatura rara de mil cores diferentes,certo?- corrigiu o Descobridor.

-Sim,deve ser isso. Mas agora segue-me, vamos para a minha cabana, lá não nos molhamos.- disse Gabriel pegando no seu gato.

– Sim, pode ser, obrigado.- agradeceu ele.

-Não precisas agradecer, e já agora como te chamas?

-Chamo-me Miguel, e tu?

-Eu chamo-me Gabriel, mas vamos andando.

Então lá foram para a cabana do marinheiro Gabriel. Passado algum tempo, depois de uma jantarada, adormeceram cansados.

Na manhã seguinte,madrugaram para fazer uma jangada com troncos de palmeira e cordas que o Miguel trazia. Ao embarcarem na sua jangada,Miguel perguntou:

-Gabriel,tens esperanças?

-Algumas, não sei…talvez sim, talvez não.

De repente, um vulto ergueu-se perante eles: era uma tal criatura de mil cores diferentes que os tentou deitar abaixo, mas não conseguiu, pois a jangada aguentou o vento e Miguel exclamou:

-É o tal! É o tal!

-É o tal quê?

– O monstro que eu procurava, tira a máquina fotográfica da minha mochila.

-Esta, aqui?- perguntou rapidamente o Gabriel.

-Sim, é essa mesmo, dá-ma rápido!- pediu o Descobridor apressado.

-Está aqui,toma.

-Obrigado.Tenho de conseguir tirar-lhe uma fotografia!

E conseguiu tirar a tal fotografia à criatura, mas, de repente, Gabriel ouve um miar assustado, era o seu gato: estava nas garras da criatura. Gabriel assustado corre para salvar o seu companheiro, e Miguel espantado e sem saber o que acontecera pergunta:

-O que foi? O que aconteceu?

-O meu g-g-a-to está nas mãos da criatura – respondeu o marinheiro gaguejando de tão nervoso.

-Então e onde estão eles?- perguntou Miguel.

-Não sei, desapareceram.

Os dois homens ficaram assustados e muito nervosos, pois o pobre animal estava em perigo, não sabiam o que aquela criatura lhe podia fazer. Andaram por toda a ilha. Chegaram a uma gruta escura, sombria e muito fria, por curiosidade entraram nela. Ao entrarem viram uma sombra grande, ficaram com medo, mas continuaram a andar até encontrarem a criatura e o gato a fazerem um piquenique. A criatura disse:

-Juntem-se a nós!

Os dois homens espantados juntaram-se ao lanche e depois de tudo a criatura perguntou:

-Como vieram aqui parar?

-Bem, é uma longa história que fica para depois.- disse o Miguel.

-E sabes como sair daqui criatura?

-Sim, é fácil, só precisas de três ingredientes.

-E quais são?- interrompeu o gato.

-Bem, para sairem daqui, só precisam de: um trevo de quatro folhas, um dente de leão e uma amostra de ADN de cada um.

Mal a criatura acabou de dizer a lista dos ingredientes, os dois homens desataram a correr para procurar o necessário.

Depois de terem tudo, arrancaram um cabelo a cada um e um pelo ao gato para completar a receita. Juntaram tudo e PUFF, abriu-se um portal. Os dois homens e o gato despediram-se da criatura e entraram no portal, nessa viagem o Gabriel pediu ao Miguel para ficar a  viver com ele, pois não tinha família e o Miguel aceitou, porque vivia sozinho e gostava de ter companhia. Assim, Gabriel e Miguel formaram  uma família não de sangue, mas de amizade.

FIM

 

Maria Carolina, Soraia Serrano e Miriam Neves, 7º B

 

Notícias da L.E.C.A.

 

A História de Felisberto Tim-tim

          Era uma vez um menino chamado Felisberto Tim-tim.           Felisberto Tim-tim desejava ser um dos cavaleiros da Rainha, mas esse desejo acabou por não se realizar. Felisberto Tim-tim foi para casa muito triste a pensar em convidar os seus amigos para se animar, mas todos disseram que não podiam ir, naquela tarde. Ao lado da casa do Felisberto Tim-tim, havia um café, onde estavam sempre senhores a jogar às cartas muito animados.

Quando estavam a acabar as férias, encontrou um colégio muito bom, onde ele se conseguiu inscrever.

Naquela altura, eu também entrei naquele colégio e acabei por conhecer o Felisberto Tim-tim. Quando o vi fiquei impressionada por ele ser tão radical e tão severo.

Dirigi-me a ele e perguntei:

-Está tudo bem contigo?

-Mais ou menos! – respondeu Felisberto Tim-tim.

-E já agora como te chamas?- perguntou Felisberto Tim-tim.

-Eu chamo-me Josefina – respondi-lhe.

Passado algum tempo, numa visita ao Museu da Vida, acompanhados pelo Diretor do Colégio e pela nossa professora de História, eu e o Felisberto acabamos por fazer um disparate. E o Diretor muito aborrecido disse:

-Meninos! Quando voltarmos ao colégio estão de castigo.

Quando chegámos ao colégio, o Diretor nem teve tempo de falar connosco, porque nós fomos logo embora.

De seguida, Felisberto Tim-tim chegou a casa muito cansado, mas recebeu uma carta da Rainha a dizer:

-“Felisberto Tim-tim, se quiseres tentar ser um dos meus cavaleiros, convoco-te para estares em frente ao castelo pelas 15H:45M”.

Felisberto Tim-tim, muito feliz, não conseguia dormir naquela noite.

No dia seguinte, Felisberto Tim-tim foi à prova dos cavaleiros e eu acompanhei-o. Passadas muitas lutas na arena, só sobrou ele e um dos cavaleiros mais fortes existentes na terra. Mas felizmente para ele, e infelizmente para mim, ele ganhou e tornou-se um cavaleiro da Rainha. Nesse momento comecei a chorar, porque nunca mais o ia ver no colégio.

Enviei-lhe uma carta de agradecimento pelas brincadeiras e barafundas que fizemos juntos. A partir daí nunca mais o voltei a ver.

 

António Mendes e Miguel Leitão, 7ºB