Notícias da L.E.C.A.

In Contos de Encantar

 

Pulgas e Pulguinhas

            Era apenas um dia numa tarde de novembro em Ferreira do Zêzere, quando a Joana decidiu adotar um cão, pois morava sozinha e queria companhia .

Mas como ela não era muito decidida, ligou à mãe para perguntar se podia ir com ela:

-Vá lá, mãe, é só desta vez, eu juro!

-Está bem, filha, mas já devias tomar as tuas próprias decisões.

Quando a mãe chegou a casa dela, começaram por escolher onde iriam.

-Serra da Estrela.

-Não, muito longe – prosseguiu a mãe.

-Abrantes, pode ser?

-Hum… acho que sim.

-Ainda bem.

Chegaram a Abrantes, elas escolheram o cão e foram embora.

-Au, au  – ladrava o cão alegremente.

-Fizemos bem em adotar este pastor alemão – comentavam as duas.

Todavia, entrou em casa, já sozinha, e esqueceu-se de lhe dar banho e ele estava cheio de pulgas e pulguinhas.

Jantaram e tinha chegado a hora de ir dormir. Como era o primeiro dia com o cão, dormiu com ele na sua cama.

Escaparam-se horas e horas, o despertador tocou, levantou-se e tomou o pequeno-almoço, sentou-se no sofá e esperou o cão acordar.

-Hahaha – ria ela enquanto assistia à televisão – o que é isto,… estou cheia de comichão …, devia de ter dado banho ao cão!…

Como ela era comichosa , preguiçosa e corajosa , passou a dar , todos os dias , banho ao cão.

 

Inês Jesus Ferreira, 7ºA

Notícias da L.E.C.A.

A CRISE MAIS INESPERADA

Elianor vivia numa tribo no deserto do Saara, na qual era rainha. Infelizmente, passava-se por uma crise de fome (tanto os humanos, como os animais).

Quando, subitamente, lhe apareceu uma alcateia de lobos esfomeados, que perseguiam os elementos da tribo até à morte.

-Minha duquesa, estão a aproximar-se animais famintos, que podem comer tudo e todos. – disse o conselheiro.

-Eu ordeno-vos que migrem para Portugal, lá haverá comida e bebida suficientes para nós.- decretou a minha irmã.

E assim foi, refugiaram-se na serra da Estrela. Mas, antes, pararam numa mercearia perto de lá.

-Onde posso encontrar alimento? – perguntou ela.

-Segue em frente, no corredor à direita. – respondeu a senhora da mercearia desconfiada.

Continuaram a migração, até que avistaram uma montanha.

-Deve ser aqui! – exclamou um membro da tribo.

-Avancemos.

(Que história bizarra!)

Subiram ao cimo da serra, onde encontraram o Pai Natal e o

Génio da Lâmpada.

-O que são vocês? – perguntou o grupo.

-Ainda não nos conhecem? –murmuraram os dois.

-Aaahh! É o gordinho que rouba leite e bolachas às crianças e o outro é uma manta azul que flutua e que vem de uma lâmpada velha e enferrujada. – prosseguiu o massagista da rainha.

-Shiuu! Calem-se plebe! Quero ouvir o que eles têm a dizer.

-Para provarmos que vocês são mentirosos, iremos, daqui a uma semana, conceder quantos desejos vocês quiserem!

E passou-se uma semana, e lá estavam eles à espera do Pai Natal e do Génio da Lâmpada.

-Vossa excelência – disse o conselheiro – eu acho que eles nos enganaram.

-Não, jamais! Esperem mais um pouco.

Passaram horas e sem sinal deles!

Será que eles foram mentirosos?

 

 

Inês Jesus Ferreira e Diana Oliveira, 7ºA

 

Festa da Francofonia no Agrupamento

La France Chez Nous é a atividade que marcará a segunda semana de março, de 9 a 13 – com um ciclo de cinema em francês. Na terceira semana – no dia 19 de março – será a vez da gastronomia francesa, celebrada com a doçaria típica no dia dos crepes.

O Agrupamento de Francês e o Clube de Francês colocarão à disposição da comunidade escolar cerca de 500 minutos de cinema e um dia de doçaria.

O auditório da escola-sede será o palco do Ciclo de Cinema em Francês – com o visionamento de dois filmes passados em três dias: “Qu’est-ce qu’on a fait au Bon Dieu?” – um casal católico francês vê as suas quatro filhas casarem com homens de diferentes religiões e origens. Este filme, com 1 hora e 37 minutos de duração, de Philippe de Chauveron e Guy Laurent, edição de 24 julho de 2014 (em Portugal), Francês, será apresentado com legendas em português – e “Ratatouille” – um rato que sabe cozinhar faz um acordo com um jovem cozinheiro que trabalha num restaurante famoso. Filme com a duração de 1 hora e 51 minutos, de Brad Bird e Jan Pinkava, de 15 de agosto de 2007 (Portugal), realizado nos EUA, mas dobrado em francês, apresentado com legendas em português.

O acompanhamento dos alunos será realizado pelo respetivo professor que possui a turma no seu horário.

Será dada prioridade às turmas das disciplinas de Francês e de Comunicar em Francês.

Quanto à celebração do palato, a doçaria francesa comparecerá no Dia dos Crepes (e da Galette des rois) .

A tabela infra esclarece da distribuição das horas do evento cinematográfico e das turmas envolvidas.

 

  Segunda dia 9 de março Quinta dia 12 Sexta dia 13
9-9.50   10ºC, 10ºB, 11ºB  
9.55-10.45
 
13.50-14.40 9ºA, 9ºB, 12ºB   8ºA
14.45-15.35
15.45-16.35 7ºA   7ºB, 8ºB
16.40-17.30

 

Venham comemorar connosco a Festa da Francofonia!

 

 

A Coordenadora do Agrupamento de Português, Francês e Espanhol,

 Anabela Ferreira.

Concurso Nacional de Leitura 2019/2020

Fase Municipal

 

3 de fevereiro às 10h e 30m
Selecionados seis alunos por ciclo

 

2º ciclo-6 alunos

5 ANO:

Turma B
-Ana Claro; nº 1;
-Beatriz Lopes; nº 4;

 

6 ANO:

Turma, A
-Madalena Estrela.
Turma, B
-Catarina Cerdeira; nº 5;
-Clara Loureiro; nº 6;
-Sofia Cabrita; nº 17.

Obra a concurso:
O Barco das Crianças de Mário Vargas Llosa

 

 

3º ciclo- 6 alunos

7 ANO:

Turma, A
– Jéssica Moucho; nº 7;
-Martim Estrela; nº 13;

Turma, B
– Maria Carolina Matos; nº 11;

9 ANO:

Turma, A
-Ângelo Silva;nº2;
Turma, B
-Margarida Saramago; nº 11;
-Rafael Lobo; nº 13.

Obras a concurso:
– Os livros que devoraram o meu pai – A estranha e mágica história de Vivaldo Bonfim de Afonso Cruz

 

 

Secundário-3 alunos

Turma, 10ª A

-Saúl Santos; nº 7;
-Mariana Mousaco; nº
– Sancha Ramadas; nº 20

Obra a concurso:
O Pintor Debaixo do Lava-Loiças de Afonso Cruz

 

 

O Júri do Concurso
António Bento

Notícias da L.E.C.A.

 

O Acidente Inesperado

            Luísa morre num acidente de carro na A23, após a colisão com uma grande carrinha preta, que fugiu sem prestar declarações, fazendo-se passar por pessoas importantes, deixando-me com o meu tio Ilídio.

Enquanto explicava a triste história a meu neto Sharovski, ele interrompeu-me perguntando:

– E encontraram-nos?

– Não, mas prometi vingança! – expliquei-lhe eu.

– Então, será feita, amanhã de manhã.

No dia seguinte, partimos sem rumo, só voltaríamos com a prometida vingança. Após longa viagem, encontrámos uma carrinha preta com várias semelhanças, e aproximámo-nos dela. Estávamos cada vez mais perto, até que começámos a reconhecer algumas caras.

-Tio, o que fazes aí? – disse eu.

-É o meu trabalho, e nessa altura eu ainda não estava integrado nesta sociedade.

– Mas porque é que decidiste entrar nela, depois do que aconteceu?

– À procura de provas, mas sem sucesso!

– Porque não nos contaste?

– Não tive coragem… – justificou-se.

– Somos família, devias ter confiado! – Disse o meu neto desapontado.

– Desculpem-me.

– Nós perdoamos-te, pois já foi há muito tempo e já não tem muita importância teres escondido, só tens que prometer que da próxima irás confiar em nós. Juntos podemos mais contra as injustiças.

– Prometo…

 Inês e Luana, 7ºA

Workshop “Como apresentar um trabalho oral” – Clube de Debates

 

Inês, Maria Clara e Margarida… Três jovens que integram a SDAL, Sociedade Académica de Debates de Lisboa, deslocaram-se ao Agrupamento, no dia 23 de janeiro para dinamizar o workshop “Como Apresentar um Trabalho Oral”.

À sua espera, no auditório, 70 alunos do secundário regular e profissional, com a preocupação de criar oportunidades para todos, oportunidades de inclusão.

O workshop teve por base uma dinâmica interativa, alternando teoria e práticas experimentais.

Depois de uma breve apresentação e partilha dos  seus diferentes percursos e das suas vontades de fazer parte da SDAL, as três jovens universitárias do 3º ano de Direito e do 1º ano de Informática, explicaram e mostraram algumas das técnicas mais usadas na apresentação de um trabalho oral. Deste modo, os nossos alunos puderam relembrar, aprender e consolidar exemplos de boas práticas no que à apresentação de trabalhos orais diz respeito. Postura, projeção da voz, personalidade, sentido de humor, elaboração de tópicos, estética, extensão do trabalho, detalhe, exemplificação ou audiência foram mencionados como pontos a ter em linha de conta.

Seguidamente, os nossos alunos tiveram a oportunidade de experimentar! Escolheram temas como o Brexit, a Teoria da Terra Plana, Netflix ou videojogos em contexto escolar e prepararam as suas apresentações.

Depois,… Bem, …Depois foi só refletir e criticar de forma construtiva para perceber COMO APRESENTAR UM TRABALHO ORAL!

Texto: Prof. Sílvia Ramadas

Clube de Debates

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Numa Noite Escura

 

A noite estava fria, sombria e estava  a começar a pingar quando o Descobridor se assustou com um relâmpago brilhante e estrondoso. Nesse momento, ele pensou em voltar para trás, mas não o fez, pois gostava de se aventurar. Então, continuou a sua busca, mas, quando se ia desviar de uma rocha, uma onda enorme empurrou-o para lá, ele bateu contra a rocha e o seu navio naufragou. Ele ficou muito nervoso e impaciente, naquele mar imenso, mas conseguiu nadar até uma ilha, a ilha das trevas. Uma ilha sombria e aterradora, onde estavam dois gatinhos pretos a brincarem com novelos de lã. O Descobridor Miguel tentou perguntar-lhes se sabiam de alguma maneira para sair dali, mas os dois gatos nem lhe deram resposta. Passado algum tempo, a caminhar para sair da ilha, encontrou um marinheiro chamado Gabriel  que, acompanhado pelo seu gato, naufragara há cerca de dois anos atrás na ilha, e perguntou- lhe com preocupação:Numa noite escura do dia 1 de agosto de 1990, um célebre Descobridor, chamado Miguel, embarcou para o oceano Índico à procura de um animal marinho raro, de mil cores diferentes.

-Boa noite,meu caro senhor, sabe-me dizer como sair daqui?

-Não… Se eu soubesse já o teria feito. Estou aqui há cerca de dois anos,já tentei, mas nunca encontrei saída, só vejo água à minha volta, tentei sair daqui com uma jangada, mas após me ter aventurardo para sair, um monstro, muito colorido, afundou a minha jangada e eu tive de voltar a esta maldita ilha… – explicou o marinheiro.

– Um quê?! – perguntou Miguel com admiração.

-Um monstro colorido.- respondeu Gabriel irritado.

-Queres dizer uma criatura rara de mil cores diferentes,certo?- corrigiu o Descobridor.

-Sim,deve ser isso. Mas agora segue-me, vamos para a minha cabana, lá não nos molhamos.- disse Gabriel pegando no seu gato.

– Sim, pode ser, obrigado.- agradeceu ele.

-Não precisas agradecer, e já agora como te chamas?

-Chamo-me Miguel, e tu?

-Eu chamo-me Gabriel, mas vamos andando.

Então lá foram para a cabana do marinheiro Gabriel. Passado algum tempo, depois de uma jantarada, adormeceram cansados.

Na manhã seguinte,madrugaram para fazer uma jangada com troncos de palmeira e cordas que o Miguel trazia. Ao embarcarem na sua jangada,Miguel perguntou:

-Gabriel,tens esperanças?

-Algumas, não sei…talvez sim, talvez não.

De repente, um vulto ergueu-se perante eles: era uma tal criatura de mil cores diferentes que os tentou deitar abaixo, mas não conseguiu, pois a jangada aguentou o vento e Miguel exclamou:

-É o tal! É o tal!

-É o tal quê?

– O monstro que eu procurava, tira a máquina fotográfica da minha mochila.

-Esta, aqui?- perguntou rapidamente o Gabriel.

-Sim, é essa mesmo, dá-ma rápido!- pediu o Descobridor apressado.

-Está aqui,toma.

-Obrigado.Tenho de conseguir tirar-lhe uma fotografia!

E conseguiu tirar a tal fotografia à criatura, mas, de repente, Gabriel ouve um miar assustado, era o seu gato: estava nas garras da criatura. Gabriel assustado corre para salvar o seu companheiro, e Miguel espantado e sem saber o que acontecera pergunta:

-O que foi? O que aconteceu?

-O meu g-g-a-to está nas mãos da criatura – respondeu o marinheiro gaguejando de tão nervoso.

-Então e onde estão eles?- perguntou Miguel.

-Não sei, desapareceram.

Os dois homens ficaram assustados e muito nervosos, pois o pobre animal estava em perigo, não sabiam o que aquela criatura lhe podia fazer. Andaram por toda a ilha. Chegaram a uma gruta escura, sombria e muito fria, por curiosidade entraram nela. Ao entrarem viram uma sombra grande, ficaram com medo, mas continuaram a andar até encontrarem a criatura e o gato a fazerem um piquenique. A criatura disse:

-Juntem-se a nós!

Os dois homens espantados juntaram-se ao lanche e depois de tudo a criatura perguntou:

-Como vieram aqui parar?

-Bem, é uma longa história que fica para depois.- disse o Miguel.

-E sabes como sair daqui criatura?

-Sim, é fácil, só precisas de três ingredientes.

-E quais são?- interrompeu o gato.

-Bem, para sairem daqui, só precisam de: um trevo de quatro folhas, um dente de leão e uma amostra de ADN de cada um.

Mal a criatura acabou de dizer a lista dos ingredientes, os dois homens desataram a correr para procurar o necessário.

Depois de terem tudo, arrancaram um cabelo a cada um e um pelo ao gato para completar a receita. Juntaram tudo e PUFF, abriu-se um portal. Os dois homens e o gato despediram-se da criatura e entraram no portal, nessa viagem o Gabriel pediu ao Miguel para ficar a  viver com ele, pois não tinha família e o Miguel aceitou, porque vivia sozinho e gostava de ter companhia. Assim, Gabriel e Miguel formaram  uma família não de sangue, mas de amizade.

FIM

 

Maria Carolina, Soraia Serrano e Miriam Neves, 7º B

 

Notícias da L.E.C.A.

 

A História de Felisberto Tim-tim

          Era uma vez um menino chamado Felisberto Tim-tim.           Felisberto Tim-tim desejava ser um dos cavaleiros da Rainha, mas esse desejo acabou por não se realizar. Felisberto Tim-tim foi para casa muito triste a pensar em convidar os seus amigos para se animar, mas todos disseram que não podiam ir, naquela tarde. Ao lado da casa do Felisberto Tim-tim, havia um café, onde estavam sempre senhores a jogar às cartas muito animados.

Quando estavam a acabar as férias, encontrou um colégio muito bom, onde ele se conseguiu inscrever.

Naquela altura, eu também entrei naquele colégio e acabei por conhecer o Felisberto Tim-tim. Quando o vi fiquei impressionada por ele ser tão radical e tão severo.

Dirigi-me a ele e perguntei:

-Está tudo bem contigo?

-Mais ou menos! – respondeu Felisberto Tim-tim.

-E já agora como te chamas?- perguntou Felisberto Tim-tim.

-Eu chamo-me Josefina – respondi-lhe.

Passado algum tempo, numa visita ao Museu da Vida, acompanhados pelo Diretor do Colégio e pela nossa professora de História, eu e o Felisberto acabamos por fazer um disparate. E o Diretor muito aborrecido disse:

-Meninos! Quando voltarmos ao colégio estão de castigo.

Quando chegámos ao colégio, o Diretor nem teve tempo de falar connosco, porque nós fomos logo embora.

De seguida, Felisberto Tim-tim chegou a casa muito cansado, mas recebeu uma carta da Rainha a dizer:

-“Felisberto Tim-tim, se quiseres tentar ser um dos meus cavaleiros, convoco-te para estares em frente ao castelo pelas 15H:45M”.

Felisberto Tim-tim, muito feliz, não conseguia dormir naquela noite.

No dia seguinte, Felisberto Tim-tim foi à prova dos cavaleiros e eu acompanhei-o. Passadas muitas lutas na arena, só sobrou ele e um dos cavaleiros mais fortes existentes na terra. Mas felizmente para ele, e infelizmente para mim, ele ganhou e tornou-se um cavaleiro da Rainha. Nesse momento comecei a chorar, porque nunca mais o ia ver no colégio.

Enviei-lhe uma carta de agradecimento pelas brincadeiras e barafundas que fizemos juntos. A partir daí nunca mais o voltei a ver.

 

António Mendes e Miguel Leitão, 7ºB

Texto de Opinião

 

Um passo para a felicidade

 

Atualmente, são poucas as pessoas que buscam a felicidade com um simples gesto ou palavra.

A felicidade está centrada em todos nós, pois para atingirmos a felicidade é necessário praticar o bem, ajudar os outros, sobretudo estarmos bem connosco próprios e sentirmo-nos felizes.

Era uma vez, um homem que vivia numa aldeia perto de Braga, um morador que, todas as manhãs, acordava cedo para comprar pão fresco para as suas filhas poderem comer. A aldeia onde ele habitava era muito poluída, pois, na altura das tempestades estas destruíam e faziam estragos em muitas habitações que eram habitáveis. Além disso, o que mais prejudicava a aldeia era o rio Tejo, pois muitos dos poluentes ou lixos chegavam à aldeia e poluíam todo o ambiente. As pessoas, incomodadas, queixavam-se, mas ninguém dava importância, pois achavam que não era muito importante e que seria uma coisa passageira, mas na realidade não o era. Um homem chamado João apercebeu-se que algo estava errado na sua aldeia, sem ruídos, barulhos, conversas ofegantes, e então começou a desconfiar, até que um dos moradores da aldeia perguntou ao senhor João:

-Senhor João, o que está aqui a fazer, volte para casa, só irá sair de casa quando este problema da aldeia ficar resolvido. – disse um morador.

O senhor João voltou para casa e pensou numa maneira de resolver este assunto, até que lhe surgiu uma ideia, criar uma organização de combate à poluição. Todos os moradores aceitaram e todos os dias limpavam as ruas até que este plano chegasse a todo o país, e chegou mesmo. No outro dia, milhares de jornalistas rodeavam a aldeia e perguntavam quem era o organizador de todo este plano. O senhor João referiu que era ele e falou para todos queixando-se de tudo. Teve coragem e, como um verdadeiro habitante daquela aldeia, pediu ajuda neste combate e, depois daquele dia, muita ajuda veio para aquela aldeia combater a poluição e toda a população contente se ajoelhava perante o homem agradecendo por tudo. E passado aquele dia, este homem ficou conhecido como o herói da aldeia.

 

 

Mariana Mousaco, 10º A, LH

 

Receitas do 12º B

 

INGREDIENTES

 

150 g de  Chocolate NESTLÉ CLASSIC® ao Leite
meia xícara (chá) de manteiga
3 ovos
2 gemas
meia xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de farinha de trigo peneirada
8 bolas de Sorvete de Creme NESTLÉ® 2 L

MODO DE PREPARAÇÃO

1-Num recipiente refratário, derreta em banho-maria o Chocolate NESTLÉ CLASSIC e a manteiga.
2-Noutro recipiente, bata os ovos, as gemas e o açúcar até formar uma massa cremosa.
3-Adicione a mistura de Chocolate derretido e mexa bem.
4-Acrescente a farinha de trigo aos poucos e mexa delicadamente, até incorporar tudo.
5-Unte com manteiga e polvilhe com farinha de trigo 8 forminhas pequenas (10 cm de diâmetro) e distribua a massa entre elas.
6-Leve ao forno médio-alto (200°C), pré-aquecido, por cerca de 10 minutos. Desenforme ainda quente sobre pratinhos individuais e sirva a seguir, acompanhado de uma bola de Sorvete de Creme Gourmet.

DICAS:
– O forno deve estar bem quente no momento em que for colocar os bolinhos, para que fiquem cremosos por dentro e firmes por fora.
– Ao tirá-los do forno, o centro ainda deverá estar mole.

INGRÉDIENTS

150 g de lait au chocolat NESTLÉ CLASSIC®
une demi-tasse de beurre
3 œufs
2 gemmes
une demi-tasse de thé
1 tasse de farine tamisée
8 boules de crème glacée NESTLÉ® Cream 2 L

PREPARATION

1-Dans un récipient réfractaire, faire fondre le chocolat et le beurre NESTLÉ CLASSIC au bain-marie.
2-Dans un autre récipient, battre les œufs, les jaunes et le sucre jusqu’à la consistance crémeuse.
3- Ajouter le mélange de chocolat fondu et bien mélanger.
4-Ajouter la farine lentement et remuer doucement jusqu’à incorporation.
5-Mettre avec du beurre et saupoudrer de farine 8 petites casseroles (10 cm de diamètre) et répartir la pâte entre elles.
6- Cuire le four préchauffé à température moyenne-élevée (200 ° C) pendant environ 10 minutes. Démouler encore chaud dans des assiettes individuelles et servir ensuite, accompagné d’une boule de crème glacée Gourmet Cream.

CONSEILS:

– Le four doit être très chaud au moment où vous mettez les biscuits pour qu’ils soient crémeux à l’intérieur et fermes à l’extérieur. –
Lorsque vous les retirez du four, le centre doit toujours être mou.

Bebiana Farias e Fátima Bento, 12ºC