7º ano em ação

Este ano letivo, foram concretizados vários DAC nas duas turmas do 7º ano.

Quanto ao tema “As Origens do Universo e a Poesia” (que englobou as disciplinas de Português, EMR, Ciências Naturais e Físico-Química) a abordagem deste DAC teria continuidade com a realização de uma visita de estudo a Constância no final do segundo período (dez de março) no âmbito das disciplinas de Físico-Química, Português e Ciências Naturais. Contudo, ocorreu a anulação da mesma, por motivo das medidas de prevenção face à Covid-19, devido à pandemia. As atividades de Português – declamação de poemas de Camões no anfiteatro do jardim de Constância, visita ao horto de Camões e lanche partilhado – foram substituídas por declamação numa aula ao ar livre no pátio da escola e lanche partilhado ainda antes de as atividades letivas presenciais terem sido suspensas.

Este DAC foi alargado e relacionado com o tema “Sistema Solar” que incluiu a criação de textos sobre os diferentes planetas para colocação numa página WEB (disciplinas de Físico-Química, Português, Inglês (7ºB), Matemática e TIC), as suas representações gráficas (disciplina de Educação Visual), criação de QR Codes para exposição nos corredores das salas de aula.  Foram elaborados em Físico-Química e revistos em Português todos os textos acerca dos planetas para a exposição. A Físico-Química desenvolveram-se as atividades do sistema solar. Foram elaboradas as maquetas em Educação Visual. Realizou-se a publicação em página WEB na disciplina de TIC. A disciplina de Matemática cooperou com a disciplina de Físico-Química na realização da atividade sobre o sistema solar, tendo efetuado o cálculo das distâncias planetárias à escala do corredor do bloco B, mas a suspensão das aulas suspendeu também esta atividade. Foi criada uma página WEB e anulada uma exposição no terceiro período, devido ao evoluir da situação, por forma a dar conhecimento deste trabalho à comunidade escolar, com as maquetas elaboradas pelos alunos acompanhadas com os QR Codes.

Os trabalhos estão no site (envolvência da disciplina de TIC) e os QRC gerados sendo presentemente divulgados para os alunos e demais comunidade acederem neste jornal.

 

QR Code 7ºA

 

QR Code 7ºB

A room with a view I

A room with a view  trata-se de uma atividade proposta pela docente de Inglês aos alunos da turma B, do 7ºano. Inserida na unidade 5 – My World, pretende-se que esta atividade lúdico-pedagógica motive os alunos para que tirem uma fotografia da janela do seu quarto. A foto deve apresentar uma legenda em Inglês e indicar o local que ilustra.

Aqui tens a primeira. Enjoy it!

Nature in bloom after a cold winter!

Cardigos, May 2020

Inês Delgado, 7º B

Texto expositivo

 

 

Animais em cativeiro em debate

Existem vários animais em cativeiro, pois o ser humano não consegue distinguir animais domésticos, de animais silvestres. Um animal doméstico é aquele animal que se consegue reproduzir e fazer as suas atividades ao lado do ser humano. Já os animais silvestres são aqueles animais que foram retirados da natureza e aos quais a presença do ser humano incomoda, pois eles não se conseguem reproduzir nem realizar outra atividade qualquer, ou dificilmente o conseguem. Alguns exemplos de animais domésticos são o cão, o gato, a galinha, o porco. O papagaio, a arara, o mico e o jabuti são alguns exemplos de animais silvestres.

Alguns argumentos a favor dos animais em cativeiro são os seguintes:

Os animais devem estar em cativeiro para se reproduzir mais, para a espécie não ficar em perigo de extinção, mas também para não serem caçados pelos animais mais fortes, pelos seus predadores ou até pelos caçadores humanos.

Os animais devem estar presos pois eles matam pessoas ou deixam-nas feridas.

Os animais devem estar aprisionados pois eles são treinados para ajudarem pessoas com doenças.

Os animais não devem estar em liberdade, pois a ciência tem a ver com os animais e no zoológico conseguem um estudo mais de perto.

Como argumentos contra referiram-se os seguintes:

Os animais têm direitos, e nós, seres humanos, não temos o direito de tirar os animais do seu habitat, nem que seja para se reproduzirem só para não acabar com a espécie.

Os filhotes de muitos animais trazem visitantes e dinheiro, mas este incentivo leva a produzir novos animais, que leva à superpopulação. Os animais excedentes são vendidos não só para outros zoológicos, mas também para circos, para a caça e até mesmo para abate. No zoológico ensinam muita coisa às crianças, então não devíamos ensinar-lhes a aprisionar animais para nosso próprio entretenimento.

Os animais têm de ser livres, pois, como os seres humanos, eles também são seres vivos, por isso não podem ser fechados em jaulas. Há estudos que demostram que os elefantes ao serem mantidos em cativeiro em zoológicos, não vivem tanto tempo como os elefantes que vivem na selva.

Alguns zoológicos apenas matam alguns animais excedentes. A remoção de indivíduos da natureza possivelmente prejudica ainda mais a população selvagem, porque os indivíduos restantes terão menos diversidade genética e terão mais dificuldade de encontrar companheiros.

Os santuários também reabilitam a vida selvagem e abrigam animais de estimação exóticos, indesejados, sem criação, compra e venda de animais, como os jardins zoológicos fazem. Por vezes, os animais escapam dos seus recintos, colocando em risco a si mesmos, bem como às pessoas. Houve mesmo casos de animais do zoológico que atacaram e comeram outros animais do zoológico.

Os animais não deviam estar em cativeiro, pois ninguém se devia sentir preso. Há um argumento que se deve comentar mais um pouco, dada a sua importância, que é o facto de que os animais ficam em cativeiro para se poder fazer um estudo mais de perto e melhor. Mas porquê tirar os animais da sua casa só para os biólogos estudarem? Porque não vão os biólogos ter com os animais?…pois ninguém gosta de sair da sua casa. Os animais são como os humanos, também têm direitos.

Este assunto ainda tem muito por discutir.

Inês Martins Delgado, 7ºB

Texto de opinião

 

Cativeiro de animais em discussão

Na aula de Português foi realizado um debate no qual o assunto a debater era “Os animais em cativeiro”.

A turma foi dividida em dois grupos que debateram entre si se os animais deveriam ou não estar em cativeiro.

A meu ver, o debate foi muito renhido, e ambos os grupos apresentaram argumentos que levaram ao objetivo de um debate que é “discutir” e apresentar argumentos e contra-argumentos.

Na minha opinião, quer os argumentos de um grupo, quer os do outro estavam corretos e aceitáveis, mas a minha conclusão foi que os animais só devem ficar em cativeiro em casos excecionais, por exemplo se estiverem em vias de extinção e precisarem de condições melhores para se poderem reproduzir, nos outros casos os animais merecem e devem ter uma vida normal no seu habitat natural junto dos seus, pois, se esses animais forem habituados a fazerem-lhes tudo, vão perder as suas capacidades de caça, e instinto selvagem, por exemplo.

                                          Jéssica Moucho, 7ºA

 

 

Faróis

Os alunos da MAC 6 abraçaram mais um desafio lançado pelo professor José Sequeira. Desta vez, dedicaram-se à definição e posterior construção ou ilustração de faróis.

E que bonitas que ficaram as suas construções! Que talentosos pequenos-grandes artistas, não acham? Diria mesmo uns verdadeiros arquitetos! Outros fizeram desenhos. E que bonitos que ficaram também!
Apreciemos, pois, os fantásticos trabalhos destes “arquitetos” ou “ilustradores” de mão-cheia!

E o que é um farol?

Um farol é uma estrutura elevada, normalmente uma torre, equipada com um potente aparelho ótico, fontes de luz e espelhos refletores. A sua luz é visível a longas distâncias. Estão instalados junto ao mar, na costa ou em ilhas próximas, tendo como objetivo orientar os navios durante a noite.

Os faróis desempenharam um papel importante na cultura portuguesa e são, hoje, monumentos nacionais muito acarinhados, embora alguns já se encontrem muito degradados. Os faróis foram concebidos para avisar os navegadores que se estavam a aproximar da terra, ou de porções de terra que irrompiam pelo mar adentro.

Quando estudámos a costa portuguesa, os seus aspetos e a sua sinalização, o nosso professor desafiou-nos a construir ou a desenhar um farol.

Espero que tenham apreciado os nossos trabalhos, que foram feitos com muita dedicação!

 Alunos do 4º ano da MAC6 da Escola Básica de Mação

Professor: José Manuel Sequeira

Receitas do 12ºB

Magret de pato

Ingredientes:

 

250 g cerejas

800 g peito de pato

2 c. chá de sal

1 c. sopa de azeite

80 g chalotas

1 dl vinho branco

qb pimenta

400 g feijão verde

1 c. sobremesa vinagre balsâmico

qb cebolinho

 

Ingrédients:

250 g cerises

200 g magret de canard

2 cuillères à café de sel

1 cuillère à soupe d’huile d’olive

q.b poivre

400 g haricots verts

1 cuillère à dessert au vinaigre balsamique

q.b ciboulett

 

 

Tire o caroço das cerejas e reserve-as. Faça uns golpes em losango na pele dos peitos de pato e coloque-os numa frigideira antiaderente bem quente, dispondo-os com a pele virada para baixo e deixando alourar de todos os lados. Tempere com uma colher de chá de sal e retire.

Rejeite a gordura que ficou na frigideira, adicione uma colher de sopa de azeite e refogue as chalotas picadas. Junte as cerejas, regue com o vinho e tempere com um pouco de pimenta. Envolva bem e deixe cozinhar cerca de quatro minutos.

Lave o feijão verde, tire-lhe as extremidades e fios e coza-o em água com o restante sal.

Sirva os peitos de pato cortados em fatias, acompanhados com as cerejas e as chalotas e o feijão verde temperado com o restante azeite e o vinagre balsâmico. Polvilhe com o cebolinho, finamente cortado com uma tesoura.

 

 

 

Décoller le noyau des cerises et réservez-les.

Faire des coups en losange dans la peau des magrets de canard.

Mettre  les poitrines de poulet dans une poêle antiadhésive très chaude, avec la peau vers le bas et laissant dorer de tous les côtés.

Assaisonner avec une cuillère à café de sel et retirer.

Jeter la graisse laissée dans la casserole.

Ajouter une cuillère à soupe d’huile d’olive.

Faire sauter les échalotes hachées.

Ajouter les cerises.

Arroser de vin et assaisonner de poivre.

Envelopper bien et laissez cuire environ 4 minutes.

Laver les haricots verts, cuire dans l’eau avec le sel restant.

Servir les magrets de canard en tranches, accompagnés de cerises, des échalotes et des haricots verts assaisonnés avec le reste d’huile d’olive et le vinaigre balsamique.

Saupoudre de ciboulette, coupé finement avec des ciseaux.

 

Leonardo Matos, 12ºB

DESFILE-PROTESTO DE CARNAVAL 2020

 

Os alunos do clube Europeu deram asas à sua imaginação ao elaborarem vários cartazes em suportes e recursos materiais que remetem para a sustentabilidade. Deste modo, ao longo destas últimas semanas que antecederam o Carnaval, dedicaram o seu tempo à elaboração de cartazes que pretenderam alertar toda a comunidade escolar para a problemática das alterações climáticas e para a necessidade da preservação do planeta.

Várias disciplinas, como a Economia, o Espanhol, o Inglês, o Português e a Geografia C, colaboraram para que os cartazes, já prontos, pudessem ser usados no “Desfile de Carnaval do Agrupamento 2020”, destacando-se o seu caráter de protesto e de manifestação por um planeta mais sustentável e limpo e assim articulando a temática escolhida com o tema selecionado pela UE para o ano letivo 2019/20, “Alterações Climáticas, um desafio para a Europa”. A atividade envolveu todo o Agrupamento de escolas, desde a pré-primária até ao 12º ano.

                                                                                                                                                                                                           A Equipa do Clube Europeu

Concurso Nacional de Leitura

Decorreu no dia 4 de fevereiro  no auditório Elvino Pereira  o Concurso Nacional de Leitura, fase municipal, tendo sido apurados os seguintes alunos distribuídos pelo diferentes ciclos.
Estes alunos irão agora concorrer à fase Intermunicipal do Concurso de Leitura que se irá realizar no dia 23 de abril na Sertã.
Professor António Bento

 

Assembleia Municipal na Escola

 

 

O sistema educativo tende gradualmente a valorizar a cidadania ativa. Há muito que no Agrupamento de Escolas Verde Horizonte esta se pratica.

No dia 27 de fevereiro, à semelhança do que se passou noutros anos letivos, realizou-se uma Assembleia Municipal da Câmara Municipal de Mação na escola-sede do Agrupamento. Este exercício de cidadania real ficou marcado pelo falecimento de um dos nossos. O aluno do Secundário Daniel Claro, jovem de 17 anos, faleceu na sequência de um acidente de viação. Foram-lhe destinadas algumas breves palavras por parte do Senhor Diretor, expressando o sentimento geral de desolação da comunidade escolar, e foi solicitado e cumprido um minuto de silêncio.

Foi, como habitualmente, José Manuel Saldanha Rocha, Presidente desta Assembleia, que encetou a reunião com um agradecimento formal por esta ser marcada no Agrupamento. Seguidamente, José António Almeida com a explicação habitual do funcionamento, constituição, organização, periodicidade, intervenções, entre outras informações.

Dando-se início ao cumprimento de uma Ordem de Trabalhos extensa, e após a votação de atas de reuniões anteriores, bem como da divulgação de informações veiculadas pelo correio, foi acordada a alteração da ordem das intervenções do público/alunos antecipando-se devido à extensão da referida Ordem de Trabalhos, possibilitando assim a presença e participação dos alunos aquando dessas intervenções, ficando esta antes da Ordem do Dia.

Foram realizadas várias intervenções com questões e ou sugestões de propostas, quer referindo-se à escola, quer ao município e às suas infraestruturas, foi veiculada a notícia do JN que divulga que as câmaras ganham mais um ano para o termo do prazo de assunção das responsabilidades das autarquias relativas à educação – 1º trimestre de 2022, facto com o qual na globalidade vários elementos se congratularam.

O Senhor Deputado Duarte Marques, além de parabentear o Agrupamento pela prática desta reunião neste espaço, devidamente enquadrado nas práticas da flexibilidade oficializada, salientou que a mesma se pratica há muito, sendo um dos sinais de se tratar de uma escola de excelência. Evocou ainda o Relatório do Observatório Independente que veio confirmar as críticas realizadas pela C.M.M. aquando dos últimos incêndios que flagelaram esta comunidade.

A Senhora Deputada Carla Loureiro abordou um assunto de interesse para os jovens, utilizadores prioritários, ao referir-se à cobertura das redes de telecomunicações (telemóveis e internet).

Foram ainda referidas intervenções da C.M.M. em algumas aldeias, com investimento feito, apesar da fraca densidade populacional, bem como questões relativas à gestão das águas que passará a ser gerida por uma empresa.

Os trabalhos prosseguiram tendo ainda o Diretor do Agrupamento veiculado a informação de que nos dias 25, 26 e 27 de março decorrerá a Escola Aberta 2020 para mostrar o que de melhor se faz no Agrupamento, salientando a sua abertura com palestras de alunos do Projeto “Comunicar Saberes” e a exposição “Ancorados na Memória II” que estará patente na escola-sede.

Fotos: Margarida Cardoso

Animação e texto: Anabela Ferreira