A room with a view I

A room with a view  trata-se de uma atividade proposta pela docente de Inglês aos alunos da turma B, do 7ºano. Inserida na unidade 5 – My World, pretende-se que esta atividade lúdico-pedagógica motive os alunos para que tirem uma fotografia da janela do seu quarto. A foto deve apresentar uma legenda em Inglês e indicar o local que ilustra.

Aqui tens a primeira. Enjoy it!

Nature in bloom after a cold winter!

Cardigos, May 2020

Inês Delgado, 7º B

Poesia

 

 

 

As palavras

São azuis como o céu e as águas brilhantes dos rios, dos lagos e do mar
Voam como as aves que rasgam o céu indo para Sul
Planam como os papagaios de papel dourado
Sopram como o vento nas tempestades
Flutuam como os dentes de leão
Aquecem todos os que as ouvem como o Sol e a fogueira
Com elas escrevo saúde, amor, família, planeta e sonhos.
A minha história num poema…

Texto poético coletivo, 7ºA

Infância

 

Viagem à minha infância

            Queria voltar atrás no tempo e lembrar como vivia na minha infância.

– Então é isso que vou fazer hoje, e tu vens comigo!

Sempre fui uma criança honesta, cuidadosa, preguiçosa e muito teimosa, o que mais me marcou foram os meus primeiros passos, as minhas primeiras palavras e também o nascimento do meu irmãozinho, mas vamos do início.

Quando era criança, sempre gostei de brincar ao faz de conta, às limpezas e aos pais e às mães, mas sempre que jogava isso com o meu pai, ele fazia-me cócegas e acabava assim o jogo.

Da minha boca, saiam muitas coisas, principalmente parvoíces, mas o normal tema entre amigos era a escola “dos grandes”, porque nunca sabíamos o que havia naquela escola. Agora que aqui estou, sinto que é apenas uma escola normal!

Nos meus tempos livres, eu brincava na casa dos meus avós, corria, pulava, dançava, cantava até que o sono viesse ao de cima.

Na minha família, convivíamos muito, marcávamos jantares, almoços, lanches e fazíamos viagens por todo o Portugal.

–  Cuidado , Soldado! A viagem vai ser turbulenta!

 

Inês Jesus Ferreira,  7ºA

Dá forma ao teu mundo

Os “alunos-artistas” da turma Mac6 deram voz às suas emoções, brindando-nos com mais uma série de trabalhos fabulosos. Eis, abaixo, a explicação da criação das suas obras-primas.

No dia 21 de abril, na primeira aula de Educação Artística no #EstudoEmCasa, foi-nos proposto fazer música com o nosso corpo. Ouvimos um excerto da abertura da Ópera de Guilherme Tell, composta por Rossini, e aprendemos a lavar bem as mãos ao ritmo da música.

Depois ouvimos falar do ponto, da sua variação, do seu deslocamento, da sua espessura, das linhas, das texturas (…)

Através dos desenhos que tão habilmente desenhámos, pudemos representar os nossos sentimentos.

Foi-nos proposto criar uma composição através de linhas, pontos e texturas ao som da música “As quatro estações” de Vivaldi.

Deixamos aqui os surpreendentes trabalhos criados por nós. Espero que gostem de os apreciar!

Os alunos do 4º ano, de turma MAC6 da escola Básica de Mação.

Professor: José Manuel Sequeira

Texto de opinião

 

Cativeiro de animais em discussão

Na aula de Português foi realizado um debate no qual o assunto a debater era “Os animais em cativeiro”.

A turma foi dividida em dois grupos que debateram entre si se os animais deveriam ou não estar em cativeiro.

A meu ver, o debate foi muito renhido, e ambos os grupos apresentaram argumentos que levaram ao objetivo de um debate que é “discutir” e apresentar argumentos e contra-argumentos.

Na minha opinião, quer os argumentos de um grupo, quer os do outro estavam corretos e aceitáveis, mas a minha conclusão foi que os animais só devem ficar em cativeiro em casos excecionais, por exemplo se estiverem em vias de extinção e precisarem de condições melhores para se poderem reproduzir, nos outros casos os animais merecem e devem ter uma vida normal no seu habitat natural junto dos seus, pois, se esses animais forem habituados a fazerem-lhes tudo, vão perder as suas capacidades de caça, e instinto selvagem, por exemplo.

                                          Jéssica Moucho, 7ºA

 

 

Faróis

Os alunos da MAC 6 abraçaram mais um desafio lançado pelo professor José Sequeira. Desta vez, dedicaram-se à definição e posterior construção ou ilustração de faróis.

E que bonitas que ficaram as suas construções! Que talentosos pequenos-grandes artistas, não acham? Diria mesmo uns verdadeiros arquitetos! Outros fizeram desenhos. E que bonitos que ficaram também!
Apreciemos, pois, os fantásticos trabalhos destes “arquitetos” ou “ilustradores” de mão-cheia!

E o que é um farol?

Um farol é uma estrutura elevada, normalmente uma torre, equipada com um potente aparelho ótico, fontes de luz e espelhos refletores. A sua luz é visível a longas distâncias. Estão instalados junto ao mar, na costa ou em ilhas próximas, tendo como objetivo orientar os navios durante a noite.

Os faróis desempenharam um papel importante na cultura portuguesa e são, hoje, monumentos nacionais muito acarinhados, embora alguns já se encontrem muito degradados. Os faróis foram concebidos para avisar os navegadores que se estavam a aproximar da terra, ou de porções de terra que irrompiam pelo mar adentro.

Quando estudámos a costa portuguesa, os seus aspetos e a sua sinalização, o nosso professor desafiou-nos a construir ou a desenhar um farol.

Espero que tenham apreciado os nossos trabalhos, que foram feitos com muita dedicação!

 Alunos do 4º ano da MAC6 da Escola Básica de Mação

Professor: José Manuel Sequeira

Texto de Opinião

Atualmente, o mundo vê-se perante uma situação inigual. Nenhum ser humano até à data terá vivido aquilo que vivemos atualmente: o confinamento, o distanciamento, o isolamento. Desde janeiro que assistimos ao aumento dos casos, da aflição, principalmente daqueles que estão no grupo de risco, e desde fevereiro que os países europeus começaram a adotar medidas com o apoio da União Europeia. A União tem sido um grande apoio a diversos países, todavia será que poderia fazer mais?

Como já referi foram adotadas diversas medidas. Em primeiro lugar, a organização supranacional comprometeu-se a cooperar com três mecanismos: o Sistema de Alerta Rápido e Resposta (SARR); o Comité de Segurança da Saúde (CSS); a Rede de Comunicadores do Comité de Segurança da Saúde, isto facilita a troca de informações. De seguida, a comissão irá fornecer orientações técnicas na avaliação de riscos, definição e diagnóstico através da Healthy Getaway, organização de saúde composta por Estados-Membros. Depois destes pontos, foi definido que a UE iria financiar os voos de repatriamento de cidadãos membros que estivessem, primeiramente, em Wuhan (o primeiro foco da epidemia), ficando estabelecido que iria pagar, pelo menos 75% dos custos dos voos. A União Europeia foi mais além e estabeleceu um fundo de 232 milhões de euros que serão aplicados em diversos pontos do planeta, não só nos Estados-Membros, para ajudar os países em desenvolvimento. Por último, a UE propôs-se a ajudar a China através de ajudas técnicas para a superação da doença.

Todas estas medidas foram estreitamente realizadas de forma correta, porém poderia existir mais ajudas técnicas que fossem diretamente canalizadas para os Estados-Membros, como por exemplo o fabrico de máscaras. Estes últimos tempos foram, também, marcados por um afastamento entre os países-membros, mais nomeadamente entre a Europa do norte e do sul. Alguns deles demonstraram mesmo estar contra as ajudas aos países mais afetados, como Itália e Espanha. Um comportamento incorreto e pouco solidário por parte dos mais contribuintes da União Europeia, mas este fator poderá tornar-se igualmente um fator de distanciamento.

Acredito que as medidas aplicadas tenham surtido efeitos positivos, mas serão suficientes?

Mariana Cardoso, 12ºano

Assembleia Municipal na Escola

 

O sistema educativo tende gradualmente a valorizar a cidadania ativa. Há muito que no Agrupamento de Escolas Verde Horizonte esta se pratica.

No dia 27 de fevereiro, à semelhança do que se passou noutros anos letivos, realizou-se uma Assembleia Municipal da Câmara Municipal de Mação na escola-sede do Agrupamento. Este exercício de cidadania real ficou marcado pelo falecimento de um dos nossos. O aluno do Secundário Daniel Claro, jovem de 17 anos, faleceu na sequência de um acidente de viação. Foram-lhe destinadas algumas breves palavras por parte do Senhor Diretor, expressando o sentimento geral de desolação da comunidade escolar, e foi solicitado e cumprido um minuto de silêncio.

 

Foi, como habitualmente, José Manuel Saldanha Rocha, Presidente desta Assembleia, que encetou a reunião com um agradecimento formal por esta ser marcada no Agrupamento. Seguidamente, José António Almeida com a explicação habitual do funcionamento, constituição, organização, periodicidade, intervenções, entre outras informações.

Dando-se início ao cumprimento de uma Ordem de Trabalhos extensa, e após a votação de atas de reuniões anteriores, bem como da divulgação de informações veiculadas pelo correio, foi acordada a alteração da ordem das intervenções do público/alunos antecipando-se devido à extensão da referida Ordem de Trabalhos, possibilitando assim a presença e participação dos alunos aquando dessas intervenções, ficando esta antes da Ordem do Dia.

 

Foram realizadas várias intervenções com questões e ou sugestões de propostas, quer referindo-se à escola, quer ao município e às suas infraestruturas, foi veiculada a notícia do JN que divulga que as câmaras ganham mais um ano para o termo do prazo de assunção das responsabilidades das autarquias relativas à educação – 1º trimestre de 2022, facto com o qual na globalidade vários elementos se congratularam.

O Senhor Deputado Duarte Marques, além de parabentear o Agrupamento pela prática desta reunião neste espaço, devidamente enquadrado nas práticas da flexibilidade oficializada, salientou que a mesma se pratica há muito, sendo um dos sinais de se tratar de uma escola de excelência. Evocou ainda o Relatório do Observatório Independente que veio confirmar as críticas realizadas pela C.M.M. aquando dos últimos incêndios que flagelaram esta comunidade.

A Senhora Deputada Carla Loureiro abordou um assunto de interesse para os jovens, utilizadores prioritários, ao referir-se à cobertura das redes de telecomunicações (telemóveis e internet).

Foram ainda referidas intervenções da C.M.M. em algumas aldeias, com investimento feito, apesar da fraca densidade populacional, bem como questões relativas à gestão das águas que passará a ser gerida por uma empresa.

Os trabalhos prosseguiram tendo ainda o Diretor do Agrupamento veiculado a informação de que nos dias 25, 26 e 27 de março decorreria a Escola Aberta 2020 para mostrar o que de melhor se faz no Agrupamento, salientando a sua abertura com palestras de alunos do Projeto “Comunicar Saberes” e a exposição “Ancorados na Memória II” que estaria patente na escola-sede.

Professora Anabela Ferreira

Receitas do 12ºB

Magret de pato

Ingredientes:

 

250 g cerejas

800 g peito de pato

2 c. chá de sal

1 c. sopa de azeite

80 g chalotas

1 dl vinho branco

qb pimenta

400 g feijão verde

1 c. sobremesa vinagre balsâmico

qb cebolinho

 

Ingrédients:

250 g cerises

200 g magret de canard

2 cuillères à café de sel

1 cuillère à soupe d’huile d’olive

q.b poivre

400 g haricots verts

1 cuillère à dessert au vinaigre balsamique

q.b ciboulett

 

 

Tire o caroço das cerejas e reserve-as. Faça uns golpes em losango na pele dos peitos de pato e coloque-os numa frigideira antiaderente bem quente, dispondo-os com a pele virada para baixo e deixando alourar de todos os lados. Tempere com uma colher de chá de sal e retire.

Rejeite a gordura que ficou na frigideira, adicione uma colher de sopa de azeite e refogue as chalotas picadas. Junte as cerejas, regue com o vinho e tempere com um pouco de pimenta. Envolva bem e deixe cozinhar cerca de quatro minutos.

Lave o feijão verde, tire-lhe as extremidades e fios e coza-o em água com o restante sal.

Sirva os peitos de pato cortados em fatias, acompanhados com as cerejas e as chalotas e o feijão verde temperado com o restante azeite e o vinagre balsâmico. Polvilhe com o cebolinho, finamente cortado com uma tesoura.

 

 

 

Décoller le noyau des cerises et réservez-les.

Faire des coups en losange dans la peau des magrets de canard.

Mettre  les poitrines de poulet dans une poêle antiadhésive très chaude, avec la peau vers le bas et laissant dorer de tous les côtés.

Assaisonner avec une cuillère à café de sel et retirer.

Jeter la graisse laissée dans la casserole.

Ajouter une cuillère à soupe d’huile d’olive.

Faire sauter les échalotes hachées.

Ajouter les cerises.

Arroser de vin et assaisonner de poivre.

Envelopper bien et laissez cuire environ 4 minutes.

Laver les haricots verts, cuire dans l’eau avec le sel restant.

Servir les magrets de canard en tranches, accompagnés de cerises, des échalotes et des haricots verts assaisonnés avec le reste d’huile d’olive et le vinaigre balsamique.

Saupoudre de ciboulette, coupé finement avec des ciseaux.

 

Leonardo Matos, 12ºB

SONHOS DE MENINO!

Quando for crescido…Quando for crescido quero ser futebolista. Ser futebolista é fantástico, porque é uma coisa de que eu gosto e sei que sempre me vou divertir.

Eu sou médio, por isso, não marco muitos golos, mas quando marco são sempre golaços! Eu nunca andei de avião, mas se um dia jogar num clube Europeu e tiver de andar de avião, sei que vai ser fenomenal. Eu gostava de jogar no Benfica, no Manchester City, no Barcelona e depois voltar ao Benfica. Mas o clube que até agora me deu mais alma é o clube de Mação (A.D.M).

Vou querer a minha camisola com o número 10 ou 7 e o nome Brito. E nunca me vou esquecer da minha mãe e do meu pai, que foram as pessoas que sempre me apoiaram.

Os meus amigos também gostam de jogar à bola e desejo que eles também possam jogar na Europa.

Vou sempre gostar de futebol e acredito muito que seja a minha profissão.

Francisco Brito, 3.º Ano, Turma MAC4

(Professor: Victor Santos)