Plano de Melhoria da Aptidão Física Continua

 

 

PLANO DE MELHORIA DA APTIDÃO FÍSICA 2019-2020

As crianças e jovens têm hoje maior oferta de atividades desportivas, quer na escola ou fora desta, contudo o uso excessivo das novas tecnologias e a dificuldade em manter uma alimentação saudável e/ou um estilo de vida saudável acarretam consequências pouco harmónicas para com a saúde. É por isso que o Plano de Melhoria da Aptidão Física, iniciado no ano letivo anterior, será novamente uma aposta do Agrupamento de Educação Física e do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte. Pretende-se, por isso, dar continuidade ao trabalho desenvolvido no contexto das aulas de Educação Física, no âmbito da Aptidão Física, possibilitando aos alunos a participação em programas de treino de duração maior e de forma continuada visando a manutenção, o desenvolvimento ou a melhoria das suas capacidades motoras. Incutir nos alunos a importância da Aptidão Física como fator determinante para a saúde é também missão do Agrupamento de Educação Física.

Aparece no pavilhão gimnodesportivo e vem ficar em forma connosco!

A coordenadora do Agrupamento de Educação Física

Cláudia Olhicas de Jesus

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Lendas

 

A Lenda de São Gens

Diz a lenda que há muitos anos atrás um grande incêndio queimou todos os pinheiros e vegetação da zona, à exceção de um determinado monte, onde o topo do monte continuou verdejante. Quando os aldeões se dirigiram ao local para verificar o acontecimento invulgar, encontraram uma imagem de São Gens, a quem atribuíram o milagre.
A imagem do santo foi levada para uma capela. Mas, no dia seguinte, tinha desaparecido tendo reaparecido no topo do monte, o processo repetiu-se no dia seguinte, mas o resultado foi o mesmo, desta forma os aldeões depressa perceberam que o santo queria permanecer no topo do monte e decidiram construir uma capela para lhe prestar homenagem.
No início da construção da capela o santo resolveu retribuir ao povo com um novo milagre e do meio do monte brotou água em abundância. Esta nova nascente corria pelos vales formando uma nova ribeira.
Não foi preciso muito tempo para que a água começasse a gerar conflito, de facto todas as povoações vizinhas queriam desviar o curso da ribeira de forma a serem abastecidas por esta água milagrosa. De forma a acabar com a confusão, São Gens realizou ainda um novo milagre. A água deixou de correr pelos vales, e apenas passou a aparecer na bacia da fonte, de onde desapareceria de imediato, quando transbordava. Durante o ano inteiro, a água continua a correr sem nunca sair da bacia da fonte. Esta água é apreciada pelas populações vizinhas. É-lhe atribuído o poder de dar apetite a quem dele tem falta.

Existe ainda, nos dias de hoje, uma romaria em honra de São Gens. Tradicionalmente era celebrada no dia 11 de janeiro, mas atualmente é festejada no sábado seguinte. Nesta romaria prova-se a água e também é costume benzer uns bolos secos semelhantes aos que se fazem no dia de todos os santos. Esta é a única altura do ano em que a capela pode ser visitada.

 

Lenda recolhida e adaptada por Inês Delgado, 7ºA

 

 

 

Lendas

A POMBINHA

     

Há já muitos anos faleceu uma mulher em Mação, deixando uma filha que vivia com o seu pai.

Este possuía uma horta no sítio do Vale Longe, vale muito fundo, rodeado de pinhais, que lhe davam um aspeto triste e misterioso. Certo dia, a filha foi à mesma horta colher hortaliça, viu sair dos pinhais uma pomba de cor escura que, esvoaçando ao redor dela, ora se adiantava, ora se atrasava, até que desapareceu nos pinhais dando gemidos. A rapariga assustou-se; mas não disse a ninguém o que lhe sucedera. Por mais duas vezes foi ao Vale Longe e acontecia sempre a mesma coisa, chegando a pomba a pousar sobre o cesto da hortaliça que ela trazia à cabeça; por isso, ao chegar a casa, contou ao pai tudo o que lhe acontecera e disse-lhe que não voltava mais ao Vale Longe. O pai, impressionado com a narrativa da filha, aconselhou-a a que voltasse ao local, que nada temesse, porque ele a seguiria de perto para a afastar e que ao aparecer-lhe proferisse as palavras que se costumam proferir quando alguma aparição misteriosa ocorre.

Assim foi. No dia seguinte, lá foi a rapariga para a horta e quando lhe apareceu a pomba escura, ela disse:

 

      “- Se és alma do outro mundo diz o que queres que te faça, mas se és o demónio eu te arrenego em nome do Padre, do Filho e do Espírito Santo!”, benzendo-se ao mesmo tempo.

E logo a pomba lhe respondeu:

      “- Eu sou a alma de tua mãe e não posso entrar no Céu por não ter cumprido a promessa de mandar dizer uma missa para eu poder gozar da bem-aventurança eterna.”

Depois do sucedido, a filha contou ao pai o que acontecera. No dia seguinte, o pai mandou dizer missa na capela do Espírito Santo, durante a qual a filha viu a mesma pomba andar esvoaçando ao redor do padre. Terminada a missa, a pomba escura transformou-se numa pomba branca

 

como a neve, veio pousar no colo da rapariga, beijou-a, levantou voo e sumiu-se subindo pelos ares fora. Era a alma da mãe que, agradecida, a beijava e agora já livre de encargos ia ver a face de Deus.

 

 

Texto adaptado por mim com base no original de Francisco Serrano e retirado do livro Elementos Históricos e Etnográficos de Mação, 2ªedição, 1998, páginas 157, 158

 

Inês Jesus Ferreira, 7º A 

Ação Turma Solidária

 

 Recolha de Tampinhas/Caricas “VAMOS JUNTOS AJUDAR A ÁUREA

No Desafio lançado às turmas, já quase no final do ano letivo transato 2018/2019, os alunos da Escola E. B. 2,3 c/ Ensino Secundário de Mação foram desafiados a juntar Tampinhas/Caricas com destino a uma bebé de 18 meses, que nasceu com um problema grave no cérebro, uma doença que a limita e atrasa o seu desenvolvimento psicomotor.

 

A Áurea reside com os pais no concelho do Sardoal. E hoje, segundo os pais, Bruno Campos e Adriana Oliveira, a Áurea já apresenta alguns progressos ao nível da motricidade e da locomoção. A Áurea faz fisioterapia quatro vezes por semana. Nesse desafio, cada turma PARTICIPANTE, deveria ser capaz de encher, POR SEMANA, um garrafão com tampinhas e/ou caricas. Foram três semanas de recolha. Foram mais de 200 garrafões que entregámos.

Obrigada a todos!

 

Professora Cláudia Olhicas de Jesus

A Lenda que Perdura na Capela de São Gens

 

Há anos atrás, num monte repleto de pinheiros e de matagais, houve um violento incêndio. Esse incêndio consumiu tudo exceto o cume desse mesmo monte onde sobreviveram apenas algumas touças de torça e alguns pinheiros, que continuaram verdejantes no meio daquela imagem cinzenta.

Algumas pessoas, curiosas, subiram até ao cume do monte para perceber o que se tinha passado. Encontraram então uma pequena laje, com a imagem de São Gens, crendo que o cume do monte não ardeu devido ao seu milagre. Pegaram na imagem e colocaram-na na Capela de São Mateus. No dia seguinte, repararam que o Santo tinha desaparecido da Capela de São Mateus e aparecido, como milagre, na laje que fora encontrada no dia anterior. O Santo voltou para a capela, mas, no dia seguinte, desapareceu novamente e foi encontrado mais uma vez na laje no alto do monte.

Com estes acontecimentos as pessoas interpretaram que São Gens estava a transmitir uma mensagem e que no cimo do monte teria e ser construída uma capela.

 

Jéssica Maria Nunes Moucho, 7º A

 

 

 

eTwinning – galardoados com Selos Nacionais de Qualidade

Selos Nacionais de Qualidade eTwinning

 

No final do passado ano letivo os projetos eTwinning coordenados e desenvolvidos pela professora Ana Sofia Pereira com as turmas dos 7º e 9º anos – The People in Our History, You Can Be a Hero, too! e We Wear What We Sing, respetivamente – foram galardoados com Selos Nacionais de Qualidade eTwinning. Estes selos são concedidos pelos Serviços Nacionais de Apoio (SNA) em cada país a professores com excelentes projetos eTwinning que contribuíram ativamente e visivelmente nas atividades dos projetos, indicando que estes atingiram um determinado nível de qualidade no seu país.

 

Os Selos Nacionais de Qualidade são atribuídos a projetos que se distingam nas seguintes áreas: Inovação pedagógica, Integração curricular, Comunicação e intercâmbio entre escolas parceiras, Colaboração entre escolas parceiras, Utilização das tecnologias e ainda Resultados, impacto e documentação.

Até ao momento, outros países envolvidos nestes projetos também foram reconhecidos pelos seus SNA com Selos Nacionais de Qualidade; nomeadamente: no âmbito do projeto The People in Our History, You Can Be a Hero, too! a escola Lycée Technique de Bonnevoie no Luxemburgo e âmbito do projeto We Wear What We Sing a escola IES Jonqueres em Espanha e ainda a escola OOU Gjorce Petrov na Macedónia do Norte.

 

 

 

Todos os alunos envolvidos nos projetos de forma ativa receberam também um Selo de Aluno de Qualidade, que representa um incentivo para continuarem a participar e a trabalhar em atividades eTwinning e é uma forma concreta de mostrar que os seus esforços foram reconhecidos. Assim, estão de parabéns pela excelente participação!

Durante este ano letivo serão desenvolvidos outros projetos no âmbito do Clube eTwinning, recentemente criado, nos quais todos os alunos estão convidados a participar!

Professora Ana Sofia Pereira

 

Corta-mato Escolar

Corta-mato Escolar 2018/2019

 

No passado dia 10 de janeiro de 2019, realizou-se na nossa escola o Corta-mato Escolar, que contou com a participação de cerca de 135 alunos do 1º, 2º, 3º Ciclos e Secundário.

O dia, apesar de frio, estava soalheiro, revelando-se perfeito para a prática desportiva.

Os alunos participantes demonstraram muito empenho e fairplay pelos adversários, cumprindo, em corrida, as distâncias propostas.

Os 6 primeiros classificados de cada escalão/sexo foram apurados para o Corta-mato distrital, a decorrer em Almeirim no dia 25 de janeiro de 2019.

Parabéns a todos os participantes.

 

A Coordenadora do Desporto Escolar

Professora Eva Patrício

Escrita criativa

A viagem de barco à ilha misteriosa

 

O dia estava azul, com uma brisa leve que pairava no ar. 0 vento calmo e fresco tocava no rosto de Tyler, um rapaz com espírito de aventura, tinha os olhos azuis, cabelo preto, sedoso e brilhante com os seus 21 anos.

Tyler tinha perdido os pais há pouco tempo e decidiu fazer uma viagem de barco para se afastar das recordações que lhe vinham à cabeça sobre eles.

No dia 4 de junho de 1998, Tyler parte acompanhado da sua namorada e de um casal de amigos.

Passados 15 dias de viagem, Tyler já se sentia melhor em relação à morte de seus pais, já se habituara à ausência deles.

Passados outros tantos dias de viagem, avistaram terra, parecia ser uma ilha, atracaram lá o barco.

Fez-se de noite, estava frio, então fizeram uma fogueira, passado tanto tempo de conversa em torno dela deixaram-se dormir.

Quando Tyler acordou, só via folhas em torno dele e dos amigos que também tinham acabado de acordar.

De repente ouviram um estranho barulho vindo dos arbustos, de lá saíra um índio.

Tyler e os seus amigos perceberam que tinham descoberto uma aldeia cheia de índios. Sendo uma grande descoberta, pois a ilha parecera desabitada. Os índios não os deixaram sair tendo de lá a pernoitar.

No dia seguinte, os Índios começam a bater com os paus no chão e a cantar lengalengas. Tyler ficou assustado e os seus amigos também.

Os Índios pareciam que queriam apresentar alguém.

Passado tanto suspense, aparecera um suricata falante com uma coroa de frutas no topo da sua cabeça. Tyler foi segurando o riso, pois não era normal um suricata ser superior aos humanos.

O suricata começou a cantar e lá se fez uma festa, mas, de repente, apareceu um avião a aterrar, eram cientistas queriam levá-lo.

Mas a questão era como é que eles descobriram que existia um suricata falante e que estava com os Índios?

Os cientistas levaram-no.

Os Índios agora, sem terem quem a obedecer, pediram a Tyler e aos seus amigos para o ir resgatar à Europa.

Ao fim de meses, Tyler e os seus amigos apareceram na ilha com o suricata.

Agora, o grande suricata tinha uma dívida para com eles, então perguntou-lhes se eles queriam viver com ele. E aceitaram. Todos felizes fizeram uma festa “de arromba” para festejar.

 

 

Constança Matos e Vitória Dias, 9ºA

Escrita criativa

 

Um desejo realizado

 

Num dia de céu limpo, um menino chamado Mateus foi dar um passeio de bicicleta na floresta.

A certa altura, Mateus ouviu um pedido de socorro e ele, curioso, foi ver. Era o seu herói preferido Percy Jackson que estava preso numa armadilha e rodeado de muitas cobras.

Percy Jackson era alto, magro, inteligente, aventureiro, curioso e forte. Quando ele o viu, pediu ajuda, Mateus como sabia muito de sobrevivência, construiu imediatamente um arco e algumas flechas e matou as cobras. Depois de matar as cobras soltou com muito cuidado Percy Jackson que disse:

– Obrigado por me teres soltado e teres matado as cobras, como te chamas?

-Eu chamo-me Mateus, como é que tu foste aí parar?

-Eu vinha passear à floresta, tinha sede e aproximei-me de um lago e depois fiquei rodeado de cobras, e tu o que vieste aqui fazer?

-Eu vim para andar de bicicleta e depois ouvi o teu pedido de socorro, o que queres fazer?

– Ia à procura do meu pai para falar com ele.

-Então eu ajudo-te a procurá-lo.

Depois de muitas horas a andar, encontrámos o pai dele.

Para concluir, o Mateus concluiu o seu sonho de ser amigo do seu ídolo.

 

Mateus Fouto, 9ºB