Desafio: Cartas de Náufragos

 

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

Professora: Anabela Ferreira

II Naufrágio, Diane Bonjour

 

Brasil, julho de 1925

 

   Olá, minha amiga,

   Como tu sabes, eu embarquei num navio para tentar ir para o Brasil. Este acabou por naufragar e eu sou a única sobrevivente, mas a meio do caminho encontrámos um tesouro, um tesouro que estava dentro de um baú de madeira escura com partes douradas. Antes de o navio naufragar, conseguimos abrir o baú e ele tinha muitas moedas e barras de ouro, muitos colares e pulseiras de pérolas, joias de diamantes, de esmeraldas, de rubis, de ouro, de prata e muitos outros minérios que eu nem sabia da existência, tinha duas tiaras e duas coroas muito bonitas, anéis de ouro, anéis com diamantes e no fundo tinha um diamante enorme em cima daquelas almofadas vermelhas e por baixo das almofadas tinha um mapa de um tesouro que indicava um X numa parte do Brasil e, por sorte, consegui resgatar o mapa do navio e, para ter ainda mais sorte, passou por mim um barco com marinheiros que iam para o Brasil e que me trouxeram até aqui. Desde que cheguei que ando à procura daquele tesouro.

   Quando eu encontrar este tesouro, eu envio-te outra carta, mas enquanto isso, espero que estejas bem e deseja-me sorte para eu encontrar este novo tesouro rapidamente.

   Beijinhos e deseja-me sorte.

                                                                                                                                         Uma amiga.

Beatriz Brites, 7ºB

 

Infância

 

A minha infância

Quando era mais nova, não podia estar quieta, tinha de estar sempre a fazer algo.

Eu adorava correr, saltar, brincar, …adorava também ir para a escola e poder brincar com os meus amigos, nós brincávamos à apanhada, às escondidas, às plantações, aos polícias e ladrões, entre outras coisas.

Tínhamos sempre alguma coisa para fazer, o pior era quando estava a chover e tínhamos de ir para dentro de um pavilhão, nós odiávamos estar fechados lá dentro, queríamos ir lá para fora brincar.

Nos fins de semana em que não ía aos meus avós, adorava fazer festas de pijama e ou ir dormir à casa de amigas era super-divertido.

Às vezes, ía passear com a minha família, íamos às compras, íamos à praia, entre outras atividades.

Nos meus tempos livres, eu costumava pintar Mandalas, dançar, ir à piscina, ver televisão, entre outras coisas.

Mas os meus passatempos preferidos eram brincar com o meu irmão e ir andar de bicicleta, era assim que passava o meu tempo.

Nessa altura, a minha mãe tinha uma florista e então, quando eu saía da escola, tinha de ir para lá, pois o meu pai estava a trabalhar ainda. Ao lado da loja, havia um parque com rampas onde eu e o meu irmão mais velho costumávamos andar de skate e jogar à bola.

E foi assim a minha infância.

 

Jéssica Moucho, 7ºA

A room with a view I

A room with a view  trata-se de uma atividade proposta pela docente de Inglês aos alunos da turma B, do 7ºano. Inserida na unidade 5 – My World, pretende-se que esta atividade lúdico-pedagógica motive os alunos para que tirem uma fotografia da janela do seu quarto. A foto deve apresentar uma legenda em Inglês e indicar o local que ilustra.

Aqui tens a primeira. Enjoy it!

Nature in bloom after a cold winter!

Cardigos, May 2020

Inês Delgado, 7º B

Poesia

 

 

 

As palavras

São azuis como o céu e as águas brilhantes dos rios, dos lagos e do mar
Voam como as aves que rasgam o céu indo para Sul
Planam como os papagaios de papel dourado
Sopram como o vento nas tempestades
Flutuam como os dentes de leão
Aquecem todos os que as ouvem como o Sol e a fogueira
Com elas escrevo saúde, amor, família, planeta e sonhos.
A minha história num poema…

Texto poético coletivo, 7ºA

Infância

 

Viagem à minha infância

            Queria voltar atrás no tempo e lembrar como vivia na minha infância.

– Então é isso que vou fazer hoje, e tu vens comigo!

Sempre fui uma criança honesta, cuidadosa, preguiçosa e muito teimosa, o que mais me marcou foram os meus primeiros passos, as minhas primeiras palavras e também o nascimento do meu irmãozinho, mas vamos do início.

Quando era criança, sempre gostei de brincar ao faz de conta, às limpezas e aos pais e às mães, mas sempre que jogava isso com o meu pai, ele fazia-me cócegas e acabava assim o jogo.

Da minha boca, saiam muitas coisas, principalmente parvoíces, mas o normal tema entre amigos era a escola “dos grandes”, porque nunca sabíamos o que havia naquela escola. Agora que aqui estou, sinto que é apenas uma escola normal!

Nos meus tempos livres, eu brincava na casa dos meus avós, corria, pulava, dançava, cantava até que o sono viesse ao de cima.

Na minha família, convivíamos muito, marcávamos jantares, almoços, lanches e fazíamos viagens por todo o Portugal.

–  Cuidado , Soldado! A viagem vai ser turbulenta!

 

Inês Jesus Ferreira,  7ºA

Dá forma ao teu mundo

Os “alunos-artistas” da turma Mac6 deram voz às suas emoções, brindando-nos com mais uma série de trabalhos fabulosos. Eis, abaixo, a explicação da criação das suas obras-primas.

No dia 21 de abril, na primeira aula de Educação Artística no #EstudoEmCasa, foi-nos proposto fazer música com o nosso corpo. Ouvimos um excerto da abertura da Ópera de Guilherme Tell, composta por Rossini, e aprendemos a lavar bem as mãos ao ritmo da música.

Depois ouvimos falar do ponto, da sua variação, do seu deslocamento, da sua espessura, das linhas, das texturas (…)

Através dos desenhos que tão habilmente desenhámos, pudemos representar os nossos sentimentos.

Foi-nos proposto criar uma composição através de linhas, pontos e texturas ao som da música “As quatro estações” de Vivaldi.

Deixamos aqui os surpreendentes trabalhos criados por nós. Espero que gostem de os apreciar!

Os alunos do 4º ano, de turma MAC6 da escola Básica de Mação.

Professor: José Manuel Sequeira

Texto de opinião

 

Cativeiro de animais em discussão

Na aula de Português foi realizado um debate no qual o assunto a debater era “Os animais em cativeiro”.

A turma foi dividida em dois grupos que debateram entre si se os animais deveriam ou não estar em cativeiro.

A meu ver, o debate foi muito renhido, e ambos os grupos apresentaram argumentos que levaram ao objetivo de um debate que é “discutir” e apresentar argumentos e contra-argumentos.

Na minha opinião, quer os argumentos de um grupo, quer os do outro estavam corretos e aceitáveis, mas a minha conclusão foi que os animais só devem ficar em cativeiro em casos excecionais, por exemplo se estiverem em vias de extinção e precisarem de condições melhores para se poderem reproduzir, nos outros casos os animais merecem e devem ter uma vida normal no seu habitat natural junto dos seus, pois, se esses animais forem habituados a fazerem-lhes tudo, vão perder as suas capacidades de caça, e instinto selvagem, por exemplo.

                                          Jéssica Moucho, 7ºA

 

 

Faróis

Os alunos da MAC 6 abraçaram mais um desafio lançado pelo professor José Sequeira. Desta vez, dedicaram-se à definição e posterior construção ou ilustração de faróis.

E que bonitas que ficaram as suas construções! Que talentosos pequenos-grandes artistas, não acham? Diria mesmo uns verdadeiros arquitetos! Outros fizeram desenhos. E que bonitos que ficaram também!
Apreciemos, pois, os fantásticos trabalhos destes “arquitetos” ou “ilustradores” de mão-cheia!

E o que é um farol?

Um farol é uma estrutura elevada, normalmente uma torre, equipada com um potente aparelho ótico, fontes de luz e espelhos refletores. A sua luz é visível a longas distâncias. Estão instalados junto ao mar, na costa ou em ilhas próximas, tendo como objetivo orientar os navios durante a noite.

Os faróis desempenharam um papel importante na cultura portuguesa e são, hoje, monumentos nacionais muito acarinhados, embora alguns já se encontrem muito degradados. Os faróis foram concebidos para avisar os navegadores que se estavam a aproximar da terra, ou de porções de terra que irrompiam pelo mar adentro.

Quando estudámos a costa portuguesa, os seus aspetos e a sua sinalização, o nosso professor desafiou-nos a construir ou a desenhar um farol.

Espero que tenham apreciado os nossos trabalhos, que foram feitos com muita dedicação!

 Alunos do 4º ano da MAC6 da Escola Básica de Mação

Professor: José Manuel Sequeira