Visita ao Centro de Ciência Viva de Constância

No dia 9 de janeiro de 2020, os alunos da turma MAC6 do quarto ano de Escola Básica de Mação deslocaram-se a Constância para aprender mais sobre o Sistema Solar.

Pudemos, em grupo, brincar e programar um robot – o Kubeto, com a ajuda de técnicos do Centro de Ciência Viva. Entramos no Planetário e apreciamos o céu noturno com estrelas, planetas, os movimentos da Terra, o nascer e o pôr do sol, os desenhos das constelações e a Via Láctea – uma espécie de caminho feito do leite que os anjos deixavam cair quando o levavam aos Deuses. Entramos na cabine de um avião a jato Lockeed T33 cedido pela Força Aérea Portuguesa e mexemos nos comandos. Pudemos também experimentar a sensação de rodar num giroscópio humano, equipamento concebido pela NASA para treinar pilotos e astronautas numa situação de descontrolo da nave. No final, observamos o parque exterior com a representação da Terra e de outros planetas.

Foi uma visita curta, numa manhã muito divertida onde aprendemos muito sobre o planeta onde habitamos. Depois da visita, elaboramos materiais que expusemos na nossa escola.

Turma Mac 6

(professor José Manuel Sequeira)

Notícias da L.E.C.A.

 

A História de Felisberto Tim-tim

          Era uma vez um menino chamado Felisberto Tim-tim.           Felisberto Tim-tim desejava ser um dos cavaleiros da Rainha, mas esse desejo acabou por não se realizar. Felisberto Tim-tim foi para casa muito triste a pensar em convidar os seus amigos para se animar, mas todos disseram que não podiam ir, naquela tarde. Ao lado da casa do Felisberto Tim-tim, havia um café, onde estavam sempre senhores a jogar às cartas muito animados.

Quando estavam a acabar as férias, encontrou um colégio muito bom, onde ele se conseguiu inscrever.

Naquela altura, eu também entrei naquele colégio e acabei por conhecer o Felisberto Tim-tim. Quando o vi fiquei impressionada por ele ser tão radical e tão severo.

Dirigi-me a ele e perguntei:

-Está tudo bem contigo?

-Mais ou menos! – respondeu Felisberto Tim-tim.

-E já agora como te chamas?- perguntou Felisberto Tim-tim.

-Eu chamo-me Josefina – respondi-lhe.

Passado algum tempo, numa visita ao Museu da Vida, acompanhados pelo Diretor do Colégio e pela nossa professora de História, eu e o Felisberto acabamos por fazer um disparate. E o Diretor muito aborrecido disse:

-Meninos! Quando voltarmos ao colégio estão de castigo.

Quando chegámos ao colégio, o Diretor nem teve tempo de falar connosco, porque nós fomos logo embora.

De seguida, Felisberto Tim-tim chegou a casa muito cansado, mas recebeu uma carta da Rainha a dizer:

-“Felisberto Tim-tim, se quiseres tentar ser um dos meus cavaleiros, convoco-te para estares em frente ao castelo pelas 15H:45M”.

Felisberto Tim-tim, muito feliz, não conseguia dormir naquela noite.

No dia seguinte, Felisberto Tim-tim foi à prova dos cavaleiros e eu acompanhei-o. Passadas muitas lutas na arena, só sobrou ele e um dos cavaleiros mais fortes existentes na terra. Mas felizmente para ele, e infelizmente para mim, ele ganhou e tornou-se um cavaleiro da Rainha. Nesse momento comecei a chorar, porque nunca mais o ia ver no colégio.

Enviei-lhe uma carta de agradecimento pelas brincadeiras e barafundas que fizemos juntos. A partir daí nunca mais o voltei a ver.

 

António Mendes e Miguel Leitão, 7ºB

Receitas do 12º C

 

INGREDIENTES

 

150 g de  Chocolate NESTLÉ CLASSIC® ao Leite
meia xícara (chá) de manteiga
3 ovos
2 gemas
meia xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de farinha de trigo peneirada
8 bolas de Sorvete de Creme NESTLÉ® 2 L

MODO DE PREPARAÇÃO

1-Num recipiente refratário, derreta em banho-maria o Chocolate NESTLÉ CLASSIC e a manteiga.
2-Noutro recipiente, bata os ovos, as gemas e o açúcar até formar uma massa cremosa.
3-Adicione a mistura de Chocolate derretido e mexa bem.
4-Acrescente a farinha de trigo aos poucos e mexa delicadamente, até incorporar tudo.
5-Unte com manteiga e polvilhe com farinha de trigo 8 forminhas pequenas (10 cm de diâmetro) e distribua a massa entre elas.
6-Leve ao forno médio-alto (200°C), pré-aquecido, por cerca de 10 minutos. Desenforme ainda quente sobre pratinhos individuais e sirva a seguir, acompanhado de uma bola de Sorvete de Creme Gourmet.

DICAS:
– O forno deve estar bem quente no momento em que for colocar os bolinhos, para que fiquem cremosos por dentro e firmes por fora.
– Ao tirá-los do forno, o centro ainda deverá estar mole.

INGRÉDIENTS

150 g de lait au chocolat NESTLÉ CLASSIC®
une demi-tasse de beurre
3 œufs
2 gemmes
une demi-tasse de thé
1 tasse de farine tamisée
8 boules de crème glacée NESTLÉ® Cream 2 L

PREPARATION

1-Dans un récipient réfractaire, faire fondre le chocolat et le beurre NESTLÉ CLASSIC au bain-marie.
2-Dans un autre récipient, battre les œufs, les jaunes et le sucre jusqu’à la consistance crémeuse.
3- Ajouter le mélange de chocolat fondu et bien mélanger.
4-Ajouter la farine lentement et remuer doucement jusqu’à incorporation.
5-Mettre avec du beurre et saupoudrer de farine 8 petites casseroles (10 cm de diamètre) et répartir la pâte entre elles.
6- Cuire le four préchauffé à température moyenne-élevée (200 ° C) pendant environ 10 minutes. Démouler encore chaud dans des assiettes individuelles et servir ensuite, accompagné d’une boule de crème glacée Gourmet Cream.

CONSEILS:

– Le four doit être très chaud au moment où vous mettez les biscuits pour qu’ils soient crémeux à l’intérieur et fermes à l’extérieur. –
Lorsque vous les retirez du four, le centre doit toujours être mou.

Bebiana Farias e Fátima Bento, 12ºC

Notícias da L.E.C.A.

 

Uma noite de Halloween

 

Era uma noite de Halloween, eu e a minha família e o treinador Sacarovski, juntámo-nos à volta de uma fogueira a contar histórias de terror.

Começou a minha mãe a contar a sua história, depois o meu pai, o meu irmão, a avó Gertrudes, eu, e finalmente, chegou a vez do treinador Sacarovski.

-Foi há um ano atrás, num dia normal de Halloween, eu e um colega fomos jogar Fortnite, e, de repente, algo de estranho aconteceu. Quando nos apercebemos, estávamos dentro do monitor, na Ilha do Fortnite.

Era tudo muito estranho, havia morcegos, árvores mortas e cadáveres espalhados por todo o lado.

Do nada encontrámos uma carta enorme que dizia:

Bem vindos à Ilha do Fortnite. Para poderem sair, têm que salvar a cadela Tily, que está no centro do mapa, numa torre muito alta cercada de zombies. Para lá chegarem, terão de passar por três etapas: a primeira é subir uma montanha armadilhada de bombas; a segunda é atravessar um rio de lava cheio de crocodilos e a terceira é conseguir derrotar os zombies para poderem subir à torre.

Começámos então o percurso. A primeira etapa não foi fácil, pois havia bombas por todo o lado. A segunda foi ainda mais difícil, os crocodilos tinham um ar mesmo esfomeado. Na terceira tivemos sorte, pois encontrámos armas e munições num baú do tesouro mesmo antes de lá chegarmos. Até que, do nada, o meu colega foi atingido e então tive de o deixar cá em baixo enquanto subia à torre para socorrer a cadela. Depois daquelas etapas, subir à torre e trazer a cadela foi super fácil. Quando cheguei cá a baixo, o meu colega tinha preparado uma espécie de poção que nos teletransportou até ao final do jogo onde havia mais uma carta que dizia:

Caros jogadores conseguiram passar todas as fases e conseguiram salvar a cadela Tily, logo poderão voltar às vossas casas, mas para a próxima não sairão deste jogo vivos. Hahahahah!

-Voltámos então a casa sãos e salvos e nunca mais voltámos a jogar aquele jogo.

E acabou assim mais uma noite de Halloween passada a contar histórias de terror.

 

Jéssica Moucho e Tatiana Cavaco, 7ºA

Notícias da L.E.C.A.

A viagem

Hoje vou-te contar uma história que se passou comigo, querida netinha. Há cerca de um ano atrás, eu, a senhora Noémia e o tio Ilídio fomos ao circo “Grupo de pessoas mais importantes do mundo que não falam” que se localizava no deserto do Saara. Fomos de avião e houve uma complicação. Uma das turbinas avariou, porque entrou para lá uma ave, mas felizmente conseguimos aterrar sãos e salvos, graças ao piloto mais velho que parecia o Pai Natal. Conseguiu salvar-nos, pois desde os seus 18 anos que era piloto.

Fomos de camelo até ao circo e, quando chegámos, já tinha começado. Então, fomos para o nosso lugar.

Tudo estava a correr bem, quando um trapezista se aleijou e teve de ir de camelo até ao hospital mais próximo. Mas rapidamente entrou outro trapezista.

E esta foi a viagem mais atribulada que eu já fiz.

Dorme bem netinha.

 

Mariana Barata e Ana Francisca, 7ºA

Amnistia Internacional

 

 

 

Os alunos do 10ºC, turma do Curso Profissional Técnico de Turismo, em conjunto com alguns dos seus professores, estão a dinamizar a atividade Maratona de Cartas no âmbito da área curricular de Cidadania e Desenvolvimento, inserida no Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular que visa dar a conhecer, sensibilizar e alertar para casos de violação dos Direitos Humanos. Estes alunos irão junto dos seus pares, solicitar a sua participação nesta atividade, e exortar a comunidade escolar a fazer o mesmo. O grande objetivo é chegar a um número cada vez maior de pessoas, e consequentemente recolher mais assinaturas.

 

  1. O que é a Maratona de Cartas?

É o maior evento de ativismo da Amnistia Internacional e decorre todos os anos perto do último trimestre. Com a Maratona de Cartas pretendemos sensibilizar para um conjunto de casos selecionados e para os quais mobilizamos milhares de pessoas através da escrita de cartas e assinatura de apelos. Ações simples, mas poderosas, e que tendem a resultar numa melhoria das condições de vida para os defensores de direitos humanos em risco.

 

  1. Quais as datas da Maratona de Cartas 2018/19?

Começa a 1 de novembro de 2019 e termina a 31 de janeiro de 2020.

 

  1. Como participar?

Para participar na Maratona é muito simples. Basta:

Assinar os casos da Maratona de Cartas em www.amnistia.pt/maratona

Divulgar a maratona de cartas a toda a sua rede de amigos e familiares!

Participar no nosso concurso de ativismo online!

Podem ainda:

Escrever cartas de solidariedade para os casos selecionados. Sugerimos que as entreguem aos diretores de turma, e que estes as façam chegar à Professora Augusta Estrela ou aos alunos do 10ºC. Serão posteriormente enviadas para a sede da Amnistia, que garante que as mesmas chegarão ao seu destino.

 

  1. Quem pode participar? Qualquer pessoa pode participar na Maratona de Cartas, tendo em consideração:

Qualquer pessoa poderá assinar em www.amnistia.pt/maratona

 

A assinatura dos apelos em papel, disponíveis apenas junto das estruturas da Amnistia Internacional, pode ser feita por qualquer pessoa com idade igual ou superior a 14 anos (com conhecimento prévio dos seus representantes legais quando menor de idade). É essa a idade mínima estabelecida nos Estatutos da Amnistia Internacional para um apoiante, ativista e membro juvenil da organização. Somam-se ainda as boas práticas e sugestões que nos chegam, aconselhando os 14 anos como idade mínima para a participação.

 

  1. Jogo do Ativismo online

A dinâmica de jogo foi criada para incentivar os ativistas mais jovens a tornarem-se verdadeiros agentes de mudança, capazes de envolverem ainda mais pessoas dentro e fora da comunidade escolar

Link de acesso:  www.amnistia.pt/concursomaratona

 

  1. Código de Escola

Código atribuído à nossa escola: CC43

Todas as participações que forem feitas com esse código contarão para a contagem da sua recolha de assinaturas.

(Sugestão: podem fotografá-lo para tê-lo sempre consigo.)

Quantas mais participações fizermos usando este código, maior será a probabilidade de trazermos um evento da Amnistia à nossa escola.

 

  1. Dia 10 de dezembro – Dia Internacional dos Direitos Humanos – os alunos do 10ºC irão recolher assinaturas junto da comunidade escolar.

 

  1. Dia 13 de dezembro – os alunos do 10ºC irão recolher assinaturas junto da comunidade escolar na Noite de Excelência.

 Professoras Augusta Estrela (Diretora de Turma) e Ana Lúcia Pina (Coordenadora de Curso)

“In the classroom” – Mrs. Matos and Miriam

Ms Matos-Hello! I’m Maria Matos. You can call me Ms Matos.

Miriam- Hello, Ms Matos.

Ms Matos- Let’s put your personal information in my computer.

Miriam- Right.

Ms Matos-What’s your name?

Miriam- My name’s Miriam Neves.

Ms Matos- Where are you from?

Miriam- I’m from Portugal and now I live in Mação.

Ms Matos- How old are you?

Miriam- I’m eleven.

Ms Matos- When were you born?

Miriam- I was born on 9th October.

Ms Matos- Where do you live?

Miriam- 3, Rua Padre António Pereira de Figueiredo, Mação.

Ms Matos- What’s your phone number?

Miriam-927770022

Ms Matos- Have you got any brothers or sisters?

Miriam- I have got two little brothers.

Ms Matos- What are your favourite subjects?

Miriam- My favourite subjects are English and Maths.

Ms Matos- What do you like doing in your free time?

Miriam- In my free time I like dancing and studying.

Ms Matos- Well.That’s all.Thank you, Miriam.

Miriam- You’re welcome.

Miriam Neves e Maria Carolina Matos, 7ºB

Texto Escrito e dramatizado nas aulas de aperfeiçoamento da escrita e da oralidade
Disciplina de Inglês

Mirrors

My name is Lucas Pita, I’m Portuguese and I was born in Lisbon.

I’m tall for my age and slim. I have got a round face and I have got a scar! I have got short, brown hair and brown eyes.

I’m intelligent, friendly and happy.

I love playing football, tennis and computer games. I like walking with my dog. My favourite colour is red and my favourite singer is Juice Wrld.

Lucas Pita, 7º B

Disciplina de Inglês

Mirrors

My name is António Mendes and I’m 11 years old. I was born in November, on the 12th in 2007. I am medium-sized and thin. I have got pale skin and my face is oval. My eyes are brown and small. I have got a small nose and  a small mouth. I’ve got short straight brown hair. I am Portuguese. I am funny, amusing, friendly, curious, and nosy.

António Mendes, 7º B

Disciplina de Inglês

Notícias da L.E.C.A.

 

A viagem que mudou uma vida

Ontem de manhã, estava eu a fazer o almoço, quando me lembrei da história do meu filho, que partiu numa viagem para descobrir a sua vocação.

Tudo começou há três anos atrás, quando ele foi gozado por ser careca e pescador. A partir daquele momento, ele percebeu que queria deixar de ser aquilo que era. Então, ele decidiu fazer uma viagem para descobrir a sua vocação e a cura para o seu problema (calvície). Antes de ele partir, eu entreguei-lhe uns selos mágicos. Estes selos tinham a magia de, quando ele tivesse um problema, escrever-me-ia uma carta que viria a voar até mim.

O meu filho, ainda careca, viajou por vários países, mas os seus favoritos foram: Portugal ,onde provou as melhores doçarias; a Espanha, onde apreciou as melhores danças; a França, onde viu os melhores monumentos; a Itália, país em que comeu as melhores pizzas. Foi lá que encontrou um cartaz que anunciava um torneio de tiro ao arco no deserto do Egito.

Então, pôs-se a caminho, para conhecer outro país e relembrar a sua infância quando jogava tiro ao arco comigo. Quando chegou, já estava a decorrer o torneio de tiro ao arco. Enquanto ele estava a apreciar o torneio, viu uma velhinha a ser mordida por uma cobra venenosa . No meio do pânico, a cadelinha da senhora idosa desapareceu. O meu filho foi ajudá-la e ouviu os médicos dizer-lhe que só tinha cinco dias de vida. A velhinha,  desesperada , viu que um homem careca queria ajudá-la e pediu-lhe para encontrar a sua cadela, que se chamava Lacy , porque queria vê-la antes de morrer .

Então ele seguiu o seu instinto para realizar o último desejo daquela pobre velhinha . Já estava à procura há dois dias e não encontrava nada. Com aquele desespero, o meu filho mandou-me uma carta, onde me pedia um conselho . Eu disse-lhe para ter calma e para procurar nas pirâmides, onde havia muitas armadilhas, mas ele seria capaz de ultrapassá-las.

Ele pensou no que eu tinha dito e foi até às pirâmides. Lá, o meu filho passou por vários enigmas. Até parecia que a pirâmide tinha sido construída como se fosse um labirinto. No fim de dez enigmas, ele conseguiu encontrar a assustada cadela Lacy. Como só faltavam doze horas, ele apressou-se a ir ter com a velhinha. Ao longo do caminho, cresceu uma grande amizade entre ele e a cadelita desprotegida. Quando eles chegaram junto da velhinha , ela viu que eles estavam muito amigos, então deu um último abraço à cadela e entregou-a ao meu filho. Ele aceitou-a e prometeu que ia cuidar muito bem dela.

Já estava a regressar, quando se apercebeu que não consegui a viver sem aquela cadela, começou a gostar cada vez mais de animais e decidiu que ia deixar de ser pescador e que ia ser veterinário. No dia seguinte, já perto da sua terra natal, ele notou que já tinha cabelo. Não percebeu como é que aquilo tinha acontecido, mas pensou que tinha sido por causa da sua boa ação.

Ainda hoje não se sabe como aconteceu aquele milagre.

 

Beatriz Rodrigues e Inês Delgado, 7ºB