Escrita criativa

 

Baile encantado

Numa bela tarde solarenga, estava eu, no meio do bosque, aparentemente sozinha, quando começo a escutar um cantarolar vindo de trás de mim.

Quando olho, vejo a Minnie,com um suposto convite para mim. Em seguida, perguntei-lhe:

-O que trazes para mim Minnie?

Ela respondeu:

-O meu marido de Arandell convocou todo o reino para um baile no palácio.

Disse-lhe sem hesitar:

-Vou enviar um alfaiate terça-feira às cinco em ponto ao seu palacete.

Logo em seguida, montei o meu cavalo branco, e parti para o meu palacete com o convite na mão.

Dois dias depois, uma carruagem chegou ao palacete; saindo dele o alfaiate D.Albano com montes de tecido e agulhas.

Depois de algum tempo, tinha o vestido pronto.

O vestido continha baínhas douradas, botões de prata e mangas de seda embaloadas, todo ele azul ciano.

Chegou o dia do baile, muita agitação no reino, muitos preparativos, chegavam carruagens com vários tipos de comida, de toda a parte do mundo.

Chegada a noite, Minnie aguardava à porta do palácio pela nossa chegada, entrámos, e desfrutámos de tudo o que havia para desfrutar, dançámos, degustamos e divertimo-nos!

Foi uma noite excelente!

Matilde Saramago, 9ºB

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Sorrisos

Um gesto de simpatia

Numa manhã de primavera, pelas 8:30, as rádios RFM e Comercial decidiram juntar-se para fazer um gesto em torno das pessoas que estão no trânsito muito sonolentas.

Nós vínhamos no autocarro para a escola e ouvimos na rádio o desafio para acenarmos à pessoa ao lado, para que todas as pessoas estivessem em união e a fazer novas amizades. Todos começaram a acenar uns para os outros, a rir.

E foi assim que nos tornámos amigos e fizemos muitas mais amizades naquele trânsito e naquele autocarro.

Nós achámos que aquele gesto muito objetivo, pois era algo fora da realidade e não estávamos habituados a determinado gesto, pois sem aquele gesto nós provavelmente não seríamos amigos, foi importante. Pensámos que este gesto mudou a vida de muita gente, pois foi um gesto de simpatia, boa educação e alegria. E, se este gesto não tivesse acontecido, nós e muitas outras pessoas que aderiram ao desafio, não teriam feito novas amizades ou até algo mais e não se teriam unido.

Para concluir, com um simples gesto pode mudar o dia de muitas pessoas, como a nós mudou.

Faça a diferença acene, sorria, faça algum gesto diferente. Mude o dia de alguém.

 

Miguel Pedro e Joana Delgado, 8B

 

 

Escrita Criativa

 

Aventura numa ilha

Num belo dia de sol, em época de Verão, a Felisberta e o Rogério foram dar um belo passeio de barco o mar, quando, de repente, veio uma tempestade tremenda, andaram às voltas e voltas e foram parar a uma ilha deserta.
  Quando os recém casados lá chegaram ficaram assustados, pois não tinham nada para comer nem sabiam onde estavam. Ouviram uma voz assustadora vinda do meio da ilha que dizia “Seus gatunos, vêm-me roubar o ouro!”, pois quem estava a falar era uma mulher que andava naquela ilha há anos, à procura do tão valioso ouro.
A Felisberta e o Rogério tentaram pegar no seu barco e fugir, pois estavam cheios de medo daquela voz assustadora, vinda do meio da ilha, pegaram no barco puseram-no na água, mas foi logo ao fundo com os grandes estragos que tinha feito a tempestade.
A mulher, que se chamava Miquelina, era a tal mulher assustadora –  musculada, corajosa, não lá muito simpática e era perigosa. Felisberta e Rogério não tiveram alternativa, pois estavam com fome e tiveram de entrar na ilha misteriosa para ver se havia alguma coisa para comer.
O Rogério e a Felisberta separaram – se para encontrar comida, o Rogério deu de caras com um buraco no meio de um monte muito brilhante, curioso foi até esse buraco e encontrou  um belo tesouro, pegou numa coroa de pérolas e diamantes e deu-a à sua querida Felisberta. Quando Miquelina ouviu dizer que o Rogério ofereceu uma coroa a Felisberta, que era do tesouro que ela tanto procurara, foi ter com o Rogério e perguntou-lhe onde tinha encontrado aquele ouro. Ele disse-lhe que foi na montanha  da ilha, ela foi lá, encontrou o tal ouro que tanto desejava. Contudo, começou a sentir a terra a tremer, pois aquela montanha era um vulcão.   Miquelina começou a correr o mais rápido que conseguia com as bolsas cheias de ouro e muitas outras preciosidades.
Para terminar, Rogério, Miquelina e Felisberta começaram a cortar troncos de árvores para construírem uma canoa e fugirem, Miquelina, cheia de ouro, mal se conseguia mexer, então, tirou o ouro que estava com ela, acabou de construir a canoa e depois fugiram. Miquelina que estava há anos naquela ilha pelo ouro, tinha-se esquecido dele, e assim nunca mais ficou rica como tanto desejou, mas salvou o bem mais precioso de todos – a sua própria vida.
Diogo Pombo, 9ºB

PELO GUARDIÃO DO TEJO – Sr. Arlindo Consolado Marques

 

 

No passado dia 27, do mês de setembro, os alunos Beatriz Jesus, Daniela Pissarreira, Dinis Santos, Mariana Cardoso, Matilde Pinheiro e Jéssica Teixeira entregaram ao Guardião do Tejo, Sr. Arlindo Consolado Marques, a quantia de 180 euros, angariada no letivo transato, através de dois eventos onde o mote foi a solidariedade. Venderam-se iguarias durante a abertura da Escola Aberta e realizou-se uma caminhada pela Ortiga, junto ao Rio Tejo. Com estas atividades, pretendeu-se sensibilizar e alertar a comunidade para as práticas da Solidariedade e para os problemas decorrentes da poluição.

Mais uma vez agradecemos, alunos, docente de Educação Física, Cláudia Olhicas, e Agrupamento de Escolas Verde Horizonte, a todos os que contribuíram para ajudar o nosso Guardião do Tejo!

A Aluna  Jéssica Teixeira

A 13.ª Edição do Concurso Nacional de Leitura (CNL) decorre entre o dia 3 de
outubro de 2018, data oficial de abertura, e o dia 25 de maio de 2019, dia da
grande final, em Braga.
Cabe ao Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027) a iniciativa e o
desenvolvimento do CNL, ao longo de quatro fases consecutivas:
Fase Escolar engloba as provas nas escolas, fazendo intervir as Bibliotecas
Escolares, com o apoio das Bibliotecas Públicas Municipais;
Fase Municipal engloba as provas nos municípios, fazendo intervir as
Bibliotecas Públicas Municipais, com o apoio das Bibliotecas Escolares;
Fase Intermunicipal engloba as provas no território das Comunidades
Intermunicipais (CIM) / Áreas Metropolitanas de Lisboa (AML) e do Porto
(AMP), Regiões Autónomas dos Açores (RAA) e da Madeira (RAM), fazendo
intervir as Bibliotecas Públicas Municipais, com o apoio das Bibliotecas
Escolares;
Fase Nacional conta com a participação de todos os parceiros e é
constituída por uma prova que apurará cinco finalistas em cada nível de
ensino, os quais serão, na cerimónia final, ordenados em função da avaliação
de um júri nacional, a constituir para o efeito.
Como em edições anteriores, o PNL2027, com o propósito de dar a esta
celebração da leitura e da escrita um caráter mais universal e significativo,
articula-se com a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), com a Direção-Geral do
Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), com o Camões – Instituto da
Cooperação e da Língua (Camões, IP), com a Direção-Geral de Administração
Escolar/Direção de Serviços de Ensino e das Escolas Portuguesas no
Estrangeiro (DGAE/DSEEPE) e com a Rádio Televisão Portuguesa (RTP),
responsável pela cobertura televisiva do evento.

A participação no concurso está aberta às escolas do Continente e das
Regiões Autónomas dos Açores (RAA) e da Madeira (RAM), das redes pública e
privada que a ele aderirem, através da inscrição de alunos de todos os ciclos
de ensino 1.º ciclo / 2.º ciclo / 3.º ciclo / ensino secundário. Está igualmente
aberta aos alunos das Escolas Portuguesas no Estrangeiro (EPE) da área de
influência da Direção-Geral de Administração Escolar/Direção de Serviços de
Ensino e das Escolas Portuguesas no Estrangeiro (DGAE/DSEEPE) e aos
alunos da rede de Ensino Português no Estrangeiro (EPE) do Camões –
Instituto da Cooperação e da Língua (Camões, IP).
O PNL2027 disponibiliza recomendações de livros, no portal do PNL, para todos
os níveis de ensino, que poderão ser utilizadas como referência em todos os
momentos do CNL.

I. OBJETIVO
O objetivo central do Concurso Nacional de Leitura é estimular o gosto e os
hábitos de leitura e melhorar a compreensão leitora.
II. DESTINATÁRIOS
Alunos dos 1.º,2.º, 3.º ciclos do ensino básico e alunos do ensino secundário.
III. CONDIÇÕES GERAIS DE PARTICIPAÇÃO E FASEAMENTO
INSCRIÇÃO NO CNL:
A partir de 4 até 19 de outubro de 2018, as escolas preenchem o Formulário de
Inscrição no CNL 2018/2019, disponibilizado no SIPNL:
http://www.sipnl.planonacionaldeleitura.gov.pt/login.jsp .
A 26 de outubro de 2018, o PNL2027 publica no seu Portal a lista das escolas
inscritas.

FASE ESCOLAR

Esta fase, que decorre entre 26 de outubro e 21 de dezembro de 2018, é
organizada por cada uma das escolas do Continente, da Região Autónoma dos
Açores (RAA), da Região Autónoma da Madeira (RAM) e das Escolas de Ensino
Português no Estrangeiro da área de influência do Camões – Instituto da

Cooperação e da Língua (Camões, IP) e as Escolas Portuguesas no Estrangeiro
da Direção-Geral de Administração Escolar/Direção de Serviços de Ensino e das
Escolas Portuguesas no Estrangeiro (DGAE/DSEEPE) que aderirem a esta
iniciativa.
As escolas do Continente, em articulação com os Coordenadores
Interconcelhios das Bibliotecas Escolares (CIBE) e a Biblioteca Municipal (BM),
designam um júri constituído por um elemento da escola, um elemento da
Biblioteca Municipal e outro da comunidade local, a quem cabe selecionar as
obras a concurso e apurar os vencedores de cada agrupamento/escola não
agrupada (2 alunos em cada nível de ensino: 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico
e ensino secundário), não havendo lugar a suplentes.
As escolas das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira articulam com as
respetivas Bibliotecas Municipais.

Os professores da rede de Ensino Português no Estrangeiro (EPE) do Camões,
IP e as Escolas Portuguesas no Estrangeiro (EPE) da área de influência da
DGAE/DSEEPE dinamizam esta fase na sala de aula.
Na rede de ensino básico e secundário do Camões, IP, o júri é constituído por
um professor da rede EPE e um convidado de reconhecido mérito local (da
comunidade local), a quem cabe selecionar as obras a concurso, a partir das
sugestões das listagens do PNL, e apurar os vencedores (2 alunos em cada nível
de ensino: 3.º ciclo do ensino básico e ensino secundário), não havendo lugar a
suplentes.
Na rede de Escolas Portuguesas no Estrangeiro, o júri é constituído por um
professor a designar por cada nível de ensino, pelo coordenador da Biblioteca
Escolar ou seu representante e um convidado de reconhecido mérito local (da
comunidade local), a quem cabe selecionar as obras a concurso, a partir das
sugestões das listagens do PNL, e apurar os vencedores (2 alunos em cada nível
de ensino: 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e ensino secundário), não havendo
lugar a suplentes.
As provas são realizadas de modo descentralizado e com inteira autonomia,
podendo apresentar modelos e estruturas diferentes entre si.
Até 3 de janeiro de 2019, o responsável pelo PNL em cada escola regista no
Sistema de Informação do Plano Nacional de Leitura (SIPNL) as obras lidas e

os alunos apurados para o momento seguinte, cujos nomes são publicamente
divulgados pelo PNL no seu portal, até 10 de janeiro de 2019.
FASE MUNICIPAL
A 2.ª fase decorre entre 11 de janeiro e 25 de fevereiro de 2019.
Nesta fase municipal participam as escolas do Ensino Público e do Ensino
Particular e Cooperativo (EEPC) do Continente, da Região Autónoma dos
Açores e da Região Autónoma da Madeira, e é dirigida aos vencedores da fase
anterior.
A organização cabe a cada Biblioteca Municipal, em articulação com as
escolas e os CIBE, que nomeia um júri a quem cabe selecionar as obras a
concurso e apurar os vencedores em cada nível de ensino (1.º, 2.º e 3.º ciclos do
ensino básico e ensino secundário) para competirem no momento seguinte,
não havendo lugar a suplentes.
No caso do EEPC, de acordo com o Decreto-Lei n.º 152, de 4 de novembro de
2013, que aprova o Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo de nível não
superior, as escolas participantes devem contactar os responsáveis das
Bibliotecas Municipais onde se localizam, para articularem com as decisões
do júri nomeado para o efeito.
O número de vencedores é definido da seguinte forma:
– Bibliotecas de municípios que integrem Comunidades
Intermunicipais/Áreas Metropolitanas até 10 municípios podem selecionar 4
vencedores em cada nível de ensino (1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e
ensino secundário), num máximo de 16.
– Bibliotecas de municípios que integrem Comunidades Intermunicipais/
Áreas Metropolitanas/ Regiões Autónomas com mais de 11 municípios podem
selecionar 3 vencedores em cada nível de ensino (1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino
básico e ensino secundário), num máximo de 12.
O júri desta fase, referido nos parágrafos anteriores, deve ser constituído por 3
elementos: um representante da Biblioteca Municipal, um representante das
Bibliotecas Escolares do concelho e um convidado de reconhecido mérito
cultural.
Na rede de ensino básico e secundário do Camões, IP, o júri é constituído pelo
Coordenador de Ensino, um professor da rede EPE e um convidado de
5
reconhecido mérito local (da comunidade local); nas Escolas Portuguesas no
Estrangeiro da Direção-
– Geral de Administração Escolar/Direção de Serviços de Ensino e das Escolas
Portuguesas no Estrangeiro (DGAE/DSEEPE), o júri é o mesmo da fase
anterior. As provas nestas escolas realizam-se na Biblioteca Escolar e/ou em
local a designar pelas entidades envolvidas.
As provas da 2.ª fase são elaboradas de modo descentralizado e com inteira
autonomia, podendo apresentar modelos e estruturas diferentes entre si.
Até 25 de fevereiro, as Bibliotecas Municipais registam no SIPNL a lista das
obras que foram lidas e dos alunos apurados para o momento seguinte, cujos
nomes são publicamente divulgados pelo PNL no portal, até dia 6 de março de
2019.
FASE INTERMUNICIPAL
Esta fase decorre entre 7 de março e 30 de abril.
Este momento congrega os vencedores de cada município para a realização
de provas a nível intermunicipal ou das Áreas Metropolitanas.
Cabe à Biblioteca Municipal responsável pela organização desta fase nomear
um júri que seleciona as obras a concurso, elabora as provas e apura os
vencedores em cada nível de ensino (1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e
ensino secundário) para competirem no momento seguinte, não havendo
lugar a suplentes.
As provas para a seleção dos vencedores permitem apurar 2 alunos por
CIM/AM em cada nível de ensino para competirem na Final Nacional.
O júri deve ser presidido por um convidado de reconhecido mérito cultural e
será composto por um número ímpar de representantes dos diversos
parceiros a nível nacional e /ou regional.
A Biblioteca Municipal, responsável pela organização desta fase, regista até
dia 3 de maio de 2019, no SIPNL, a lista das obras que foram lidas e dos
alunos apurados para o momento seguinte, a qual é publicada nas
plataformas de todos os parceiros, até ao dia 9 de maio de 2019.
FINAL NACIONAL
A final nacional do CNL tem dois momentos:
6
– uma prova escrita de pré-seleção, no dia 13 de maio de 2019, na Biblioteca
Escolar ou em local a designar pelas entidades envolvidas;
– uma prova pública final de palco, no dia 25 de maio de 2019, em Braga.
Para a prova escrita de pré-seleção, deve ser em considerado o seguinte:
– a prova é realizada, à distância, no dia 13 de maio de 2019:
. às 10h30m para os alunos do 1.º e 2.º ciclos;
. às 14h30m para os alunos apurados do 3.º ciclo e do ensino secundário;
– a prova é constituída por um texto para ser lido e comentado por escrito;
– é disponibilizado um endereço eletrónico pelo PNL, enviado ao professor
responsável pelo PNL (conforme Formulário de Inscrição), no dia agendado
para a referida prova;
– a prova é realizada em 60 minutos, a contar da hora de receção do endereço
eletrónico, devidamente registada no sistema;
– a supervisão da aplicação da prova está a cargo do(s) professor(es)
bibliotecário(s).
O júri da prova escrita de pré-seleção, designado pelo PNL, tem a
responsabilidade da elaboração das provas e da avaliação, cabendo-lhe
apurar, a nível nacional e internacional, 5 concorrentes vencedores por cada
nível de ensino.
Os 20 vencedores desta prova de pré-seleção, que realizam a prova pública de
palco, são anunciados no dia da final, após o apuramento da pontuação
obtida nas 2 provas e a sua hierarquização.
Para que a prova decorra com tranquilidade e equidade, é indispensável o
envolvimento das escolas, seguramente garantido pelas respetivas Direções.
O desfecho desta fase nacional, no dia 25 de maio de 2019, consiste na
realização de uma prova pública de palco.
O júri desta fase avalia as prestações dos concorrentes finalistas e delibera
sobre a sua hierarquização 1.º, 2.º e 3.º prémios + 2 Menções Honrosas, por
nível de escolaridade. Deve ser constituído por 5 elementos: um
representante da DGLAB, um representante da RBE, um representante da
DGAE, um representante do Camões, Instituto da Cooperação e da Língua ou
7
Camões, IP e um convidado de reconhecido mérito cultural, em
representação da Comissária Nacional do Plano Nacional de Leitura 2027.
Serão disponibilizadas orientações sobre esta prova de palco até ao final de
janeiro de 2019.
IV. PRÉMIOS
• Os prémios a atribuir aos vencedores das primeiras três fases (nível
escolar/ municipal/ intermunicipal) são da responsabilidade dos
organizadores.
• Na final, os 3 primeiros classificados em cada um dos níveis de ensino (1.º,
2.º e 3.º ciclos do ensino básico e ensino secundário) e as 2 Menções
Honrosas serão os grandes vencedores do CNL.
• Os prémios a atribuir na final são da responsabilidade do PNL 2027 e têm o
apoio de patrocinadores.
• Todos os participantes na Final Nacional recebem certificados de
participação.
• Serão sorteados prémios para os participantes presentes na final, não
vencedores.
V. CLÁUSULAS ESPECÍFICAS
1. Os candidatos devem registar-se no SIPNL. Caso seja a primeira vez que
utilizam o SIPNL, será necessário solicitarem o registo e o pedido de acesso ao
PNL, através da página web do PNL2027.
2. Os candidatos menores de 16 anos podem participar mediante o
preenchimento da declaração dos encarregados de educação, disponível na
seguinte hiperligação no SIPNL. Esta deve ser entregue na escola de origem.
3. A participação, como membros dos júris, de familiares diretos dos
concorrentes não é permitida.
4. O professor responsável pelo CNL nas escolas deve-se manter ao longo de
todo o concurso.
5. O PNL2027 disponibilizará apoio financeiro às escolas, após a realização
da fase final, como compensação pela sua participação.
8
6. O júri reserva-se o direito de: intervir em quaisquer questões relativas ao
número, conteúdo, forma e correção das provas; decidir sobre a supressão,
modificação, manutenção de tais provas e/ou sobre matérias omissas neste
Regulamento.
7. As Escolas de Ensino Português no Estrangeiro da área de influência do
Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (Camões, IP) e as Escolas
Portuguesas no Estrangeiro da Direção-Geral de Administração
Escolar/Direção de Serviços de Ensino e das Escolas Portuguesas no
Estrangeiro (DGAE/DSEEPE) não aplicam a Fase Intermunicipal do CNL.
8. As Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira realizam a Fase
Intermunicipal do CNL com algumas adaptações, acordadas entre o PNL e os
responsáveis locais, da Direção de Serviços Pedagógicos.

 

BECRE AEVH-Alunos do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte de Mação vão participar nos concursos “Autores Digitais” e “Concurso Nacional de Leitura”

Com o apoio da direção, corpo docente e biblioteca escolar, os alunos do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte de Mação vão participar nos concursos “Autores Digitais” e Concurso Nacional de Leitura, tendo como objetivo central estimular o gosto e os hábitos de leitura e compreensão.

A equipa da biblioteca escolar,

António Bento

3 – Metodologia
3.1 – Formato dos trabalhos
Todos os trabalhos devem ser realizados usando a aplicação web storyjumper disponível
em https://www.storyjumper.com (1)

3.2 – Como concorrer
Inscrição no concurso – o professor interessado em concorrer com as suas turmas ou
grupos de alunos deverá inscrever-se através de um formulário disponibilizado pelo CCTIC
da ESE.
Envio do link dos trabalhos e identificação dos seus autores – este registo será feito após a
conclusão dos trabalhos, em formulário disponibilizado pelo CCTIC da ESE. 1/2
3.3 – Tipo de trabalhos
O professor poderá concorrer com a sua turma ou grupo de alunos nas seguintes
modalidades:
Uma ou várias histórias escritas em colaboração, pelo grupo turma.
Várias histórias escritas em colaboração, por grupos de alunos da turma.
Várias histórias escritas individualmente pelos alunos.
Em todas estas modalidades é desejável o envolvimento dos encarregados de educação,
acompanhando, em casa, o trabalho realizado pelos seus educandos.
4 – Cronograma
Fase 1 – Divulgação, abertura do concurso e inscrição dos professores
(outubro/novembro).
Fase 2 – Ação de formação destinada:
a) aos professores bibliotecários dinamizadores do concurso nas escolas envolvidas (1ª
prioridade);
b) a outros professores inscritos (2ª prioridade, sujeita a confirmação).
A frequência desta ação de formação é facultativa.

Fase 3 – Envio do link dos trabalhos e identificação dos seus autores.
Fase 4 – Divulgação de todos os trabalhos na página do CCTIC e votação pública dos
“melhores”, através de atribuição de estrelas.
Fase 5 – Apreciação pelo júri dos trabalhos concorrentes.
Fase 6 – Divulgação dos trabalhos premiados e entrega dos prémios.
5 – Júri do concurso
O júri multidisciplinar será constituído por membros do CCTIC e professores da ESE de
Santarém, bem como por representantes dos parceiros.
O júri terá em consideração a votação do público, mas esta não será determinante na sua
apreciação.
6 – Prémios
Serão atribuídos prémios individuais e de escola aos melhores trabalhos dos alunos de
cada ciclo.
(1) Em edições posteriores do concurso, esta aplicação web poderá ser substituída por
outra que se considere mais adequada.

 

 

O concurso “Autores Digitais” é promovido pelo CCTIC da ESE de Santarém. Destina-se
aos alunos do 1º e 2º ciclos do Ensino Básico e seus professores, em articulação com as
respetivas bibliotecas escolares e as famílias dos alunos participantes.
Todas as histórias devem abordar temas de educação para a cidadania.
“A educação para a cidadania visa contribuir para a formação de pessoas
responsáveis, autónomas, solidárias, que conhecem e exercem os seus direitos e
deveres em diálogo e no respeito pelos outros, com espírito democrático,
pluralista, crítico e criativo, tendo como referência os valores dos direitos
humanos.”
Fonte: http://www.dge.mec.pt/educacao-para-cidadania
São admitidas a concurso todas as histórias que se integrem em qualquer das
áreas temáticas de educação para a cidadania. Sugere-se a consulta da
documentação disponibilizada pela Direção-Geral da Educação
em http://www.dge.mec.pt/areas-tematicas
Caberá a cada professor articular o tema escolhido com o Projeto Educativo da
sua Escola/Agrupamento.

 

Final de Ano

Festa de despedida

Há tradições que já não são o que eram, outras continuam a sê-lo, outras ainda são reinventadas e acrescentadas.

A turma B do 8º ano conseguiu fazer um três em um – não foi só o nosso Ronaldo 😉 : lição 100 (há muito tida, mas recuperada pela comemoração), festa de aniversário de uma aluna e comemoração da última aula com festa de despedida feliz, pois não se trata de um “Adeus”, mas de um “até para o ano”!

Votos de excelentes prestações para os alunos que realizarão exames e de boas férias a todos os alunos!

Até breve, caros alunos!

 

Professora Anabela Ferreira

Texto de opinião

 

A sociedade do “eu”

A sociedade atual tem vindo a ser cada vez mais fustigada com atitudes que revelam que o ser humano está cada vez mais egoísta.
O poder e a riqueza influenciam o comportamento e a atitude de muitas pessoas. O “eu” está cada vez mais presente em detrimento do “nós”. E, infelizmente este pensamento egoísta tem vindo a aumentar especialmente nas pessoas que possuem mais poder, basta ligar a televisão ou outro meio que transmita informação para perceber que a corrupção é uma palavra com que a sociedade tem que lidar atualmente.
Parece que o ser humano tem no seu ADN a informação que quanto mais tem, mais quer e este pensamento que tem, cada vez mais, cava um fosso entre os ricos e os pobres e se não se fizer nada em relação a isso esse fosso pode nunca ser fechado.
Felizmente, para a sociedade, atitudes altruísta ainda existem (ações de solidariedade, voluntariado, etc.) porém estas atitudes por vezes são manchadas por quem se aproveita delas para retirar algum benefício para si, como é o caso de algumas fundações que se aproveitam da solidariedade de uns e da necessidade dos outros para tirarem benefícios para seu próprio proveito.
Em suma, toda a sociedade devia repensar as suas atitudes e pensar mais no “nós” do que no “eu”, pois só assim poderá existir um mundo com mais igualdade.

Sara Bento, 10ºA

Comentário literário

OLYMPUS DIGITAL CAMERA
OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Conto “Natal” de Miguel Torga
Na minha opinião, considero este texto bastante importante, pois passa uma mensagem muito significativa sobre o Natal e a vida das pessoas que não têm família ou dinheiro ou por vezes ambas as coisas, como neste caso.
Considerei, ao início, que este texto fosse um pouco monótono e igual a tantos outros já vistos, pois este tema –O Natal – é um tema bastante comum, mas enganei-me, pois até a linguagem do texto, para mim, a considerei acessível a pessoas de várias faixas etárias. O desfecho do texto foi também muito interessante, especialmente porque não estava à espera que acabasse deste modo.
Posso concluir que este texto transmite algumas coisas importantes e uma delas é prestar mais atenção às pessoas, pois, por vezes, sentem-se sozinhas e sem ninguém e deveríamos sempre ajudá-las e fazer o nosso melhor para que se sentissem bem. Em geral, penso que toda a gente deveria ler este conto, pois ensina-nos a olhar com outros olhos para estas pessoas sem família ou com muitas dificuldades.

Mariana Mendes, 8ºB

Opinião

Corpo Ideal em 8 Semanas, Pedro de Medeiros – Livro – WOOK
Wook
Corpo Ideal em 8 Semanas

 

Os errados padrões de beleza

 

Desde os nossos antepassados que as mulheres ideais têm de corresponder a um certo padrão, quer psicológica (generosas, carinhosas), quer fisicamente (pele branca, beleza suprema), mas a pergunta é: o quão certo isto está?

Hoje em dia, em pleno século XXI, a situação é ainda mais grave, uma vez que infelizmente a parte interior não conta, não interessa se és generosa, entre muitas outras qualidades, se não fores perfeita exteriormente, isso não te serve para nada. Podes ser a melhor pessoa do mundo, a que tem o coração mais bondoso, mas se o teu corpo e cara não corresponder a certos e determinados padrões, então tu, a melhor pessoa do mundo, passas a ser insignificante e desinteressante. Na minha opinião, este tipo de pensamento e forma de ver as mulheres está bastante errado, no entanto está bastante presente na nossa sociedade, na nossa geração, e nas relações de hoje em dia, mas, pensem comigo, do que vale ter a menina perfeita aos olhos de todos, se o seu interior não é suficientemente interessante?

Diariamente, nós, mulheres, somos bombardeadas com múltiplas imagens de figuras magras, esbeltas, altas e, mesmo que não queiramos, nasce dentro de nós uma vontade de ser como elas, de ter aquela cara, aqueles olhos, mas principalmente aquele corpo e é a partir daí que começam todos os problemas vividos por algumas das adolescentes. Passamos, então, a entrar no âmbito das doenças psicológicas e que afetam o corpo, dois grandes exemplos são a bulimia e a anorexia, ambas ligadas à vontade de ser magra e de corresponder aos padrões definidos pela sociedade. Na minha opinião, os modelos de beleza apenas vêm prejudicar a autoestima, o que está bastante errado.

Em suma, todas as mulheres são lindas à sua maneira, independentemente dos padrões impostos pela sociedade e o importante é sentirem-se bem consigo próprias e serem felizes.

 

Beatriz Santana, 11ºA