CLUBE DE FRANCÊS – O REINÍCIO DAS ATIVIDADES

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À semelhança dos anos letivos anteriores, o Clube de Francês festejou novamente a quadra festiva La Toussaint (Dia de todos os Santos), também ela comemorada em Portugal no dia 1 de novembro, marcando, assim, o início de mais um ano recheado de atividades.

Desta feita, no final da semana que antecedeu esta festividade, esteve patente a toda a comunidade escolar, no átrio do Pavilhão B, uma exposição de trabalhos elaborados pelos alunos, em homenagem aos Santos e a outras pessoas que, através do seu testemunho de vida, se tornaram um exemplo de altruísmo, humanidade e santidade. Foram igualmente expostos diversos provérbios franceses alusivos à época. Esta foi uma atividade que muito entusiasmou todos os discentes participantes, tendo os mesmos pesquisado informações sobre Santos de nacionalidade francesa, padroeiros da sua localidade ou, ainda, sobre aqueles cujo nome era igual ao seu. Feitas as pesquisas, foi relembrado, descoberto e aplicado vocabulário e estruturas linguísticas para a elaboração, em francês, dos textos alusivos a cada Santo.

As turmas do 9º ano debruçaram-se ainda sobre as diferenças entre La Toussaint e outras tradições que ocorrem em datas muito próximas – Hallowen e La Fête des Morts – que, não sendo de origem francesa, são igualmente comemoradas em França e um pouco por toda a Europa, tendo os alunos de espanhol se juntado a nós, expondo trabalhos alusivos ao “Dia de los Muertos”.

Também a turma do 12ºB, no âmbito da disciplina Comunicar em Francês, redigiu em francês algumas receitas dos deliciosos bolinhos e broas que, em Portugal, se confecionam tradicionalmente, por esta altura.

No dia 1 de novembro, como já vem sendo tradição, o Clube de Francês marcou novamente presença na Feira dos Santos de Mação, tendo sido vendidos diversos produtos regionais fornecidos pelos seus Encarregados de Educação, cuja receita angariada contribuirá para a realização de mais uma viagem a França no próximo ano letivo. Foi um dia bastante divertido que proporcionou o contacto direto com a comunidade local e um convívio mais próximo entre alunos e professoras.

A comemoração de La Toussaint não teria o mesmo sabor sem os deliciosos crepes tão apreciados por todos. Deste modo, no dia 3 de novembro, toda a comunidade escolar se deliciou com esta iguaria confecionada na escola pelos alunos e professoras do Clube de Francês.

Ao longo do ano letivo, muitas outras atividades irão ser dinamizadas, no sentido de promover o gosto pela língua e cultura francesa, de forma lúdica e aprazível!

Participa e diverte-te!

À bientôt!

Clube de Francês – Profª Clara Neves

Divulgação – Exposição ”A TERCEIRA IMAGEM. A FOTOGRAFIA ESTEREOSCÓPICA EM PORTUGAL E O DESEJO DO 3D’

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Na Torre do Tombo estará  patente, até ao próximo dia 16 de Janeiro de 2016 a Exposição ”A TERCEIRA IMAGEM. A FOTOGRAFIA ESTEREOSCÓPICA EM PORTUGAL E O DESEJO DO 3D’.

A entrada é livre para visitantes individuais ou em grupo.

Para grupos em visita de estudo este é o formulário de marcação de visitas.

http://dglab.gov.pt/servicos/visita-a-tt/

TEXTO DE DIVULGAÇÂO

Sabia que:

  • A visão humana normal é em 3D?
  • Estereoscopia’ é o nome científico da visão tridimensional?
  • A imagem com aspeto tridimensional que a estereoscopia oferece não coincide com nenhuma das duas imagens recebidas pelos olhos, uma vez que é uma sua síntese, ou seja, uma Terceira Imagem.
  • As imagens 3D são tão antigas como a fotografia e que foram extremamente populares ainda antes do cinema ser inventado?
  • A sua primeira aplicação à fotografia teve lugar em 1850 como uma solução para adequar as imagens ao funcionamento da visão humana.
  • Apesar de estas imagens serem muito antigas, os seus efeitos são ainda surpreendentes: os objetos ganham volume, o espaço ganha profundidade e temos a sensação de poder tocar no que vemos.

Esta exposição partiu de um estudo das coleções e dos fundos de museus e arquivos públicos nacionais efetuado pelo projeto de investigação Stereo Visual Culture do Centro de Investigação CICANT da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.

Em parceria com o m|i|mo, Museu da Imagem em Movimento, com o Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico e com o Museu de Lisboa, pretende-se  mostrar a fotografia estereoscópica em Portugal, nomeadamente o modo como produziu um novo olhar sobre temas, géneros e composições fotográficas.

Informação partilhada pelo professor António Bento

10 de junho- dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

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Os alunos do 5.º e 6.º Anos participaram na exposição alusiva ao 10 de junho e fizeram diversos trabalhos sobre Luís Vaz de Camões, grande génio da Pátria, representando Portugal na sua dimensão mais resplandecente e mais sublime.

O feriado em sua honra celebra-se a 10 de junho, data provável do falecimento daquele que é considerado o maior poeta de Língua Portuguesa e dos maiores da Humanidade, autor de “Os Lusíadas“.

O 10 de junho nasceu com a República quando Lisboa escolheu para feriado municipal o 10 de junho, em honra de Camões.

Camões representava o génio da pátria, representava Portugal na sua dimensão mais esplendorosa e mais genial e era este o significado que os Republicanos atribuíam ao 10 de junho.

O 10 de junho, dia de Camões, começou por ser festejado a nível nacional com o Estado Novo, um regime instituído em Portugal em 1933, sob a direção de António de Oliveira Salazar.

O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas é pois um tributo à data do falecimento de Luís Vaz de Camões em 1580, utilizada para relembrar os feitos passados do povo lusitano e também os milhões de Portugueses que vivem fora do seu país natal.

Durante o regime autoritário do Estado Novo (1933) até à Revolução dos Cravos (1974) o dia 10 de junho era celebrado como o “Dia da Raça” (a raça portuguesa).

O Dia de Portugal é também o dia em que se tenta “dignificar, através da atribuição de determinados títulos e medalhas, portugueses que se tenham distinguido em determinadas áreas, sem distinção da opção ideológica ou da opção religiosa”.

Texto escrito por: Lígia Silva (professora de H.G.P.)

Fotografias de: Lígia Silva

“Centenário da 1ª Guerra Mundial: a presença portuguesa e os heróis de Mação”

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“Centenário da 1ª Guerra Mundial: a presença portuguesa e os heróis de Mação” foi o tema escolhido para a exposição que esteve patente na Escola sede do nosso Agrupamento entre os dias 1 e oito de Junho. A mesma contou com trabalhos elaborados pelos alunos das turmas A e B do nono ano, no âmbito da disciplina de História, ao longo do ano letivo.

A exposição contou com cartazes; trabalhos práticos e de pesquisa; reprodução de monumentos de evocação aos mortos na Guerra do Concelho de Mação; testemunhos de soldados portugueses (nomeadamente do avô da professora Graça Bento); recolha de pensamentos e reflexões sobre a Guerra, ao longo dos tempos, da autoria de diferentes personalidades de diversos setores (desde a literatura, a política, as artes, a economia…), bem como da recolha de cem testemunhos (fotos, recortes de jornal, pinturas, poemas, discursos, comunicados…) sobre a presença portuguesa na guerra, desde a preparação do CEP em Tancos e da partida dos portugueses, passando pelas duas frentes da guerra (África e França) até ao retorno dos portugueses.

Foi ainda dado destaque às homenagens feitas aos soldados portugueses (aqui destacou-se a réplica do monumento aos sete soldados maçaenses que morreram na guerra), ao papel desempenhado pelas mulheres portuguesas durante a guerra em Portugal e em França, não esquecendo a visão artística e humorística da guerra.

Escolheram-se três cores: o preto da guerra, da dor, da escuridão; o branco da paz e da esperança e o vermelho do sangue derramado.

Pretendeu-se evocar o heroísmo, a coragem, as dificuldades, o sofrimento e o papel desempenhado pelos soldados portugueses neste grande conflito militar, dando uma visão transversal da guerra, de como era a sociedade portuguesa da altura e de como foi vivenciada e sentida pelos diferentes setores e intervenientes.

Pretendeu-se igualmente desenvolver várias competências nos alunos, operacionalizando uma “História viva”, que se faz, se constrói e se atualiza através do trabalho e da identificação dos alunos com as temáticas que exploram.

Profª  Ermelinda Martins

MUSEO DEL PRADO EN MAÇÃO

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Las profesoras de español han requerido a la Embajada de España algunas réplicas de las obras del Museodel Prado (situado en Madrid). Desde el 19 al 30 de mayo algunas réplicas de las obras más importantes del mundo estuvieron en nuestro Instituto.

El Museo del Prado es rico en cuadros de maestros europeos de los siglos XVI al XIX. Según el historiador del arte e hispanista estadounidense Jonathan Brown, «pocos se atreverían a poner en duda que es el museo más importante del mundo en pintura europea». Las réplicas que estuvieron presentes en nuestro Instituto son de pintores como Velázquez, el Greco, Goya , Tiziano, Rubens y El Bosco.

Debido a la importancia de este museo para la historia del arte a nivel mundial y puesto que muchos de nuestros alumnos y toda la comunidad educativa no han podido nunca visitar las obras verdaderas en España, el grupo de español las ha traído a nuestro instituto, divulgando así a toda la comunidad la grandiosidad y la importancia de estos pintores.

¡Si la montaña no va a Mahoma, Mahoma va a la montaña!

Texto: Alunos de Espanhol do 11º A

18 de maio – Dia Internacional dos Museus – Clube Europeu

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DO GESTO À ARTE

                Dia 19 de maio celebrou-se o Dia dos Museus e para tal, alguma forma teria de se pensar para comemorar esta data. Um dos princípios que temos de respeitar é que, em primeiro lugar, está aquilo que é nosso, que é da nossa região; como não poderia deixar de ser: o Museu de Mação foi a escolha eleita.

            De uma forma permanente, o museu tem à disposição a exposição “DO GESTO À ARTE” que procura demonstrar a importância do trabalho manual desde os tempos primitivos: o uso da mão como principal instrumento de “fazer arte”.

            Podemos orgulhar-nos de ter uma das regiões em que a arte rupestre predomina, na Ocreza, temos vários exemplos de algumas culturas que pisaram a nossa terra, que a exploraram naquilo que de melhor tem; desenvolveram-na e ainda deixaram marcas para que todas as gerações futuras sejam testemunhas do seu trabalho e da sua passagem pela nossa zona.

            O museu desempenha essa função: a de nos “entregar” a mensagem que os nossos antepassados nos quiseram deixar.

Beatriz Branco   11ºA

Escola Aberta

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Aproxima-se, a passos largos, a atividade mais marcante do nosso Agrupamento, a Escola Aberta.

Os três últimos dias deste segundo período serão, como já vem sendo hábito, por momentos de agradáveis aprendizagens, realizadas de forma diferente do habitual, de abertura a toda a comunidade e de são companheirismo entre todos os membros da nossa comunidade educativa. Serão dias em que todos poderão ver como se ensina e se aprende no Agrupamento de Escolas Verde Horizonte.

Preparem-se, os dias 18, 19 e 20 de Março estão a chegar…

E aqui fica o programa para os três dias.

Divirtam-se e não percam a oportunidade de participar em todas as atividades. E tragam a família!

Exposição “Por mares nunca antes navegados”

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“Por mares nunca antes navegados…”  foi o tema escolhido para a exposição que esteve patente na nossa escola, na segunda semana do segundo período, logo no início de Janeiro. A mesma contou com trabalhos práticos elaborados pelos alunos das três turmas do oitavo ano da nossa escola, no âmbito da disciplina de História.

 Os trabalhos abordaram a importância que a época dos descobrimentos e da expansão portuguesa tiveram, quer para o nosso país, quer para o mundo. De facto, os portugueses iniciaram corajosamente, logo no início do século XV (mais concretamente em 1415), um período de grandes viagens, descobertas e conquistas nos vários continentes, dando a conhecer lugares, povos, costumes, lendas, tradições, línguas, animais, plantas… até então desconhecidos, dando assim, a conhecer “novos mundos ao Mundo”.

Os alunos reproduziram alguns instrumentos de navegação e orientação astronómica (astrolábios, balestilhas, quadrantes e bússolas) utilizados pelos nossos navegadores; embarcações (barinéis, barcas, caravelas e naus) que rasgaram mares e oceanos, enfrentando perigos e medos; fortalezas e feitorias portuguesas; mapas e cartografia dos descobrimentos.

Apresentaram também a reprodução e a biografia dos corajosos navegadores portugueses, pois foram eles que “sonharam mudar o mundo”; pesquisas e livros sobre as especiarias e outros produtos trazidos pelos portugueses de África, da Ásia e da América; diários de bordo; padrões dos descobrimentos e poemas.

Estes trabalhos e reconstituições permitiram aos alunos que os elaboraram “viajar no tempo”, imaginando as dificuldades sentidas e os medos, mas também a aventura de partir para o desconhecido, valorizando um período áureo da nossa História e os feitos dos portugueses aventureiros que um dia sonharam ir mais além e espalharam a nossa língua e o nosso povo “pelos três cantos do mundo”. Permitiram também consciencializar-se que não há impossíveis e que com vontade, empenho, trabalho e espírito de sacrifício tudo se pode alcançar!

                                                                                       Profª Ermelinda Martins

Exposição “Da morte ao túmulo”

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Os alunos do Curso Vocacional do 3.º ciclo construíram maquetes de pirâmides e de sarcófagos após terem estudado a civilização egípcia na disciplina de História.

Esta civilização da Antiguidade oriental ocupava o norte de África, e estava concentrada ao longo do curso inferior do rio Nilo, no que é hoje o Egito.

O Antigo Egito foi uma das primeiras grandes civilizações da Antiguidade e manteve durante a sua existência uma continuidade nas suas formas políticas, artísticas, literárias e religiosas, explicável em parte devido aos condicionalismos geográficos, embora as influências culturais e contactos com o estrangeiro tenham sido também uma realidade.

A civilização egípcia aglutinou- se por volta de 3 150 a.C. com a unificação política do Alto e Baixo Egito, sob o primeiro faraó (Narmer), e desenvolveu- se ao longo dos três milénios seguintes.
O governo dos faraós terminou oficialmente em 31 a.C. quando o Egito caiu sob o domínio do Império Romano e se tornou uma província romana, após a derrota da rainha Cleópatra VII na Batalha de Áccio.

Os antigos egípcios eram construtores qualificados, usando ferramentas simples, mas eficazes e instrumentos de observação, podendo os arquitetos egípcios construir grandes estruturas de pedra com exatidão e precisão.
Estruturas importantes, como templos e túmulos, que se pretendia que durassem para sempre, foram construídos em pedra em vez de tijolos. Os mais antigos templos preservados do Antigo Egito, como os de Gizé, consistem em simples salões anexos com lajes suportadas por colunas.

As pirâmides eram formadas por blocos de pedra de três toneladas, sendo cortadas com cunhas de madeira e depois eram arrastadas para cima em rampas sobre trenós.
Os interiores das pirâmides foram construídos dispondo-se um tipo de labirinto onde era depositado o túmulo do faraó numa câmara secreta para evitar o roubo por saqueadores.

Um sarcófago é uma urna funerária, geralmente de pedra, colocada sobre o solo, embora alguns sarcófagos fossem enterrados. No Antigo Egito, se o morto fosse de classe alta, o corpo era geralmente mumificado e depositado nesse tipo de urna.

Os egípcios acreditavam que o morto necessitaria do seu corpo conservado para que seu “ka” (espírito) pudesse regressar e juntar-se a ele novamente, quando retornasse à vida. Dado que o “ka” exigia um suporte físico para continuar existindo, o sarcófago tinha a função de ajudar a preservar e proteger o corpo. Mesmo que o corpo se deteriorasse, o sarcófago teria de substituí-lo.

A mumificação é o nome do processo aprimorado pelos egípcios em que se retiram os principais órgãos, dificultando assim a sua decomposição. Geralmente, os corpos são colocados em sarcófagos de pedra e depois envoltos por faixas de algodão ou linho. Após o processo estar concluído são chamadas múmias. O processo de mumificação durava cerca de setenta dias.

A mumificação era um processo bastante complexo e demorado. O sacerdote (embalsamador) começava por retirar o cérebro do morto, com um gancho, por meio das narinas. Depois, fazia um corte no lado esquerdo do corpo, retirando os órgãos, que eram colocados em vasos próprios e guardados no túmulo, à exceção do coração, que, por ser necessário na outra vida, era recolocado no seu lugar.

Então, o corpo era coberto com natrão (cristais de sal) e deixado a secar durante setenta dias. Após esse processo, as cavidades eram cheias com linho e substâncias aromáticas, e enrolava-se o corpo com ligaduras. Os olhos eram cheios com linho ou pedras pintadas de branco.

Também os animais de estimação eram por vezes embalsamados e colocados em sepulturas próprias.

Texto e fotografias de: Lígia Silva (professora de História)