Desafio: Cartas de Náufragos

Harmony in Blue and Silver – James Abbott

 

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

 

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

Professora: Anabela Ferreira

 

Ilha Misteriosa, 19 de maio de 1998

Olá, querida amiga!

Venho com esta carta, contar-te o horrível acontecimento que tanto queres saber.

Eu lembro-me como se tivesse sido ontem, mas não, foi já há dois anos, em 1996. Estava eu com o Pirata Negro em busca do tesouro mais brilhante da Ilha Misteriosa, o tesouro estava dentro de um baú de madeira, tinha uma fechadura de bronze e vários desenhos na tampa, quando o encontrámos, estava debaixo de um coqueiro, estava coberto de areia e folhas caídas sobre a sua tampa.

Quando vi aquele brilhante tesouro, corri na sua direção para o tentar abrir, mas não consegui. Então pensei em levá-lo para casa, lá tinha tudo o que é preciso para abrir qualquer coisa. Para o levar para o navio, pedi ajuda ao Pirata Negro, pois o baú era mesmo muito pesado.

Quando estávamos de regresso a casa já com o baú, no navio, começou a chover intensamente, o que deu origem a uma horrível tempestade, mas até aqui nada tinha acontecido. Até que fomos em direção a uma enorme rocha e o navio naufragou, eu fiquei sozinha naquele mar imenso, e não consegui encontrar o pirata, nem o tesouro, nem sei se o pirata sobreviveu. Mas com sorte consegui voltar a casa, porém até agora ainda não me esqueci desta enorme tragédia.

Beijinhos e um grande abraço.

A tua amiga.

Soraia Serrano, 7ºB

 

Desafio: Cartas de Náufragos

 

dias de Tempestade, Montague Dawson

 

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

 

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

Professora: Anabela Ferreira

 

 

Angola, 12 de julho de 1515

Amiga,

escrevo-te esta carta, pois vivi uma grande aventura.

Como sabes, faço parte de uma tripulação, andamos a viajar pelo mundo à procura de tesouros.

Estávamos a sair da India, com tesouros, principalmente especiarias, quando aconteceu. Encontrámos uma ilha. Parecia uma ilha desabitada.

Esta ilha era de facto desabitada, pois estava amaldiçoada. Só nos apercebemos disso quando estávamos a sair já com um grande tesouro, tínhamos levado ouro, prata, café, especiarias…

Quando quisemos sair da ilha, não conseguimos, pois estava fechada por um feitiço transparente.

Procurámos por toda a ilha pistas para sair dali. Mas a única coisa que havia era um enorme tesouro e alguma vegetação.

Então coloquei-me a pensar e cheguei à conclusão que devia ser um esconderijo, onde piratas escondiam os seus tesouros.

Tentei passar sem nenhum tesouro e consegui. Tinha descoberto o mistério. A única coisa que podíamos levar era umas pedras lindas, mas sem valor, e uns fios.

Já quase todos tínhamos passado, expeto o capitão, era muito ganancioso.

E, por isso, colocou ouro dentro de cocos. Conseguiu passar, mas depois apareceu um monstro, que nos atacou. Conseguimos fugir dele, mas todo o nosso tesouro desapareceu com o monstro. A única coisa que tinha ficado era os nossos colares, que eu tinha feito com as pedras e os fios.

Já em Angola, continuámos a nossa aventura, mas agora percebemos que os tesouros não eram o ouro, mas sim o que fazemos.

Até breve, uma amiga.

 

Inês Martins Delgado, 7ºB

Desafio: Cartas de Náufragos

A Grande Onda de Kanagawa de Katsushika Hokusai

 

 

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

 

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

Professora: Anabela Ferreira

Ilha das Caraíbas, 7 de junho de 1973

Olá, amiga!

Venho nesta carta falar sobre a minha viagem à ilha das Caraíbas, apesar de ter acontecido há 5 anos, em 1968, eu lembro-me perfeitamente daquele dia.

Tudo começou quando eu e o meu amigo pirata ouvimos uma notícia na rádio que informava que se encontrava um tesouro na ilha das Caraíbas. A partir daquele momento, nós partimos em busca do tesouro. Depois de tanto procurarmos, encontrámo-lo por baixo da areia, dentro de uma caverna escura e assustadora. Quando abrimos a caixa onde se encontrava o tesouro, ficámos maravilhados e nos nossos olhos via-se o reflexo da luz tão brilhante de todas aquelas peças preciosas: ouro, prata, colares, coroas… Nós decidimos levá-lo para casa, pois lá viamos com mais atenção tudo o que lá se encontrava, mas no caminho apareceu uma grande tempestade, o mar começou a agitar-se e a formar ondas enormes, parecia que cada onda nos engolia, foi horrível. Nós tentámos controlar o navio, mas fomos contra uma rocha e aí começámo-nos a afundar, mas eu consegui salvar-me. Infelizmente fui a única sobrevivente. Ainda hoje fico aterrorizada só de pensar no que aconteceu.

Beijos !

Uma amiga

Beatriz Pita, 7ºB

DESPORTO ESCOLAR DE FUTSAL – ESCALÃO INICIADO MASCULINO 2019-2020

 

Foi com muita alegria que os alunos da nossa Escola acolheram, este ano, a modalidade de Futsal. Não havendo um número significativo de alunos que respeitasse os critérios de inscrição, nomeadamente o número previsto, 18 alunos, do mesmo escalão e género, considerou-se a subida da maioria dos alunos, do escalão Infantil B para o escalão Iniciado. E foi nesse escalão, Iniciado, que, pequenos/grandes jogadores competiram. E só por isso, pelo entusiasmo e vontade de competir estão os nossos alunos de parabéns.

Apesar de toda a entrega e dedicação aos treinos e jogos, as competições formais ficaram-se pelos Encontros Locais, não tendo os nossos alunos alcançado resultados que lhes permitissem chegar aos Regionais. Conseguiram a classificação de 2º Lugar. As tabelas abaixo traduzem os resultados dos encontros da associação desportiva de escolas em competição, ADE1, da Lezíria e Médio Tejo (Escola Básica e Secundária de Mação, Escola Básica Nuno Álvares, Tomar e Escola Básica e Secundária Mestre Martins Correia, Golegã).

Note-se que, neste escalão, competiram ainda outras 12 escolas, distribuídas pelas ADE2, 3 e 4. Pelo que o apuramento aos Regionais – fase não concretizada este ano, motivada pela suspensão de aulas devido ao novo Coronavírus – teve em consideração as 15 escolas envolvidas nos encontros locais por ADE.

Colocar a foto em anexo

RESULTADOS DOS ENCONTROS DE FUTSAL ADE1

ENCONTROS COMPETITIVOS/

DATA

JOGO RESULTADO
1º – 11-12- 2019

(Organização da Básica Nuno Álvares – Tomar)

Básica Nuno Álvares – Tomar X Básica e Sec. Mação 4-1
Básica e Sec. Mação X Básica e Sec. Mestre Martins Correia – Golegã 10-0

(falta administrativa: nº alunos)

Básica Nuno Álvares – Tomar X Básica e Sec. Mestre Martins Correia – Golegã 10-0

(falta administrativa: nº alunos)

2º – 19-02-2020

(Organização da Escola Básica e Sec. de Mação)

Básica e Sec. Mação X Martins Correia – Golegã 3-1
Básica Nuno Álvares – Tomar vs Básica e Sec. Mestre Martins Correia – Golegã 5-0
Básica Nuno Álvares – Tomar X Básica e Sec. Mação 3-2
3º – 04-03-2020

(Organização da Básica e Sec. Mestre Martins Correia – Golegã)

Básica e Sec. Mação X Básica Nuno Álvares – Tomar 6-4
Básica Nuno Álvares – Tomar X Básica e Sec. Mestre Martins Correia – Golegã 4-4
Básica e Sec. Mestre Martins Correia – Golegã Básica X Básica e Sec. Mação 6-1

 

 

 

  Básica Nuno Álvares, Tomar Básica e Secundária de Mação Básica e Secundária Mestre Martins Correia, Golegã
JOGOS 6 6 6
VITÓRIAS 4 3 1
EMPATES 1 0 1
DERROTAS 1 3 4
GOLOS MARCADOS 30 26 11
GOLOS SOFRIDOS 13 18 33
PONTOS 15 12 9
CLASSIFICAÇÃO

 

Os resultados alcançados pelos nossos alunos refletem não o sucesso desejado, mas o possível. E porque sem esforço não se concretizam sonhos, é imprescindível continuar a acreditar que, com dedicação, empenho, motivação e vontade se chegará lá. Parabéns a todos os atletas e Juízes Árbitros!

A professora Cláudia Olhicas de Jesus

 

Desafio: Cartas de Náufragos

Rochefort’s Escapade de Édouard Manet

 

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

 

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

 

Professora: Anabela Ferreira

 

Caraíbas, 19 de maio de 2020

Olá, Gustavo,

há algum tempo eu fui de viagem para as Caraíbas de férias.

Mas pelo caminho houve um acidente, o barco colidiu com uma rocha e começou a entrar água por todo o barco. Eu consegui sobreviver, mas fiquei preso numa ilha por algumas semanas.

Durante todo esse tempo, eu encontrei um mapa, no mapa estava escrito que naquela ilha havia um tesouro escondido. Então eu comecei a procurar, mas como é óbvio não encontrei logo no primeiro dia. No segundo dia, eu construí um abrigo, e logo depois comecei a procurar. No mapa dizia que o tesouro estava dentro de uma gruta, eu andei, andei e nada. Eu fiquei triste, atirei o mapa para o chão, mas quando olhei para a frente vi uma gruta, agarrei no mapa e entrei na gruta. Eu vi um baú de madeira muito grande com uns ferros à volta e fui logo a correr em direção ao baú. Quando eu o abri  o quase fiquei cego, pois veio um brilho tão forte quanto o sol. Dentro do baú estavam muitas moedas de ouro, diamantes, esmeraldas e muitas outras preciosidades.

Com os melhores cumprimentos.

 

Um amigo.

 Tomás Martins, 7ºB

 

Diário De Inês Jesus Ferreira

 

23/05/2020

 

Querido diário,

Hoje era apenas um dia normal de quarentena, a mãe e o meu irmão a dormir, o meu pai a trabalhar, mas é nestes dias que me sinto “inútil”, ou seja, sem fazer nada, entediada.

A campainha tocou, fui lá ver e… era o Duarte, o meu vizinho a convidar-me para vir andar de bicicleta com ele, e eu, como não tinha nada para fazer nesta tarde, ou melhor, neste dia, decidi ir com ele.

Passados uns minutos a andar de bicicleta, comecei a pensar: “Bem, já que estamos todos em casa fechados, porque não dar aos meus vizinhos um bilhete para os motivar a continuar em casa?”. Então parei a bicicleta e fui para casa, demorei quase duas horas a fazer 30 bilhetes com a seguinte mensagem: “Obrigada por ficarem em casa! #StayAtHome”.

Lá por essas 20 horas, entreguei-os em cada caixa do correio. Passou uma semana e ninguém me tinha agradecido e obviamente estranhei!

Mas oiço, de novo, a campainha a tocar………….”A esta hora (9:30 a.m) quem será???” , quando abri a porta , reparei que eram as pessoas a quem eu tinha entregado o bilhete (mas, obviamente, todas distanciadas umas das outras). “Obrigada, Inês!”, naquela altura vieram-me as lágrimas aos olhos. Certamente, esta iniciativa será feita de novo, mas com outra mensagem!

 

Até amanhã, Diário!

Desafio: Cartas de Náufragos

The Miraculous Haul of Fishes
henry Ossawa Tanner

 

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

 

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

Professora: Anabela Ferreira

 

 

Mar, 2 de fevereiro de 2020

Olá, Letícia,

já tenho saudades, por aqui está tudo bem, por aí espero que também esteja.

Bem, eu estou a escrever esta carta para dizer que sofri um grande naufrágio, porque fui à procura de um tesouro que se localizava numa ilha chamada  “Ilha Azul”, bem mas isso não interessa, o que interessa é que foi por causa de um homem chamado Ambrósio que também andava à procura do tal tesouro. Eu, há uma semana atrás, fui falar com a minha prima, para combinar com ela quando iríamos, sim, porque ela vinha comigo. O Ambrósio ouviu a nossa conversa e foi atrás de nós quando chegou o dia de partir. Como o Ambrósio também queria o tesouro, começámos a combater, ele lançou uma bomba contra o meu navio e puff.

Mas o que interessa mesmo, mesmo, é que, apesar de ter naufragado, consegui o tesouro e, claro, o Ambrósio foi preso e é muito bem feito para ele, porque é “cusco”, intrometido, invejoso, muito malcriado, etc… Mas vou-te contar o que era o tesouro, era apenas um mapa para ir à procura de um tesouro…

 

Beijinhos, abraços.

 

Uma amiga

 

 

Miriam Neves, 7º B

Desafio: Cartas de Náufragos

John Peter Russell -Rough sea, Morestil

 

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

 

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

 

Professora: Anabela Ferreira

 

Do alto mar e terra, 19 de maio de 1870

Olá, grande amigo:

escrevo esta carta a informar que o barco naufragado transportava um tesouro com valor interminável. Este tesouro continha o que a minha tripulação juntou ao longo de uma vida de piratas.

No tesouro havia várias pérolas capturadas a um monstro quando o derrotámos na Costa Rica. O combate durou dias, mas compensou devido a ter-nos dado eternos diamantes com valor incalculável por só existirem dentro do monstro. Tinha também uma grande quantidade de ouro que conquistámos quando invadimos uma mina na África do Sul, depois de uma longa viagem onde apanhámos longas tempestades, mas onde as ultrapassámos. Lá fizemos grandes caminhos a pé com todas as nossas armas para invadir a mina, quando chegámos, foi fácil, porque a mina não tinha ninguém. Regressámos a cavalo com todo o ouro até ao barco.

Partimos no nosso barco em direção à Índia onde encontrámos outra tripulação e batalhámos, mas a minha tripulação saiu vencedora e conquistámos muitas especiarias, colares e anéis muito valiosos. Com todas estas nossas riquezas não achámos seguro levá-las no barco e enterrámo-las numa ilha longínqua, afastada de tudo.

Toda a minha tripulação desapareceu, até hoje não sei o que é feito dela. O mapa está no nosso barco naufragado e numa garrafa à deriva pelos oceanos. E todos os tesouros encontram-se onde os enterrei. Estarão à tua espera!

Boa sorte!

“Um Amigo L.P.”

Lucas Pita, 7º B

Desafio: Cartas de Náufragos

 

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

 

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

Professora: Anabela Ferreira

 

Alejandro Obregón, Naufragio

 

Mação, 19 de maio de 2020

Olá, Maria,

espero que estajas bem.

Hoje, queria-te contar uma das histórias mais marcantes da minha vida.

Estava eu no navio para o Brasil, pois ía de férias, mas o que ninguém estava à espera aconteceu. Em 9 de maio de 2020, um dos piores acontecimentos do mundo ocorreu, quase do tamanho do Titanic, um navio afundou-se, mas o pior ainda não contei, o “tesouro” estava na cave do navio, era um colar romano com esmeralda, prata e ouro. Era com isso que eu ía ficar rica, ter uma vida de luxo, mas não foi nada disso que veio a acontecer.

Uma baleia de dez metros foi contra o navio  e furou a parte traseira do mesmo. Naquele momento parecia que tinha começado a terceira guerra mundial, pessoas em pânico, mães com os bebés ao colo, e eu paralisada a pensar : “O TESOURO!!!”, fui a correr com uma velocidade inacreditável, agarrei no tesouro e fui para a casa de banho, tranquei-me, cobri os ouvidos, encolhida  ao pé da parede e respirei fundo .

Fiquei lá três dias e três noites, a ter esperança  que alguém me encontrasse. No dia 12 de maio de 2020, esse glorioso dia, encontraram-me, mais tarde contaram-me que eu tinha sido a única sobrevivente.

Desde aí nunca mais andei de navio.

 

Muito obrigada, por leres esta carta.

 

                                                                                                Uma amiga

 

Denisa Mendes, 7º B