Atividades da Biblioteca

Começam na próxima segunda-feira, dia 20, e termina na quinta-feira, dia 30, de novembro as nossas feiras do livro, nas bibliotecas escolares do agrupamento.

Apareçam para conhecer as últimas novidades de publicações nacionais e internacionais.

Como sempre os preços dos livros são óptimos.

 Esta atividade, como todas as outras, teve o apoio do senhor Diretor do Agrupamento e da sua direção.

 A equipa da biblioteca escolar,

António Bento

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Texto de opinião

O Homem do século XXI

Podemos dividir a clonagem em duas partes distintas, a clonagem terapêutica e a clonagem reprodutiva, sendo que a clonagem terapêutica se foca na manutenção e sobrevivência de um indivíduo, enquanto a clonagem reprodutiva se descreve na forma de criar um ser vivo, geneticamente idêntico a outro já existente.

A clonagem terapêutica tem permitido, ao longo de vários anos, a modificação de tecidos já existentes para que esse tecido tenha a capacidade de combater ou prevenir uma doença genética. É possível criar em laboratório alguns tecidos e/ou partes de órgãos para se permitir a sobrevivência de um indivíduo. Com a utilização de células estaminais ou células já especializadas pode produzir-se o tecido que se pretende e utilizá-lo para substituir o tecido afetado. Por exemplo, as pessoas que sofrem de Síndrome de Imunodeficiência Combinada (SCID): recentemente é possível utilizar a genética para modificar a sua medula óssea de modo a que esta consiga produzir os anticorpos para se defender dos muitos vírus e bactérias. Temos assim alguns dos benefícios da clonagem terapêutica.

Apesar das renitências quanto à clonagem terapêutica, a clonagem reprodutiva nunca foi impedida de avançar, o que abriu a caixa de Pandora para a diversidade genética do ser humano, permitindo aos ricos e poderosos a sua eventual clonagem para preservarem as suas fortunas ou os seus estatutos sociais. Também poderá dar a vírus e bactérias um possível avanço na luta pela sobrevivência. Ou seja, com a clonagem o sistema imunitário não mantém a sua evolução iniciada há muitos milhares de anos, decorrente da eterna batalha entre o sistema imunitário humano e a sobrevivência dos vírus e bactérias (coevolução).

Por estes motivos, consideramos a clonagem reprodutiva como a caixa de Pandora da humanidade e a clonagem terapêutica como a terceira revolução industrial (revolução tecnológica), sendo que o uso de cada uma deve ser debatido e decidido qual a que traz mais benefícios para a humanidade e qual deverá ser punida para não alterar a evolução natural do Homem.

 

Lucas Pita, Rafael Rodrigues e Rafael Pinto, 11º A-Ct

Texto de opinião

A Idade Média e o fascínio que exerce na atualidade

 

Atualmente, as pessoas têm um grande fascínio pela Idade Média.

A Idade Média foi um período de grandes mudanças. Como o próprio nome indica, foi o período de tempo entre a antiguidade e os tempos atuais.

Sim, houve grandes mudanças, mas na minha opinião, nada que pudesse causar assim tanto fascínio pela parte das pessoas na atualidade.

Eu penso que as maiores mudanças foram na língua, que teve uma enorme evolução, e continua a evoluir, e na cultura, que, não tanto como a língua, mas também evoluiu bastante.

Hoje em dia, em Portugal, fazem-se as chamadas feiras medievais, onde as pessoas se vestem a rigor, como nessa época, e se divertem como antigamente. Considero que é bom reviver o passado, e mostrar, principalmente aos mais novos, como era viver naquela época, sem tecnologia como a de hoje em dia, sem liberdade como a de hoje em dia.

Atualmente, nós, os adolescentes, temos demasiada liberdade, comparada à que os nossos avós deram aos nossos pais, ou até mesmo à que os nossos bisavós deram aos nossos avós, e mesmo assim continuamos a reclamar do que temos.

Eu julgo que consigo entender o gosto pela Idade Média, mas o fascínio não.

 

Maria João Matos, 10ºA

 

 

Património literário

Em pleno século XXI, em que nos encontramos, a presença dos clássicos nas leituras dos jovens tem vindo a perder espaço. Em substituição encontramos práticas de consumo cultural ligadas a suportes multimédia. A concentração e exigência que a leitura de uma obra integral exige não parecem convencer os mais novos.

Eu considero que a prática da leitura deve ser um hábito quotidiano nas nossas vidas. As obras de literatura clássica, sobretudo a portuguesa, têm escondida nas suas páginas uma vastidão de riquezas, essas que nos levam a sonhar e viajar sem sair do lugar. Obras como Os Maias, Os Lusíadas e o “Sermão de Santo António aos peixes”, conferem a Portugal um património vasto que se não for recebido e inserido nas vidas dos jovens poder-se-á perder.

Na minha opinião, os jovens preferem os telemóveis e computadores em vez de livros porque a leitura exige concentração e raciocínio para perceber a história, enquanto os suportes digitais fazem o trabalho visual que não obriga os mais novos a pensarem.

Concluindo, no meu ponto de vista, se os pais e a escola não estimularem desde cedo as crianças para a presença de clássicos da literatura e de obras literárias, todo o império dos livros vai acabar por se perder e viveremos num mundo de multimédia. Se gerirmos bem o nosso tempo livre, conseguimos, em simultâneo, ler e ter outros tipos de produtos culturais ou práticas multimédias.

 

Maria Margarida, 11ºA

 

Atividade da Biblioteca do Agrupamento

 

 

Classificação do peddy – paper

 

Na semana 23 a 25 de outubro, a Biblioteca Escolar dinamizou um peddy-paper. De seguida apresenta-se a classificação dos três primeiros classificados.

 

 

 

Tomás Pereira, turma B do 6º ano
Luís Delgado, turma B do 6º ano
Gabriel Almeida, turma C do 6ºano

A equipa da Biblioteca Escolar

António Bento

Atividade na Biblioteca do Agrupamento

Está patente na biblioteca escolar uma exposição,” Últimas Aquisições”, com o apoio do senhor diretor, José Almeida e da sua direção.

A equipa da biblioteca escolar,

António Bento

Projeto de divulgação de textos originais

O projeto ideal

Quando eu tinha por volta de treze anos, eu era subdelegado de turma e à nossa espera tinha o projeto que ainda ninguém sabia e ia ser divulgado em setembro.

Nesse próprio dia, eu estava muito feliz para conhecer esse tal projeto.

Quando chegou a hora, fomos lá. Quem nos falou nesse projeto foi o senhor diretor e disse umas palavras breves e rápidas:

– Bom dia, este projeto é para os alunos do 8º ano e também para o delegado e subdelegado.

Eu fiquei muito feliz e depois dos outros irem embora o senhor diretor disse-nos:

– O projeto serve para vocês melhorarem a vossa cultura e é para no fim de semana irem a Lisboa,  à praia da Caparica, porque vai estar lá a escritora Sophia de Mello Breyner Andresen e para vos acompanhar terão a professora Anabela Ferreira.

No fim de semana, fomos para o autocarro e quando eu soube que a delegada estava doente fiquei preocupado e aflito, eu não podia ser o único aluno. Convidei o André Loureiro para ir comigo e ele aceitou.

Quando chegamos lá, ficamos espantados com a enorme vista, via um quilómetro de mar, areia limpa, sem vidros enterrados e estava lá ninguém a não serem nós e a escritora.

Depois falamos com a escritora, organizamos as nossas prioridades e ela mostrou gostar tanto de nós que foi comprar-nos um gelado.

Quando vínhamos para regressar, um ladrão abordou a escritora no seu carro. Eu e o André fomos a correr e depois o André atirou-se para cima do carro e o ladrão bateu com o carro contra o muro.

Finalmente, tudo acabou bem. E foi assim a minha aventura.

Mateus Vicente, 8ºB