Conversas com livros

“A Menina que Nunca Chorava”

 

Torey Hayden, passa a escrever livros com os seus breves episódios como educadora de ensino especial. Torey escreve um novo volume dando continuação ao livro “ A Criança que Não Queria Falar”. Torey ao fim de muitos anos reencontra Sheila, com quem já trabalhara, com 13 anos de idade. As memórias de Sheila com esta professora, já eram poucas, mas à medida que o tempo passa, as suas memórias vão reavivando e Sheila mais Torey vão de novo dar asas às lutas e coragens, passando por novos desafios. Sheila volta de novo a ser maltratada é então que Torey fica à espera de novos desafios ao qual Sheila começa a ganhar vida e abrir a sua porta para o mundo da profissão, reconstruindo uma vida. Sheila vai à procura da sua mãe, mas esta não a encontra, o que fez com vivesse sem as pessoas que mais necessitava na sua vida repleta de tristeza.

Cindy Coluna – 12ºD

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Fado – Património da Humanidade

A Câmara Municipal de Lisboa apresentou em Junho de 2010 a Candidatura do Fado à Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade (UNESCO), programa que se consubstancia na implementação de um plano de salvaguarda integrada do património do Fado, tendo sido reconhecido património imaterial da humanidade em 27 de Novembro de 2011. “No Fado além da música, a voz e os instrumentos musicais, também viajam os poetas, as palavras, os versos e as rimas”, foi desta maneira que os apresentadores descreveram o Fado e mostraram porque é tão português, porque é tão nosso. E é por esta razão que enquanto identidade do ser-se português foi objecto de análise e reflexão por parte dos alunos da turma EFA.

Trabalho elaborado pelo aluno:

António Martins, nº3- Turma EFA

Conversas com livros

“A criança que Não Queria Falar”

Por breves e emocionadas palavras, Torey Hayden, educadora de ensino especial, relata-nos uma história verídica e comovente, de uma criança, com apenas seis anos, conhece um mundo onde foi severamente, maltratada, abusada por todos os que a rodeavam. Por início, Sheila, conhece uma linda e jovem professora que lhe ensina e lhe ajuda a crescer e lhe apoia a viver  uma nova vida repleta de lutas e coragens, é nesta história que Sheila dá os seus primeiros sorrisos e desabafos com esta ilustre autora. Sheila recebe vários desafios e lutas que a ajudam a viver de um modo diferente.

Cindy Coluna – 12º D

Conversas com Livros

No passado dia 24 de Março, iniciaram-se na Biblioteca Escolar as sessões da actividade Conversas com Livros” com os alunos do 11º D. A sessão foi bastante agradável, tendo sido partilhadas leituras e sentimentos de uma forma entusiástica e sempre com o espírito inquieto pelo desenrolar da história. Mas agora terá de se aguardar pela próxima sessão. E não te esqueças que ainda podes participar, basta leres e quereres partilhar!

Texto e imagem: Prof. Renata Sequeira

Sudoku

Sudoku é uma palavra japonesa que significa “números que devem estar sós”. No Japão, este puzzle tornou-se popular em 1986, mas só em 2005 se popularizou internacionalmente. A palavra “sudoku” é uma marca registada pelo editor de puzzles japonês Nikoli, Co., mas o puzzle foi criado por Howard Garnes em 1979, em Nova Iorque.
Sudoku é um quebra-cabeças baseado na colocação lógica de números. O objectivo do jogo é a colocação de números de 1 a 9 em cada uma das células vazias numa grade de 9×9, constituída por 3×3 subgrades chamadas regiões. O quebra-cabeça contém algumas pistas iniciais, que são números inseridos em algumas células, de maneira a permitir uma indução ou dedução dos números em células que estejam vazias.

Joga e diverte-te!

Texto de Lucinda Rito, 11º D

com o apoio da Prof. Paula Almeida

Comportamentos de Risco

Que a vida é um risco, já todos sabem. Mas onde realmente se encontram, nem sempre nos apercebemos, ou pelo menos numa sociedade alienada pela imagem, pela tecnologia, pelo poder da informação, pela fugacidade do tempo e tantas outras formas de alienação, faz com que não haja uma verdadeira consciência dos riscos que incorremos no nosso dia-a-dia. Os jovens de hoje são supostamente mais informados que os de outrora, porém, julgo que existe muito ruído na nossa sociedade. E nem sempre porque há muita informação há um maior conhecimento. A juventude de hoje é bombardeada com excessiva informação e esta não é mais do que ruído para as suas consciências. Não sabem ser selectivos, porque não sabem o que querem e por isso não reconhecem o perigo. Vivem num ‘emaranhado’ de ofertas e perante uma sociedade que não lhes oferece referências, dada a ausência ou pobreza de valores existentes, sentem-se desnorteados e sem saber por onde ir. A escolha torna-se um processo difícil.

Começo por referir o perigo da informação, os jovens de hoje têm acesso à informação com excessiva facilidade, e nem sempre a sabem digerir, nem sempre têm pais presentes que os acompanhem e contribuam para uma boa compreensão da mesma. O importante é os filhos acompanharem o avanço das tecnologias, porque os outros têm, porque está na moda, porque já não se faz nada sem eles. A tecnologia domina a actualidade e manipula as nossas vidas. E daí o computador pessoal, o telemóvel, i-phone, o i-pod, o i-tunes, uma geração de is, ou ‘ais’ enquanto: Ai que geração esta! Geração que todos nós enquanto sociedade estamos a construir, acabando por lançá-los num mundo desconhecido, mas empolgante e por isso mais perigoso se torna. O computador, a televisão, o telemóvel, mas nem por isso as famílias, a sociedade, as pessoas estão mais ligadas, mais informadas, mais consciencializadas dos perigos. Muitos não vêem com maldade, esta revolução tecnológica que mais parece um prolongamento da Revolução Francesa, promovendo ideais de liberdade.

Outros perigos invadem o dia-a-dia dos nossos jovens, o consumo de álcool, drogas e tabaco. A luta contra o seu consumo não pode ser feita isoladamente, nem depende das medidas restritivas decretadas a nível familiar, a luta é muito mais vasta e abrangente, porque o consumo abusivo de todos estes produtos, não é a causa, mas a consequência de um conjunto de factores de instabilidade psico-social e emocional do jovem.

O jovem não passa de uma ave que não sabe como voar, mas ninguém a ensina a voar correctamente, por isso, voa descoordenadamente, colide com obstáculos de natureza diversa, e nada lhe garante, que vá realmente aprender a voar em liberdade.

 Porque quanto mais livres somos, mais perigos corremos, mas também mais responsabilidade nos é exigida, por isso há que saber orientar os nossos jovens segundo valores que mais parecendo do antigamente, são neste momento cada vez mais imprescindíveis para que voltemos a crescer como pessoas, como sociedade, como humanidade.

A virtude da prudência, da justiça, da ética dão lugar a um discurso do direito e da economia que invadem o nosso modo de ser e estar na vida, ainda que de forma inconsciente. Paremos um instante! Neste instante… e que o ruído com o qual somos diariamente invadidos dê lugar ao silêncio e à introspecção e possamos reflectir sobre que Homens e Mulheres queremos no futuro.

Texto: Prof. Renata Sequeira

 

TANGRAM CHINÊS

 O Tangram é um jogo antigo Oriental constituído por sete peças (também conhecidas por tans): 5 triângulos de tamanhos diferentes, 1 quadrado e 1 paralelogramo. 

O objectivo deste jogo é conseguir fazer uma determinada forma, usando as sete peças, sem as sobrepor.

Não se conhece ao certo a origem dotangram. Sabe-se que o primeiro é de origem chinesa (Tangram chinês) e é praticado há muitos séculos em todo o Oriente. várias versões sobre a história do tangram, não se conhece quem é o seu autor, nem precisamente há quanto tempo existe, daí existirem mistérios e lendas sobre a sua origem.

A lenda mais contada é a de que…

“O monge Tai-Jin chamou à sua sala o seu discípulo Lao-Tan, entregou-lhe uma placa quadrada de porcelana, um pote de tinta, um pincel e deu-lhe uma grande missão:

Lao-Tan deveria percorrer o mundo e, tudo o que os seus olhos encontrassem de maior beleza deveria registar na placa de porcelana.

Tremendo de emoção por tão importante tarefa que o mestre lhe confiara, ao sair da sala Lao-Tan deixou cair a placa quadrada de porcelana. Magicamente, a placa de porcelana quebrou-se em sete pedaços de formas geométricas simples como as do nosso jogo.

Preocupado com o que acabara de acontecer, Lao-Tan ajoelhou-se imediatamente para recolher o que restava da mesma. Ao juntar os pedaços, o discípulo identificou uma figura conhecida. Trocou a posição das peças e surgiu uma nova figura. Assim, outras figuras foram-se formando a cada variação de posição dos pedaços. De repente, Lao-Tan percebeu que a sua viagem não era mais necessária, pois com os sete pedaços da placa quadrada de porcelana poderia representar tudo o que de belo existe no mundo.”

 

Joga

 

Texto da aluna Sandra Silva, nº8, 11ºD

e colaboração da Prof. Paula Almeida.

Conversas com Livros II

Chegou o momento de te deixares envolver pelas palavras e voares com as as asas da tua imaginação! “Conversas com Livros” está aí para te proporcionar bons momentos de leitura e partilha de saberes e emoções. Só tens de ler um livro e juntar-te a nós … contando a tua experiência. As sessões irão decorrer na biblioteca da escola em data a calendarizar.Inscreve-te junto das Profs. Renata Sequeira e Etelvina Lopes.

Texto e Imagem Prof. Renata Sequeira

Conversas com livros

Se gostas de ler, partilhar ideias debater temas da actualidade, então junta-te a nós. Pois é de ti que precisamos. Inscreve-te em “Conversas com livros”, junto das Profs. Lina Dias, Etelvina Lopes e Renata Sequeira. Serão emprestados aos alunos inscritos,  livros previamente seleccionados de acordo com os teus interesses para, ao longo do ano lectivo, serem agendadas sessões sobre as leituras feitas.

Esta actividade pretende dar-te a conhecer o mundo fantástico dos livros, o que eles nos dizem, o que fazem pensar e sentir. Porque são eles tão importantes na era da tecnologia?

Vem passar uns bons momentos e partilhar  a tua experiência! Porque os livros têm muito a dizer …

Para nos ajudares a escolher os livros, responde à sondagem, na área de “Sondagens”, na barra lateral do jornal.

Texto e imagem: Prof. Renata Sequeira

Visita de Estudo ao Museu de Ciência da Universidade de Lisboa

Podes ver as restantes fotos aqui.

No passado dia 18 de Novembro, as turmas B e C do 10º ano e a turma D do 11º ano dos Cursos Profissionais: Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos,Técnico de Higiene e Segurança no Trabalho e Ambiente e Técnico de Apoio Psicossocial realizaram uma visita de estudo ao Museu de Ciência da Universidade de Lisboa, acompanhadas pelas professoras Sandra Gil, Luísa Gonçalves,Rosário Oliveira, Paula Almeida e Renata Sequeira, ao Laboratório de Física e à  exposição “Jogos Matemáticos” resultado do trabalho de investigação do historiador e divulgador da Matemática, Prof. Jorge Nuno. Foi objectivo desta visita fomentar o espírito crítico e incentivar o interesse científico através de actividades de carácter lúdico. Os alunos aprenderam a jogar jogos matemáticos de diferentes tipos, tiveram contacto com o trabalho científico de forma divertida e apreenderam a sua evolução histórica, reconhecendo a presença de alguns desses jogos na actualidade. Como balanço, considerou-se que esta visita foi bastante interessante pelo reconhecimento do conteúdo científico em actividades lúdicas e por ter permitido estimular o prazer de pensar. Afinal pensar pode ser divertido… E assim se “brinca” com a matemática!

Texto: Prof.ª Renata Sequeira

Fotos: Prof.ª Renata Sequeira e Prof.ª Paula Almeida