Ortiga – Anta da Foz do Rio Frio

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O primeiro dólmen localizado em Ortiga é um dos mais completos, pois o “tumulus” estava intacto, à exceção da cobertura. Este monumento tem 25 metros de perímetro exterior, parecendo a câmara ter 2,5 metros no seu eixo maior. O corredor está orientado a nascente.

Esta sepultura assinala um momento de viragem, em que o status individual emerge sobre a comunidade, que por seu lado começa a investir mais em construções para os vivos (e não apenas para os mortos), começando a configurar-se um território de comunidades guerreiras, em tensão crescente pela posse das terras e seus produtos.

Trabalho de pesquisa da aluna: Maria Ana 7º C

Fotos: professor João Pinheiro

Da palavra ao Poema

Um bosque calmo

Uma solidão monótona

Uma flor bonita

Uma casa confortável

Uma nuvem branca

Um perfume cheiroso

Uma ilha maravilhosa

Um gato assanhado

Um búzio tentador

Uma pedra dura

Uma rosa perfumada

Um vento leve

Umas costas paradisíacas

Uma canção suave

Um obrigado sincero

Uma lua brilhante

Um céu escuro

Uma palavra carinhosa

Uma brisa fresca

Um mar agitado

Um pão quente

Um coração belo

Um adeus lacrimoso

Um fogão escaldante

Uma raiva apaixonante

No meio de tantas palavras

Já não sei que escrever

Só sei que com estes versos soltos

Um poema acabou por nascer…

 Poema Colectivo – 8ºA

Os cinco sentidos à mesa

Em cada refeição, os nossos sentidos captam inormações que intervêm na percepção do prazer da alimentação.

OLFACTO

Os aromas dos alimentos passam pelo nariz onde se encontram as células neuro-receptoras que enviam as mensagens ao cérebro. Por isso, muito antes de vermos um alimento, já o nosso olfacto nos transmitiu informações muito precisas a seu respeito!

VISÃO

A impressão inicial de um alimento é, geralmente, elaborada pela visão…

A percepção da cor e do aspecto podem inflenciar muito a selecção de alimentos e o prazer que nos dá consumi-los.

AUDIÇÃO

Quem não aprecia o som de trincar uma maçã, do estalar dos cereais do pequeno-almoço ou de um biscoito?

TACTO

O tacto é indispensável para podermos sentir a textura de um alimento quando está na boca: é através dele que podemos, por exemplo, distinguir a casca de uma uva, que é lisa, do seu interior suculento e firme.

PALADAR

As papilas gustativas, situadas sobre a língua, transmitem-nos os quatro sabores: ácido, amargo, doce e salgado.

Professora: Maria da Luz Faria

A Abstenção

Vamos falar do Maior vencedor das Presidenciais 2011 a…abstenção.

Foram poucos os  portugueses que, no passado dia 23 de Janeiro, se dirigiram às urnas para exercer o direito/dever de voto. A sondagem aponta para cerca de 53% de abstenção.

Estes números são o reflexo do descontamento da população nacional para com a figura passiva e pouco interventiva do Presidente da República. Talvez uma crítica aos candidatos, quiçá? … No entanto, quem não está contente são os votantes, pois os candidatos não são aquilo que os eleitores esperam para o país.

Com os poderes tão limitados como tem hoje, não sei se faz sentido haver um Presidente da República, mas esta é apenas a opinião de um mero aluno do 11ºano de escolaridade.

Olhando para França, só se ouve falar no Sr. Sarkozy, pelo que também o povo Luso deveria reflectir sobre a importância do nosso Presidente.

Tiago Silva – 11º B

O meu melhor amigo

O meu melhor amigo…

Quem pensa que falar do “meu” melhor amigo é fácil, engana-se.

Às vezes, ponho-me a pensar e sinceramente não sei se ele existe ou não?

Imagino essa “nobre alma”, como alguém que não desiste de mim e luta sempre comigo a meu lado.

Alguém que conta comigo e eu com ele…

Alguém que me anime, quando estou triste…

Alguém que me aconselhe, quando tenho alguma hesitação…

Falar de sentimentos nunca foi o meu forte, mas se disser que “ele” é o meu mestre, talvez não me engane…

Porque é que custa tanto encontrar as palavras certas para falar de uma pessoa tão especial?

Porque será?

Porque será?

Mariana Silva – 8ºA

 

Ser estudante é…

Dizem que ser estudante é a melhor fase da vida, por enquanto ainda não sei se sim ou não.
Ser estudante dá algum trabalho, mas temos de nos esforçar para podermos ter o futuro que desejamos.
Ser estudante é ter obstáculos, para com eles aprendermos e evoluirmos.
Ser estudante é uma sorte, uma alegria, uma desilusão, é uma mistura de coisas boas e más.

“Quem o estuda e não pratica que aprendeu é como o homem que lavra e não semeia” (Provérbio Árabe)

Carolina Gonçalves-nº5/8ºA

Natal

Neste Natal
A alegria de se ter a
Ternura do olhar
Amor para dar
Liberdade para viver.

As coordenadoras de Ciclo desejam a toda a comunidade escolar um Santo e Feliz Natal.
As coordenadoras:Margarida Preto; Maria da Luz Faria; Rosário Casola; Conceição  Vicente e Perpétua Marques.

Aquela Turma…

No início do ano lectivo (2009/2010), muito de nós nem nos conhecíamos, falo por mim. Pensei que ia ser o pior ano de todos!
Foi passando o tempo, fomo-nos unindo e ultrapassando os problemas em conjunto, nunca ignorando a tristeza uns dos outros.
Fomos verdadeiramente uma turma, onde tudo foi possível: brigas, gargalhadas… a cumplicidade foi única!
Se nos tornámos diferentes, foi graças aos professores que nunca desistiram de nós, acreditando nas nossas capacidades!
Muitas tardes, muitas horas de almoço, muitos disparates, muita convivência, muito segredo.
Vinte e uma personalidades diferentes, mas que ao longo dum ano se foram unindo e crescendo, fazendo amizades inesquecíveis.
Depois do 7ºC, estávamos na expectativa de haver um 8ºC, ainda melhor …
Mas tudo caiu, transformando-se em desilusão. Será que as amizades acabaram? Acredito que não!
O 7ºC não era uma turma fácil, mas era especial e ficou, certamente, no coração de todos os que vivenciaram o espírito da turma!
Texto de: Catarina Afonso 8ºA

Os Nossos Autores

A partir de hoje e no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa, os alunos do 8ºAno divulgarão um autor português e a sua obra.

De momento, encontrarás um espaço, na Biblioteca Escolar, dedicado a Vergílio Ferreira.

Desperta a tua curiosidade e divulga o que aprendeste!

Professora: Maria da Luz Faria

Rezas e Mezinhas

Para curar o “cobrão” vulgo “Zona” 

É vulgar aparecer, sobretudo entre as gentes do campo, uma inflamação ou erupção na pele com a configuração aproximada de uma cobra ou parte de cobra.
O povo chama-lhe”cobrão” e atribui a origem ao facto de uma cobra ter passado sobre a roupa que o doente vestiu, ou pôs em contacto com o corpo.
Variam de terra para terra os processos de o curar:
Em Idanha-a-Nova levam grãos de trigo à frágoa ou forja do ferreiro, onde os queimam com ferro em brasa.
A acção do calor do ferro sobre os grãos de trigo fá-los segregar um óleo ou líquido que, aplicado sobre o “cobrão”, o cura.

Recolha efectuada por : Mariana Silva