Alunos solidários participam no Dia Mundial da Gentileza

Na passada sexta-feira, dia 13 de novembro, os alunos do 9.ºAno da Turma C, da Escola Básica 2/3 e Secundária de Mação contribuíram para o Dia Mundial da Gentileza promovendo a recolha de lixo no espaço escolar e na vila de Mação sob coordenação das professoras de Educação Física (Cláudia Olhicas) e de Ciências Naturais (Helena Antunes).

Os alunos partiram da escola, e durante duas horas, recolheram lixo que se encontrava espalhado pela vila de Mação: pontas de cigarro, papéis, garrafas de plástico e máscaras, entre outros.

 Esta atividade proporcionou aos alunos uma pequena noção da quantidade de lixo que não é colocada no sítio certo (ecopontos ou caixotes do lixo) por quem habita ou passa o dia em Mação, pois a quantidade de lixo recolhida foi preocupante.

Apelamos a todos os habitantes do concelho de Mação que nos ajudem a manter as nossas ruas limpas, não deitem lixo no chão, usem os contentores adequados.

É mais fácil evitar sujar que limpar! Quantos mais ajudarmos mais bonito fica o nosso concelho.

Temos de começar a ter um cuidado acrescido com o nosso planeta, caso contrário corremos um sério risco de não podermos desfrutar da nossa vida com qualidade.

Um dos problemas que nos apercebemos foi a grande quantidade de plástico que recolhemos, por isso apelamos a que respeitem o Mundo! Vamos tentar fazer dele um mundo mais saudável para também nós sermos saudáveis!

Os estudantes maçaenses dizem querer repetir atividades do género, pois a Solidariedade perante os habitantes da vila contagiou-os.

 

Professora Helena Antunes

Os 5Rs da Sustentabilidade

Nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento foi visionado um vídeo sobre os 5 Rs da Sustentabilidade e proposto aos alunos que os ilustrassem.

Beatriz Barreta N.º 2 do 6.º B

Beatriz Santos N.º 5 do 6.º B
Rute Rafael N.º20 do 6.ºB
Continue a ler “Os 5Rs da Sustentabilidade”

Estudante Ok

Numa aula de Organização Geral e Método foi lido o texto intitulado “Estudante OK” na turma do 6.º B.

Aqui fica um poema escrito pelas alunas Ana Rita Claro, Beatriz Barreta e Izilda Maseko alusivo ao tema.

                                    Estudante OK

Acordar de manhã

Vestir e calçar

Lavar os dentes…

E toca a andar!

Chego à escola,

E encontro os amigos,

É uma alegria

Estamos todos divertidos!

Começamos a escrever

Na Língua Portuguesa,

E logo em seguida,

O país e a sua beleza.

Já treinámos a História,

A seguir a Matemática,

Mas não se vão embora,

Ainda falta a parte prática!

Acabámos a corrida,

E a barriga já se queixa,

Vamos para o refeitório,

Comer uma ameixa.

Já de barrida cheia,

A tarde a aproximar,

Agora a Cidadania

Para o dia acabar!

Chego a casa

Cansada de trabalhar. 

Vou dormir uma sesta

Para no dia seguinte continuar!

Ana Rita Claro N.º 1, Beatriz Barreta N.º 3 e Izilda Maseko N.º 9  do 6. ºB

De uma Sala de Aula para um Agrupamento

Tudo se iniciou com uma proposta da Professora Luísa Morgado, no âmbito da disciplina de Direito, proposta esta, que passou pelo debate com todos os membros da turma de Línguas e Humanidades do 12.º Ano, relativamente à temática da Tauromaquia.

E porquê o alargamento ao resto dos alunos constituintes do Secundário? Os pontos de vista divergiram bastante entre nós e isso suscitou a nossa curiosidade de conhecer os pontos de vista de outros jovens. 

É aqui, que reunidos e articulando todas as opiniões expressas com as benesses tecnológicas criámos um questionário online de respostas fechadas, onde os restantes alunos, de forma anónima, após uma breve intervenção em cada turma, responderam consoante aquilo que pensavam.

Assim, e numa fase posterior, os resultados assumem-se mergulhados numa panóplia de posições que a seguir são apresentadas.Cada aluno podia canalizar a sua ótica para três opções: ser a favor, contra ou adotar uma posição neutra. 

Após a saída dos resultados, a posição contra foi aquela na qual a percentagem se registou mais elevada: 70,8%, equivalente a 75 pessoas. No seguimento, a posição a favor registou a segunda mais elevada, com uma percentagem de 15,1%, correspondente a 16 votos. Por último, a posição neutra foi a que registou uma menor percentagem: 14,2%, isto é, espelhada por 15 pessoas.

Desta forma, os votos regeram-se por 4 argumentos que fomentavam a posição a favor – “Consideras que as touradas são cultura?” com 19 votos (73,1%); “Acreditas que os touros não sofrem?” com 5 votos (19,2%); “ Os touros estão fisiologicamente preparados?” com 2 votos (7,7%) e, por fim “Acreditas que as touradas são um meio de tradição?” com 7 votos (26,9%).

As posições contra guiaram-se, igualmente, por 4 argumentos – “Consideras que os touros sofrem durante o “espetáculo?” com 53 votos (67,9%); “Zelas pelos direitos dos animais?” com 44 votos (56,4%); “É desrespeito para com os touros?” com 33 votos (42,3%) e “Não achas legítimo o sofrimento de um animal?” com 68 votos (87,2%). Como última opção, os alunos poderiam assumir uma posição neutra, com 2 argumentos possíveis – “Tens desinteresse pelo assunto?” com 8 votos (47,1%) e “Nunca pensaste no assunto?” com 9 votos (52,9%).

Por último e, em fase de término, com o alargamento à comunidade escolar, de forma mais concisa às restantes turmas do Ensino Secundário, verifica-se que o forte está na posição contra, tal como se registara em aula. No entanto, apesar do resultado ter sido semelhante ao do debate em sala de aula, foi importante e benéfico para nós, na medida em que, foi mais uma forma de nos envolvermos na disciplina e avaliarmos o ponto de vista da maioria dos jovens maçaenses relativamente à temática tão sensível que é a Tauromaquia. 

Os alunos de Direito do 12.º Ano

X Campeonato SuperTmatik de História de Portugal -2019

Os alunos do 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 9.º Anos participaram no X Campeonato SuperTmatik de História de Portugal respeitante ao ano letivo 2019/2020.

Este campeonato tem como principais objetivos fomentar o gosto pela aprendizagem da História de Portugal; contribuir para a aquisição, consolidação e ampliação de conhecimentos sobre a História; reforçar a componente lúdica na aprendizagem da História de Portugal e ainda promover o convívio entre alunos, professores e restante comunidade escolar.

A final nacional online decorreu de 23 a 30 de outubro e os alunos tiveram três tentativas para realizar o melhor tempo no SuperTmatik.

Apenas o melhor resultado de cada aluno foi contabilizado para efeitos de posicionamento no Ranking Nacional do SuperTmatik 2019.

Dos quinze alunos que participaram neste campeonato doze ficaram no Top 10 e irão receber diversos prémios que a organização do mesmo enviará para a Escola pela sua excelente prestação!

Participei no SuperTmatik de História

Foi preciso treinar para saber jogar

Para mim o terceiro lugar foi uma glória!

Mas vou continuar a estudar para melhorar!

Se eu, no próximo ano, participar

Também vou querer dar o meu melhor!

Mas primeiro tenho de ter boas notas este ano.

Mãos à obra, porque é preciso saber muito e ao pormenor!

Beatriz Barreta N.º 3 do 6.ºB (terceiro lugar no Campeonato correspondente ao 5.ºAno)

 

Foi com grande prazer que participei no SuperTmatik!

História e Geografia de Portugal é uma disciplina de que gosto bastante, mas nem todos os alunos são da minha opinião, porque é preciso estudar um pouco.

Eu pratiquei bastante o SuperTmatik, principalmente na aplicação para os telemóveis.

Diverti-me muito e fiquei em segundo lugar com o mesmo tempo do primeiro, mas devo ter tido uma penalização por errar alguma pergunta! Mesmo assim foi um bom resultado!

Rita Carreira N.º 18 do 6.ºB (segundo lugar no Campeonato correspondente ao 5.ºAno)

 

CONTAR COM NÚMEROS, ARTE E IMAGINAÇÃO

Nas aulas de LECA, os alunos do 9.ºB, com muita arte e imaginação, letras e números juntaram em belos poemas que aqui estão:    

Um menino estava triste,
dois rapazes o ouviram chorar.
Três vezes o olharam e
à quarta o foram consolar.
Cinco piadas lhe contaram
Seis vezes ele sorriu!
No final o menino que às sete horas estava a chorar,
passou oito minutos a sorrir!
Antes nove vezes chorava,
agora mais de dez sorri!                                                                     

Diana Rodriguês, N.º 4 – 9.º B  
Um miúdo vai para a festa
e leva dois amigos.
Ao todo são três
num carro de quatro lugares
ansiosos por chegar à rua seis!  
Mas nem com a força de sete cavalos
com oito anos de idade conseguem chegar cedo à festa na rua nove
que às dez horas começava!                                         

João Rafael Reis Santos, N.º 10 – 9.º B  
Uma cachopa encontrou
dois cachopos.
Foram os três vadiar e
beberam quatro copos.
Às cinco foram jogar, mas
não gostaram dos seis jogos.
Por isso, sete vezes pensaram,
mas oito vezes discordaram!
Afinal o que fazer em nove horas?
Nada mais que as dez horas que desperdiçaram.                                             

 Maria Isabel Salvado Claro, N.º 12 – 9.º B  
1 cão a ladrar 
2 lobos a uivar 
3 gatos a miar
4 ratos a chiar
5 mulheres a ralhar
6 baldes de água foram buscar
para 7 animais espantar 
com 8 barulhos de assustar!
9 flores no meu jardim… Ai, meu Deus! Os meus 
10 jasmins?                                      

Maria Garrinhas, N.º 13 – 9.º B  
Um homem foi viajar
o voo dois foi apanhar
três minutos antes do mesmo descolar!
No lugar número quatro ele se sentou
e em cinco minutos ele se apagou!
Após seis horas a ressonar
a hospedeira número sete o acordou
dizendo oito vezes que à América ele chegou!
No hotel, o quarto nove ele alugou,
porque a suite dez não podia ele pagar!                                                                               

Simão Gaspar, N.º 21 – 9.º B  
Um rapaz
duas raparigas…
Os três foram passear para a
quarta cidade que tanto gostaram de visitar!
Às cinco horas, pararam para lanchar
as seis sandes que trouxeram.
Sete quilómetros faltavam para a casa voltar,
mas como eram demorados
só às oito conseguiram chegar!                                                                             André

Martins, N.º 2 – 9.º B  
Mais do que 1 inglês 
provavelmente 2 ou 3
encontraram 4 catalães 
a falar com 5 alemães
sobre a morte de 6 mongóis
encontrados por 7 espanhóis
mortos por 8 holandeses
namorados por 9 camaronesas
muito piores que as 10 portuguesas!
Dos 9, 1 fora traído! 
Dos 8, 2 tinham pertences!
Dos 7, 3 eram mentirosos!
Dos 6, 4 tinham olhos em bico!
E dos 5, 5 cinco eram ociosos!                                                                                     

Martim Marques, N.º 14 – 9.º B  
Um rapaz foi ao cinema com dois amigos
para da escola desanuviar.
Ao todo, três baldes de pipocas decidiram comprar
com os quais quatro bebidas vieram.
O filme demorou cinco horas
pois houve seis intervalos
cada um de sete minutos.
Às oito horas já todos estavam em casa,
pois se viessem depois das nove
nas dez noites seguintes
à rua não poderiam voltar!                                                                                    

Miguel Gaspar, N.º 15 – 9.º B  
1 dia fui andar de bicicleta.
Passei por 2 igrejas nas 3 terras que visitei.
Na rua, por muita gente passei.
Encontrei 4 senhoras que garrafões de água estavam a acartar
e 5 homens, um terreno a limpar.
A certo momento, um homem vira-se e diz:
– Já limpámos 6 terrenos, tenho as costas a doer!
– Prepara-te que ainda 7 estão por varrer – respondeu o colega.
Mais adiante, a Filarmónica ouvi tocar!
Mas apenas 8 músicos tocavam, estando os outros a comer.
Por mais 9 km eu viajei,
Mas aos 10 eu não cheguei!                                                                                           

Rodrigo Loureiro, N.º 19 – 9.º B  
Um cão ladrou para um gato
dois gatos fugiram com medo
três pássaros voaram para longe,
e quatro cabos do poste tremeram.
Depois às cinco da manhã
seis galos, alegres cantaram 
e às sete todos se levantaram
para às oito rezar.
Finalmente, nove pães do forno saíram
para dez freiras alimentar.                                                     

Diogo Oliveira, N.º 5 – 9.º B
Um gato viu
duas meninas a brincar com
três carrinhos cada um com
quatro rodas e
cinco portas.
Seis dias depois
sete cães oito biscoitos encontraram
que tragaram com nove dentadas
e dez quilos engordaram.                                                                       

 Eva Matos, N.º 6 – 9.º B
Certo dia um sábio disse:
Mais vale 1 pássaro na mão do que 2 na frigideira!
Mas nem queria ele imaginar
que estavam 3 × 10 esfomeados a escutar.
Com 4 pães na bagageira 
e 5 sardinhas acabadas de comprar 
começou a matutar:
– O que vou eu fazer com isto?
Após 6 minutos de dúvida,
sem nada imaginar, 
Acabou por se lembrar 
que havia forma de os multiplicar.
7 vezes ele festejou
e 8 × 3 + 6 famintos ossudos ele saciou!
Até parecia Natal!
Só não foram mais sortudos 
que a mais recente acionista da Media Capital.
Que com 9 berros por dia, durante 10 anos 
Se tornou a mulher mais influente de Portugal.                                                                                     
Gustavo Santos, N.º 8 – 9,º B

A FELICIDADE

Nos tempos conturbados e inseguros em que vivemos, aqui ficam alguns textos que demonstram que, afinal, a Felicidade está mais perto do que imaginamos!

Estar feliz é sorrir sem se perceber,

Ter problemas, mas a Felicidade não interromper!

Um sorriso muda corações e

Dá coragem para enfrentar várias situações!

Um mundo com Felicidade

É uma vida com grande euforia e

O amanhecer de um novo dia

Para realizar a nossa fantasia!

Vivamos a vida com imensa aventura,

Nunca deixando do lado a ternura!

Diana Rodrigues do 9.ºB

O que é para mim a Felicidade…

Nem sempre tenho a felicidade comigo. Por vezes, é trocada por ansiedade, problemas, constrangimentos…

Mas ser feliz, para mim, passa por fazer alguém feliz, com um simples gesto. Ser feliz é agradecer àqueles que todos os dias lutam por nós, que fazem tudo para termos uma vida melhor.

É necessário também saber enfrentar, lidar com os obstáculos da vida, saber falar sobre os nossos problemas e defeitos para que as lágrimas se transformem em sorrisos.

Isabel Claro do 9.ºB

Felicidade é “ser” e não “ter”

A Felicidade está no “ser” e não no “ter.” Todos nós temos o poder de alcançar a Felicidade, pois ela não está apenas nos bens materiais.

Existem muitas formas de pensar e de viver e também de ser feliz. Acredito que a Felicidade vem das mais pequenas coisas, por muito insignificantes que pareçam. Dar valor aos momentos, às pessoas e aquilo que nos rodeia é uma forma de termos Felicidade.

Saber o que nos faz feliz é o caminho para a plenitude da vida.

Saber distinguir entre o certo do errado e escolher o certo é ser feliz. Estou certa de que cada um de nós é dono da Felicidade apesar de, por vezes não o saber.

Partindo do princípio de que a minha Felicidade depende de outra pessoa, tal significa que se ela deixar de a ter, também eu não posso ser feliz. Deste modo, é importante ter em mente que podemos e devemos contribuir para a Felicidade uns dos outros.

De que formas? Através do voluntariado em hospitais, na área de doentes oncológicos, por exemplo, em que um simples sorriso pode significar a diferença entre o desespero e a esperança de alguém que tem a morte como horizonte.

A título de exemplo, relembro a minha avó que tanto agradece o carinho e disponibilidade das enfermeiras que a animam nos dolorosos tratamentos de quimioterapia.

Ajudar o próximo é, sem dúvida, correr atrás da Felicidade e saber isso torna-

-nos ainda mais felizes!

Afinal, se todos nós fizermos o bem, o bem retornará para nós!

Daniela Fechas, 12.ºC

A Felicidade é a essência da vida

“A Felicidade só existe para aqueles que têm amor no coração.”

Para sermos felizes basta termos saúde, ter uma família, amar e ser amados e acordar todos os dias.

A Felicidade plena planta-se, cultiva-se, trata-se com amor.

A Felicidade cresce e amadurece, mas também desaparece. O segredo é conquistá-la com pequenos gestos, dando valor àquilo que temos, que é nosso e é único. Considero que a nossa Felicidade depende do nosso bem-estar individual, pois se estivermos felizes, transmitiremos energias positivas àqueles com quem nos relacionamos. Contudo, ser feliz também consiste em zelarmos pela Felicidade daqueles que nos rodeiam, mesmo que tal signifique o esquecimento de nós próprios.

Porquê?  Em primeiro lugar, porque quando ajudamos o próximo, contribuímos não só para a sua, mas também para a nossa Felicidade. A nossa dádiva poderá consistir apenas em simples gestos como, por exemplo, ajudar alguém na rua, indicando-lhe uma informação que necessite, ajudando um idoso com os sacos das compras….

Recordemos também as pessoas que, diariamente, se voluntariam para ajudar nas campanhas de angariação de alimentos para o Banco Alimentar contra a fome; na distribuição de bens alimentares aos sem-abrigo e aquelas pessoas que, em plena  pandemia Covid 19, têm ajudado os mais necessitados, oferecendo comida ou construindo máscaras, viseiras e fatos de proteção para os profissionais de saúde e para a população em geral, como vemos noticiado nos meios de comunicação social.

Em segundo lugar, na medida em que, quando somos solidários com o próximo, contribuímos para a construção de uma sociedade mais justa e humana, pela qual todos ansiamos.

Posso, então, concluir que ser feliz é aprender a sentirmo-nos bem connosco próprios, é dar amor, é encontrar a Felicidade nas pequenas coisas do nosso dia-a-dia, é ajudar os outros, tornando mais sorridente a sua existência.

“Espalhe o bem que a Felicidade vem!”

Mariana Lopes do 12.ºC

2020/2021 – Ano Internacional do Som

O Ano Internacional do Som (International Year of Sound ou IYS 2020) é uma iniciativa global, promovida pela Comissão Internacional de Acústica, que pretende destacar a importância das ciências e tecnologias associadas ao som, bem como destacar a necessidade do controle do ruído na natureza e nos ambientes construídos pelo Homem.

 

 

Toda a comunicação assenta no som, mas principalmente ele é notado na sua ausência. O silêncio pode ser muito “sonoro.” O som, sempre presente, desempenha um papel muito importante, desde a transmissão de uma mensagem, o enquadramento do ruído à nossa volta: na natureza, no ambiente familiar, no local de trabalho, etc.

Devido às condicionantes da situação de pandemia COVID-19, o Ano Internacional do Som foi estendido a 2021.

O som é o que ouvimos – pessoas a falar, música, barulhos à nossa volta. O som permite a comunicação, a transmissão de uma mensagem, mas também pelo som contextualizamos um enquadramento social e geográfico. Se estamos ao pé de um riacho, ou num concerto de música, se o comboio passa perto ou o carro efetua uma travagem brusca, se o telefone toca ou o vento sopra. Se a ambulância se aproxima ou afasta. Não é preciso ver para identificar cada um destes acontecimentos. Basta ouvir!

Também há sons que não ouvimos, infrassons e ultrassons. Os sons audíveis encontram-se na gama de frequências de 20 a 20 000Hz. Os infrassons encontram-se abaixo dos 20Hz e os ultrassons acima de 20 000Hz. Ambas têm aplicações específicas, em particular na Medicina e Comunicação, como as ecografias, estetoscópios, imagens ultrassónicas e o sonar.

 

As frequências não são ouvidas de igual forma. Tal depende do nível de pressão sonora ou intensidade sonora, medido em decibéis, dB, e do estado da pessoa (mais ou menos jovem). O limiar da dor, cerca de 120 dB, está associado à degradação do sistema auditivo.

O excesso de ruídos que afeta a saúde física e mental da população é o conceito de Poluição Sonora. A poluição sonora já é segunda maior poluição ambiental do planeta,  e neste contexto o ruído prejudica a Aprendizagem e o desenvolvimento das crianças, afeta a produtividade e a saúde da população economicamente ativa, além de gerar problemas de convívio e até mesmo judiciais nas cidades. 

Nem todos os sons são bons. O som indesejado – ruído – é omnipresente na sociedade moderna. Uma utilização incorreta e contínua do som pode trazer efeitos penalizadores como a perda de audição. O próprio envelhecimento favorece este processo, mas que é acelerado quando o sistema auditivo está exposto a elevados níveis sonoros.

É por isso importante termos atenção ao modo como nos expomos ao som/ruído e/ou como o podemos minimizar, reduzindo-o na fonte, fazendo um mapeamento de ruído, usando barreiras de ruído rodoviário ou protetores auditivos ativos e passivos, por exemplo. Um outro cuidado, particularmente nos jovens, é evitar o uso excessivo de auriculares (phones) principalmente com o som muito intenso.

Associado ao som está a acústica. Esta é a ciência que investiga a produção, controlo, transmissão, receção e efeitos do som e engloba entre outras áreas a acústica ambiental, acústica de salas, controle de ruído, aeroacústica, acústica musical ou acústica submarina. O leque de investigação é assim vasto, abrangendo o desenho das salas de concertos, a ecolocalização de presas por morcegos, a deteção de defeitos microscópicos em peças metálicas, o ruído do tráfego rodoviário, a insonorização de edifícios, etc, numa abordagem frequentemente multidisciplinar.

Um vídeo que apresenta o som nas nossas vidas, elaborado no âmbito do IYS, pode ser visto em https://youtu.be/eK-ApCMQNhY  e mais informação está disponível para consulta em https://sound2020.org/ .

Texto redigido pela professora Luísa Gonçalves

Desfile de Carnaval – 21-02-2020

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Tudo começou quando entrámos pela primeira vez para a Escola e até hoje nunca largámos esta atividade que todos os anos se tem vindo a repetir – o DESFILE DE CARNAVAL!

Este ano a escola proporcionou um desfile a nível do Agrupamento ou seja com alunos desde o Pré-Escolar ao Ensino Secundário e o tema foi o Meio Ambiente.

A minha turma esteve muito bem, formamos uma frase feita com letras escritas em cartão elaboradas por cada um de nós. Tínhamos também penduradas, com um alfinete, imagens a ver com o Ambiente que retratavam um pouco do Planeta Terra limpo e saudável, e outras que representavam a Terra poluída e bastante doente.

Devemos preservar o planeta Terra, porque não há planeta B ou seja não temos outro onde viver.

Durante o desfile não houve quem desistisse ou que dissesse algo negativo em relação ao que estava a acontecer, toda a turma se apoiou, divertimo-nos muito e sempre animados a gritar: – VAMOS PRESERVAR O PLANETA!

Se não fosse a disponibilidade das professoras Rita Santos e Lígia Silva a minha turma não teria conseguido organizar tudo o que era necessário para que pudéssemos desfilar. Ficámos muito gratos a estas duas professoras que estiveram sempre ao nosso lado!

Ana Rita Claro N.º1 do 5.ºB

Desfile de Carnaval

Este foi o primeiro ano que o Agrupamento de Escolas Verde Horizonte fez um desfile de Carnaval juntando os alunos do Jardim de Infância, do 1.º, 2.º e 3.º ciclos e Secundário do concelho de Mação que percorreram diversas ruas da vila a partir do largo da feira.

O tema da minha turma foi “O planeta Terra” e para o desfile pensámos numa frase que tivesse o número de letras correspondente ao número de alunos, ou seja 21. A frase era “Vamos preservar o planeta Terra.” Mas como esta frase tem 22 letras a nossa Diretora de Turma também participou e fez a letra “V.” A mim calhou-me a letra “E.”

Nas aulas de Educação Visual e Tecnológica desenhámos as letras e recortámo-las, mas também construímos mascarilhas a partir de cartão fino.

Nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento tínhamos decidido levar um prato de papel ao pescoço onde colámos diversas imagens do planeta Terra. Nas primeiras sete a Terra aparecia saudável e feliz, nas sete seguintes já estava muito doente devido à ação do Homem que o tem vindo a destruir e nas últimas sete o nosso planeta já estava novamente recuperado graças à nossa intervenção para o preservarmos.

Em casa recortei um pedaço de cartão grosso e pintei nele uma imagem grande do planeta Terra.

 

Beatriz Barreta N.º3 do 5.ºB