Dia das Bibliotecas Escolares

No dia das Bibliotecas Escolares, vinte e quatro de outubro, o Representante dos Pais e Encarregados de Educação do 6.ºA, Sr. Vasco Marques, disponibilizou-se para ir à turma da sua educanda, Francisca Marques, para participar na atividade “Ouvir com atenção” com a leitura do artigo “Queixoperra, a nossa história” publicado na revista, de História Local, intitulada “Zahara.”

Esta atividade teria a duração de apenas quinze minutos, mas ocupou a aula de História e Geografia de Portugal, devido ao interesse manifestado pelos alunos face às histórias contadas pelo Sr. Vasco Marques sobre a sua terra natal.

Os alunos também intervieram contando algumas tradições dos locais onde vivem e foi com agrado que pude constatar que esta iniciativa resultou numa troca de experiências sobre vivências da história local.

Lígia Silva (Diretora de Turma do 6.ºA)

Começo por agradecer o convite e dar os parabéns ao AEVH pela iniciativa que me parece uma excelente oportunidade para aproximar os Encarregados de Educação à escola.

Oportunidade essa, que além de ler um texto, aproveitei para contar um pouco da história de Mação e das suas aldeias.

Nesse sentido, embalados pelo interesse e o entusiasmo demonstrado pelos alunos, partilhámos  conhecimentos e histórias dos locais onde cada um reside.

Concordo com a necessidade de conhecer a história do país e do mundo, no entanto, julgo que também será importante, ensinar a história da nossa terra, para que os nossos jovens, possam desde a tenra idade, valorizar o que é seu.

Vasco Marques

(Representante dos Pais e  Encarregados de Educação  do 6.º A )

 “Queixoperra, a nossa história”





No dia da Biblioteca Escolar, 
Recebemos uma visita.
O Sr. Vasco Marques presenteou-nos,
Com uma história bem catita.

Falou-nos da Queixoperra,
A sua aldeia do coração.
É uma aldeia pacata,
Cheia de vida e tradição.

Quando longe da nossa terra estamos
Sentimos muita saudade.
É lá que queremos estar,
A bem da Felicidade.

Todos nós devemos assim
Dar valor ao que temos.
Preservar e melhorar a nossa terra,
Ajudar a evoluir no que podemos!

Francisco Brito N.º7 do 6.º A

No dia 24 de outubro o Sr. Vasco Marques foi à minha turma ler um artigo que escreveu sobre a sua terra, Queixoperra, pois era o Dia das Bibliotecas Escolares. Falou da história da sua terra e depois perguntou aos meus colegas se queriam contar alguns costumes das suas aldeias.

Foi uma aula diferente que nos ensinou a valorizar mais a história da nossa terra natal!

Mariana Moço N.º15 do 6.ºA

Eu gostei de ouvir o Sr. Vasco Marques ler um artigo que tinha escrito para a revista Zahara sobre a Queixoperra.

Eu também contei a história pela qual o Pego da Rainha tinha aquele nome, porque é um local onde gosto de passear os dias durante o Verão.

Descobri que o Pego da Rainha deve o seu nome à presença da rainha Santa Isabel que, quando passava naquele local, aproveitava para se refrescar/banhar. Daí o nome Pego da Rainha.

Janaína Pinheiro N.º9 do 6.ºA

Neste dia achei a proposta diferente e importante quando o meu Encarregado de Educação foi ler um artigo, da sua autoria, publicado na revista Zahara, que falava sobre as tradições de uma pequena aldeia chamada Queixoperra, local onde moro.

No artigo falava-se sobre as suas tradições e algumas histórias.

Também houve a partilha de algumas tradições e histórias dos lugares onde cada um dos meus colegas vive e assim pudemos conhecer um pouco mais sobre cada uma das terras.

A presença do meu pai foi muito importante, pois os alunos da minha turma conseguiram aprender um pouco mais sobre as tradições do nosso meio local e a mensagem transmitida foi: Não podemos esquecer o nosso amor à terra onde nascemos!

Francisca Marques N.º6 do 6.ºA

XIV Campeonato SuperTmatik de História de Portugal

SuperT cartaz

Este campeonato tem como principais objetivos fomentar o gosto pela aprendizagem da História de Portugal; contribuir para a aquisição, consolidação e ampliação de conhecimentos sobre a História; reforçar a componente lúdica na aprendizagem da História de Portugal e ainda promover o convívio entre alunos, professores e restante comunidade escolar.

A grande final Supertmatik online decorreu de 2 a 23 de maio.

Os alunos tiveram três tentativas de jogo. Em cada tentativa são apresentadas quinze questões e os alunos devem responder corretamente o mais depressa possível para poderem avançar para a próxima questão.

 

A cada resposta errada corresponde uma penalização em segundos. Para efeitos de classificação foi tida em conta a melhor das três tentativas, e em casos de empate poderão ser considerados os restantes tempos.

 

Apenas o melhor resultado de cada aluno foi contabilizado para efeitos de posicionamento no Ranking Nacional do SuperTmatik 2021.

Resultados obtidos pelos quinze alunos que participaram no XIV Campeonato SuperTmatik de História de Portugal:

O XIV campeonato SuperTmatik foi coordenado pelas professoras Lígia Silva (HGP do 2.º Ciclo) e Maria de Fátima Gonçalves (História do 3.º Ciclo).

Os alunos participantes obtiveram excelentes resultados no campeonato realizado no ano letivo 2021/2022!

A professora Lígia Silva

 

“Amar o mar” – revista Visão Júnior

Na revista Visão Júnior, de junho, foi publicado um artigo sobre a peça de fantoches “Amar o mar” criada a partir da obra de Jane Prado.

Os alunos da turma MAC5 do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte de Mação, membros do Clube Europeu, sob orientação da professora Olga Pereira, construíram vários fantoches, personagens intervenientes na peça que apela à proteção dos oceanos.

A professora Lígia Silva

Clube das Manualidades – Os oceanos

Os alunos que frequentaram o “Clube das Manualidades”, dinamizado pela professora Lina Dias, durante este ano letivo de 2021/2022, realizaram uma ilustração de uma história subordinada ao tema “Os Oceanos ” em parceria com o Clube Europeu.

Os intervenientes participaram com empenho e interesse em todas as atividades.

A professora Lina Dias

Explora com o Grupo – revista “Nosso Amiguinho”

Os alunos do 5.ºA e do 6.ºA, nas aulas de Português, com as professoras Alexandra Lourenço e Lígia Silva; e Ana Gameiro respetivamente redigiram um texto coletivo sobre os oceanos para integrar a rubrica “Explora com o grupo.”

A proposta desta atividade surgiu no âmbito do Projeto Gandhi e foi implementada em colaboração com o Clube Europeu.

Os alunos do 5.ºA redigiram o texto após terem feito a pesquisa de informação sobre a origem do nome de cada um dos cinco oceanos, as suas características quanto à fauna e à flora e algumas curiosidades.

Os alunos do 6.ºA  escreveram um texto no qual alertaram para a necessidade de preservação dos oceanos e apresentaram alguns conselhos para a proteção dos mares e dos oceanos.

A professora Lígia Silva

Oceanos: atividades e profissões

A superfície do planeta Terra é constituída por 71% de água. Grande parte da população mundial vive na proximidade  de meio aquático onde “existem recursos em abundância”. É inevitável que ao longo dos séculos muitas das atividades humanas se desenvolvam junto dos rios, mares e oceanos e que o Homem sinta necessidade de  os conhecer. As turmas do quarto ano realizaram trabalhos relacionados com essas atividades. 

Os alunos da turma MAC5, procuraram saber de que forma algumas atividades humanas podem ou não pôr em causa a sobrevivência dos ecossistemas marinhos: A pesca de arrasto  pode levar à extinção de espécies marinhas versus pesca artesanal ou tradicional mais sustentável;  a poluição, causada pelas viagens e transporte de mercadorias,   bem como   pela extração de petróleo e gás natural e  ainda pelos lixos que ficam nas águas, pode causar a morte de plantas e animais   marinhos. Há, no entanto, outras atividades que não são prejudiciais, como alguns desportos entre os quais o surf ou mergulho.

Já os alunos da turma MAC6, pesquisaram profissões ligadas ao “mar” e ilustraram-nas. Pescador, biólogo marinho e nadador-salvador, foram algumas das profissões representadas. Apesar de quase metade da população mundial depender diretamente dos recursos marítimos e costeiros, existe atualmente a preocupação de preservar o meio ambiente e de explorar os recursos marinhos de uma forma consciente. Esta atividade, promoveu neste grupo de alunos, uma maior consciencialização e compromisso na proteção dos rios, mares  e oceanos.

Todos os trabalhos integraram a exposição do Dia Mundial dos Oceanos.

As professoras Olga Pereira e Susana Gueifão

Visita de Estudo a Cobragança

No dia 3 de junho, as duas turmas de 7ºano partiram à descoberta das gravuras históricas na estação arqueológica de Cobragança, no Caratão.

Esta saída de campo foi feita no âmbito das disciplinas de História, Geografia, Ciências Naturais e CPM, por isso houve muitas aprendizagens que pudemos demonstrar e comprovar no local.

Assim que saímos do autocarro, partimos à aventura num caminho de terra batida até ao local onde dois blocos rochosos escondiam as gravuras feitas há mais de 3 mil anos, na Idade do Bronze. As gravuras foram feitas em rochas de arenito e conglomerado, que não existem muito em Mação. Ao longo do tempo a erosão, em particular a causada pelos incêndios das últimas décadas, têm danificado as gravuras, algumas até desapareceram.

Fomos acompanhados pela Dr.ª Anabela do Museu de Mação que nos falou também do Cavalo do Ocreza, ainda do Paleolítico, gravado em xisto. As gravuras de Cobragança vão desde círculos a quadrados que podiam representar escudos, alfaias agrícolas, plantas de casa, etc.

Aproveitámos para observar a Serra do Bando com as suas cristas quartzíticas, típicas da paisagem metamórfica de Mação, lá ao longe a capela de S. Gens recordou-nos da lenda e dos incêndios.

De seguida dirigimo-nos a um sítio mais amplo para tomar o pequeno-almoço e ver as conheiras: amontoados de pedras arredondadas de onde os homens retiravam os minérios que interessavam, como ouro ou cobre. Para este trabalho era preciso lavar as rochas, pelo que muitas conheiras estão perto de rios e ribeiras e Mação tem muita água.

Para terminar esta visita, continuámos a caminhada até às Casas da Ribeira e dirigimo-nos à ponte Velha, construída no reinado de D. Maria I, séc. XVIII, a pedido da população. As paredes da ponte são feitas de xisto e a calçada de quartzito, por ser uma rocha mais resistente. Devido a vários acontecimentos tristes quando os viajantes tentavam atravessar o rio foi construído à entrada da ponte um nicho para relembrar as alminhas dos que ali morreram.

Gostámos muito da visita pois aprendemos mais sobre as gravuras.

A turma do 7ºB

Teatro “Os oceanos somos nós!”

Lançou-se, na disciplina de Português, na sequência do estudo do texto dramático (no caso do 9º ano, neste ano letivo e, no caso do 12º ano, no ano anterior), o desafio para a elaboração de um texto dramático coletivo, usando um documento partilhado na drive, desenvolvendo o uso das TIC, com a temática dos oceanos e da sua proteção, envolvendo alunos de duas turmas de 9º ano e de uma turma de 12º ano regular.

Posteriormente, passou-se à produção de elementos para o cenário e adereços, envolvendo a orientação de outros professores além das do Clube Europeu (Fátima Agostinho e Lenine Mata). Seguiram-se os ensaios e respetiva teatralização (com o apoio igualmente de elementos exteriores ao clube, como a artista residente Francisca Correia e a atriz e encenadora Alexandra Espiridião), com o contributo da Direção e da Câmara de Mação, conseguiu-se o Auditório Elvino Pereira, para alguns ensaios e para a subida a cena.

Para a comunicação entre os membros do recém-criado grupo de teatro amador, utilizaram-se as formas habituais em plataformas como o WhatsApp e para a divulgação do evento os dois jornais do Agrupamento – o Verdehorizonte online e o jornal de papel Horizontes. O cartaz foi produzido no Canva e afixado igualmente na comunidade.

Estes jovens cresceram como atores e como pessoas, verificando-se uma dedicação extrema da equipa que em tempo recorde, devido a várias condicionantes que ultrapassaram o grupo, conseguiu pôr em cena um texto original e colaborativo interciclos.

A apresentação pública ocorreu na noite de 8 de Junho – Dia dos Oceanos – com porta aberta ao público da comunidade e entrada livre, a fim de trazer o contributo dos alunos, do nosso Clube Europeu e do nosso Agrupamento para o desenvolvimento lúdico e cultural da nossa comunidade local. 

A professora Anabela Ferreira