10 de junho – Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades Portuguesas

DSC05816

O trabalho que fiz foi uma das experiências mais fascinantes que tive desde que entrei nesta escola.

Fazer o trabalho sobre duas personalidades importantes da História de Portugal, Geraldo Geraldes, mais conhecido como o Sem Pavor e João das Regras, com a professora e os meus colegas de turma Tiago, João Calado e Diogo foi muito bom.

Cada imagem foi projetada num papel de cenário, tivemos que copiá-la, depois recortámos e em seguida escolhemos a cor do feltro mais adequada para cada personagem.

O feltro foi cortado e colado de forma a “vestir” as personagens.

Foi um trabalho feito em equipa e sobre duas personagens estudadas nas aulas de História e Geografia de Portugal.

Texto escrito por: Joana Delgado N.º6 do 5.ºB

Fotografia tirada por: Lígia Silva

Anúncios

10 de junho- dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

DSC05862

Os alunos do 5.º e 6.º Anos participaram na exposição alusiva ao 10 de junho e fizeram diversos trabalhos sobre Luís Vaz de Camões, grande génio da Pátria, representando Portugal na sua dimensão mais resplandecente e mais sublime.

O feriado em sua honra celebra-se a 10 de junho, data provável do falecimento daquele que é considerado o maior poeta de Língua Portuguesa e dos maiores da Humanidade, autor de “Os Lusíadas“.

O 10 de junho nasceu com a República quando Lisboa escolheu para feriado municipal o 10 de junho, em honra de Camões.

Camões representava o génio da pátria, representava Portugal na sua dimensão mais esplendorosa e mais genial e era este o significado que os Republicanos atribuíam ao 10 de junho.

O 10 de junho, dia de Camões, começou por ser festejado a nível nacional com o Estado Novo, um regime instituído em Portugal em 1933, sob a direção de António de Oliveira Salazar.

O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas é pois um tributo à data do falecimento de Luís Vaz de Camões em 1580, utilizada para relembrar os feitos passados do povo lusitano e também os milhões de Portugueses que vivem fora do seu país natal.

Durante o regime autoritário do Estado Novo (1933) até à Revolução dos Cravos (1974) o dia 10 de junho era celebrado como o “Dia da Raça” (a raça portuguesa).

O Dia de Portugal é também o dia em que se tenta “dignificar, através da atribuição de determinados títulos e medalhas, portugueses que se tenham distinguido em determinadas áreas, sem distinção da opção ideológica ou da opção religiosa”.

Texto escrito por: Lígia Silva (professora de H.G.P.)

Fotografias de: Lígia Silva

Exposição de lendas da História de Portugal

Os alunos do 5.º Ano pesquisaram diversas lendas relacionadas com os conteúdos lecionados na disciplina de História e Geografia de Portugal.

A lenda é uma narrativa ou tradição escrita/oral de factos ou coisas fantásticas, muito duvidosas ou inverosímeis transmitida pela tradição oral através dos tempos.

De caráter fantástico e/ou fictício, as lendas combinam factos reais e históricos com factos irreais que são meramente produto da imaginação  humana.

Com exemplos bem definidos em todos os países do mundo, as lendas geralmente fornecem explicações plausíveis, e até certo ponto aceitáveis, para coisas que não têm explicações científicas comprovadas, como acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. Podemos entender que a lenda é uma degeneração do Mito.

Como diz o ditado popular “Quem conta um conto acrescenta um ponto”, as lendas pelo facto de serem passadas oralmente de geração em geração, sofrem alterações à medida que vão sendo recontadas.

Na exposição dos trabalhos constavam 28 lendas relacionadas com a História de Portugal, tais como: dos três rios; do galo de Barcelos; do esquecimento; das amendoeiras em flor; de Geraldo Geraldes; da Serra da Estrela; do cativo de Belmonte; da fonte da moura; do milagre das rosas; da conquista de Silves e a lenda de Pedro e Inês.

Texto escrito por: Lígia Silva (professora de H.G.P.)

DSC05714

Exposição de trabalhos “Biografias de personalidades estudadas no 6.ºAno”

DSC05653

Eu fiz a biografia de Napoleão Bonaparte e achei muito interessante, porque fiquei a saber mais sobre esta personalidade que teve um papel importante durante as invasões francesas.

Adorei estudar essa personagem e pensei logo que seria uma ideia espetacular, porque foi uma atividade diferente das que fazemos na disciplina de História e Geografia de Portugal.

Texto escrito por: Camila Lourenço  N.º2 do 6.ºA

Eu fiz a biografia de Mouzinho da Silveira e gostei muito, porque aprendi mais coisas sobre ele, o seu papel como ministro e as reformas realizadas na agricultura durante a 1.ª metade do século XIX.

Eu acho que a proposta da professora foi boa, porque eu fiquei entusiasmada e acho que os meus colegas também são da mesma opinião.

Texto escrito por: Maria Santos   N.º12 do 6.ºA

VII Campeonato SuperTmatik História de Portugal

Os alunos do 5.º ao 9. ºAno participaram no  VII Campeonato SuperTmatik de História de Portugal.

Este campeonato tem como principais objetivos fomentar o interesse pela aprendizagem da História de Portugal; contribuir para a aquisição, consolidação e ampliação de conhecimentos sobre a história do nosso país; reforçar a componente lúdica na aprendizagem da História de Portugal; promover o convívio entre alunos, professores e restante comunidade escolar.

A competição iniciou-se com a realização dos campeonatos intra-turma para o apuramento dos campeões SuperTmatik de cada turma. Em seguida, os campeões de turma pertencentes ao mesmo escalão (ano de escolaridade) participaram no torneio inter-turma, para apuramento do campeão e vice-campeão escolar, por escalão de competição.

Foram apurados para participarem na final online os seguintes alunos:

Joana Delgado (5.ºB – campeã)

Pedro Matos (5.ºC – vice-campeão)

Manuel Estrela (6.ºC- campeão)

Camila Lourenço (6.ºA – vice-campeã)

David Dias (7.ºB – campeão)

Mónica Silva (7.ºC- vice-campeã)

Tiago Fernandes (8.ºB – campeão)

Clara Minhoto (8.ºB – vice-campeã)

Lúcia Pires (9.ºB – campeã)

Raquel Parente (9.ºB vice-campeã)

A partir do dia 27 de março a 17 de abril, os alunos selecionados puderam aceder a uma versão limitada do jogo superTmatik online com acesso livre e que esteve disponível em http://www.eudactica.com/supergame/supergame.html. Pretendia-se que durante esse período, os alunos se ambientassem ao tipo de prova que irão realizar aquando da Grande Final Online e não que treinem virtualmente.

A final nacional online decorreu de 20 de abril a 8 de maio e constará de três tentativas com vista à obtenção do melhor tempo no jogo online.

Apenas o melhor resultado de cada aluno foi contabilizado para efeitos de posicionamento no ranking SuperTmatik 2015.

Os resultados obtidos pelos alunos foram os seguintes:

Joana Delgado – 44.º lugar

Pedro Matos – 49.º lugar

Manuel Estrela – 6.º lugar

Camila Lourenço – 69.º lugar

David Dias – 43.º lugar

Mónica Silva -18.º lugar

Tiago Fernandes -7.º lugar

Clara Minhoto – 26.º lugar

Lúcia Pires – 46.º lugar

Raquel Parente – 32.º lugar

Texto redigido por: Lígia Silva (professora de H.G.P)

Fotografias tiradas por: Lígia Silva

DSC05690

va

Exposição “Da morte ao túmulo”

DSC05493

Clica aqui para visualizares as restantes fotografias.

Os alunos do Curso Vocacional do 3.º ciclo construíram maquetes de pirâmides e de sarcófagos após terem estudado a civilização egípcia na disciplina de História.

Esta civilização da Antiguidade oriental ocupava o norte de África, e estava concentrada ao longo do curso inferior do rio Nilo, no que é hoje o Egito.

O Antigo Egito foi uma das primeiras grandes civilizações da Antiguidade e manteve durante a sua existência uma continuidade nas suas formas políticas, artísticas, literárias e religiosas, explicável em parte devido aos condicionalismos geográficos, embora as influências culturais e contactos com o estrangeiro tenham sido também uma realidade.

A civilização egípcia aglutinou- se por volta de 3 150 a.C. com a unificação política do Alto e Baixo Egito, sob o primeiro faraó (Narmer), e desenvolveu- se ao longo dos três milénios seguintes.
O governo dos faraós terminou oficialmente em 31 a.C. quando o Egito caiu sob o domínio do Império Romano e se tornou uma província romana, após a derrota da rainha Cleópatra VII na Batalha de Áccio.

Os antigos egípcios eram construtores qualificados, usando ferramentas simples, mas eficazes e instrumentos de observação, podendo os arquitetos egípcios construir grandes estruturas de pedra com exatidão e precisão.
Estruturas importantes, como templos e túmulos, que se pretendia que durassem para sempre, foram construídos em pedra em vez de tijolos. Os mais antigos templos preservados do Antigo Egito, como os de Gizé, consistem em simples salões anexos com lajes suportadas por colunas.

As pirâmides eram formadas por blocos de pedra de três toneladas, sendo cortadas com cunhas de madeira e depois eram arrastadas para cima em rampas sobre trenós.
Os interiores das pirâmides foram construídos dispondo-se um tipo de labirinto onde era depositado o túmulo do faraó numa câmara secreta para evitar o roubo por saqueadores.

Um sarcófago é uma urna funerária, geralmente de pedra, colocada sobre o solo, embora alguns sarcófagos fossem enterrados. No Antigo Egito, se o morto fosse de classe alta, o corpo era geralmente mumificado e depositado nesse tipo de urna.

Os egípcios acreditavam que o morto necessitaria do seu corpo conservado para que seu “ka” (espírito) pudesse regressar e juntar-se a ele novamente, quando retornasse à vida. Dado que o “ka” exigia um suporte físico para continuar existindo, o sarcófago tinha a função de ajudar a preservar e proteger o corpo. Mesmo que o corpo se deteriorasse, o sarcófago teria de substituí-lo.

A mumificação é o nome do processo aprimorado pelos egípcios em que se retiram os principais órgãos, dificultando assim a sua decomposição. Geralmente, os corpos são colocados em sarcófagos de pedra e depois envoltos por faixas de algodão ou linho. Após o processo estar concluído são chamadas múmias. O processo de mumificação durava cerca de setenta dias.

A mumificação era um processo bastante complexo e demorado. O sacerdote (embalsamador) começava por retirar o cérebro do morto, com um gancho, por meio das narinas. Depois, fazia um corte no lado esquerdo do corpo, retirando os órgãos, que eram colocados em vasos próprios e guardados no túmulo, à exceção do coração, que, por ser necessário na outra vida, era recolocado no seu lugar.

Então, o corpo era coberto com natrão (cristais de sal) e deixado a secar durante setenta dias. Após esse processo, as cavidades eram cheias com linho e substâncias aromáticas, e enrolava-se o corpo com ligaduras. Os olhos eram cheios com linho ou pedras pintadas de branco.

Também os animais de estimação eram por vezes embalsamados e colocados em sepulturas próprias.

Texto e fotografias de: Lígia Silva (professora de História)

“Andakatu vai à Escola”

DSC05305

Clica aqui para veres todas as fotos.

No dia 11 de novembro foi dinamizada a atividade “Andakatu vai à Escola” da responsabilidade do Museu da Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo.

O arqueólogo Pedro Cura deu a conhecer aos alunos do Curso Vocacional do 3.º Ciclo o modo de vida do Homem Pré-Histórico e exemplificou como eram fabricados alguns utensílios.

Os alunos puderam observar algumas técnicas de fabrico que foram recriadas, ver e tocar em determinados utensílios  e aprender de forma diferente daquela a que estão habituados.

Texto e fotografias de: Lígia Silva (professora de História)