Escrever cartas à mão

Se há coisa que a atual situação pandémica nos veio relembrar foi a importância que a afetividade e os relacionamentos têm para o nosso bem-estar, tanto físico como psicológico. Criar laços com quem nos rodeia é essencial para nos encher o coração de alegria e nos desenhar um sorriso no rosto! Com o distanciamento a que o confinamento nos obrigou/obriga, nada melhor do que escrever cartas para nos aproximarmos de quem gostamos e de quem sentimos saudades. Uma carta escrita à mão, mais do que ajudar a desenvolver o cérebro, aproxima pessoas, estreita laços, aprofunda sentimentos. Escrever cartas preenche quem as lê, mas também quem as escreve. Uma carta cria memórias felizes, duradouras e profundas… memórias especiais que permanecerão para sempre na nossa mente e nos nossos corações.

O desafio foi lançado e os alunos do 5ºA agarraram-no.

Mação, 27 de outubro de 2020

Querida avó:

Espero que esteja tudo bem contigo.

As minhas aulas já começaram, mas estão a ser muito diferentes.

Como deves saber, agora todos usamos máscara na escola e não podemos estar muito perto das outras pessoas. Há regras de distanciamento e de higiene que temos de cumprir, para nossa segurança e bem de quem nos rodeia.

Apesar de todos estes constrangimentos, foi muito bom poder voltar à escola e rever os meus amigos e amigas.

Como mudei de ciclo, frequento uma escola nova, muito maior que a anterior e com muitos professores e professoras. A primeira semana foi espetacular! Adaptei-me rapidamente a esta nova realidade, sabias? Adoro a minha Diretora de Turma e todos os outros professores.

De ti gosto muito, muito, muito, daqui até ao céu!

Fica bem e até quando Deus quiser.

Beijinhos,

Catarina

(Catarina Silva, 5ºA)

Uma carta inesperada

Mação, 24 de setembro de 2020

Minha querida tia,

As aulas começaram e vou falar-te um pouco das minhas vivências neste novo ciclo.

Como sabes, mudei para uma nova escola, da qual estou a gostar muito. Conheci novos colegas e novos professores, com quem simpatizo, e passei a ter inúmeras disciplinas! Não fazes ideia de quantas! No entanto, como deves calcular, estou tranquila, pois sou uma aluna aplicada, concentrada e gosto muito de trabalhar. Nem imaginas a atenção com que estou nas aulas!

Hoje, com o professor de Matemática, fiz a minha primeira pesquisa sobre números naturais e, para segunda-feira, terei de fazer uma outra sobre expressões idiomáticas! Na aula de Português iremos assinalar o Dia Europeu das Línguas.

No fim de semana, escrever-te-ei para te pôr a par das novidades. Por agora terei de ir, pois a responsabilidade chama-me. Vou preparar a mochila para amanhã. Não me quero esquecer de nada!

Espero que esteja tudo bem por aí. Sabes que gosto muito de ti.

Grandes beijinhos da tua sobrinha que te adora,

Eva (5ºA)

P.S. Na aula de Ciências Naturais, a professora falou sobre o planeta Terra!

                             

                                                

A importância das cartas escritas à mão

Há quem nunca tenha ido aos correios enviar uma carta! Não é de estranhar, pois, nos dias de hoje, enviam-se mensagens rápidas e práticas, que estão à distância de um clique: SMS, e-mail, WhatsApp, Messenger, Facebook, Instagram são alguns dos meios de comunicação da chamada “era digital” em que todos mergulhámos!

Mas, sabias que receber uma carta de agradecimento, por correio, causa um maior impacto emocional do que receber mais um e-mail, que chega juntamente com outros 300 do mesmo género?!

Escrever uma carta à mão é, pois, uma poderosa ferramenta de comunicação. Para além de estreitar laços com aqueles que as recebem, ela será relembrada, relida e apreciada sempre que essas pessoas o desejarem. Sim, todos sabemos que, com o passar dos anos, o papel poderá amarelecer. Todavia, a mensagem nelas contida permanecerá fisicamente eterna, sendo guardada no velho baú das recordações felizes e mantida emocionalemente viva na memória de quem as recebeu…

Assim, aproveita as épocas festivas, como o Natal, a Páscoa ou uma data especial, como um aniversário, para enviares uma carta por correio.

Vivemos, fruto da atual situação pandémica, num mundo cada vez mais isolado e tendencialmente mais individualista. Fomos /somos obrigados a afastarmo-nos de familiares e amigos que tanto estimamos e sabemos que a solidão impera em muitos lares, sobretudo junto dos mais idosos, que tanto precisam de companhia e de afetos.

Para encurtares a distância daqueles que te são mais queridos, dedica-lhes um pouco do teu tempo e envia cartas! Acende sorrisos, ilumina corações, suaviza as saudades dos que estão longe, mesmo que, geograficamente, possam viver bem próximos de ti…

Boas missivas e… boas leituras!

Profª Ana Gameiro

Soltando as palavras como bolas de sabão…

POESIA… uma janela aberta sobre o mundo maravilhoso das palavras. Palavras que sentimos e guardamos no fragmento mais profundo, mágico, intenso, misterioso e secreto do nosso âmago

ANSIEDADE

Hoje regresso às aulas,

Desinfeto as mãos antes de entrar…

Nas salas

Tento respirar,

Mas sinto o pânico a atacar.

Sento-me numa cadeira a ouvir

O professor a falar.

Sinto olhos que me estão a fitar

E esforço-me para não deixar

As lágrimas derramar.

As minhas mãos tremem como

Um barco no mar.

Respiro, lentamente, para me acalmar.

Pode parecer triste, mas na realidade

Isto é só a minha ansiedade.

                               Sofia Cabrita, 7ºA

Dia Mundial da Criança

Infelizmente, e em pleno século XXI, ainda encontramos espalhadas pelo mundo crianças a quem são negados os cuidados mais básicos de saúde, segurança e educação. Ao contrário do que seria desejável, ainda se encontram por cumprir tantos dos princípios da Declaração Universal dos Direitos da Criança.

A criação de um Dia Mundial da Criança, em 1950, teve como principal objetivo sensibilizar a comunidade internacional para os problemas que atingiam tantas crianças mundo afora. Em Portugal, este dia é celebrado anualmente a 1 de junho, mas, neste cantinho tão peculiar e tão nosso, ainda existem crianças privadas de coisas tão simples e gratuitas como a atenção, a ajuda, o amor e o carinho…

Bom seria que todas as crianças pudessem crescer em harmonia, alcançando uma vida próspera e feliz!

Em Mação, os alunos da turma MAC6 deram voz à sua felicidade, celebrando este dia que lhes pertence por direito, da melhor forma possível.

Eis, abaixo, o texto e as fotos com que nos brindaram. Obrigada, crianças!

Este ano, o Dia da Criança em Mação foi diferente. Para o comemorar, a Câmara Municipal resolveu vir até nossa casa. Deram-nos um saquinho com um cantil para a água, um docinho e um moinho de vento. Aqui fica o nosso muito obrigado ao Município e algumas fotos da nossa turma (MAC6).

Enquanto crianças altruístas que somos, pedimos aos adultos para que nunca se esqueçam dos princípios da Declaração Universal dos Direitos das Crianças que abaixo enumeramos:

  1. Todas as crianças têm o direito à vida e à liberdade.
  2. Todas as crianças devem ser protegidas da violência doméstica.
  3. Todas as crianças são iguais e têm os mesmos direitos, não importa a sua cor, sexo, religião, origem social ou nacionalidade.
  4. Todas as crianças devem ser protegidas pela família e pela sociedade.
  5. Todas as crianças têm direito a um nome e nacionalidade.
  6. Todas as crianças têm direito à alimentação e ao atendimento médico.
  7. As crianças portadoras de dificuldades especiais, físicas ou mentais, têm o direito à educação e a cuidados especiais.
  8. Todas as crianças têm direito ao amor e à compreensão dos pais e da sociedade.
  9. Todas as crianças têm direito à educação.
  10. Todas as crianças têm direito de não serem violentadas verbalmente ou serem agredidas pela sociedade.

O nosso maior desejo é que todas as crianças do mundo sejam livres e que, tal como nós, possam crescer saudáveis e FELIZES!

Como dizia Fernando Pessoa no seu poema “Liberdade”, “Grande é a poesia, a bondade e as danças…/Mas o melhor do mundo são as crianças.”

De MAÇÃO para o MUNDO, que o vento leve, sobretudo às crianças mais necessitadas, o nosso sorriso colorido, repleto de esperança num mundo melhor, e o nosso abraço solidário!

Os alunos da MAC6 da E.B. de Mação

Professor José Manuel Sequeira

Dá Voz Ao Teu Mundo – parte II

Os “alunos-artistas” da turma Mac6, que tantas vezes partilham com os leitores a sua criatividade, deram novamente voz às suas emoções, brindando-nos com mais uma série de extraordinários trabalhos. Eis, abaixo, a explicação da atividade que executaram.

Na disciplina de Educação Artística temos vindo a falar sobre os conceitos de linha, plano, forma, estrutura, espaço, padrão e volume em diferentes contextos visuais, para desenvolvermos capacidades de observar e interpretar.

Foi-nos proposto representar, através da linha da silhueta, da sobreposição e da transparência, e criar estruturas geométricas modulares num espaço bidimensional ou tridimensional.

Com materiais que tínhamos disponíveis, construímos um carimbo que funcionou como módulo. Aplicamos tintas no carimbo, apenas na parte de relevo, pressionamos no papel ou em tecido e fizemos composições utilizando o padrão, a simetria, a translação, a rotação ou a alternância.

Também desenhamos elementos de uma composição em plásticos opacos e transparentes. Recortamos esses elementos desenhados e colamos num suporte, recorrendo à sobreposição dos plásticos.

Aqui fica a exposição dos nossos 25 trabalhos. Esperamos que os apreciem tanto como nós!

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Alunos do 4º ano da MAC6 da Escola Básica de Mação

Professor José Manuel Sequeira

Dá forma ao teu mundo

Os “alunos-artistas” da turma Mac6 deram voz às suas emoções, brindando-nos com mais uma série de trabalhos fabulosos. Eis, abaixo, a explicação da criação das suas obras-primas.

No dia 21 de abril, na primeira aula de Educação Artística no #EstudoEmCasa, foi-nos proposto fazer música com o nosso corpo. Ouvimos um excerto da abertura da Ópera de Guilherme Tell, composta por Rossini, e aprendemos a lavar bem as mãos ao ritmo da música.

Depois ouvimos falar do ponto, da sua variação, do seu deslocamento, da sua espessura, das linhas, das texturas (…)

Através dos desenhos que tão habilmente desenhámos, pudemos representar os nossos sentimentos.

Foi-nos proposto criar uma composição através de linhas, pontos e texturas ao som da música “As quatro estações” de Vivaldi.

Deixamos aqui os surpreendentes trabalhos criados por nós. Espero que gostem de os apreciar!

Os alunos do 4º ano, de turma MAC6 da escola Básica de Mação.

Professor: José Manuel Sequeira

Faróis

Os alunos da MAC 6 abraçaram mais um desafio lançado pelo professor José Sequeira. Desta vez, dedicaram-se à definição e posterior construção ou ilustração de faróis.

E que bonitas que ficaram as suas construções! Que talentosos pequenos-grandes artistas, não acham? Diria mesmo uns verdadeiros arquitetos! Outros fizeram desenhos. E que bonitos que ficaram também!
Apreciemos, pois, os fantásticos trabalhos destes “arquitetos” ou “ilustradores” de mão-cheia!

E o que é um farol?

Um farol é uma estrutura elevada, normalmente uma torre, equipada com um potente aparelho ótico, fontes de luz e espelhos refletores. A sua luz é visível a longas distâncias. Estão instalados junto ao mar, na costa ou em ilhas próximas, tendo como objetivo orientar os navios durante a noite.

Os faróis desempenharam um papel importante na cultura portuguesa e são, hoje, monumentos nacionais muito acarinhados, embora alguns já se encontrem muito degradados. Os faróis foram concebidos para avisar os navegadores que se estavam a aproximar da terra, ou de porções de terra que irrompiam pelo mar adentro.

Quando estudámos a costa portuguesa, os seus aspetos e a sua sinalização, o nosso professor desafiou-nos a construir ou a desenhar um farol.

Espero que tenham apreciado os nossos trabalhos, que foram feitos com muita dedicação!

 Alunos do 4º ano da MAC6 da Escola Básica de Mação

Professor: José Manuel Sequeira

Superstições ou crendices populares portuguesas

As velhas superstições existem desde que o homem se entende por homem e podem não só ter influenciado como garantido a própria evolução humana.

A superstição é uma espécie de crendice popular que não possui qualquer explicação científica. Sendo criadas pelo povo, as superstições ou crendices costumam passar de geração em geração, perpetuando-se ao longo dos tempos.

Estas crendices estão geralmente associadas à suposição de que alguma força sobrenatural, que pode inclusive ser de origem religiosa, agiu para promover a suposta causalidade, isto é, as crenças ou superstições apelam à compreensão dos modos de sentir e de agir de um povo, perante factos ou acontecimentos inexplicáveis, ocorridos num determinado quadro temporal ou social.

E porque é importante manter a riqueza do passado, os pequenos “historiadores” da MAC6 foram à procura de algumas das superstições populares portuguesas mais comuns.

Eis, abaixo, o resultado da sua árdua pesquisa.

13 pessoas à mesa, dá azar.

Abrir um guarda-chuva dentro de casa, dá azar.

Andar com um Olho Turco, dá sorte.

Andar para trás é ensinar o caminho ao diabo.

Assobiar à noite, atrai cobras.

Bater três vezes na madeira, afasta as desgraças.

Cobrir espelhos durante as tempestades, pois atraem os raios.

Colocar sal no ombro esquerdo, dá sorte.

Colocar a mala de senhora no chão, perde dinheiro.

Colocar uma vassoura ao contrário atrás da porta, faz com que a visita chata se vá embora.

Contar segredos perto dos gatos, dá azar.

Cruzar facas, dá azar.

Cruzar os dedos indicadores, dá sorte.

Deitar alecrim no lume quando faz trovoada, afasta os raios.

Deixar um chinelo virado, causa a morte da mãe.

Deixar um copo de vidro cheio de sal grosso, traz sorte.

Encontrar um gato preto à noite, dá azar.

Encontrar um trevo de quatro folhas, dá sorte.

Entornar sal, dá azar.

Entrar com o pé direito, dá sorte.

Fazer figas para afastar os espíritos maus.

No dia do casamento, o noivo não deve ver a noiva antes da cerimónia.

No fim do arco-íris há um tesouro.

O número 13 dá azar.

Para fazer sair bichos de dentro de casa, queimam-se trapos velhos.

Partir um espelho dá sete anos de azar.

Passar por baixo de uma escada, dá azar.

Passar por cima de uma criança, ela não cresce.

Pé de coelho como amuleto, dá sorte.

Quando a coruja canta no telhado de uma casa, é sinal que a morte está próxima.

Quando a orelha direita está quente, estão a dizer mal de nós.

Quando a orelha esquerda está quente, estão a dizer bem de nós.

Quando as andorinhas andam rasteiras, é sinal de chuva.

Quando um cão uiva, a morte está perto.

Quando um pássaro faz cocó na sua cabeça, é sinal de abundância.

Quem pela manhã ouvir cantar o cuco, não morre nesse ano.

Sexta-feira 13, é o dia da má sorte.

Se sentir vontade de coçar a palma da mão, é sinal de dinheiro a chegar.

Ter uma ferradura de um cavalo preto em casa, dá sorte.

Varrer os pés de uma pessoa faz com que ela não se case.

Embora não haja comprovação científica de que realmente funcionem, crendices de toda a espécie resistem até hoje.

Os alunos da MAC6

Professor: José Manuel Sequeira

 

Rifões de A a Z

 

Um povo sem memória é um povo sem futuro, por isso é necessário exercitá-la. No nosso quotidiano, usamos muitas vezes expressões baseadas no senso comum, que constituem uma parte importante da cultura deste país à beira-mar plantado.

Essas expressões são provérbios ou ditados populares, também conhecidos como adágios, anexins ou rifões, que se mantiveram imutáveis ao longo dos anos, significando exemplos morais, filosóficos e religiosos.

Dado que a história de um povo se constrói pela sua memória, os pequenos “historiadores” da MAC6, fizeram a recolha de alguns desses ditados, tão enraizados na cultura portuguesa.

Abaixo, deliciemo-nos com 100 rifões lusos. Uma pesquisa de A a Z…

A água de janeiro vale dinheiro.

A árvore não nega a sua sombra nem ao lenhador.

A barba não faz o filósofo.

A cabeça não se fez só para usar chapéu.

A cavalo dado não se olha ao dente.

A culpa morreu solteira.

A esperança é a última a morrer.

A fome é o melhor tempero.

A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite mata.

A mentira tem perna curta.

À noite, todos os gatos são pardos.

A palavra é prata, o silêncio é ouro.

A pressa é inimiga da perfeição.

A união faz a força.

Abelha não leva chumbo.

Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.

Águas passadas não movem moinhos.

Amigos, amigos, negócios à parte.

Amor com amor se paga.

Apressado come cru.

As aparências iludem.

As paredes têm ouvidos.

Bom serás, se morto estás.

Cada macaco no seu galho.

Cão que ladra não morde.

Cobra que não ande, não engole sapo.

Dá Deus nozes a quem não tem dentes.

Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.

Depois da batalha aparecem os valentes.

Depressa e bem, não faz ninguém.

Deus ajuda quem madruga.

Deus tem mais para dar do que o diabo para tirar.

Deus vê o que o diabo esconde.

Devagar se vai ao longe.

Em abril, águas mil.

Em boca fechada não entra mosquito.

Em briga de marido e mulher, ninguém meta a colher.

Em casa de ferreiro, espeto de pau.

Em terra de cegos, quem tem olho é rei.

Errar é humano.

Falar é fácil, difícil é fazer.

Filho de peixe, peixe é.

Filho de peixe, sabe nadar.

Filhos criados, trabalhos dobrados.

Gato escaldado, de água fria tem medo.

Grão a grão enche a galinha o papo.

Há males que vêm por bem.

Ladrão que rouba ladrão, tem cem anos de perdão.

Longa viagem começa por um passo.

Mal de muitos, consolo é.

Mal por mal, antes cadeia que hospital.

Março, marçagão, manhãs de inverno, tardes de verão.

Muita parra, pouca uva.

Não adianta chorar sobre o leite derramado.

Não adianta lamentar a morte da bezerra.

Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe.

Não há rosa sem espinhos.

Não se vive para comer, come-se para viver.

Não vales pelo que tens, vales pelo que dás.

Nem tudo o que luz é ouro.

Ninguém é profeta na sua terra.

No Carnaval nada parece mal.

O pior cego é aquele que não quer ver.

O preguiçoso trabalha dobrado.

O que não mata engorda.

O que não tem solução, solucionado está.

O que os olhos não veem, o coração não sente.

O saber não ocupa lugar.

O seguro morreu de velho.

O trabalho do menino é pouco, quem o perde é louco.

Para bom entendedor, meia palavra basta.

Pau que nasce torto, tarde ou nunca se endireita.

Pela boca, morre o peixe.

Plantar verde para colher maduro.

Por pouco que se tenha, deve chegar sempre para os outros.

Quando um burro fala, os outros baixam as orelhas.

Quem com ferros fere, com ferros será ferido.

Quem com ferros mata, com ferros morre.

Quem conta um conto, acrescenta um ponto.

Quem espera sempre alcança.

Quem não arrisca, não petisca.

Quem não quer ser lobo não lhe veste a pele.

Quem ri por último é o de raciocínio lento.

Quem ri por último, ri melhor.

Quem semeia vento, colhe tempestade.

Quem semeia ventos, colhe tempestades.

Quem te avisa, teu amigo é.

Quem tem boca vai a Roma.

Quem tem telhados de vidro, não atire pedras ao vizinho.

Quem tudo quer, nada tem.

Quem tudo quer, tudo perde.

Quem vir as barbas do vizinho a arder ponha as suas de molho.

Tantas vezes vai o cântaro à fonte que um dia lá fica.

Todo o homem com dinheiro tem amigos com fartura, quando o dinheiro se acaba, mais ninguém o procura.

Um dia da caça, outro do caçador.

Um olho no peixe, outro no gato.

Uma consciência culpada não necessita de nenhum acusador.

Vale mais quem Deus ajuda que quem cedo madruga.

Vale mais tarde que nunca.

Vale mais um pássaro na mão que dois a voar.

Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades.

Os alunos da MAC6

Professor: José Manuel Sequeira