As nossas cestas de Páscoa carregadas de esperança

Devido à quarentena e ao isolamento social, impostos pela pandemia do COVID-19, fomos, num breve piscar de olhos, forçados a permanecer em casa, deixando para trás as aulas presenciais e, com elas, os nossos amigos, colegas, professores e auxiliares de ação educativa.

Para tentar dar continuidade às atividades letivas, o nosso professor José Manuel manteve-se em contacto diário connosco, orientando-nos na realização de diversificadas tarefas escolares.

Assim, durante o tempo em que ficámos em casa, para cumprir esse distanciamento social e não ficarmos doentes com o vírus que chegou ao nosso país, o nosso professor enviou-nos um trabalho de expressão plástica, que podíamos imprimir ou não. Tínhamos, apenas, de completar na cesta os seguintes elementos: os ovos em branco com padrões à nossa escolha; pintar os ovos que já tinham padrão e decorar a cesta e o laço com diferentes materiais reciclados.

E… se bem o pensámos, melhor o fizemos! Demos corda aos sapatos e fomo-nos apetrechar de todo o material necessário à realização das nossas obras de arte. Depois, demos asas à imaginação, pusemos mãos à obra e… transformámo-nos em verdadeiros artistas!

Eis, aqui, na galeria fotográfica, o resultado dos nossos incríveis 25 trabalhos.

Para terminar, queremos deixar a toda a Comunidade Educativa uma singela mas sincera mensagem: nós, alunos da MAC6, esperamos que estas cestas, feitas com tanto amor e carinho, cheguem até vós a transbordar de alento, na crença de que, em breve, este vírus acabe de vez, e que possamos celebrar a VIDA, sem distanciamento físico, junto de todos os nossos familiares e amigos.

Desejamos a todos os que nos leem, que estas cestas tão “docinhas” possam consolar-vos a alma, acendendo, nesta Páscoa, a chama da esperança, do entusiasmo e da harmonia nos vossos corações.

Votos de uma Doce, Alegre e Feliz Páscoa!

Os alunos da MAC6

Professor: José Manuel Sequeira

 

Palestra sobre Segurança Rodoviária

A fim de recordarem regras básicas e recomendações úteis, os alunos do 9.º ano tiveram a oportunidade de assistir, no passado dia 10 de janeiro do ano em curso, a uma palestra sobre segurança rodoviária, apresentada pelo comandante da GNR de Mação.

A palestra, realizada no âmbito da disciplina de Físico-Química como forma de complemento ao estudo do tema “Forças na Segurança Rodoviária”, foi ministrada pelo comandante da GNR de Mação e teve lugar no auditório da escola sede do Agrupamento.

Durante a palestra, o comandante da GNR elucidou os alunos sobre os fatores que condicionam negativamente a condução, tal como o consumo de álcool ou drogas, o uso de telemóvel ou até a sonolência, falando-lhes também das regras de circulação rodoviária para carros, peões e bicicletas.

Os presentes tiveram a oportunidade de observar testes de presença de álcool ou de drogas no organismo e até de observar ao vivo, in loco, essas mesmas substâncias.

Outro dos temas abordado foi o das cartas de condução por pontos. Foi ainda feita uma comparação dos veículos atuais com os mais antigos, para se perceber as formas como, atualmente, absorvem a energia e a segurança que proporcionam ao condutor e aos passageiros.

Esta palestra revelou-se uma experiência educativa marcante, na medida em que os alunos puderam aprofundar os seus conhecimentos sobre o tema referido, relacionando os conteúdos estudados na disciplina de Físico-Química com as situações da vida real.

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Margarida Saramago, nº11, 9.ºB

SONHOS DE MENINO!

Quando for crescido…Quando for crescido quero ser futebolista. Ser futebolista é fantástico, porque é uma coisa de que eu gosto e sei que sempre me vou divertir.

Eu sou médio, por isso, não marco muitos golos, mas quando marco são sempre golaços! Eu nunca andei de avião, mas se um dia jogar num clube Europeu e tiver de andar de avião, sei que vai ser fenomenal. Eu gostava de jogar no Benfica, no Manchester City, no Barcelona e depois voltar ao Benfica. Mas o clube que até agora me deu mais alma é o clube de Mação (A.D.M).

Vou querer a minha camisola com o número 10 ou 7 e o nome Brito. E nunca me vou esquecer da minha mãe e do meu pai, que foram as pessoas que sempre me apoiaram.

Os meus amigos também gostam de jogar à bola e desejo que eles também possam jogar na Europa.

Vou sempre gostar de futebol e acredito muito que seja a minha profissão.

Francisco Brito, 3.º Ano, Turma MAC4

(Professor: Victor Santos)

DIA EUROPEU DA ARTE RUPESTRE

No seguimento da comemoração do Dia Europeu de Arte Rupestre, a 9 de outubro de 2019, os alunos das turmas MAC4 e MAC5, do terceiro ano de escolaridade, participaram num concurso de desenho, no âmbito do projeto “ European Rock Art Trails – CHEMINS DE L’ART RUPESTRE PRÉHISTORIQUE”, dinamizado pelo Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo de Mação.

Relativamente a esta participação, foi com grande satisfação e orgulho que recebemos a notícia, no passado dia quatro de fevereiro, de que a aluna Diana Mateus tinha ganho o segundo prémio a nível europeu.

Parabéns, Diana! Que continues a somar sucessos!

 

O Coordenador do 1.º Ciclo,

Victor Santos

La Saint-Valentin à l’école de Mação – l’amour et l’amitié partout!

Pour les élèves de l’École Secondaire de Mação, le 14 février c’est l’occasion de célébrer l’amour, l’amitié, le bonheur et la tolérance. Tout au long de la journée, élèves et professeurs de Français et d’Espagnol ont fêté la Saint Valentin, la fête des amoureux!

En classe, des mots à apprendre par cœur, lectures, activités ou travaux manuels ont été organisés autour de ce thème: décoration d’une boîte à lettres; réalisation de jeux avec des cœurs; élaboration de poèmes, de petits messages, de lettres d’amour ou d’affection pleines de compliments, de reconnaissance et de confidences, à destination de son amoureux(euse), de ses amis, de ses copains de classe…

Pour en faire de jolies cartes, les élèves ont aussi profité de cette occasion pour, pendant les cours de Français et d’Espagnol, compléter un petit exercice concernant les qualités et les défauts que l’ami(e) /amoureux(euse) idéal(e) doit ou ne doit pas avoir.

Toutes les cartes ont été postées dans un exposant plein d’affection, décoré aux couleurs de la Saint Valentin, et toutes les lettres d’amour ou d’amitié, avant d’être distribuées par les “messagers du coeur” , ont été placées dans la boîte de l’amour qui était pleine de doux mots!

Ce fut une journée pleine de romantisme, de joie et de bons sentiments.

L’année prochaine il y en a plus!

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Les professeurs: Ana Gameiro et Clara Neves

Sem pontapés na gramática…

Pousar ou posar?! Hoje, vais ficar a saber mais sobre esta particularidade linguística.

Pousar e posar são casos de paronímia, isto é, são palavras semelhantes, quer na grafia, quer no som, mas possuem origem e significado diferentes.

Utilizá-las corretamente faz parte do nosso dever enquanto falantes da nobre “língua de Camões”, também conhecida como “a última flor do Lácio”, expressão usada no soneto Língua Portuguesa, do escritor brasileiro Olavo Bilac.

Mas partamos para a análise linguística de ambos os vocábulos.

O sentido que se atribui a pousar faz referência a algo que se encontra no ar e que está prestes a tocar a superfície. Por essa razão, pousamos os talheres sobre a mesa, pousamos um embrulho no chão, presenciamos uma aeronave a pousar ou a aterrar na pista…

Por sua vez, posar, cuja origem estreita laços com a língua francesa, faz referência ao ato de permanecer imóvel numa determinada posição.

Assim sendo, deverás ter sempre em mente que pousar significa “chegar à superfície” ao passo que posar significa “fazer pose”.

Nota bem:

O avião pousa na pista.

 O gato posa para a fotografia.

Para bem falares e bem escreveres, não percas o próximo artigo deste Sem Pontapés na Gramática.

Até para a semana e… cuidado com a língua!

As professoras,

Ana Gameiro e Clara Neves

Aprender Ciência Experimentando

No dia 12 de fevereiro de 2020, nós, alunos da turma MAC6 do 4º ano, da Escola Básica de Mação, experimentámos Ciência no laboratório do Agrupamento. E que empolgante foi sermos cientistas por uma tarde!

Com a professora Helena Aparício pudemos aprofundar as matérias que já estudámos. Experimentámos a dilatação de gases usando água quente, uma garrafa de plástico e um balão. Verificámos que quando a garrafa é aquecida, o vapor de água faz encher um pouco o balão, porque a garrafa era pequena.

Para a dilatação dos sólidos, usámos uma lamparina, fósforos, uma pinça de madeira, um cadeado e uma chave. Quando aquecemos a chave presa na pinça, verificámos que já não entrava no cadeado porque tinha dilatado por ação do calor.

Quando passámos aos líquidos, usámos duas tinas de vidro: uma com água fria e outra com água quente. Adicionámos 4 gotas de corante em cada tina e observámos que o corante se espalhava mais depressa na água quente.

Gostámos muito de fazer estas experiências e esperamos repetir.

Turma MAC6 do 4º ano da E.B de Mação

Professor José Manuel Sequeira

Visita à Controlauto – Viver o passado no presente

Dado que recordar é viver, durante o dia de hoje, nós, alunos da turma MAC6 do 4.º ano da Escola Básica de Mação, fizemos apelo à memória, observando fotos e relembrando experiências marcantes que nos levaram de volta ao passado!

E foi no meio de risos contagiantes e olhares resplandecentes que revivemos um momento especial: a ida, a 21 de novembro de 2019, ao Centro de Inspeções de Mação, onde, a transbordar de entusiasmo, de ouvidos e olhos bem abertos, aprendemos como é feita uma inspeção automóvel!

Ali, foram-nos explicadas as fases das inspeções. Vestimos um colete cor de laranja para estarmos bem visíveis e começámos por ver o compartimento do motor. Foi ligado o conta-rotações, foi medida a temperatura do motor e efetuado o teste de gases no opacímetro. Também observámos os testes feitos aos cintos de segurança, às portas, fechos, vidros e escovas limpa-vidros. Observámos o teste às luzes com a ajuda do regloscópio para ver a intensidade dos máximos, médios e mínimos, assim como a verificação dos piscas. Depois, passámos por um quadrado que verificou o estado da direção – o ripómetro.

De seguida, passámos para a observação do teste da suspensão, onde são verificados os amortecedores roda a roda. A seguir, já em cima da fossa, foi efetuado o teste dos travões no frenómetro, primeiro à frente, depois atrás. Fomos para dentro da fossa, para debaixo do carro, e observámos o veículo por baixo: vimos o tubo de escape, as panelas, o depósito de combustível, o pneu suplente, as proteções e os braços da suspensão. Foi-nos explicado que depois de verificado o estado do veículo é emitida uma ficha de cor verde, se estiver tudo bem, ou uma ficha de cor vermelha, se o automóvel não estiver totalmente em condições.

Foi uma tarde muito agradável, durante a qual pudemos aprender coisas novas e diferentes e ainda recebemos uns brindes.

Turma MAC6 do 4.º ano (E.B. de Mação)

Professor: José Manuel Sequeira

Houve ou Houveram?! Novas confusões com as formas do verbo haver!

E as dúvidas quanto ao uso correto de algumas formas do verbo haver continuam!

Como se diz:

Ontem houve muitos aguaceiros ou Ontem houveram muitos aguaceiros?

A opção correta é Ontem houve muitos aguaceiros!

Nesta frase, o verbo haver está sozinho e significa “existir”. Ora, com este sentido, haver só se conjuga na 3.ª pessoa do singular. É o desconhecimento desta regra que leva os falantes deste belo país à beira-mar plantado a conjugar o verbo em todas as pessoas, como em haver de.

Atenção: Recorda que o verbo haver, quando tem o sentido de “existir”, só se conjuga na 3.ª pessoa do singular. Logo, também não se diz *haverão, *haveriam ou *hajam

Por isso mesmo, o auxiliar do verbo haver tem de respeitar essa regra ditada pelo verbo principal: Vai haver aguaceiros amanhã e não *Vão haver aguaceiros amanhã.

Para bem falares e bem escreveres, não percas o próximo artigo deste Sem Pontapés na Gramática.

Para a semana, encontramo-nos novamente por aqui. Até lá, cuidado com a língua!

As professoras,

Ana Gameiro e Clara Neves

 

Há ou À?! Mais confusões com as formas do verbo haver!

 

 

 

 

 

 

 

 

O verbo haver, como já viste em artigos publicados anteriormente, é um dos verbos mais maltratados da língua portuguesa. Assim, na rubrica de hoje, vamos ajudar-te a ultrapassar outra dúvida recorrente acerca deste verbo.

Como é que se diz:

  1. Não ligo o computador dois dias OU Não ligo o computador à dois dias?
  2. vírus neste computador OU À vírus neste computador?

A opção correta, em ambas as frases, é a primeira. Sabes porquê?

Porque, nas frases acima, é uma forma verbal do verbo haver, tendo o sentido de:

  1. tempo decorridoNão ligo o computador dois dias.
  2. existir vírus neste computador.

A diferença entre e à é, pois, muito simples de explicar:

 – é uma forma do verbo haver;

À  é uma contração da preposição a com o artigo a.

Como vês, não há nada que enganar! Mas… será que isto é suficiente para perceberes quando deves usar uma forma ou outra?!

Aqui vai outra ajuda:

Quando dizes Não ligo o computador dois dias, estás a dizer que já passaram dois dias desde que não ligas o computador, utilizando o verbo haver para traduzir esse sentido.

Quando dizes tulipas no jardim, estás a dizer que existem tulipas no jardim.

Retém, pois, as dicas abaixo:

Dica 1: Para saberes se deves usar ou à, podes usar, em substituição de haver, os verbos passar ou existir, para traduzir a mesma ideia. Se o sentido se mantiver, deves escrever a forma do verbo haver (há).

Dica 2: Por norma, à aparece sempre depois de um verbo (1) ou a introduzir um elemento móvel na frase (2):

(1) Vou à internet fazer uma pesquisa.

(2) À noite, as festas são mais divertidas.

Por último, presta atenção a este pormenor importante:

tem acento agudo (´) e à tem um acento grave (`).

É fácil, não é? Claro que sim!

Para bem falares e bem escreveres, não percas o próximo artigo deste Sem Pontapés na Gramática.

Até à próxima e… cuidado com a língua!

As professoras,

Ana Gameiro e Clara Neves