Rifões de A a Z

 

Um povo sem memória é um povo sem futuro, por isso é necessário exercitá-la. No nosso quotidiano, usamos muitas vezes expressões baseadas no senso comum, que constituem uma parte importante da cultura deste país à beira-mar plantado.

Essas expressões são provérbios ou ditados populares, também conhecidos como adágios, anexins ou rifões, que se mantiveram imutáveis ao longo dos anos, significando exemplos morais, filosóficos e religiosos.

Dado que a história de um povo se constrói pela sua memória, os pequenos “historiadores” da MAC6, fizeram a recolha de alguns desses ditados, tão enraizados na cultura portuguesa.

Abaixo, deliciemo-nos com 100 rifões lusos. Uma pesquisa de A a Z…

A água de janeiro vale dinheiro.

A árvore não nega a sua sombra nem ao lenhador.

A barba não faz o filósofo.

A cabeça não se fez só para usar chapéu.

A cavalo dado não se olha ao dente.

A culpa morreu solteira.

A esperança é a última a morrer.

A fome é o melhor tempero.

A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite mata.

A mentira tem perna curta.

À noite, todos os gatos são pardos.

A palavra é prata, o silêncio é ouro.

A pressa é inimiga da perfeição.

A união faz a força.

Abelha não leva chumbo.

Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.

Águas passadas não movem moinhos.

Amigos, amigos, negócios à parte.

Amor com amor se paga.

Apressado come cru.

As aparências iludem.

As paredes têm ouvidos.

Bom serás, se morto estás.

Cada macaco no seu galho.

Cão que ladra não morde.

Cobra que não ande, não engole sapo.

Dá Deus nozes a quem não tem dentes.

Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.

Depois da batalha aparecem os valentes.

Depressa e bem, não faz ninguém.

Deus ajuda quem madruga.

Deus tem mais para dar do que o diabo para tirar.

Deus vê o que o diabo esconde.

Devagar se vai ao longe.

Em abril, águas mil.

Em boca fechada não entra mosquito.

Em briga de marido e mulher, ninguém meta a colher.

Em casa de ferreiro, espeto de pau.

Em terra de cegos, quem tem olho é rei.

Errar é humano.

Falar é fácil, difícil é fazer.

Filho de peixe, peixe é.

Filho de peixe, sabe nadar.

Filhos criados, trabalhos dobrados.

Gato escaldado, de água fria tem medo.

Grão a grão enche a galinha o papo.

Há males que vêm por bem.

Ladrão que rouba ladrão, tem cem anos de perdão.

Longa viagem começa por um passo.

Mal de muitos, consolo é.

Mal por mal, antes cadeia que hospital.

Março, marçagão, manhãs de inverno, tardes de verão.

Muita parra, pouca uva.

Não adianta chorar sobre o leite derramado.

Não adianta lamentar a morte da bezerra.

Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe.

Não há rosa sem espinhos.

Não se vive para comer, come-se para viver.

Não vales pelo que tens, vales pelo que dás.

Nem tudo o que luz é ouro.

Ninguém é profeta na sua terra.

No Carnaval nada parece mal.

O pior cego é aquele que não quer ver.

O preguiçoso trabalha dobrado.

O que não mata engorda.

O que não tem solução, solucionado está.

O que os olhos não veem, o coração não sente.

O saber não ocupa lugar.

O seguro morreu de velho.

O trabalho do menino é pouco, quem o perde é louco.

Para bom entendedor, meia palavra basta.

Pau que nasce torto, tarde ou nunca se endireita.

Pela boca, morre o peixe.

Plantar verde para colher maduro.

Por pouco que se tenha, deve chegar sempre para os outros.

Quando um burro fala, os outros baixam as orelhas.

Quem com ferros fere, com ferros será ferido.

Quem com ferros mata, com ferros morre.

Quem conta um conto, acrescenta um ponto.

Quem espera sempre alcança.

Quem não arrisca, não petisca.

Quem não quer ser lobo não lhe veste a pele.

Quem ri por último é o de raciocínio lento.

Quem ri por último, ri melhor.

Quem semeia vento, colhe tempestade.

Quem semeia ventos, colhe tempestades.

Quem te avisa, teu amigo é.

Quem tem boca vai a Roma.

Quem tem telhados de vidro, não atire pedras ao vizinho.

Quem tudo quer, nada tem.

Quem tudo quer, tudo perde.

Quem vir as barbas do vizinho a arder ponha as suas de molho.

Tantas vezes vai o cântaro à fonte que um dia lá fica.

Todo o homem com dinheiro tem amigos com fartura, quando o dinheiro se acaba, mais ninguém o procura.

Um dia da caça, outro do caçador.

Um olho no peixe, outro no gato.

Uma consciência culpada não necessita de nenhum acusador.

Vale mais quem Deus ajuda que quem cedo madruga.

Vale mais tarde que nunca.

Vale mais um pássaro na mão que dois a voar.

Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades.

Os alunos da MAC6

Professor: José Manuel Sequeira

A minha Escola em casa…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Se até há bem poucos dias, o habitual caminho até à escola se fazia quer a pé, quer de carro, quer de autocarro, de repente a sala de aula ficou à distância de vários cliques no computador, pois, como forma de combate ao novo coronavírus, os estabelecimentos de ensino em Portugal (e pelo mundo) foram obrigados a suspender as atividades letivas presenciais.

Numa semana, tudo mudou para alunos e professores. E se a escola fosse sempre assim?! Tendo em conta esta questão, o nosso professor José Manuel lançou-nos um desafio: todos nós deveríamos fazer uma reflexão sobre esta “nova escola” em casa.

Nós, alunos obedientes que somos, pensámos e escrevemos. E, para mais tarde recordarmos, eis abaixo as nossas opiniões…

Ashley: “A minha Escola em casa é uma seca, não temos o professor para dar as aulas nem os colegas a falar e a atrapalhar. Saio mais tarde para ir brincar, fico a molengar na cama sem me querer levantar e é tudo difícil de acompanhar.”

Catarina: “A minha Escola em casa é diferente, pois, não estando na escola, não temos as coisas controladas, com professor a observar. Mas nós próprios é que temos de controlar as coisas e lembrarmo-nos de que não estamos de férias e continuar a esforçarmo-nos nos trabalhos que o professor manda por e-mail.”

Clara: “A minha Escola em casa é diferente da escola em Mação. Lá em Mação estava ao lado dos meus colegas e do meu professor e aqui em casa, estou ao lado da minha mãe. Na escola em casa, faço muitos trabalhos, mas sinto falta dos horários para cada tarefa, do recreio, dos amigos e do professor.”

Filipa: “Na minha Escola em casa, todos os dias acordo às 09h00, tomo o pequeno-almoço, lavo os dentes, as mãos e a cara. De seguida, faço a ficha de Matemática e faço uma pausa. Vou fazer a minha cama e arrumar o quarto. De seguida, lavo as mãos e faço as fichas de Inglês e Português, faço uma pausa para o almoço. Começo a tarde a lavar as mãos e faço a ficha de Estudo do Meio. Durante o resto do dia ajudo nas tarefas de casa e estudo mais um pouco.”

Guilherme Pita: “Não sei bem descrever a minha Escola em casa, mas não está a ser nada parecida, porque não vejo os meus amigos nem o meu professor e tenho de copiar para o caderno, coisa que dá trabalho, mas já me habituei. “

Guilherme Martins: “Na minha Escola em casa estou a gostar dos meus novos professores. Claro que estou com saudades da escola e do meu professor.”

Lara: “A Escola em casa é bom, mas é melhor estarmos fisicamente na escola, porque brincamos com os colegas e consegue-se explicar melhor as matérias.”

Laura: “A minha Escola em casa é diferente, sem amigos e sem o professor. Não estava habituada a este ritmo. Ainda me faz confusão fazer tudo em casa. Mas espero voltar a vê-los.”

Lourenço: “Eu até estou a gostar da minha escola em casa, mas tenho saudades do professor e dos colegas. De manhã, abro a ficha no computador e faço as tarefas. Quando tenho dúvidas, peço ajuda à minha mãe.”

Lucas: “A Escola em casa está a ser difícil. Os meus pais continuam a trabalhar, quem me ajuda é a minha avó e ela tem muitas dificuldades. O meu professor tem sido incansável, mas mesmo assim preferia estar na escola com os meus colegas e professor.”

Madalena: “Devido às circunstâncias que hoje em dia vivemos, a minha escola foi transferida para dentro da minha casa. O meu dia começa por lavar bem as mãos e tomar o pequeno-almoço. Inicio o meu dia escolar a rever a matéria e a fazer exercícios. De seguida, aproveito para brincar, mas como o dia ainda não chegou ao fim, vou rever novamente a matéria até o meu professor me mandar a correção e o trabalho proposto. Começo por saber se o que fiz no dia anterior está correto e depois faço o trabalho do dia seguinte.”

Mafalda Silva: “Estar na Escola em casa está a ser muito bom mas, preferia estar na escola ao pé dos meus amigos(as). Os trabalhos estão a ser bastante fáceis e divertidos. O professor está a ser muito fixe para nós. Eu sinto muitas saudades da escola e espero que os outros também. Queria estar na escola porque poderia sair para a rua. Quero melhorar a determinado tipo de disciplinas e também espero que estas coisas do Covid-19 passem. Espero que isto passe de uma vez por todas.”

Mafalda Basso: “A minha Escola em casa é como se fosse na escola a fazer as fichas e os trabalhos  que o professor  propôs  e  brincar como se fosse nos intervalos na escola.”

Margarida: “A minha Escola em casa tem corrido muito bem. Tem havido algumas dificuldades, mas nada que não se resolva.”

Miguel: “A minha Escola agora é em casa, não é por causa das férias, mas sim por um vírus chamado covid-19 (coronavírus). Eu estudo em casa e não tenho tido muitas dificuldades, mas preferia estudar e aprender na escola.”

Murilo: “A minha Escola em casa é fazer os deveres que o professor manda pelo e-mail. Uso a internet para ver o que é preciso fazer, às vezes uso para jogar e pesquisar coisas. Sinto falta das AEC e dos intervalos da manhã e da tarde.”

Paulo: “Desde o dia em que apareceu o vírus, inimigo da humanidade, que fui privado da companhia do meu professor e dos meus colegas. Na minha Escola em casa, continuo a empenhar-me nos meus estudos e deveres da escola. Está a ser bom, mas não é a mesma coisa que estar na escola. Conto com a ajuda do meu pai e da minha mãe. Nos meus tempos livres, brinco com as minhas irmãs. Tenho saudades da escola e dos meus amigos.”

Samuel: “A minha escola em casa é diferente, porque já sinto falta dos colegas e dos professores, em casa não posso brincar com os amigos. Na escola faço coisas que em casa não posso fazer; na escola posso jogar futebol, mas em casa não devo o fazer. Em casa posso ir treinar no ginásio do sótão, jogar jogos como: Monopoly, Cluedo e cartas. Já tenho muitas saudades de tudo da escola!”

Santiago: “A minha Escola em casa tem sido muito boa porque estou sempre em casa com os meus irmãos mais novos e a minha mãe. Assim estou muito feliz.”

Sofia Matias: “A minha Escola em casa é muito diferente do que na própria escola, porque não tem professor nem colegas para ou falar ou brincar ou ensinar melhor. Na escola, nos intervalos têm pessoas para brincar, já em casa não.”

Sofia Pereira: “Na minha Escola em casa tudo é diferente, todos os dias, antes de me deitar, imprimo os trabalhos. Normalmente, levanto-me às 8:00 horas, por volta das 9:00 começo a trabalhar e ao longo do dia trabalho ao meu ritmo. Ao fim do dia, faço a correção dos trabalhos sozinha e repito isso todos os dias. Sinto muitas saudades da Escola e de tudo.”

Tomás: “Neste momento, na minha Escola em casa, estou a passar por uma fase difícil, porque anda por aí uma gripe muito forte que se chama Coronavírus. Essa gripe já anda pelo mundo inteiro e transmite-se muito rapidamente. Em Mação as escolas fecharam por causa disso e os alunos tiveram de ficar em casa. O meu professor decidiu mandar e-mail todos os dias com exercícios para fazer, como se estivéssemos na escola. É um bocado diferente mas é a única maneira e ainda bem que a temos. Lavem bem as mãos.”

Vasco:A minha Escola em casa é uma experiência diferente, fazemos os trabalhos e estudamos a partir de casa. Estamos sempre em contacto com o nosso professor, por e-mail ou por telefone. Fazemos alguns trabalhos no computador e tenho mais tempo para estar com a minha família. Estou a gostar da experiência, mas tenho saudades dos meus amigos e do meu professor.”

Vitória: “Na minha Escola em casa eu faço os trabalhos que o Professor manda pelo e-mail. No tempo que tenho livre, que é pouco, brinco, vejo televisão e também já comecei a ler um livro “A namorada japonesa do meu avô” que a minha mãe me obrigou. Eu gosto de estar em casa, com a minha irmã, a mãe e o pai, mas eles têm que ir trabalhar e não é a mesma coisa. Acho que prefiro ir para a escola.”

Diego: “A minha experiência com a Escola em casa tem sido ligeiramente diferente por motivos positivos e menos positivos. Os menos positivos têm sido a falta dos meus amigos, do professor, dos recreios e da interação nas aulas. Já os mais positivos têm sido o facto de conseguir ficar mais concentrado a fazer os trabalhos e tenho sido mais autónomo.”

Mesmo sabendo que todos ansiamos estar, em breve, com os nossos professores, amigos e colegas, pois todos concordamos que as aulas “ao vivo” são muito mais divertidas, finalizamos as nossas reflexões, desejando a todos os alunos de Portugal, uma feliz Escola em Casa, enquanto o desejado regresso às suas escolas, com todo o calor humano que nelas existe e que tanta falta nos faz, não ocorrer…

Alunos da MAC6

Professor: José Manuel Sequeira

As nossas cestas de Páscoa carregadas de esperança

Devido à quarentena e ao isolamento social, impostos pela pandemia do COVID-19, fomos, num breve piscar de olhos, forçados a permanecer em casa, deixando para trás as aulas presenciais e, com elas, os nossos amigos, colegas, professores e auxiliares de ação educativa.

Para tentar dar continuidade às atividades letivas, o nosso professor José Manuel manteve-se em contacto diário connosco, orientando-nos na realização de diversificadas tarefas escolares.

Assim, durante o tempo em que ficámos em casa, para cumprir esse distanciamento social e não ficarmos doentes com o vírus que chegou ao nosso país, o nosso professor enviou-nos um trabalho de expressão plástica, que podíamos imprimir ou não. Tínhamos, apenas, de completar na cesta os seguintes elementos: os ovos em branco com padrões à nossa escolha; pintar os ovos que já tinham padrão e decorar a cesta e o laço com diferentes materiais reciclados.

E… se bem o pensámos, melhor o fizemos! Demos corda aos sapatos e fomo-nos apetrechar de todo o material necessário à realização das nossas obras de arte. Depois, demos asas à imaginação, pusemos mãos à obra e… transformámo-nos em verdadeiros artistas!

Eis, aqui, na galeria fotográfica, o resultado dos nossos incríveis 25 trabalhos.

Para terminar, queremos deixar a toda a Comunidade Educativa uma singela mas sincera mensagem: nós, alunos da MAC6, esperamos que estas cestas, feitas com tanto amor e carinho, cheguem até vós a transbordar de alento, na crença de que, em breve, este vírus acabe de vez, e que possamos celebrar a VIDA, sem distanciamento físico, junto de todos os nossos familiares e amigos.

Desejamos a todos os que nos leem, que estas cestas tão “docinhas” possam consolar-vos a alma, acendendo, nesta Páscoa, a chama da esperança, do entusiasmo e da harmonia nos vossos corações.

Votos de uma Doce, Alegre e Feliz Páscoa!

Os alunos da MAC6

Professor: José Manuel Sequeira

 

Palestra sobre Segurança Rodoviária

A fim de recordarem regras básicas e recomendações úteis, os alunos do 9.º ano tiveram a oportunidade de assistir, no passado dia 10 de janeiro do ano em curso, a uma palestra sobre segurança rodoviária, apresentada pelo comandante da GNR de Mação.

A palestra, realizada no âmbito da disciplina de Físico-Química como forma de complemento ao estudo do tema “Forças na Segurança Rodoviária”, foi ministrada pelo comandante da GNR de Mação e teve lugar no auditório da escola sede do Agrupamento.

Durante a palestra, o comandante da GNR elucidou os alunos sobre os fatores que condicionam negativamente a condução, tal como o consumo de álcool ou drogas, o uso de telemóvel ou até a sonolência, falando-lhes também das regras de circulação rodoviária para carros, peões e bicicletas.

Os presentes tiveram a oportunidade de observar testes de presença de álcool ou de drogas no organismo e até de observar ao vivo, in loco, essas mesmas substâncias.

Outro dos temas abordado foi o das cartas de condução por pontos. Foi ainda feita uma comparação dos veículos atuais com os mais antigos, para se perceber as formas como, atualmente, absorvem a energia e a segurança que proporcionam ao condutor e aos passageiros.

Esta palestra revelou-se uma experiência educativa marcante, na medida em que os alunos puderam aprofundar os seus conhecimentos sobre o tema referido, relacionando os conteúdos estudados na disciplina de Físico-Química com as situações da vida real.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Margarida Saramago, nº11, 9.ºB

SONHOS DE MENINO!

Quando for crescido…Quando for crescido quero ser futebolista. Ser futebolista é fantástico, porque é uma coisa de que eu gosto e sei que sempre me vou divertir.

Eu sou médio, por isso, não marco muitos golos, mas quando marco são sempre golaços! Eu nunca andei de avião, mas se um dia jogar num clube Europeu e tiver de andar de avião, sei que vai ser fenomenal. Eu gostava de jogar no Benfica, no Manchester City, no Barcelona e depois voltar ao Benfica. Mas o clube que até agora me deu mais alma é o clube de Mação (A.D.M).

Vou querer a minha camisola com o número 10 ou 7 e o nome Brito. E nunca me vou esquecer da minha mãe e do meu pai, que foram as pessoas que sempre me apoiaram.

Os meus amigos também gostam de jogar à bola e desejo que eles também possam jogar na Europa.

Vou sempre gostar de futebol e acredito muito que seja a minha profissão.

Francisco Brito, 3.º Ano, Turma MAC4

(Professor: Victor Santos)

DIA EUROPEU DA ARTE RUPESTRE

No seguimento da comemoração do Dia Europeu de Arte Rupestre, a 9 de outubro de 2019, os alunos das turmas MAC4 e MAC5, do terceiro ano de escolaridade, participaram num concurso de desenho, no âmbito do projeto “ European Rock Art Trails – CHEMINS DE L’ART RUPESTRE PRÉHISTORIQUE”, dinamizado pelo Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo de Mação.

Relativamente a esta participação, foi com grande satisfação e orgulho que recebemos a notícia, no passado dia quatro de fevereiro, de que a aluna Diana Mateus tinha ganho o segundo prémio a nível europeu.

Parabéns, Diana! Que continues a somar sucessos!

 

O Coordenador do 1.º Ciclo,

Victor Santos

La Saint-Valentin à l’école de Mação – l’amour et l’amitié partout!

Pour les élèves de l’École Secondaire de Mação, le 14 février c’est l’occasion de célébrer l’amour, l’amitié, le bonheur et la tolérance. Tout au long de la journée, élèves et professeurs de Français et d’Espagnol ont fêté la Saint Valentin, la fête des amoureux!

En classe, des mots à apprendre par cœur, lectures, activités ou travaux manuels ont été organisés autour de ce thème: décoration d’une boîte à lettres; réalisation de jeux avec des cœurs; élaboration de poèmes, de petits messages, de lettres d’amour ou d’affection pleines de compliments, de reconnaissance et de confidences, à destination de son amoureux(euse), de ses amis, de ses copains de classe…

Pour en faire de jolies cartes, les élèves ont aussi profité de cette occasion pour, pendant les cours de Français et d’Espagnol, compléter un petit exercice concernant les qualités et les défauts que l’ami(e) /amoureux(euse) idéal(e) doit ou ne doit pas avoir.

Toutes les cartes ont été postées dans un exposant plein d’affection, décoré aux couleurs de la Saint Valentin, et toutes les lettres d’amour ou d’amitié, avant d’être distribuées par les “messagers du coeur” , ont été placées dans la boîte de l’amour qui était pleine de doux mots!

Ce fut une journée pleine de romantisme, de joie et de bons sentiments.

L’année prochaine il y en a plus!

Este slideshow necessita de JavaScript.

Les professeurs: Ana Gameiro et Clara Neves

Sem pontapés na gramática…

Pousar ou posar?! Hoje, vais ficar a saber mais sobre esta particularidade linguística.

Pousar e posar são casos de paronímia, isto é, são palavras semelhantes, quer na grafia, quer no som, mas possuem origem e significado diferentes.

Utilizá-las corretamente faz parte do nosso dever enquanto falantes da nobre “língua de Camões”, também conhecida como “a última flor do Lácio”, expressão usada no soneto Língua Portuguesa, do escritor brasileiro Olavo Bilac.

Mas partamos para a análise linguística de ambos os vocábulos.

O sentido que se atribui a pousar faz referência a algo que se encontra no ar e que está prestes a tocar a superfície. Por essa razão, pousamos os talheres sobre a mesa, pousamos um embrulho no chão, presenciamos uma aeronave a pousar ou a aterrar na pista…

Por sua vez, posar, cuja origem estreita laços com a língua francesa, faz referência ao ato de permanecer imóvel numa determinada posição.

Assim sendo, deverás ter sempre em mente que pousar significa “chegar à superfície” ao passo que posar significa “fazer pose”.

Nota bem:

O avião pousa na pista.

 O gato posa para a fotografia.

Para bem falares e bem escreveres, não percas o próximo artigo deste Sem Pontapés na Gramática.

Até para a semana e… cuidado com a língua!

As professoras,

Ana Gameiro e Clara Neves

Aprender Ciência Experimentando

No dia 12 de fevereiro de 2020, nós, alunos da turma MAC6 do 4º ano, da Escola Básica de Mação, experimentámos Ciência no laboratório do Agrupamento. E que empolgante foi sermos cientistas por uma tarde!

Com a professora Helena Aparício pudemos aprofundar as matérias que já estudámos. Experimentámos a dilatação de gases usando água quente, uma garrafa de plástico e um balão. Verificámos que quando a garrafa é aquecida, o vapor de água faz encher um pouco o balão, porque a garrafa era pequena.

Para a dilatação dos sólidos, usámos uma lamparina, fósforos, uma pinça de madeira, um cadeado e uma chave. Quando aquecemos a chave presa na pinça, verificámos que já não entrava no cadeado porque tinha dilatado por ação do calor.

Quando passámos aos líquidos, usámos duas tinas de vidro: uma com água fria e outra com água quente. Adicionámos 4 gotas de corante em cada tina e observámos que o corante se espalhava mais depressa na água quente.

Gostámos muito de fazer estas experiências e esperamos repetir.

Turma MAC6 do 4º ano da E.B de Mação

Professor José Manuel Sequeira

Visita à Controlauto – Viver o passado no presente

Dado que recordar é viver, durante o dia de hoje, nós, alunos da turma MAC6 do 4.º ano da Escola Básica de Mação, fizemos apelo à memória, observando fotos e relembrando experiências marcantes que nos levaram de volta ao passado!

E foi no meio de risos contagiantes e olhares resplandecentes que revivemos um momento especial: a ida, a 21 de novembro de 2019, ao Centro de Inspeções de Mação, onde, a transbordar de entusiasmo, de ouvidos e olhos bem abertos, aprendemos como é feita uma inspeção automóvel!

Ali, foram-nos explicadas as fases das inspeções. Vestimos um colete cor de laranja para estarmos bem visíveis e começámos por ver o compartimento do motor. Foi ligado o conta-rotações, foi medida a temperatura do motor e efetuado o teste de gases no opacímetro. Também observámos os testes feitos aos cintos de segurança, às portas, fechos, vidros e escovas limpa-vidros. Observámos o teste às luzes com a ajuda do regloscópio para ver a intensidade dos máximos, médios e mínimos, assim como a verificação dos piscas. Depois, passámos por um quadrado que verificou o estado da direção – o ripómetro.

De seguida, passámos para a observação do teste da suspensão, onde são verificados os amortecedores roda a roda. A seguir, já em cima da fossa, foi efetuado o teste dos travões no frenómetro, primeiro à frente, depois atrás. Fomos para dentro da fossa, para debaixo do carro, e observámos o veículo por baixo: vimos o tubo de escape, as panelas, o depósito de combustível, o pneu suplente, as proteções e os braços da suspensão. Foi-nos explicado que depois de verificado o estado do veículo é emitida uma ficha de cor verde, se estiver tudo bem, ou uma ficha de cor vermelha, se o automóvel não estiver totalmente em condições.

Foi uma tarde muito agradável, durante a qual pudemos aprender coisas novas e diferentes e ainda recebemos uns brindes.

Turma MAC6 do 4.º ano (E.B. de Mação)

Professor: José Manuel Sequeira