Os Direitos Humanos na primeira pessoa II

(marcadores e cartazes)

Eu escolhi o Direito Humano “Lazer” , porque acho que todas as crianças têm direito a brincar com a família ou com os amigos, na escola, em casa ou noutros locais. Penso que o “Lazer” ajuda as crianças a serem felizes.

Martim Ferreira N.º13 do 5.ºB

Eu gostei da atividade que fizemos nas aulas de HGP. Fiz um marcador com a palavra “Vida” e escolhi esta palavra, porque algumas pessoas vivem na miséria ou seja não têm uma vida como deveriam ter. Eu gostei muito da atividade, porque além de nos divertimos, também aprendemos muito sobre os Direitos Humanos.

Leonor Assunção N.º 11 do 5.ºA

Os Direitos Humanos são os direitos básicos de todos os seres humanos. O Dia Internacional dos Direitos Humanos é comemorado no dia 10 de dezembro.

O Clube Europeu implementou duas atividades para comemorar esse dia e os professores de HGP, EV e ET pediram aos alunos para fazerem trabalhos que foram expostos na escola.

Numa aula de História e Geografia de Portugal a professora Lígia Silva distribuiu marcadores, em cartolina colorida, com animais marinhos desenhados e cada aluno escolheu o que mais gostou.

Depois a professora projetou algumas palavras alusivas aos Direitos Humanos para serem escolhidas pelos alunos e que iriam ser escritas no marcador. De seguida escreveram a respetiva palavra no marcador e pintaram a palavra selecionada.

Depois dos marcadores terminados, a professora tirou fotografias a cada aluno com o seu marcador, depois fez um vídeo em que aparecem os alunos a fazer o marcador e outro a mostrar o trabalho final. Também tirou uma fotografia com todos os marcadores da minha turma.

Nas disciplinas de Educação Visual e de Educação Tecnologia fizemos cartazes relativos aos seguintes Direitos Humanos: Liberdade, Nacionalidade, Democracia, Família, Religião, Igualdade, Cultura, Solidariedade, Integridade, Responsabilidade, Justiça, Trabalho, Educação, Proteção, Privacidade e Dignidade. Além de escrevermos um Direito Humano também fizemos um desenho que ilustrava esse mesmo direito.

Todos somos iguais, todos temos direitos e deveres! Devemos respeitar os nossos direitos, mas também os direitos dos outros!

Bárbara Pombo N.º 2 do 6.ºB

Nas disciplinas de História e Geografia de Portugal, Educação Visual e Educação Tecnológica fiz um marcador de livros e um cartaz sobre os Direitos Humanos.

As palavras que eu utilizei nos meus trabalhos foram “Igualdade”, “Cultura” e “Lazer.”

Foi muito divertido e ajudou-me a compreender melhor o que são os Direitos Humanos!

Ana Rita Rosa N.º 1 do 5.ºB

É muito divertido fazer atividades diferentes do vulgar para aprender de maneiras variadas!

Fazer  o trabalho dos marcadores foi muito interessante, porque cada palavra “mexe” com as pessoas de maneira diferente, por isso nem todos os alunos escolheram as mesmas palavras.

Eu escolhi a palavra” Vida”, porque acho que é algo a que todos devemos ter direito. Foi também engraçado ver como cada aluno representou a mesma palavra de formas diferentes.

O trabalho dos cartazes foi interessante ao permitir libertar a nossa criatividade no modo como colorimos as letras da palavra escolhida com padrões de que mais gostamos e no desenho associado à palavra dando origem a trabalhos muito giros!

Adorei fazer estes trabalhos!

Clara Cardoso N.º 3 do 6.ºB

A Liberdade é um direito

Dos Humanos e dos animais!

Vamos lutar para vencer

Porque somos todos Iguais!

Seja homem ou mulher

Golfinho ou tubarão

Os Direitos Humanos

Devem ser Universais!

No Mundo em todas as nações!

Lara Matos N.º do 6.ºB

Nas disciplinas de HGP e EV/ ET fizemos duas atividades sobre os Direitos Humanos (marcadores e cartazes).

Eu acho que estas atividades são importantes, porque não os conhecemos bem e porque apesar de se falar muito de Direitos Humanos, a verdade é que vemos muitas injustiças como é o que acontece com os migrantes e os refugiados que fogem do seu país à procura de uma vida melhor.

Lara Sequeira Craveiro N.º 9 do 6.ºB

No marcador dos Direitos Humanos eu escolhi a palavra “Proteção” e o animal marinho foi o golfinho. Porquê? Porque proteção é um direito! E todos os seres vivos têm direitos!

Para mim a proteção significa cuidar e proteger para mal não acontecer.

O meu marcador ficou colorido com algumas cores e o golfinho azul.

Catarina Silva N.º 1 do 6.ºA

Nas aulas de HGP e EV/ET foram realizados marcadores e cartazes sobre os Direitos Humanos.

Foram escritas palavras simples, mas com muito significado e palavras com muito valor!

Em HGP a professora projetou algumas palavras e fizemos marcadores escolhendo apenas uma delas.

O meu marcador foi feito com a palavra “Família”.

Os meus colegas escolheram as palavras Proteção, Dignidade, Vida, Saúde, Lazer, Justiça, Solidariedade e Liberdade.

Nas aulas de EV/ET fizemos cartazes com as palavras Privacidade, Religião, Liberdade, Lazer, Expressão, Justiça, Família, Dignidade, Trabalho, Educação, Proteção e Democracia.

Somos todos iguais em Dignidade e direitos

Temos Família e Religião.

Todos nós temos direito à Justiça e à Proteção

Liberdade e Privacidade.

Temos direito à Educação, à Saúde, a um Trabalho digno e pago.

Temos direito à Liberdade de opinião e de expressão.

Temos o dever de continuar a conquistar os nossos direitos!

O ser humano é tudo na Vida!

É capaz de realizar todos os seus sonhos

É livre!

Vitória Saramago N.º18 do 6.º A

Numa aula de OGM fiz um marcador com a imagem de um golfinho pequenino e azul da cor de mar, e escrevi a palavra “LAZER” com letras que parecem um balão. As letras estavam todas coloridas, de várias cores, para me lembrar como termina uma história de encantar. Fiz também mini corações e tentei desenhar um anjo, mas não correu bem… mas o que vale é tentar!

Em Educação Visual e Educação Tecnológica desenhei, atrás da palavra “JUSTIÇA”, uma balança pois os direitos são para todos, sem excluir ninguém!

A Justiça deve ser para todos!

Também desenhei um emoji a sorrir.

Todos temos direitos e deveres que devemos cumprir!

Martim Rei Marques N.º do 5.ºC

Os Direitos Humanos na primeira pessoa I

(marcadores e cartazes)

O Clube Europeu, para assinalar o Dia Internacional dos Direitos Humanos, pediu para participarmos em algumas atividades. Este dia comemora-se a 10 de dezembro e é um dia muito importante, porque todos nós temos direitos, mas também deveres.

Na aula de História e Geografia de Portugal fizemos marcadores de livros. Para o meu marcador escolhi um pinguim como animal aquático, porque este ano o tema do Clube Europeu é “Os oceanos.” Também tivemos que escolher uma palavra da lista dos Direitos Humanos e escrevê-la no marcador. Eu escolhi “Proteção”, porque acho que todas as pessoas, quer sejam adultos ou crianças, e até os animais, têm o direito a ser protegidas. No fim decorei o marcador ao meu gosto.

Nas disciplinas de Educação Visual e de Educação Tecnológica fizemos cartazes com algumas palavras-chave relativas aos Direitos Humanos. O meu cartaz tinha escrito a palavra “Participação” que foi feita com a técnica do ponto, linha e cor. Primeiro selecionei as letras que precisava e depois desenhei linhas dentro das letras. As linhas que escolhi foram onduladas. Depois escolhi as cores vermelha, azul e amarelo e colori a palavra “Participação” de uma forma sequencial. De seguida, fiz um desenho sobre a palavra e colei numa cartolina.

Os marcadores fizeram parte de uma exposição e os cartazes foram expostos na sala dos professores e no corredor do bloco B.

Gostei muito de fazer estes trabalhos principalmente sobre este tema, porque faz-nos pensar de que forma podemos viver melhor uns com os outros.     

          Francisco Brito Nº 7 do 5.ºA   

Nas aulas de História e Geografia de Portugal, e nas aulas de Educação Visual e de Educação Tecnológica fizemos trabalhos em homenagem aos Direitos Humanos e neste texto vou falar como fiz esses trabalhos.

O trabalho de História e Geografia de Portugal era fazer um marcador sobre um dos direitos e eu escolhi o direito a ter uma Nacionalidade.

Cada marcador tinha um animal marinho. Eu escolhi um búzio e fiz um desenho sobre o Direito Humano.

                                                             

Nas aulas de Educação Visual e de Educação Tecnológica tínhamos que escolher um Direito Humano e fazer um cartaz. O direito que eu escolhi foi “Saúde“. No cartaz, para decorá-lo, tínhamos de colocar um emoji e o meu era de um coração pintado com lápis de cera.

Gostei muito de fazer os trabalhos, porque gosto de pintar e desenhar.

Gabriel Dias N.º7 do 5.ºB

Numa aula de História e Geografia de Portugal foi-nos dada uma lista de palavras sobre os Direitos Humanos e tínhamos de escolher uma. Eu escolhi a palavra “SAÚDE.”

Após escolhermos uma palavra associada aos Direitos Humanos escrevemos num marcador que tinha desenhos de animais marinhos e eu escolhi o de um peixe.

Nas aulas de Educação Visual e de Educação Tecnológica foi-nos apresentado o tema “Direitos Humanos.” O professor Rodrigo Goulão escolheu uma palavra para cada aluno e a minha foi “NACIONALIDADE.” Escolhida a palavra, tinha de fazer um cartaz utilizando papel cavalinho A3. Usei vários materiais, recortei as letras, pintei-as com lápis, colei e depois desenhei uma “bandeira sorriso” onde usei lápis de cera e giz.

Lucas Borges N.º11 do 6.ºB

O meu marcador era sobre o Asilo. Na parte de trás do marcador eu desenhei uma pessoa num rasto de destruição, lá no fundo havia uma linda aldeia para onde a pessoa foi viver (Asilo).

O meu cartaz era sobre a Igualdade e eu desenhei “1=1”.

Eu adorei estas atividades!


Dinis Rei N.º5 do 5.ºB

Com estes trabalhos deu para perceber e aprender mais sobre os Direitos Humanos, ou seja, todos os seres humanos, apesar de serem diferentes, devem ter os mesmos direitos.

A atividade dos marcadores, na disciplina de HGP, foi muito divertida e esclarecedora!

A atividade dos cartazes, em Educação Visual e Educação Tecnológica, foi igualmente divertida e agradável.

Eu gostei muito destas atividades, porque consegui aprender mais sobre os Direitos Humanos, percebi melhor que todo o ser humano tem direito à Igualdade, cuidados de Saúde, ter um Trabalho e à Liberdade, entre outros direitos.

O marcador que escolhi foi o do golfinho e a palavra que escolhi foi “Igualdade.”

A palavra que me foi atribuída para o cartaz foi “Dignidade.”

Diverti-me bastante com estas atividades e aprendi coisas que todas as pessoas deviam saber!

Ashley Mendes N.º 1 do 6.ºB

Eu escolhi a palavra “Liberdade”, porque acho que todos os seres vivos deveriam viver em liberdade sem sofrerem qualquer tipo de repressão ou perseguição.

Escolhi um marcador com o desenho de um polvo, por ser fisicamente diferente dos outros, mas também merecer ser livre.

No cartaz sobre os Direitos Humanos desenhei um homem recatado, ao pé da árvore a ler um livro, e a palavra escolhida foi “Privacidade”, pois a privacidade de cada pessoa deve ser respeitada garantindo deste modo a sua liberdade.

Matilde Pimenta N.º 14 do 6.ºB

A professora de HGP deu-nos a opção de escolher uma palavra que aparecia no quadro sobre os trinta Direitos Humanos e eu escolhi “LAZER”, e também nos apresentou diversos marcadores e eu escolhi o do golfinho.

Comecei por pensar em tipos de letra e então pensei no tipo de letra perfeito para o meu trabalho! Escrevi a palavra no marcador, a lápis, e depois quando achei que tinha feito bem contornei a caneta. A professora disse que, se nós quiséssemos ilustrar a parte de trás do marcador podíamos fazê-lo, então como a minha palavra era LAZER, desenhei uma criança a ver televisão.

Nas aulas de Educação Visual e de Educação Tecnológica deram-me uma palavra sobre os Direitos Humanos e as letras do alfabeto.

Em primeiro lugar fiz seis manchas em cada letra que precisava para escrever a palavra “Privacidade” e apliquei a técnica do ponto e linha dentro das manchas. De seguida colei as letras numa cartolina azul pois o professor Rodrigo Goulãodisse que, na minha palavra, ficava melhor e contornei com caneta de ponta fina.

Depois de ter contornado a palavra recortei-a e colei na cartolina.

Mostrei o meu trabalho ao professor Rodrigo Goulão que disse para fazer um emoji onde poderia aparecer um cadeado com uma chave pois a minha palavra era “Privacidade.”

Mafalda Silva N.º 5 do 6.ºA

Dentro do tema dos Direitos Humanos fiz, na aula de OGM, um marcador com um animal marinho e escolhi escrever a palavra “Saúde”, porque é algo essencial à vida humana.

Como o tema do marcador era “Os oceanos” escolhi a cor azul.

Nas aulas de Educação Visual e de Educação Tecnológica, desenhei meninos e meninas de várias cores, no meu cartaz, porque todos devem ter acesso à “Saúde“, independentemente da cor, do sexo, da religião e outros aspetos que possam ser diferenciadores.

Samuel Alves N.º17 do 5.ºC

A fuga do gatil

Era uma vez um gato chamado Pantufa, que vivia uma regalada vida, cheia de mordomias. O bichano habitava numa luxuosa mansão, até ao dia em que o seu dono perdeu todos os seus bens e foi obrigado a vendê-lo para se conseguir sustentar. Como tinha pedigree, Pantufa valia muito dinheiro!

Infelizmente, num dos seus passeios matinais, perdeu-se, acabando por ir parar a um gatil, onde encontrou vários outros gatos, mas nenhum com tão bom trato como ele: uns tinham o pelo laranja, outros eram altos, outros magricelas, alguns não tinham cauda… enfim, eram quase todos gatos de rua, ao contrário dele que era um gato de raça pura!

O nosso gato foi colocado numa box e logo fez amigos: o Maurício e o Purpurinas, animais de estimação que, tal como ele, tinham sido encontrados a vaguear pelas ruas por se terem perdido.

Desejosos de liberdade, eles planearam a sua fuga. Enquanto pensavam num plano, Maurício teve uma ideia e disse:

– Vamos esperar que chegue a noite. Depois, aproveitamos o facto de o guarda estar a dormir e roubamos-lhe a chave.

O Purpurinas e o Pantufa aceitaram imediatamente e exclamaram:

– Sim! Sim!!! – gritaram em coro.

Pacientemente, esperaram até à noite para meterem o plano em ação. Chegado o momento oportuno, roubaram a chave e, sorrateiramente, escaparam do gatil, indo cada um para o seu lado.

Por sorte, encontraram o caminho de volta a casa, onde viveram alegremente o resto dos seus dias na companhia dos seus adorados donos.

E assim, os três sortudos gatos viveram felizes para sempre.

Miguel Fernandes, 6.ºA

Diário de uma viagem da turma MAC6 da EB de MAÇÃO

O desafio foi lançado no mês de setembro, pela Professora Titular da Turma. Tínhamos que “viajar” por diferentes PAÍSES para conhecer, aprender e transmitir onde tínhamos estado. O ponto de chegada seria em dezembro, a rota seria por nós traçada e teria que ser intensa nos desafios.

O nosso ponto de partida, nesta viagem de TRABALHO PROJETO // DAC, foi a história “SAY HELLO”, de Rachel Isadora, apresentada na aula de Inglês pela Professora Mónica Santos, que nos fez sentir a importância do conhecer línguas e culturas diferentes.

Depois, fomos percorrendo outros caminhos, como os dos cheiros e sabores, com as nossas Chefs Raquel Rosa e Bárbara António, nas aulas da AEC de Cozinha, e despertámos para o caminho do que se comerá noutros países.

Traçámos uma nova rota neste caminho e fomos pesquisar na NET sobre países que nos atraíam, despertando-nos o interesse e a curiosidade em conhecer. Assim, a AEC de TIC, com o Professor Francisco Correia, deu-nos uma ajuda neste percurso.

Depois, percorremos a estrada dos números grandes e encontrámos na Matemática os números verdadeiramente grandes, como os das áreas e o número de habitantes de cada país, a numeração romana, relacionada com o passado histórico, ou as figuras geométricas dos templos e a planificação da construção dos mesmos, usando régua e esquadro.

Continuámos a caminhar e estávamos na estrada do Português, onde era necessário ler, perceber e comparar as palavras de português com as palavras do país que estávamos a conhecer, não necessariamente da nossa UE, de que vamos conversando através do Clube Europeu, com a Professora Susana Gueifão e a Professora da nossa Turma, mas de todo o MUNDO. Lberdade de escolha e de cruzar todos os conhecimentos, que é também do muito que se trata em Cidadania e Desenvolvimento.

No cruzamento seguinte, tínhamos a Estrada da História e Geografia, e que caminho feliz e interessante fizemos ao passado histórico desses países no nosso friso cronológico e na sua localização, onde aprendemos a ler e a perceber os mapas com uma das parcerias externas ao nosso AEVH, como é o caso do Instituto Politécnico de Tomar.

Na rotunda, virámos na primeira saída e deparámo-nos com o caminho das Expressões. Aí parecíamos “Eduardo mãos de tesoura” e fomos construindo os monumentos e os mapas na nossa VIAGEM. Em FAMÍLIA, que momentos fantásticos partilhámos de recordações de viagens reais e de outras que queremos fazer.

Depois, continuando em frente, encontrámos as professoras das AEC de Teatro e de Yoga que nos ensinam a comunicar, a respirar e a sentir o que fazemos para apresentarmos, cada um, a nossa viagem. Contarmos por onde andamos, é o nosso PONTO DE CHEGADA.

Que VIAGENS FANTÁSTICAS fizemos! Importa salientar que sem as AEC de EDF e de Jogos Tradicionais não teríamos a resistência para estas viagens. A AEC de Xadrez ensinou-nos as estratégias possíveis para caminhar e escolher os caminhos a percorrer, em que tudo é um jogo, e onde tens que fazer as jogadas certas para os teus objetivos.

Voltamos sempre a rever estas VIAGENS com os artigos publicados no jornal online do AEVH de Mação e com a ajuda sempre disponível, para termos um porto de abrigo, com a Professora Ana Gameiro.

 VIAJAR CONSULTANDO, MISTURANDO, FAZENDO ACONTECER TAMBÉM É FANTÁSTICO!!

A Professora Titular da Turma MAC 6, 4º ano, EB de Mação

Ana Paula Candeias

O Natal está a chegar

No jardim de infância de Mação respira-se Natal.

Ultimam-se os preparativos para a festa das famílias. As crianças elaboram,  com prazer, os presentes que irão partilhar com os seus familiares.

Atividades realizadas na turma JMac4.

Professora Olga Pereira

Dia Internacional dos Direitos Humanos

O Clube Europeu do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte de Mação comemorou o 73.º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos com a dinamização de várias atividades que envolveram alunos do 1.º, 2.º e 3.º Ciclos.

Após o visionamento de vídeos e a leitura dos 30 artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, os alunos membros do clube, escolheram uma palavra-chave alusiva a um artigo e escreveram-na num marcador. Mas os marcadores de livros eram todos diferentes… e imaginem, tinham desenhos de animais marinhos, porque o tema dos Clubes Europeus para 2021/2022 é “Os oceanos” e fazia todo o sentido relacionar essa temática com a atividade proposta pelo Clube Europeu.

Cada aluno escolheu o marcador que mais gostou e coloriu-o dando-lhe um toque pessoal.

Os marcadores foram colocados, num total de 178 (5.º/6.º/7.ºAnos) e 14 (1.º Ciclo) num placard no 1.º piso em frente à sala de professores. Nesta exposição também colaboraram os alunos do 9.º Ano com a realização de marcadores e, na montagem da exposição, alunos do 12.ºA.

Nas aulas de Educação Visual, alguns alunos do 5.º Ano de escolaridade aplicaram a técnica do Ponto e Linha e criaram marcadores bastante originais.

Os alunos do 5.º e 6.ºAnos, nas aulas de Educação Visual e de Educação Tecnológica, coloriram letras para depois formar palavras associadas aos Direitos Humanos colando-as em cartazes que ficaram suspensos nos tetos da sala de professores, no átrio e corredor do Bloco B.

Os Direitos Humanos a esvoaçar para todos cativar!

O Clube Europeu do AEVH endereça um agradecimento especial aos professores Rita Santos e Rodrigo Goulão por terem colaborado na realização destas atividades incentivando os alunos a aplicar técnicas de Educação Visual e de Educação Tecnológica, mas também a refletirem sobre os Direitos Humanos.

A comemoração do Dia Internacional dos Direitos Humanos também incluiu uma exposição de livros e de filmes que abordam diretamente histórias com vista à reflexão sobre a importância do cumprimento desses direitos.

Numa vitrina, gentilmente cedida pelo Professor Bibliotecário António Bento, foram expostos cinco livros e sete filmes em DVD, da Biblioteca Escolar, contribuindo para um maior conhecimento da temática dos Direitos Humanos.

Na vitrina também foram colocados onze livros sobre algumas personalidades defensoras dos Direitos Humanos, tais como Nelson Mandela, Mahatma Gandhi, Martim Luther King, Aristides de Sousa Mendes e Malala.

A propósito de Defensores dos Direitos Humanos, foram selecionadas frases proferidas por doze personalidades e imagens dos mesmos: Mahatma Gandhi, Dalai Lama, Nelson Mandela, Malala Yousafrai, Aristides de Sousa Mendes, Muhammd Yunus, Óscar Arias Sánchez, César Chávez, Malcom X, Eleanor Roosevelt, Desmond Tutu e José Ramos-Horta.

É importante recordar pessoas que ao longo das suas vidas defenderam os Direitos Humanos e como algumas delas sofreram na pele a incompreensão e a violência de uma sociedade pouco igualitária e racista.

Para além destes livros e filmes, também faziam parte da exposição treze títulos de livros e catorze cartazes de filmes com o intuito de levar a comunidade escolar a refletir sobre os Direitos Humanos.

No dia 10 de Dezembro cada professor pôde escolher um marcador (fotocópia) feito pelos alunos membros do Clube Europeu do AEVH de modo a relembrar os Direitos Humanos sempre que lê um livro.

As professoras Anabela Ferreira e Lígia Silva

Natal em tempo de pandemia

Era uma vez uns elfos que tinham como função ajudar o Pai Natal na sua oficina de brinquedos. Andavam irrequietos e muito atarefados, devido ao imenso trabalho que tinham pela frente.

Estavam preocupados com a saúde das crianças, devido à COVID-19, e também muito ansiosos, pois a véspera de Natal estava a chegar e ainda tinham imensos brinquedos por concluir!!! Em tempo de pandemia, tinham de viajar com segurança e, com tantas restrições na deslocação entre países, não queriam atrasar-se na entrega dos presentes. O que lhes valia era que as renas voavam pelos céus e não tinham de se sujeitar às restrições nas fronteiras.  E as vacinas?! Pois é, tinham que as ir levar para não ficarem doentes!

O grande objetivo dos elfos era colocar no rosto de todas as crianças, sobretudo as que estavam confinadas, um brilho no olhar e um grande sorriso, quando abrissem as prendas que haviam pedido ao Pai Natal.

A azáfama e o entusiasmo na oficina eram grandes, mas, de repente, o pânico instalou-se entre os ajudantes do homem rechonchudo, com barbas branquinhas, vestes vermelhas, cinto largo e botas de couro pretas: as máquinas de criar e embalar brinquedos, devido à sobrecarga de trabalho dos últimos dias, tinham avariado!

Devido a este problema, que apanhou todos desprevenidos, o Pai Natal teve que tomar uma medida extrema. Sem grandes rodeios, resolveu colocar todos os elfos a trabalhar ininterruptamente, 24 horas por dia, na construção dos brinquedos “encomendados” pelas crianças do mundo inteiro.

– Meus caros elfos, todos vocês terão de trabalhar intensivamente e sem resmunguices. Não quero cá nem ais nem uis! Por isso, toca a pôr mãos à obra IMEDIATAMENTE! – ordenou o Pai Natal.

Coitados dos elfos! Trabalharam tanto, mas tanto, que apanharam uma tendinite, imagine-se!

Apesar do esforço e empenho na execução das suas tarefas, todos depressa chegaram à conclusão que mesmo a trabalhar de forma incansável, dia e noite, seria difícil conseguirem acabar os inúmeros brinquedos dentro do prazo estipulado pelo chefe Nicolau. Apesar desta constatação, os elfos continuaram a dar tudo por tudo, para cumprirem os objetivos definidos.

No entanto, quem não aguentou tanto trabalho foram as ferramentas dos elfos, que, sem ninguém esperar, entraram em parafuso, estragando-se!

Verificando mais este problema, o Pai Natal teve que adotar uma medida suplementar: a contratação de um mecânico extra. Mas ele não sabia que o mecânico que havia contratado era, sem tirar nem pôr, o Grinch, que tinha como único objetivo destruir o Natal de todas as crianças do mundo!!! Grinch não tinha a intenção de arranjar quaisquer máquinas, mas sim destrui-las de vez!

Felizmente, a magia natalícia que pairava no ar fez com que rapidamente o Pai Natal se apercebesse de quem era, na realidade, aquela criatura verde e mesquinha que tanto odiava o espírito de Natal. Com a ajuda do Rodolfo, a simpática rena de nariz vermelho incandescente, o Pai Natal abriu um alçapão, já perro por falta de uso, que estava mesmo debaixo da vil criatura, enclausurando-a na Prisão Natal.

De seguida, o amoroso avozinho de gorro vermelho rematado com um pompom branco trancou-se no seu escritório, tentando arranjar uma solução para o problema das máquinas e ferramentas.

Pensou, pensou, pensou até que ouviu três fortes pancadas na porta. Quem seria?! Eram os elfos que traziam uma excelente notícia.

Aflitos com os imprevistos que haviam surgido, eles tinham-se posto a caminho da aldeia mais próxima para falar com uma prima afastada do Avô Natal, a Ti Natalina, que, dado ser muito cusca, estava sempre a par das novidades que ocorriam em toda a Finlândia! Assim, os preocupados elfos cedo souberam da existência de três “doces” jovens, considerados os melhores mecânicos do Polo Norte!

Ao vê-los, o Pai Natal constatou que eram os três demasiados baixos, tão baixos que dificilmente chegariam ao topo das enormes máquinas, como as que existiam na sua oficina, para assim consertarem todas as peças estragadas. No entanto, o sábio velhinho não quis fazer qualquer comentário sobre a altura dos mecânicos.

Elias, Artur e Gabriel, os excelentes especialistas em mecânica, ao verem a dúvida refletida nos olhos do Pai Natal, logo se apressaram a apresentar-se:

– Nós somos os deliciosos bonecos de gengibre. Para além de ótimos profissionais, somos também muito alegres, divertidos e super-rápidos! – exclamaram em uníssono.

– Em apenas três minutos, conseguimos arranjar todas as máquinas e objetos que necessitem de reparação. – declarou Artur.

– Ai sim?! Mostrem-me lá essa vossa habilidade. – disse, duvidoso, o Pai Natal.

Então, os bonecos de gengibre sacaram das suas ferramentas, feitas de galhadas de renas, que magicamente começaram a voar e arranjaram tudo o que estava avariado, incluindo o aparelho de ar condicionado do escritório do Pai Natal que já não funcionava há anos! E, com tanto frio no Polo Norte, quanta falta lhe fazia!!!

E assim, todas as crianças do mundo receberam os presentes desejados. Em todas as casas reinava a alegria e o espírito natalício. Graças à magia do Natal, adultos e petizes encheram-se de felicidade. As casas enchiam-se de conversas animadas e risos, as crianças corriam e cantavam. Durante algumas horas, todas as famílias se esqueceram da pandemia que assola o planeta e que tanta tristeza e infelicidade tem causado pelo mundo afora.

Quem não estava nada, mas mesmo nada feliz, era o Grinch, dado que iria continuar preso na Prisão Natal para o resto da sua vida. Como ele era imortal, seria eternamente atormentado pelo barulho dos sininhos dos elfos, que já se encontravam freneticamente a construir os presentes que iriam ser distribuídos durante o próximo Natal.

Por isso, queridas crianças, portem-se bem, em casa e na escola, e não se esqueçam de endereçar as vossas cartas natalícias ao Pai Natal, para que ele possa saber quais os presentes que cada um de vós gostaria de receber daqui a um ano, em dezembro próximo.

Esperando que tenham gostado da nossa história, nós, alunos do 6.ºA, desejamos a toda a Comunidade Escolar um Santo e Feliz Natal, recheado de muito amor e muita saúde, e um Feliz e Próspero 2022!

6.º A (texto coletivo redigido na aula de Português)

Opinião: O futuro dos Livros

                Hoje em dia são poucos os jovens que preferem ler um livro em vez de estarem agarrados aos ecrãs. São poucos os jovens que têm prazer em ler um livro. Tal como alguns adultos que preferem gastar o seu tempo livre a ver televisão ou estar no telemóvel em vez de ler um livro.

                Na minha opinião, considero que num futuro longínquo vão deixar de existir livros em papel. Inclusive hoje em dia já temos outras opções, como livros digitais nos nossos telemóveis, tablets e computadores.

                Hoje em dia, são poucas as pessoas que leem um livro por prazer, apenas por obrigação o fazem. No meu caso, eu adoro ler, sempre que vou a algum lado levo um livro atrás, muita gente acha estranho, mas, quando tenho tempo livre leio, o que é raro numa pessoa da minha idade.

                Concluindo, penso que no futuro haverá livros, mas serão escassos, ou pouco vistos. Em vez dos livros em papel teremos livros digitais.  

Margarida Moleiro, 10ºB

Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

Assinalou-se, no dia 3 de dezembro de 2021, na EB de Mação, nas turmas do 1º, 2º e 4º anos, o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. A data tem como principal objetivo a motivação para uma maior compreensão dos assuntos relativos à deficiência e promover uma mobilização para a defesa da dignidade, dos direitos e do bem-estar, para que se crie um mundo mais inclusivo e equitativo para as pessoas com deficiência.

As crianças visionaram um pequeno filme que mostrava Ian, um menino que nasceu com paralisia cerebral. Como todas as crianças, ele quer ter amigos, mas a discriminação e o bullying (prática de atos violentos, intencionais e repetidos contra uma pessoa indefesa, que podem causar danos físicos e psicológicos) impedem-no de ir ao seu amado parque infantil. Ian não desiste facilmente, realizando algo que surpreendeu todos os que frequentavam o parque.

Os alunos realizaram algumas atividades por turma, dinamizadas pelos professores titulares de turma, com o apoio das docentes do ensino especial, Filipa Carvalho, Margarida Castanho e Suzana Gueifão, bem como alguns cartazes.

O objetivo foi sensibilizar as crianças para as dificuldades de visão, mudez, audição e deslocação. Os alunos utilizaram alguns meios de auxílio inerentes a cada uma das incapacidades ou deficiências, gentilmente cedidos pela CPCJ de Mação, à qual agradecemos.

Associando-nos também ao repto lançado pela EMAEI, Equipa Multidisciplinar de Apoio à Educação Inclusiva de “No dia 3 de dezembro não fiques indiferente… Sê diferente! Calça um sapato de cada cor!”, as crianças e adultos calçaram a ideia como mostram nas fotos do dia.

Alunos do 1.º ano, 2.º ano e 4..º anos

Professores: José Manuel Sequeira, Eugénia Grácio, Luísa Miguel, Leonor Matos e Paula Candeias

O livro que eu escrevi by Rufus Malim- Impressions

Slide usado na apresentação do livro The Hopeful Journey

Uma inspiração! Um privilégio!

Rufus Malim, Instituto Politécnico de Tomar, Instituto Terra e Memória (Mação), doutorando em Estudos da História da Arqueologia e da Antropologia, é autor do livro The Hopeful Journey e a convite da nossa Diretora de Turma, a Professora Sílvia Ramadas, veio ao nosso Agrupamento para falar deste livro de que tanto se orgulha.

A ideia subjacente ao convite é fazer desta partilha de ideias e de estratégias inspiradoras, um exemplo para nós, alunos do 10º ano, da turma A. No nosso Agrupamento temos um projeto de leitura, 10 minutos de leitura, que tem como objetivo fazer com que todos os alunos aperfeiçoem as suas competências no que à leitura diz respeito. Assim, o Rufus foi, para muitos de nós, inspirador! Mostrou-nos com arrebatador entusiasmo como se pode começar o processo da escrita, os elementos inspiradores, as influências, enfim, enunciou muitas das coisas que nos podem inspirar! A música, os filmes, os jogos, a arte, as lendas, o folclore e a nossa imaginação, às vezes até os nossos sonhos são fontes de inspiração! Quem sabe um dia destes, escrevamos um livro! … Quem sabe um dia destes, apresentemos o livro que andamos a ler no projeto 10 minutos de leitura!

Tudo isto apresentado em Inglês, pois o nosso estimado Rufus is very British, indeed!

Para nós, foi tudo aquilo que passamos a descrever…

Daniel Cardoso Gaspar

I found the presentation very interesting and complete. I’ve always been very fond of fantasy books and series, like the Game of Thrones, Harry Potter and the Lord of the Rings. So this presentation really stimulated my taste for this kind of books, and I even started reading the Game of Thrones books again.

Francisco Teixeira Pereira

Rufus’s presentation was pretty captivating, especially because he talked about things that I like, for example the Lord of The Rings, Lovecraft, Bioshock and many other things, the book looked pretty interesting and I’m thinking about buying it!

Guilherme Manuel Durão Matos

Rufus’s presentation was very complete and generated a lot of enthusiasm. There is only one problem, he spoke a little too fast but it was very understandable, his story and how he thought it.

Gustavo Alexandre de Jesus Santos

I found Rufus’ s presentation amazing, very well structured, dynamic and the excellent technological support, but the book didn’t catch my attention because I prefer other literary styles.

Luís Alexandre Dias Delgado

After listening to Rufus’ s presentation, I was so curious about the book he wrote, that I gave free reign to my imagination and I decided to write an adventure book with real fairies and elves. In other words, I’m going to write a folklore book.

Ricardo Antunes Veríssimo

Rufus’s performance was very pleasant, dynamic and somehow funny. He’s a man with a distinctly British style.

Miguel Cardoso Gaspar

Rufus’s presentation was quite good, because it even made me want to write a book of my own. The Power Point was very well built, but he was too nervous. The book he wrote seemed quite interesting, because it reminded me of the Lord of the Rings, which are films that fascinate me.

Tomás de Oliveira Leitão

I really enjoyed the presentation, it was very well prepared, but he was very nervous which made the presentation a bit worse.

Mafalda Fernandes da Costa Heitor Parente

I truly loved Rufus’s presentation. I think it was funny, creative and informative.

Mariana Filipa Martins Branco

I really enjoyed the presentation of Rufus’s book and the advice he gave us. I think it will help me in the future. At the end of the presentation, I felt like reading the book even though its genre isn’t my favourite.

Rafael Filipe Silva Loureiro

Rufus’s presentation was very interactive and funny, the Power Point was very good and I loved his accent, the book fascinated me a lot and I wish there was a Portuguese version.

Mafalda Sofia Alexandre Lercas

I liked Rufus’s presentation about the book.

Rita Valente Marques

I liked the presentation because we could see an example of someone who is good at writing books.

Amadeu Dias António

Rufus’s presentation is well organized, divided into different themes, such as games, music, artwork, etc. His presentation shows that there are many different themes to choose from when writing a book, some of them being writing a book about a film, trying to describe a piece of art by writing a book about it, writing about traditions and many others.

Alunos da turma 10ºA