Dia Mundial da Criança

Hoje é dia 1 de Junho!

Não se esqueçam que hoje é o Dia da Criança, que a criança que há em cada um de nós é bela e que todos devemos guardar algo dela.

 

Ouçam Pedro Barroso a interpretar este poema lindo de António Gedeão que vos deixo:

 

Sejam felizes, meninos!

Desafio: Cartas de Náufragos

 

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

Professora: Anabela Ferreira

II Naufrágio, Diane Bonjour

 

Brasil, julho de 1925

 

   Olá, minha amiga,

   Como tu sabes, eu embarquei num navio para tentar ir para o Brasil. Este acabou por naufragar e eu sou a única sobrevivente, mas a meio do caminho encontrámos um tesouro, um tesouro que estava dentro de um baú de madeira escura com partes douradas. Antes de o navio naufragar, conseguimos abrir o baú e ele tinha muitas moedas e barras de ouro, muitos colares e pulseiras de pérolas, joias de diamantes, de esmeraldas, de rubis, de ouro, de prata e muitos outros minérios que eu nem sabia da existência, tinha duas tiaras e duas coroas muito bonitas, anéis de ouro, anéis com diamantes e no fundo tinha um diamante enorme em cima daquelas almofadas vermelhas e por baixo das almofadas tinha um mapa de um tesouro que indicava um X numa parte do Brasil e, por sorte, consegui resgatar o mapa do navio e, para ter ainda mais sorte, passou por mim um barco com marinheiros que iam para o Brasil e que me trouxeram até aqui. Desde que cheguei que ando à procura daquele tesouro.

   Quando eu encontrar este tesouro, eu envio-te outra carta, mas enquanto isso, espero que estejas bem e deseja-me sorte para eu encontrar este novo tesouro rapidamente.

   Beijinhos e deseja-me sorte.

                                                                                                                                         Uma amiga.

Beatriz Brites, 7ºB

 

Infância

 

A minha infância

Quando era mais nova, não podia estar quieta, tinha de estar sempre a fazer algo.

Eu adorava correr, saltar, brincar, …adorava também ir para a escola e poder brincar com os meus amigos, nós brincávamos à apanhada, às escondidas, às plantações, aos polícias e ladrões, entre outras coisas.

Tínhamos sempre alguma coisa para fazer, o pior era quando estava a chover e tínhamos de ir para dentro de um pavilhão, nós odiávamos estar fechados lá dentro, queríamos ir lá para fora brincar.

Nos fins de semana em que não ía aos meus avós, adorava fazer festas de pijama e ou ir dormir à casa de amigas era super-divertido.

Às vezes, ía passear com a minha família, íamos às compras, íamos à praia, entre outras atividades.

Nos meus tempos livres, eu costumava pintar Mandalas, dançar, ir à piscina, ver televisão, entre outras coisas.

Mas os meus passatempos preferidos eram brincar com o meu irmão e ir andar de bicicleta, era assim que passava o meu tempo.

Nessa altura, a minha mãe tinha uma florista e então, quando eu saía da escola, tinha de ir para lá, pois o meu pai estava a trabalhar ainda. Ao lado da loja, havia um parque com rampas onde eu e o meu irmão mais velho costumávamos andar de skate e jogar à bola.

E foi assim a minha infância.

 

Jéssica Moucho, 7ºA

Desafio: Cartas de Náufragos

Lancei o desafio seguinte aos alunos da turma B do 7º ano na disciplina de Português:

Imagina que és um sobrevivente do naufrágio de um navio que transportava um tesouro.

Escreve uma carta em que relates a uma pessoa tua amiga o que aconteceu durante a viagem. No teu texto, deves incluir uma descrição do tesouro. Respeita os aspetos formais da carta.

Assina a carta com a expressão «Um amigo» ou «Uma amiga».

O teu texto deve ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.

Publico aqui alguns dos textos elaborados.

Professora: Anabela Ferreira

 

Henri_Edmond_Cross_Naufrage

 

Em pleno mar, 15 de novembro de 1977

 

Olá, está tudo bem por aí?

Escrevo esta carta para dizer que tenho um tesouro a bordo pronto para voltar à cidade.

O tesouro era dourado como o sol, tinha joias como rubis, esmeraldas, entre outros, mas foi tudo para o fundo do mar .

O pesadelo aconteceu e o navio que estava cheio de riquezas naufragou e só eu sobrevivi. Foi uma busca intensa deitada fora, estava tudo ganho, até Poseidon  estava do nosso lado a ajudar-nos a chegar à cidade, a formar as marés para a costa. Não sei o que vai ser de mim, só quero que saibam que estou bem e estou numa ilha que tem pelo menos alimentos até à próxima semana. Vou tentar construir um barco com galhos de árvore e tentar a minha sorte até chegar à cidade.

 

Envio isto para perguntar se está tudo bem por aí, confio em mim mesmo e rezo para que daqui a poucos dias já esteja na cidade.

Eu sobrevivi ao pesadelo.

Adeus, beijos muito grandes para todos e confiem em mim, ainda vou chegar a salvo.

 

Assinado: “Um amigo”.

António Mendes, 7ºB