Visita de estudo ao Museu da Fundação Oriente

No dia 14/01/2020 as duas turmas do 5.º Ano da EB 2/3 e Secundária de Mação foram visitar o Museu da Fundação do Oriente.
Partimos da escola às 07:00h da manhã e chegámos a Lisboa por volta das 09:50h. O Museu só abria às 10:00h, por essa razão tivemos que esperar um pouco.
Assim que entrámos, colocámos os casacos e todos os acessórios que trazíamos connosco, num cacifo e, de seguida, partimos com duas senhoras, a Inês e a Carla, que eram as nossas guias ou seja as que nos fizeram a visita guiada ao museu.
Este museu foi inaugurado no dia 8 de janeiro de 2008 pelo Presidente da República Dr. Aníbal Cavaco Silva.
Começámos por uma sala onde vimos representada a chegada de Vasco da Gama à Índia em 1498. Naquele tempo D. Manuel I era o rei de Portugal.
As pessoas naquele tempo para terem especiarias em casa tinham que ir comprá-las obrigatoriamente a Lisboa.
Vimos alguns objetos e os materiais de que eram feitos, como por exemplo um contador que era feito de marfim, papel e madeira; cadeiras com o encosto feito de palhas, porque no Oriente o ambiente era muito quente e as palhas arrefeciam. Estas cadeiras, na Índia, eram muito caras e por isso era bastante raro vê-las na posse da maioria das pessoas.
Os Portugueses levaram relíquias e alguns objetos como: meninos Jesus representados à maneira dos Jesuítas.
Observámos a representação da Sé de Goa que era uma igreja branca começada a construir no ano de 1562 e finalizada no ano de 1619. Também vimos uma maqueta da Igreja de Santana, também ela branca, porque era sinal dos Católicos. A parte da frente é diferente da parte da frente da Sé de Goa pois tem vários andares e janelas o que a torna mais arejada. A Igreja de Santana começou a ser construída em 1681 e terminada em 1695.
Acerca dos deuses mostraram-nos um deus cujo nome era Ganesh e tinha cabeça de elefante e estava montado num rato! Achei muito curiosa a explicação dada pela guia.
De seguida vimos vários objetos representativos da chegada dos Portugueses ao Japão.
Observámos um biombo no qual era possível verificar que não tinha sido a primeira vez que os Portugueses tinham estado no Japão. Os elementos aí representados eram dois padres e uma igreja. Várias pessoas estavam vestidas da mesma maneira, ou seja de negro, e ao mesmo tempo diferentes das outras, e as que não tinham sapatos eram os escravos. Na imagem estavam também algumas embarcações as naus que em japonês se diz Kurofune.
Entretanto, observámos algumas coleções de pratos, inúmeros frascos e peças de vestuário, incluindo as usados pelos Samurais.
No fim, ainda tivemos oportunidade de conhecer mais algumas curiosidades sobre a China e o Japão.
Havia duas figuras que eram dois homens que tinham atrás de si uma cruz: um estava amarrado e o outro não. O que estava amarrado tinha sido condenado à morte e o outro fora libertado.
Visualizámos uma pintura panorâmica da cidade de Macau, feita no século XIX por William Andersen e uma coleção de Cunha Alves começada em Bruxelas que foi comprada pela nobreza pois era muito cara para ser comprada pelo povo.
E, para finalizar a nossa visita, as nossas guias ensinaram-nos a fazer um barco e um chapéu em Origami – a arte tradicional japonesa de dobrar (oru) papel (kami).

Texto redigido por: Ana Rita Claro Nº 1 do 5.ºB

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