DESFILE DE CARNAVAL 2020

Destinado à Comunidade Educativa, mas interagindo com toda a comunidade local, no passado dia 21 de fevereiro, o Agrupamento de Escolas Verde Horizonte de Mação realizou a atividade transdisciplinar “Desfile de Carnaval 2020” pelas ruas de Mação.

O desfile foi agendado para as  10 horas e 30 minutos, sendo a concentração, a partida e a chegada marcadas para o Largo da Feira, estabelecendo-se o itinerário: Largo da Feira, Rotunda dos antigos Bombeiros, Câmara Municipal de Mação, Rua Padre António Pereira de Figueiredo, Rua Monsenhor Álvares de Moura, Igreja Matriz, Rua Pina Falcão, Rua Francisco Serrano, Rua Padre António Pereira de Figueiredo, Câmara Municipal de Mação, terminando, de novo, no Largo da Feira.

Esta atividade decorreu nos segundo, terceiro e quarto tempos letivos da manhã e as turmas foram acompanhadas pelo respetivo professor, seguindo o horário habitual, sendo, posteriormente, ao quinto tempo letivo, retomada a planificação inscrita no horário semanal.

O desfile mobilizou todo o Agrupamento, teve a preocupação atual da preservação do meio ambiente e do nosso planeta, sendo subordinado ao tema da sustentabilidade e da preservação do meio ambiente. Os materiais utilizados foram preferencialmente, claro, reutilizados e ou reciclados, a fim de reduzir, evidentemente, fazendo jus à regra dos 3 R pela prática – despertando para a problemática ambiental e resumindo numa só atividade o aprender a conhecer, a fazer, a viver juntos e a ser. Permitiu, ainda,  interagir com a comunidade local numa perspetiva de abertura da escola ao meio exterior e de valorização das tradições.

Fotos: professor José Gonçalves e

texto: professora Anabela Ferreira.

Poesia

As palavras

São azuis como o céu e as águas brilhantes dos rios, dos lagos e do mar

Voam como as aves que rasgam o céu indo para Sul

Planam como os papagaios de papel dourado

Sopram como o vento nas tempestades

Flutuam como os dentes de leão

Aquecem todos os que as ouvem, como o Sol e a fogueira

Com elas escrevo saúde, amor, família, planeta e sonhos

A minha história num poema…

 

 

Texto poético coletivo, 7ºA

AMOR NÃO RIMA COM DOR!

A violência doméstica é uma das temáticas da área de Cidadania e Desenvolvimento que tem merecido uma atenção muito particular por parte dos alunos do Curso Profissional de Estética.  Deste modo, nas disciplinas de Português e de Inglês, os discentes realizaram, em articulação curricular (DAC), diversas atividades que deram voz às suas preocupações e anseios sobre estra atual e preocupante realidade.  Os trabalhos realizados figuraram numa exposição intitulada  “ Amor não Rima com Dor”/ “Love  isn’t pain” que no dia 14 de fevereiro, especialmente dedicado ao amor e aos afetos, marcou destacável presença no átrio do pavilhão B, junto à secretaria.

Por entre balões pretos e vermelhos, em que foram registados sugestivos slogans de apelo à não violência conjugal, ou apenas frases que exprimiam o genuíno sentimento amoroso, foram expostos singelos cartazes em que, de forma expressiva,  se definia em inglês o que é e o que não é considerado amor: “love is…” ; “Love isn’t…”

Em português, surgiram, também, elucidativos anúncios de sensibilização contra a violência conjugal, apelando à denúncia dos maus tratos físicos e/ou psicológicos e indicando a APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima) como resposta à dor e sofrimento de tantas vítimas.

Numa altura em que, apesar das inúmeras campanhas de sensibilização contra a violência doméstica, as estatísticas da mesma continuam a aumentar a um ritmo assustador, pretendeu-se com esta atividade demonstrar que também na escola muito se pode fazer para combater esta atroz realidade, porque… a educação, o conhecimento e a informação são as armas mais poderosas para combater a violência!

As professoras Clara Neves, Mónica Santos

e os alunos do Curso Profissional de Estética

 

La Chandeleur … a Festa dos Crepes

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“La Chandeleur é uma festa religiosa cristã que celebra a Apresentação de Cristo no Templo, quarenta dias após o seu nascimento. O seu nome deriva da palavra “chandelle” (vela). Conta-se que para recompensar os peregrinos acabados de chegar a Roma, o Papa Gelásio I (492-496) ordenava a distribuição de crepes.

Atualmente, La Chandeleur celebra-se em França a 2 de fevereiro, mas ao longo de todo o mês, confecionam-se e comem-se crepes, com os amigos, em casa e na escola.

Esta deliciosa tradição francesa foi, há semelhança de outros anos, festejada também na nossa escola no passado dia 6 de fevereiro, com a preciosa colaboração dos alunos do 11º e 12 ano do Curso Profissional de Cozinha e Pastelaria que se disponibilizaram para confecionar deliciosos crepes que deliciaram miúdos e graúdos ao longo de todo o dia.

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Nas aulas de Francês do 3º Ciclo e de Comunicar em Francês dos cursos profissionais, os alunos elaboraram cartazes sobre esta tradição e pesquisaram receitas de crepes e provérbios populares alusivos a esta festividade, partilhando os seus trabalhos no projeto eTwinning – “Traverser des Frontières, élargir les horizons”!

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Vive les crêpes, vive La Chandeleur !

As professoras Clara Neves e Ana Gameiro

VISITA DE ESTUDO AO PALÁCIO NACIONAL DE MAFRA

No passado dia 30 de janeiro, pelas 9h00 da manhã, as turmas do 12ºA e 12ºB (curso profissional de Técnico de Cozinha/Pastelaria e Curso Profissional de Técnico de Mecatrónica) foram presenteados com um dia de aulas diferente, embarcando num autocarro que os esperava à entrada da escola, rumo ao imponente e majestoso Palácio Nacional de Mafra. Acompanhados pelas docentes Clara Neves, Isabel André, Graça Dias e João Castanho, os alunos puderam, apesar da chuva, vento e frio, explorar os infindáveis meandros deste grandioso monumento, que constitui o espaço físico central de Memorial do Convento, de José Saramago, obra que integra o programa da disciplina de Português. Também foi possível assistir à representação de uma peça de teatro, baseada neste romance saramaguiano e encenada pela companhia Éter.
Mandando construir por D. João V, o Magnânimo, o Palácio Nacional de Mafra, símbolo da arquitetura barroca em Portugal e Património Mundial da Humanidade, é constituído pelo Palácio Real, pela Basílica e por um grande Convento franciscano, atualmente sede da Escola Prática de Infantaria. Um dos magníficos tesouros do palácio é a grandiosa biblioteca, com cerca de quarenta mil volumes, escritos em várias línguas. Curiosamente, a conservação deste grandioso espólio literário conta com a preciosa ajuda de uma colónia de pequenos morcegos que, ao longo dos anos, elegeu como moradia este requintado espaço.
A visita foi conduzida por uma simpática guia que, de forma hábil e motivante, foi fornecendo diversos e curiosos esclarecimentos sobre o Palácio, sempre em articulação com a história narrada em Memorial do Convento. Deste modo, foi possível perceber as diferenças entre a realidade subjacente à construção deste magnífico monumento e a ficção apresentada pelo autor.
Foi no interior do palácio, que se assistiu à representação da peça de teatro Memorial do Convento, momento este que superou as expetativas dos alunos, pela forma divertida e original como os atores deram vida às personagens e enceraram os principais acontecimentos da obra.
Alunos e professores fizeram um balanço extremamente positivo desta atividade quer pelos excelentes momentos de diversão e de convívio vivenciados, quer pelo seu valioso contributo para a consolidação de conteúdos programáticos que abrangeram não só a disciplina de Português, como também, no caso dos cursos profissionais, a disciplina de Área de Integração e as áreas de Mecatrónica e de Cozinha/Pastelaria. Na memória de todos ficará, certamente, a história de um magnífico monumento nacional que, no esplendoroso século XVII, constituiu a glória de um rei, mas também o sacrifício extremo dos trabalhadores que o ergueram, heróis estes que o nosso Nobel da literatura, José Saramago, fez questão de homenagear em Memorial do Convento.

                                                                      Professoras Clara Neves e Isabel André

Educação Ambiental

Não deitem lixo para o chão

Porque isso é poluição!

 

Nós temos de ajudar

Por isso vamos reciclar.

 

Temos de proteger o Ambiente

Vamos fazer da Terra

Um planeta mais contente!

 

Meninos de todo o Mundo.

Meninos que estão a crescer.

Cuidem do nosso planeta

Porque nele queremos viver!

Maria Rita Coelho N.º 14

Educação Ambiental

Como é que eu vou começar

Para o Planeta salvar.

Para o lixo reciclar

Temos de o apanhar.

 

Não podemos poluir os oceanos.

Temos de avisar os nossos manos

Para o Planeta existir

Temos de agir.

Rita Carreira N.º 17 e Simão Lourenço N.º20 do 5.ºB

Educação Ambiental

A Educação Ambiental

É uma coisa essencial!

Que nos faz entender

Que o planeta devemos proteger.

 

Reciclar é bom para começar.

Mas depois há outras formas de ajudar.

Reutilizar e poupar.

Tem tudo para resultar!

 

Podemos também ver

Que o Planeta vai agradecer!

É a nossa Terra.

Para sempre lá vamos viver.

Beatriz Lopes N.º4 e Beatriz Santos N.º5 do 5.ºB

Educação Ambiental

O tema “Educação Ambiental” foi selecionado para ser abordado pelas turmas do 5.ºAno na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento.
Após a leitura de textos e do visionamento de vídeos sobre a temática os alunos do 5.ºB redigiram, nas aulas, textos sobre esse tema.

A Educação Ambiental

É fundamental.

Preocupados com os problemas ambientais

Preservamos os recursos naturais.

 

Para o Mundo evoluir

Não devemos poluir.

Ao reciclar

O meio ambiente vou preservar.

 

Água não devemos desperdiçar

Para o Planeta cuidar.

Para a Educação Ambiental aprender

A matéria vamos compreender!

Beatriz Barreta N.º 3 do 5.ºB

Visita de estudo ao Museu Fundação Oriente

Após a visita de estudo efetuada pelos alunos do 5.ºAno foi solicitada a sua opinião que a seguir é apresentada com frases retiradas da avaliação preenchida.

“Aprendi que Portugal chegou ao Oriente e trouxe muitos conhecimentos para Portugal. Gostei muito de fazer Origami!” Ana Rita Claro N.º 1 do 5.ºB

“Gostei de fazer Origami!” Beatriz Marques N.º2 do 5.ºB

” Foi interessante ver as coleções de arte do Oriente nas quais as porcelanas eram em maior número. Gostei bastante de aprender Origami que é uma arte tradicional japonesa.” Beatriz Barreta N.º3 do 5.ºB

“Vi diversos objetos dos países do Oriente que os Portugueses visitaram há séculos.” Beatriz Lopes N.º 4 do 5.ºB

“Fiquei a conhecer melhor a cultura do Oriente.” Beatriz Santos N.º5 do 5.ºB

“Gostei de tudo o que vi e aprendi sobre a cultura oriental.” Francisca Barreira N.º8 do 5.ºB

“Os Portugueses trouxeram muitos conhecimentos do Oriente (China e Japão). Gostei de ver o vestuário usado pelos Chineses.” José Jana N.º 12 do 5.ºB

” Aprendi a importância que a porcelana chinesa teve na vida dos Portugueses.” Matilde Fernandes N.º16 do 5.ºB

“O que mais gostei foi de fazer Origami.” Rita Carreira N.º 17 do 5.ºB

“Aprendi que Portugal deixou marcas no Oriente.” Rute Rafael N.º 19 do 5.ºB

“Gostei de aprender que os Portugueses levaram a nossa cultura para o Oriente e trouxeram muitos objetos.” Gonçalo Martins N.º7 do 5.ºA

“Aprendi a história do Oriente.” Iara Dias N.º9 do 5.ºA

“Gostei de tudo!” Laura Martins N.º11 do 5.ºA

“Aprendi sobre a cultura oriental!” Lúcia Pimenta N.º 12 do 5.ºA

“Gostei de aprender mais sobre História!” Matilde Lourenço N.º15 do 5.ºB

“Aprendi muitas coisas nesta visita.” Rodrigo Marques N.º16 do 5.ºA

“Gostei do museu e de ver tantos quadros e outros vestígios do Oriente.” Sara Florindo N.º18 do 5.ºA

“Aprendi a fazer Origami!” João Medeiros N.º20 do 5.ºA