Dia Internacional do Idoso – Clube Europeu

 

Foto de João Gonçalves

Na passada quinta feira, dia 12 de outubro, o Clube Europeu do agrupamento assinalou o Dia do Idoso com uma sessão de cinema do filme “O Pai Tirano”, património imaterial dos anos de ouro do cinema português, seguindo-se um lanche convívio para os mais de 40 idosos do Lar da Santa Casa da Misericórdia de Mação, parceira do clube, há já vários anos. As professoras da equipa do Clube Europeu, as Chefs e os alunos dos cursos técnicos de Restauração- Cozinha/Pastelaria empenharam-se em proporcionar a todos os idosos uma tarde de memorável convívio com sabores requintados e reconfortantes para estes 40 corações que agradeceram e prometeram voltar para o ano… No Dia do Idoso!

A Equipa do Clube Europeu

Texto de opinião

Texto de Opinião

     O filme que escolhi é “Harry Potter e o Calice de Fogo” cujos intervenientes são: Harry, Hermione, Ron, alguns professores de Hogwards e o Lord Voldemort.

O filme é original, tem uns bons gráficos e ideias originais, não tenho nada negativo a apontar. Trata-se de um filme de qualidade.

Eu classifico-o com 9 pontos numa escala de 1 a 10. Recomendo.

 

Duarte Barreta, 8ºA

Texto de opinião

Flash Vidas

 

São poucos os programas que conseguem colar o espetador à televisão logo no primeiro programa, é o caso do programa “Flash Vidas” apresentado por Lara Afonso o qual relata a vida de todas as celebridades.

Na minha opinião, o aspeto positivo é conhecer a infância de qualquer celebridade que por vezes chega a emocionar qualquer pessoa.

Os aspetos negativos são sem dúvida os escândalos chocantes expostos para todo o público visualizar.

Para concluir, resta-me dizer que se trata de um programa que aborda exclusivamente celebridades e as histórias fascinantes que cativam qualquer telespetador.

 

Mariana Mousaco, 8ºB

Apreciação crítica

A ordem do poço do inferno

 

 

No livro A ordem do poço do inferno, livro de Nuno Matos Valente, livro do plano nacional da leitura cujas ilustrações são de Joana Raimundo, as personagens são:Leo, Xana, Ulisses e João que vão viver uma aventura e ao mesmo tempo acontecimentos estranhos para os quais não há explicação.

Esse livro dá-nos uma informação da História de Portugal, também relata as pessoas que o ajudaram a fazer e também nos dá uma informação sobre uma realidade que é  o geocaching.

Essa obra, que é a primeira dessa coleção, começa logo com um início um pouco diferente porque se é o primeiro livro dessa coleção tem de relatar onde e quando se conheceram as personagens porque é que se juntaram, entre outros aspetos.

Assim, no restante, o livro é igualmente muito interessante e, se lerem, espero  que gostem.

 

Mateus Vicente, 8ºB

A importância do conhecimento histórico

A importância do conhecimento histórico

         Num determinado povo ou região é muito importante o conhecimento da sua história para a preservação dos valores culturais e éticos desse povo em específico.

A história serve para relembrar algo que aconteceu anteriormente, seja há muito ou pouco tempo. Por isso é que se diz qua “a história é testemunha do passado…”. Esta é algo que vai ficar para sempre, vai passar de geração em geração, acrescentando-se novos acontecimentos à medida que o tempo passa. A história é algo que deve ser preservado e devidamente aprofundado, com o objetivo de preservar os valores culturais e éticos de um povo.

Um povo, como por exemplo, os Índios têm uma religião específica, têm uma determinada cultura e costumes. O que os faz, atualmente, ter esses valores culturais e éticos é a história, ou seja, o passado, pois foi este que os fez ser como são hoje em dia, dando, assim seguimento às gerações anteriores.

Em suma, deve existir uma grande importância do conhecimento histórico, de modo a preservar os valores culturais e ético de um povo.

 

 

Daniel Patrício, 11ºA

 

A História: memórias e antepassados

 

A História: memórias e antepassados

A história do mundo, do planeta, da vida terrestre, da vida humana teve um início, bem lá no fundo dos nossos antepassados. E é graças a essa história e ao facto de se perpetuar no tempo e na memória humana que sabemos o que aconteceu nos tempos antigos, sabemos quais os factos e vivências que nos antecederam e que nos trouxeram até aqui, ao presente.

É-nos verdadeiramente importante e pertinente possuir os conhecimentos históricos, principalmente aqueles que remetem para a nossa cultura e para o nosso povo. É com este conhecimento que podemos continuar com as “nossas” tradições, com os “nossos” hábitos e com os “nossos” próprios valores: tudo aquilo que na Antiguidade se foi criando, evoluindo, até chegar a nós. E somos nós, orgulhosamente, que temos de dar continuidade a tudo isto para que não fique perdido no tempo.

Suponhamos que os nossos familiares não nos tinham ensinado nada sobre valores culturais e éticos, e que não havia livro nem texto que restasse para contar a história dos povos, quais iriam ser as nossas inclinações culturais e éticas? Pois, provavelmente não sabemos responder, até porque, muito provavelmente, sem a preservação dos valores que nos constituem enquanto povo, hoje não seriamos nós mesmos, não seríamos uma só nação, unida pela língua materna e pelos costumes.

Para concluir, podemos afirmar que a história é o que nos enuncia o passado e nos ensina a ser quem somos! A história são memórias e antepassados…

 

 

Clara Minhoto, 11ºA

Projeto de divulgação de textos originais

O projeto ideal

Quando eu tinha por volta de treze anos, eu era subdelegado de turma e à nossa espera tinha o projeto que ainda ninguém sabia e ia ser divulgado em setembro.

Nesse próprio dia, eu estava muito feliz para conhecer esse tal projeto.

Quando chegou a hora, fomos lá. Quem nos falou nesse projeto foi o senhor diretor e disse umas palavras breves e rápidas:

– Bom dia, este projeto é para os alunos do 8º ano e também para o delegado e subdelegado.

Eu fiquei muito feliz e depois dos outros irem embora o senhor diretor disse-nos:

– O projeto serve para vocês melhorarem a vossa cultura e é para no fim de semana irem a Lisboa,  à praia da Caparica, porque vai estar lá a escritora Sophia de Mello Breyner Andresen e para vos acompanhar terão a professora Anabela Ferreira.

No fim de semana, fomos para o autocarro e quando eu soube que a delegada estava doente fiquei preocupado e aflito, eu não podia ser o único aluno. Convidei o André Loureiro para ir comigo e ele aceitou.

Quando chegamos lá, ficamos espantados com a enorme vista, via um quilómetro de mar, areia limpa, sem vidros enterrados e estava lá ninguém a não serem nós e a escritora.

Depois falamos com a escritora, organizamos as nossas prioridades e ela mostrou gostar tanto de nós que foi comprar-nos um gelado.

Quando vínhamos para regressar, um ladrão abordou a escritora no seu carro. Eu e o André fomos a correr e depois o André atirou-se para cima do carro e o ladrão bateu com o carro contra o muro.

Finalmente, tudo acabou bem. E foi assim a minha aventura.

Mateus Vicente, 8ºB